Se você se preocupa com SEO, saiba medir a velocidade do seu site corretamente.

Se você busca ser um especialista em SEO já deve ter ouvido falar que o desempenho do website afeta seu posicionamento na SERP do Google. Essa discussão teve origem em 2010, quando o Google anunciou que passaria a usar o desempenho do site como um sinal em seus algoritmos de ranking. O motivo da inclusão se deve ao resultado de estudos internos da empresa, que indicaram que quando um site responde lentamente, os visitantes passam menos tempo nele. O efeito dessa decisão pode ser visualizado em um estudo conduzido em 2013, que indicou uma correlação entre a posição nas buscas e o tempo de resposta do primeiro byte (TTFB), como pode ser visto abaixo.

Média do tempo de First Byte por posição na página de pesquisa

Porém, a falta de clareza de como o Google usa as informações de desempenho em seus algoritmos conduz muitos desenvolvedores e analistas de SEO ao erro, ao fazerem testes que podem conduzi-los a caminhos opostos aos objetivos ou gastarem tempo excessivo otimizando métricas que geram pouco impacto. Todo mês converso com dezenas de pessoas realizando seus testes equivocadamente, por isso achei muito importante desenvolver esse artigo para ajudar outras pessoas que passam pelo mesmo problema.

Dessa forma, espere ver neste artigo os seguintes assuntos:

  • Cuidado com métricas que não te levam a lugar nenhum;
  • Você pode estar configurando as ferramentas de teste de forma errada;
  • Você não deve se contentar apenas com ferramentas de teste.

Preocupe-se com a experiência do usuário e não com métricas pontuais

Uma das métricas mais comentadas quando se trata de otimização de desempenho de páginas web é Load Time (tempo de carregamento total da página). Porém, a suspeita de que essa não seja uma métrica ideal começa com a mesma pesquisa citada acima que indicou correlação entre TTFB e a posição no ranking do Google, quando também indicou a inexistência de correlação entre o Load Time e o posicionamento, independente do método de cálculo.

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O próprio uso do TTFB como critério de indexação pelo Google foi negado no Twitter pelo conhecido integrante da empresa, John Mueller. Mas calma, isso não significa que a métrica ou o próprio desempenho não seja importantes. No mesmo tweet, ele afirma que o TTFB é um bom indicador para o desempenho sentido pelo usuário e, mais importante, “se você está focando em velocidade somente por razões de SEO, você está fazendo isso errado”.

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Portanto a dica está dada: o Google procura que você faça uma página que seja rápida na percepção do usuário e não uma página otimizada para métricas específicas. Se fizer isso, por consequência, isso impactará no SEO.

Neste artigo, o Google apresenta um bom framework de como analisar se uma página é rápida. Coloque-se no lugar do usuário e faça as seguintes perguntas durante a navegação:

  • A página está funcionando?
  • A página é útil?
  • A página pode ser usada?
  • A página é agradável?

A experiência do usuário se baseia no quão rápido essas perguntas são respondidas. Por isso o Load Time não é uma métrica precisa. O carregamento total é um evento simplório que ocorre após todas essas perguntas terem sido respondidas. Já o TTFB, apesar de não dever ser o foco, como ocorre antes e é um limitante para o tempo em que todos esses eventos acontecem, tem bastante uso na hora de debugar e entender onde estão alguns gargalos que comprometem a experiência de navegação.

Como visto acima, a experiência do usuário na navegação é um assunto que pode ser extenso, portanto, para não deixar este artigo extenso, publicaremos em breve outro artigo explorando como analisar se sua página oferece uma experiência rápida ao visitante. Quer ser notificado quando for lançado? Clique aqui.

Use as ferramentas de teste corretamente

Quando vejo pessoas procurando testar a performance de seus websites, a maioria usa o PageSpeed Insights, o GT-Metrix e em menor proporção, o Webpagetest.org. O grande problema reside na forma como os testes são feitos: muitos usuários não conhecem as limitações, configurações e funcionamento de cada ferramenta de teste, executam os testes nas configurações padrão e obedecem cegamente às recomendações dadas nos resultados, podendo tomar decisões que deixarão seus sites mais lentos para os usuários e não o contrário.

Por exemplo, você sabia que o PageSpeed Insights, muito provavelmente, executa seus testes em um servidor localizado fora do Brasil? A localização exata não é conhecida, mas já fizemos testes internos que deram indícios que os IPs de onde partiam as requisições dos testes apresentavam menor latência para a Flórida, nos EUA. Por causa disso, se seu website tiver audiência brasileira e seus servidores estiverem localizados no Brasil, você pode receber uma recomendação de reduzir o TTFB, mesmo que seu website ofereça uma resposta rápida aos visitantes.

Quer outro exemplo? O GT-Metrix executa seus testes, por padrão, de uma instância localizada em Vancouver no Canadá, causando o mesmo problema citado acima sobre o PageSpeed Insights, se você não configurar corretamente. E você sabia que o GT-Metrix não detecta todas as CDNs que existem?

Isso não significa que você não deva usar essas ferramentas, basta entender seu funcionamento corretamente. No caso do PageSpeed Insights, você pode usar seu algoritmo, o Lighthouse, em suas próprias instâncias de teste, podendo realizar os teste em condições de localização que simulem melhor a localização de seus usuários. Você pode inclusive fazer o teste de seu próprio navegador: a partir da versão 60, o Chrome disponibiliza o Lighthouseem suas ferramentas de desenvolvedor, localizado na aba “Audits”. Já o GT-Metrix permite, para usuários logados, escolher a instância de teste (uma delas é no Brasil) e configurar para que ele reconheça sua CDN, caso não seja detectada.

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O uso correto das ferramentas de teste também é um tema extenso e que merece ser abordado com atenção, por isso, lançaremos nos próximos dias publicaremos um guia de como aproveitar ao máximo as ferramentas de teste de desempenho. Clique aqui para receber em primeira mão.

Vá a campo

Por último, uma coisa precisa ser dita. Ferramentas de teste retratam apenas um pequeno pedaço da realidade sobre o desempenho de seu site. Diferentes usuários possuem diferentes dispositivos, navegadores, provedores de internet, localização, etc., o que faz variar bastante a experiência de um para outro. Elas são boas para fornecer um ambiente controlado para testar otimizações, mas existem formas mais apuradas de saber se seu site é realmente rápido.

W3C lançou há alguns anos a padronização para as APIs Navigation Timing e Resource Timing, uma interface a partir da qual webmasters podem consultar os tempos que o usuário experimentou em sua navegação pelo website. As versões mais novas da maior parte dos navegadores suportam essas APIs, permitindo a geração de dados de grande parte das visitas.

Existem algumas opções de ferramentas que exploram essa API. O PageSpeed Insights, por exemplo, oferece uma análise dos últimos 30 dias das métricas Primeira Exibição de Conteúdo e Atraso na Primeira Interação.

Como pode ser visto na imagem abaixo, as barras verdes indicam qual porcentagem dos usuário tiveram uma experiência considerada rápida, as barras laranja uma experiência média e as barras vermelhas, uma experiência lenta.

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Existem outras ferramentas mais completas para essa análise, denominadas Real User Monitoring (RUM), como o New Relic Browser e Pingdom. Elas oferecem a visão de diversas métricas do ponto de vista dos visitantes. Caso você não tenha orçamento para contratar essas ferramentas, o Google tem um artigo que introduz como começar a aferir os tempos de navegação reais usando as APIs Navigation Timing e Resource Timing.

Conclusão

Como você pode ver acima, não existe uma métrica chave de velocidade para otimizar o SEO de seu website. Como o próprio Google busca informar, se você oferecer uma boa experiência de navegação ao visitante, isso poderá impactar o seu ranking. E você só poderá otimizar essa experiência de forma efetiva olhando para as métricas corretas e fazendo as avaliações corretamente. Fique atento que em breve lançaremos dois artigos: um retratando quais as melhores métricas de velocidade com foco no usuário e como aferir corretamente a velocidade de um site.

Se estiver com pressa em otimizar, te convidamos a fazer um teste gratuito de nossa CDN. A partir dela, seu website será entregue aos usuários em servidores mais próximos, contribuindo para reduzir o tempo de carregamento da maioria dos elementos de sua página, o que melhora sensivelmente a velocidade percebida pelo usuário. Quando for se cadastrar, entre em contato, que teremos o prazer em ajudá-lo na configuração e a testar devidamente a evolução do desempenho. Conheça em: https://www.gocache.com.br/cdn-inteligente-brasil/.

Guia de Segurança para WordPress: Gerenciamento e Logins

No post de hoje, vamos explorar como manter a segurança de um site ou loja virtual e como gerenciar melhor os logins. Vamos ir um pouco além das dicas como “escolha uma senha complicada” para aprofundar um pouco mais sobre as questões essenciais.

Na hora de criar sua loja virtual é importante que você tenha em mente que a segurança é um fator decisivo para o sucesso – e longevidade – do seu negócio online.

Está pronto?

Limite de logins

Uma das primeiras coisas que você pode fazer para gerenciar a segurança do WordPress é limitar o número de vezes que as pessoas podem tentar fazer o login. Muitos hackers usam ataques de força bruta para tentar decifrar seu nome de usuário e/ou senha. Mesmo que essas investidas não sejam bem-sucedidos, a natureza repetitiva pode colocar uma carga significativa em seu servidor.

Ao limitar logins, você evita que um hacker tente um ataque de força bruta. Ele tentaria duas a três vezes e então seu IP seria banido. Você pode facilmente configurar isso usando o plugin Loginizer.

Uma outra opção muito interessante é o plugin Login Lockdown. Como essas duas opções limitam o número de tentativas de login que um usuário pode fazer antes que seu IP seja banido por quantas horas você determinar, ataques de força bruta seriam muito mais difíceis de serem executados. O plugin continuaria proibindo esse endereço IP após um determinado número de tentativas de login com falha. Além disso, você pode personalizar para criar a configuração de segurança ideal para o seu site.

Banir usuários que tentam usar “admin” como nome de usuário

Evite usar o nome de usuário como “admin”, visto que boa parte dos ataques de força bruta nos dias de hoje são de hackers que utilizam esse nome de usuário padrão para tentar invadir o site. No entanto, você pode interromper suas tentativas, proibindo qualquer pessoa que tente usar o “admin”.

O plugin Wordfence é muito bom para configurar esse recurso de proibição automática. É claro que este plugin inclui muitos outros recursos, como autenticação de dois fatores, bloqueio de invasores conhecidos e muito mais.

Estabelecer as permissões corretas dos arquivos

Outra coisa que você quer fazer é estabelecer as permissões de arquivo corretas no seu site. De acordo com o WordPress.org, a configuração de um diretório com permissões 777 pode permitir que um hacker ou outra entidade mal-intencionada edite seus arquivos ou até mesmo faça o upload de novos, como malwares. Seu arquivo wp-config.php deve ser configurado para 600; seus arquivos regulares devem ser configurados para 640 ou 644; e seus diretórios devem ser configurados para 750 ou 755. Embora não seja necessário fazer essa alteração em todos os hosts, você ainda deve consultá-lo através do guia do WordPress para alterar permissões de arquivos.

Ocultar a página de login

O arquivo .htaccess é um arquivo de texto oculto usado pelo servidor da web Apache para configurar seu site sem a necessidade de criar ou modificar arquivos globais de configuração do servidor. Geralmente, ele está localizado na pasta raiz do site, mas também pode estar em outros locais, dependendo de quais arquivos e pastas você deseja que sejam afetados pela configuração especificada.

Essa é outra modificação do .htaccess, mas é um pouco diferente das outras. Você pode negar o acesso à página de login do seu site WordPress completamente. Claro, só funciona se o site tiver um único autor e se o endereço praticamente nunca tenha sido alterado. Outras poucas linhas de código no arquivo .htaccess negarão o acesso à página de login para todos, exceto os endereços IP que você especificar.

Se você deseja manter suas opções abertas em termos de adicionar autores ao seu site mais tarde, você sempre pode usar um plugin para simplesmente ocultar a página de login de usuários não autorizados. Secure Hidden Login é uma dessas opções. Embora você possa configurá-lo para que a tela de login apareça quando o logotipo do WordPress for clicado, uma opção mais segura seria definir a ativação dos campos de nome de usuário e senha pressionando uma combinação de teclas.

Remover informações da tag do gerador

Hackers podem fazer todo tipo de ação para tentar entrar em sites do WordPress, como por exemplo executar scripts para encontrar instalações da plataforma na Internet com base em footprints.

Footprints são linhas de texto ou códigos identificáveis ou ainda recorrentes que identificam que um site usa um conjunto particular de código.

No caso do WordPress, por exemplo, é um exemplo de “linhas recorrentes de texto ou código”. Além disso, por padrão, a plataforma identifica que o site que você está vendo foi construído no WP.

O código fonte de um site WordPress vai dizer algo assim:

<meta name=”generator” content=”WordPress 3.8.4″ />

Você pode remover essa tag do código-fonte, o que dá aos hackers algo a menos para encontrar (e segmentar) seu site. Os webmasters podem adicionar a seguinte linha de código ao seu arquivo functions.php:

remove_action(‘wp_head’, ‘wp_generator’);

Remover a tag generator significa que seu site não se identifica mais como WordPress.

Ativar autenticação em duas etapas

Outra ação bastante indicada para proteger seu site é configurar a autenticação em duas etapas. Ao exigir que os usuários do site executem duas etapas para o login, potencialmente desestimulará os ataques de força bruta da maioria dos hackers. Tudo isso irá fazer com que seu site se torne considerado difícil de quebrar, o que definitivamente é algo muito bom!

Existem vários plugins que ativam esse recurso em seu site. Alguns favoritos em particular incluem:

  • Clef : uma vez configurado, tudo o que você precisa fazer é abrir o aplicativo Clef no seu celular e focar sua câmera em uma imagem em movimento na tela do seu computador. Ele vai “travar” no lugar e você estará logado.
  • Duo Two-Factor Authentication : depois de inserir sua senha através do formulário de login normal, você terá que concluir uma etapa secundária para efetuar login, como confirmá-la em um aplicativo de telefone, em uma mensagem de texto SMS ou em uma chamada telefônica.

WAF (Web Application Firewall)

Uma das maneiras mais rápidas de proteger um site em WordPress é usar o WAF (Web Application Firewall). O WAF adiciona vários elementos de segurança de imediato e protege contra as maiores ameaças online.

Basicamente um WAF (Web Application Firewall) é um filtro que fica na frente de seu aplicativo, inspecionando o tráfego de entrada em busca das ameaças mais comuns como Cross-Site Scripting (XSS) e SQL Injection e DDoS. É um dos meios mais comuns de proteção contra ataques na camada de aplicativo.

Você pode utilizar um WAF hospedado ou um WAF baseado em nuvem. Quando baseado em nuvem, você pode contrata-lo individualmente, ou como em muitos casos, contratá-lo em um pacote disponibilizado por um fornecedor CDN (Content Delivery Network, veja o que é uma CDN).

A GoCache oferece WAF em todos os planos de CDN que disponibiliza, sem custo adicional. Além de proteger seu site, você pode acelerá-lo sem muito esforço, pois já existem configurações específicas para WordPress e um plugin para integração com o Back-End.

Conclusão

Gerenciar a segurança em seu site WordPress e configurar logins seguros levará algum tempo. Mas uma vez que todas essas medidas estiverem em vigor, seu site será muito mais confiável para seus usuários. E você terá a tranquilidade de saber que uma queda maliciosa é improvável.

Você usa algum dos métodos de segurança mencionados anteriormente? Você faz mais alguma coisa que não citamos aqui? Comente abaixo!

 

“Este é um post escrito por nosso convidado Caio Nogueira, co-fundador e da UpSites Digital, empresa especializada em criação de sites responsivos WordPress. Apaixonado por novas tecnologias e pelo desafio de criar soluções na internet que ajudem empresas e pessoas a aumentar as vendas, gerar leads e contar histórias”.

 

Vantagens da tecnologia em nuvem e como ela pode salvar sua empresa

Vantagens da tecnologia em nuvem e como ela pode salvar sua empresa

 

A tecnologia em nuvem veio para ficar, revolucionando a maneira como são armazenadas as informações digitais. Se no início parecia se restringir ao uso doméstico, hoje, mostra-se uma grande solução para empresas de todos os portes e segmentos de mercados.

E para você conhecer as principais vantagens da tecnologia em nuvem e como ela pode salvar sua empresa confira neste artigo os seguintes tópicos:

  • Acesso remoto de dados e informações
  • Realização de tarefas em modo colaborativo
  • Armazenamento de grande volume de dados
  • Segurança para as informações do seu negócio
  • Economia para a sua empresa
  • Por que contratar um serviço de nuvem?

Acesso remoto de dados e informações

Uma das principais vantagens da tecnologia em nuvem e como ela pode salvar sua empresa é a praticidade que oferece ao dia a dia do seu negócio. Afinal, se você tiver que viajar ou apenas se deslocar para lugares fora da sua empresa, mesmo assim, pode acessar os seus dados sempre que necessário.

Já que os arquivos ficam na nuvem, ou seja, online, basta ter um computador ou outro dispositivo com acesso à internet para acessar as informações. A sua equipe também ganha em desempenho, ainda mais quando precisa realizar vendas externas.

Realização de tarefas em modo colaborativo

Se a sua empresa prioriza o trabalho colaborativo, então, essa é mais uma das vantagens da tecnologia em nuvem para o seu negócio. Isso porque se os arquivos podem ser facilmente acessados online, então, os membros da sua equipe podem usá-los quando preciso, agilizando a realização das tarefas.

E mais, com o serviço em nuvem, não é necessário imprimir folhas e mais folhas com o conteúdo que precisa ser trabalho. Assim, não só conferindo mais economia a sua empresa como também ajudando o meio ambiente sem o desperdício de energia e papel.

Armazenamento de grande volume de dados

Empresas mesmo de pequeno e médio porte costumam ter um grande fluxo de informação, o que resulta em centenas e mais centenas de arquivos que devem ser armazenados. Se eles forem todos arquivados em computadores, será preciso ter mais máquinas potentes para dar conta do recado.

Mais uma das vantagens do serviço em nuvem, portanto, é não haver essa preocupação. Essa tecnologia consegue guardar um imenso volume de arquivos, sem que o acesso a eles fique prejudicado.

Segurança para as informações do seu negócio

Você pode imaginar que um grande número de arquivos com informações da sua empresa online pode não ser seguro. Porém, a verdade é que a segurança é mais uma das vantagens da tecnologia em nuvem. Isso acontece porque o acesso é restrito.

Ou seja, só conseguem acessar esses dados quem tiver as informações certas, como loginde usuário e senha. Além disso, as empresas que oferecem esse serviço contam com mecanismos extras para evitar qualquer tipo de violação.

Economia para a sua empresa

A economia é outra das vantagens da tecnologia em nuvem e como ela pode salvar sua empresa. Afinal, você não tem que comprar mais computadores para guardar todos os arquivos do seu negócio, não precisa contratar profissionais específicos para tratar da segurança dos dados e nem gastar mais com papel e energia.

Além disso, se na sua empresa existem profissionais da TI, eles podem focar no que realmente interessa: tornar mais eficiente o trabalho de todos os setores.

Por que contratar um serviço de nuvem?

Todas as vantagens do armazenamento em nuvem, entretanto, são possíveis quando é contratado o serviço adequado para atender as suas necessidades. A GoCache é ideal para quem deseja usufruir ao máximo a infraestrutura em nuvem.

Para tanto, oferece pacotes completos para garantir o melhor desempenho do armazenamento, garantindo ainda mais segurança e reduzindo custos com os recursos do seu negócio. Além disso, a GoCache é fácil de usar, pois não requer a migração dos dados.

E mais, empresas que possuem sites conseguem oferecer uma melhor experiência de navegação, pois as páginas abrem com mais rapidez. Também é possível que mais clientes acessem o seu site sem que isso atrapalhe o seu desempenho. E você economiza até com os custos de internet.

Já um software ERP cloud que também trabalha na nuvem e oferece todas as funções de um sistema de gestão empresarial. Entre elas, informatizar os dados, conectar os setores e automatizar processos.

 

 

*Este é um guestpost elaborado pela GestãoClick

Funil de Conversão: aplique esse conceito e melhore seus resultados

Funil de Conversão: aplique esse conceito e melhore seus resultados

Está querendo aprender sobre funil de conversão, mas acha diferentes conceitos pela internet?

 

Para quem já trabalha com marketing digital sabe que existem diversos nomes para os funis, as vezes associa-se o funil de marketing com o funil de vendas, o funil de vendas com o funil de conversão ou então todos os funis em um só.

 

A verdade é que realmente existem vários conceitos que podem deixar a gente confuso. E é por isso que criamos esse post para conceituar de vez o que é funil de conversão, suas etapas, como montá-lo e também dicas para conseguir os melhores resultados. Vamos lá?

O que é funil de conversão

Funil de conversão, são as etapas que um cliente passa desde a sua visita no site até a compra do serviço ou produto da sua empresa.

 

Essas etapas geralmente são definidas pelos nomes:

 

  • Lead (a primeira conversão de um usuário)
  • MQL ou Marketing Qualified Lead (quando esse lead se torna qualificado pela área de marketing)
  • SQL ou Sales Qualified Lead (quando esse lead se torna qualificado pela área de vendas)

 

Falaremos detalhadamente sobre essas etapas ainda nesse artigo, antes vamos desmistificar a diferença entre funil de conversão e o funil de marketing.

Diferença funil de conversão para o funil de marketing

Para poder diferenciar o funil de conversão do de marketing, vamos descrever o que é funil de marketing:

 

Funil de marketing são as etapas que representa toda a jornada do consumidor desde a sua descoberta do problema até a escolha de qual empresa ele vai contratar para resolver esse problema.

E o que é funil de conversão?

 

Já o funil de conversão são as conversões que o consumidor percorre até a compra da solução da sua empresa, ou seja, ele começa convertendo de visitante para lead até virar cliente após a etapa SQL.

 

A verdade é que o funil de conversão está dentro do funil de marketing, ele faz parte de todo esse caminho que um usuário percorre. Só é uma forma de acompanhar melhor como estão suas conversões em cada etapa.

 

Antes de pensar nas estratégias de conversão do seu funil (abordaremos no próximo tópico) é importante ter definido o seu público alvo e sua jornada de compra.

Etapas do funil de conversão e dicas

Agora que conseguimos diferenciar os conceitos e definir o que é funil de conversão, vamos detalhar cada etapa e as melhores dicas para otimizar suas conversões.

Lead

Lead por definição é um potencial cliente para sua empresa que manifesta interesse em adquirir a sua solução. Ele demonstra esse interesse fornecendo dados em algum formulário de material rico (e-book, infográficos, webinars, etc) ou newsletter da sua empresa.

 

Como escrevemos na própria definição, para um visitante converter em lead, sua empresa deve ter uma estratégia de conteúdo que desperte interesse para o visitante e convença-o de fornecer seus dados.

 

A nossa dica para melhorar a conversão nessa etapa é criar landing pages com as seguintes características:

 

  • Tire todas as distrações possíveis como menu, barra lateral ou rodapé para o visitante se manter focado em somente uma ação que é a conversão.
  • Escreva os títulos e conteúdos na “linguagem” do seu público alvo e com técnicas de copywriting
  • Use cores harmônicas seguindo a identidade da sua empresa e insira destaques com cores contrastantes
  • Solicite somente informações necessárias no formulário (evite pedir dados pessoais no nessa etapa de topo de funil, como documentos, salário, receita etc.) e faça um CTA chamativo focada no problema do seu público alvo.

 

Caso queira saber mais dicas de conversões de leads, você pode conferir o artigo completo taxa de conversão de leads

MQL (Marketing Qualified Lead)

Após o visitante entrar no funil de conversão pela etapa Lead, a maioria das empresas fazem uma estratégia de nutrição para fazê-los receber mais conteúdos e educá-los para percorrerem o funil de marketing (nesse caso de marketing mesmo, pois está relacionado a jornada do usuário como um todo).

 

Após o lead estar bem educado com os conteúdos, percorrer até o final do seu funil de marketing, ele pode ser considerado um lead que teoricamente já está pronto para comprar a sua solução.

 

Para empresas que tem um time de vendas, esse lead teoricamente está no momento certo para um vendedor entrar em contato.

 

Enfatizamos e repetimos a palavra “teoricamente”, pois para o marketing esse lead está qualificado (por isso a abreviação significa Marketing Qualified Lead).

 

Acontece que devemos ver na prática se realmente esse lead está qualificado, e é esse o trabalho do vendedor, entrar em contato para ver se o MQL realmente está qualificado para comprar a sua solução.

 

Já que a maior parte de uma estratégia nutrição de conteúdos é feita por e-mails (e essa é a ferramenta mais poderosa que você terá), vamos dar dicas de conversão relacionadas a e-mails:

 

  • Coloque assuntos chamativos e no contexto da etapa do lead
  • Use no máximo 45 caracteres no assunto do e-mail
  • Prenda a atenção do leitor usando números e também fazendo perguntas
  • Personalize o assunto do email colocando o nome do Lead
  • Faça o conteúdo do e-mail de forma objetiva e clara (você pode usar algumas dicas de landing page que ajudarão no conteúdo do e-mail)
  • Faça testes A/B para experimentar diferentes versões e melhorar o engajamento

 

SQL ou Sales Qualified Leads

Após o lead ser considerado um MQL, chegou o momento do time comercial validar se ele realmente está qualificado.

 

Algumas empresas fazem um departamento chamado de pré-vendas que são pessoas dedicadas somente para validar os MQLs e enviar o contato para o vendedor.

 

Pode ser que o lead não retorne o contato que o vendedor tente fazer, por isso, as nossas dicas para converter mais nessa etapa são:

 

  • Lembre-se que isso não é uma venda, você somente tem que conversar com o MQL para saber se realmente ele está qualificado para receber uma proposta.
  • Faça um fluxo de cadência com os tipos de contatos estabelecidos. Dificilmente um MQL irá responder no primeiro e-mail ou ligação, estabeleça um fluxo com vários contatos em um período de tempo para converter o SQL.
  • Não seja invasivo! A maioria das pessoas não gostam de ligação de telemarketing pelo motivo dos atendentes ligarem em uma hora inapropriada e sem permissão ficam querendo vender algo. A nossa dica é ligar para o MQL, pedir um melhor horário para conversar e explicar o motivo.

 

Se o MQL foi validado como qualificado, o time comercial aceita esse lead para poder entrar no funil de vendas e finalizar o processo para ele virar cliente.

Dica final para um funil de conversão

Esperamos que tenha tirado as suas dúvidas sobre o que é funil de conversão e conseguido o diferenciar do funil de marketing e vendas.

 

Quando o assunto é conversão poderíamos abordar muitos tópicos e metodologias para melhorar a taxa de conversão do seu negócio. O mais importante é estar sempre acompanhando suas taxas e testando novas estratégias para aumentar ainda mais suas conversões e vendas.

 

Esse conteúdo foi escrito pela Supersonic que é uma empresa focada em otimização de conversão (CRO) para trazer mais vendas para seus clientes sem gastar um centavo a mais com publicidade.

 

10 dicas para melhorar o desempenho do seu site

site fora do ar

Dicas para evitar que o seu site fique fora do ar

 

Introdução

 

Site fora do ar é um dos pesadelos de quem tem um negócio online pois isso pode comprometer diretamente sua empresa, seja ela física ou virtual. Mas infelizmente isso pode acontecer.

 

Conheça 10 motivos que podem deixar o seu site fora do ar e entenda o que você pode fazer para evitar que isso aconteça.

 

1. Domínio

Quando um domínio é registrado pelo usuário a validade é de um ano. Muitas pessoas não entendem isso ao contratar os planos de hospedagem, por exemplo, e acreditam que o domínio é vitalício. Não é.

 

Outra coisa que se confunde é a contratação e renovação de um domínio e de uma hospedagem. São ações totalmente diferentes e necessárias para garantir que o site continue no ar. Pode também acontecer de se contratar uma hospedagem sem domínio, no qual o registro de domínio pode ser feito separadamente.

 

É preciso renovar anualmente o seu domínio. Do contrário, seu site ficará fora do ar pois sem o domínio não é possível ser encontrado na internet e pode fazer com que seu site fique fora do ar.

 

Solução: mantenha a renovação e pagamento do seu domínio em dia. Caso já tenha expirado o prazo, verifique se o seu domínio ainda continua disponível. Geralmente as empresas de hospedagem comunicam sobre domínios a expirar, renovação e prazos antes do seu domínio se tornar público disponível ao novamente.

 

Consulte o status do seu domínio no Who is e no Registro.br, sendo este somente para domínios nacionais.

 

2. Servidor

Pane, mau funcionamento, sobrecarga, problemas de configuração, ataques DDoS ou DDo. Todos esses motivos podem ser causas para que servidores dedicados ou virtuais deixem um ou vários sites fora do ar.

 

Solução: Se você sabe que a causa é o servidor virtual, verifique as configurações e se não há algum código quebrado que esteja causando o dano. Caso não tenha conhecimento técnico para isso, conte com o suporte do seu servidor. Alguns serviços incluem suporte 24/7.

 

Outra solução é verificar os logins de acesso e analisar os dados para ver se existe algum acesso malicioso. A existência disso pode bloquear o acesso para determinadas faixas de IP.

3. Problemas e erros de Programação

No momento da programação de um site, uma única letra fora do lugar pode comprometer todo o funcionamento e deixar o seu site fora do ar.

 

Solução: Para se arriscar a manipular a programação do seu site é esperado que você tenha conhecimento técnico pra isso ou deixe por conta do programador. O que deve ser feito é identificar o erro e consertar a codificação do site conforme a sua linguagem. Além disso, sempre teste as alterações em servidores locais antes de publicar nos servidores de produção.

4. Ataques e invasões de hackers

Mais comuns em sites com informações valiosas, instituições financeiras e banco de dados, ataques e invasões de hackers podem acontecer por pessoas mal intencionadas para tomar posse ou prejudicar marcas e empresas.

 

Ataques DDOs são causados por máquinas fantasmas que forçam o acesso simultâneo sobrecarregando do servidor e podem causar lentidão e até mesmo tirar o site do ar.

 

Solução: Para qualquer site recomendamos o investimento em segurança digital. Desde certificados de segurança, senhas elaboradas e monitoramento de quaisquer alterações no site que não estejam dentro da rotina. Outra dica importante é o uso de um CDN que mantém réplicas de conteúdo na memória (cache) e entrega aos visitantes mesmo com o site fora do ar.

5. Problema com a hospedagem de sites

Problemas na infraestrutura da empresa que oferece sua hospedagem de sites podem acontecer e fazer com que o seu site e de outras milhões de pessoas sejam atingidos e até fiquem fora do ar.

 

Solução: Não tem onde recorrer quando o problema é na hospedagem se não a eles mesmo. Por isso tenha certeza de ter contratado a melhor hospedagem de sites.

 

Dependendo do tempo em que o seu site ficou fora do ar e os danos causados, é possível pedir ressarcimento dos prejuízos caso seja previsto em contrato. Recomenda-se também que faça o backup do seu site com frequência e salve em outro local que não seja a hospedagem de sites.

 

6. Incompatibilidade com aplicações e plugins

Instalar novos aplicativos e plugins pode gerar incompatibilidade e “confundir” o servidor sem saber para onde direcionar aquele acesso. Isso pode fazer com que o seu site fique fora do ar. O mesmo pode ocorrer caso instale plugins ou script de procedência duvidosa que podem conter vulnerabilidade no site e abrir caminhos para possíveis invasões.

 

Outra causa seria a incompatibilidade da versão do PHP da hospedagem. Um exemplo disso é se o plugin ou script foi desenvolvido para PHP 5.6 e na hospedagem tiver rodando PHP 7.x o plugin pode apresentar problemas.

 

Solução: Identifique qual aplicativo ou plugin está com problemas e exclua. Mas antes de excluir tenha certeza de que isso não afetará as demais áreas do seu site. É recomendado que conte com uma ajuda profissional para isso.

7. Acesso ao banco de dados

Caso você utilize algum CMS no seu site, como o WordPress, é possível que aconteçam erros ao estabelecer uma conexão. Isso pode acontecer porque o seu banco de dados está corrompido, seus dados de login estão errados ou o servidor que hospeda o seu banco de dados está inativo.

Solução: Verifique o que causa o erro, as configurações de conexão do banco de dados e entre em contato com a sua empresa de hospedagem. Este vídeo ensina passo a passo como solucionar esse erro.

 

8. Site mal optimizado

Um site pesado, que demora para carregar e mal otimizado pode sobrecarregar o servidor de hospedagem e deixar o seu site lento e até mesmo fora do ar.

 

Solução: Use as boas práticas de otimização, sistemas de cache e removas os scripts desnecessários. Utilize ferramentas para medir o desempenho e velocidade do seu site em diferentes dispositivos.

 

Também na sua hospedagem atual verifique se há um sistema de compactação que melhora o desempenho.

 

9. Servidores DNS

DNS vem da sigla Domain Name System e resolve o nome de domínios para um determinado endereço de IP. É o caminho entre um e outro, pois ele traduz o endereço do IP para o nome do domínio e faz a conexão com o site.

Solução: Este site permite saber conferir o status real do DNS e a também a disponibilidade. Alterações e redirecionamento de NS devem ser feitos manualmente quando é feito a troca do servidor de hospedagem.

 

10. Problema do usuário

 

Um dos motivos primários que podem gerar problemas na hora de acessar um site está diretamente ligado a conexão de internet do usuário bem como vírus ou scam na máquina.

 

Solução: Verifique sua conexão com a internet e faça manutenção e atualização da sua máquina com frequência.

 

Como saber se meu site está realmente fora do ar?

Nem sempre o problema está no site ou na tecnologia dele. Para consultar se um site está realmente fora do ar consulte ferramentas como o Fora do Ar e o esta ferramenta que diz se o seu site está fora do ar para todos da rede ou somente para você.

Conclusão

 

Ao lançarmos um site, blog ou loja virtual não esperamos passar por estes problemas mas eles existem e precisamos estar dispostos a resolvê-los.

 

Mantenha a manutenção do seu site em dia e invista na segurança. Muitos desses problemas podem ser evitados com um serviço de hospedagem de site de alta qualidade e com garantia de uptime, que varia de 99,5 a 99,9%.

 

Este artigo foi produzido pela Hostinger, que oferece hospedagem barata com uptime de 99,9%, registro de domínio grátis e certificado SSL para planos anuais.