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Novo Ponto de Presença (PoP) em Fortaleza

Novo Ponto de Presença em Fortaleza

PoP em Fortaleza

 

Fortal agora faz parte da rede GoCache CDN!

 

Anunciamos oficialmente a ativação do nosso mais novo Ponto de Presença em Fortaleza.

clientes GoCache com visitantes na região Nordeste passarão a ter mais um Ponto de Presença (além do PoP Salvador) melhorando a latência na região. E graça à tecnologia AnyCast toda a rede de clientes GoCache se beneficia de mais um ponto para redundância, mitigação de ataques DDoS e troca de tráfego.

 

E pode ficar de olho pois vem mais PoP por aí, em breve na Região Sul!

 

Equipe GoCache

Novo Ponto de Presença (PoP) no Rio de Janeiro

Novo Ponto de Presença no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro

 

A Cidade Maravilhosa agora faz parte da rede GoCache CDN!

 

É um grande prazer anunciar a ativação do nosso mais novo Ponto de Presença no Rio de Janeiro.

Clientes GoCache com visitantes nesta região passam a ter o benefício da latência ainda mais baixa e toda a rede de clientes se beneficia de mais um ponto para redundância, segurança e troca de tráfego.

 

E pode ficar de olho pois vem mais PoP por aí, em breve ativaremos Porto Alegre e Fortaleza!

 

Equipe GoCache

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Case Promobit – economizando custos na AWS com a GoCache CDN

Este post é muito especial, pois foi escrito espontâneamente pelo Leandro Menezes dos Anjos, CIO da Promobit.

Aprecie sem moderação!

 

Redução de custos com AWS e CDN

 

Neste artigo, eu gostaria de compartilhar meu feedback de como a GoCache ajudou o Promobit a trafegar com 8x mais requisições por segundo na BlackFriday sem aumentar nossos custos e, o mais importante, com alta performance.

 

Ocupo a posição de CIO no Promobit, sendo o responsável pela infraestrutura da Startup, ou seja, minha responsabilidade vai desde a segurança, estabilidade e escalabilidade até os cuidados com os custos de servidor que nossa plataforma possa gerar.

 

Somos hoje a maior comunidade de compartilhamento de ofertas do Brasil. Desde 2014 estamos desenvolvendo uma plataforma colaborativa capaz de reunir as melhores promoções do e-commerce, sem esquecer da segurança e da qualidade do conteúdo.

A situação

Com o alto crescimento da nossa plataforma, precisamos mudar nossa infraestrutura e, como qualquer empresa, ainda mais sendo uma startup, o custo é uma questão muito importante. Optamos por escolher a AWS (Amazon Web Services) como solução para nossos servidores, pela facilidade de implementação e pelo aparente preço justo pelo serviço.

 

Não se engane: a AWS possui um leque de soluções sem igual, que facilita e muito a vida do seu SysAdmin e muitas vezes até dispensa tal cargo em sua empresa, quando bem praticada a cultura de DevOps. Mas toda facilidade tem seu preço. No caso da AWS, você paga pelo uso.

O problema

Parece justo não é mesmo? O problema acontece quando você precisa escalar. Quando você deixa 1 servidor web virar 8 para aguentar um pico de acessos no BlackFriday e seu trafego de dados passa de 1 terabyte para 3 ou 4 terabytes mensais.

 

Apenas nesses dois fatores o custo se elevaria significativamente, não concorda?

 

Vamos ao mundo real.

 

Em um acesso na timeline do Promobit, temos aproximadamente 30 requisições apenas de produtos listados e fotos de usuários, fora o HTML, Javascript e CSS que são utilizados para renderizar a página.

 

Vamos pensar que essas imagens possuam uma média de 190 bytes (peguei uma como base), 190 x 30 requisições = 5,7KB. Parece pouco, mas vamos pensar que esse trafego é apenas um acesso e um único usuário.

Em um pico de BlackFriday, em que tivemos cerca de 50 mil usuários simultâneos entre Web e Mobile, você chega a 1.500.000 requisições e 285 megabytes, isso com apenas um acesso de cada usuário.

 

Estamos falando apenas de imagens, que são arquivos estáticos e que eu poderia cachear em algum lugar por não haver nenhum processamento por parte do servidor, é apenas servir a imagem.

A solução

Pensando nisso adotamos a GoCache para servir como nossa CDN, ficando responsável por cachear parte do conteúdo e servir esse mesmo conteúdo a nossos usuários sem precisar encostar em nossos servidores novamente.

 

Agora quando um usuário acessa a Timeline e faz aquelas 30 requisições, elas são cacheadas. Na prática, o que acontece é que das 1.500.000 requisições que eu deveria receber apenas por servir imagens, agora eu recebo apenas 30. As outras 1.499.970 requisições a GoCache responde por mim com o conteúdo correto.

 

Com isso obtivemos a economia de uma máquina, uma vez que eu recebia essas requisições pelo meu EC2 e depois redirecionava o acesso aos arquivos em um S3.

Agora eu preciso de menos maquinas WEB e meu site responde mais rápido, uma vez que ele se preocupa apenas com o conteúdo dinâmico, e eu economizo banda do meu S3, que é um dos fatores de custo da AWS.

 

Falando em números:

consumo promobit

Hoje economizamos em média 95% da nossa banda com a CDN e uma média de 87% das requisições nós não precisamos nos preocupar em processar a resposta.

 

Isso reflete em toda a infraestrutura da aplicação. Não utilizamos esse conceito apenas para arquivos estáticos, mas algumas páginas com conteúdo dinâmico também. Então economizamos com nosso trafego interno entre as máquinas, processamento e memória RAM de servidor de banco de dados, servidor de cache, load.balancer, servidores web etc. Ou seja, tudo que possa envolver uma requisição e que eu possa de alguma forma cachear a resposta HTTP, eu posso deixar nas mãos desse serviço.

O resultado

Essa economia resulta diretamente em nosso financeiro, uma vez que um valor que giraria em torno de $1.800,00 na AWS passa a custar uma média de $700,00.

 

Acertamos em adotar a GoCache como parceira. No dia-a-dia, ela não apenas se paga pela economia que gera, mas também agrega em todo nosso ecossistema, oferecendo uma experiência melhor a nossos usuários e entregando nosso conteúdo de forma mais rápida, além da proximidade com seus clientes, em que fazem um ótimo trabalho de coletar feedbacks e implementar funcionalidades que realmente utilizamos.

Estratégias de Cache, Políticas, Cabeçalhos e Terminologias

Noções básicas de políticas de cache: terminologia, cabeçalhos HTTP e estratégias de cache

 

O armazenamento de conteúdo em cache é uma das formas mais eficazes de melhorar a experiência para os visitantes do seu site. O armazenamento em cache, ou armazenamento temporário de páginas e conteúdo, faz parte da estratégia de aceleração da navegação, usando protocolos HTTP ou HTTPS.

Neste artigo, discutiremos alguns dos conceitos básicos de armazenamento de conteúdo nas caches de navegadores e em proxies reversos (CDN). Vamos falar sobre as diferentes políticas de cache, os benefícios que o cache oferece, os efeitos colaterais que se deve ter em mente, e as diferentes estratégias para fornecer a melhor combinação entre desempenho e flexibilidade.

O que é cache?

Resumidamente, cache é o armazenamento de dados em uma memória de rápido acesso, visando acelerar a entrega de conteúdos que já foram solicitados anteriormente e armazenados nessa memória.

Por exemplo, uma página pode levar 3 segundos para ser gerada, contando o processamento do conteúdo, acesso ao banco de dados, etc. Mas se, após ser gerada pela primeira vez, armazenarmos essa página em um cache, as requisições futuras a esta página poderão ser entregue em milésimos de segundos. Isto aumentará muito o desempenho do seu site, reduzindo drasticamente a sobrecarga no seu servidor e melhorando a experiência do usuário.

Existem diferentes tipos de cache e cada um possui suas próprias características.

O cache de Web, ou web caching, é um tipo diferente de cache utilizado em CDNs e Navegadores, e é o foco deste artigo. O armazenamento em web cache é um recurso muito importante do protocolo HTTP/HTTPS, destinado a minimizar o tráfego de rede, ao mesmo tempo em que melhora a capacidade de resposta do sistema como um todo. Caches são encontrados em todos os níveis do percurso feito entre o conteúdo, no servidor, até o usuário, no navegador.

O web cache funciona armazenando, em um servidor intermediário ou em seu navegador, as respostas HTTP(S) para pedidos já efetuados, de acordo com determinadas regras. Futuras solicitações deste conteúdo poderão ser entregues a partir dos dados no cache mais próximo do usuário, em vez de reenviar o pedido de volta ao servidor original.

Benefícios:

O armazenamento em cache auxilia tanto os visitantes dos sites (consumidores de conteúdos), quanto os fornecedores de conteúdo. Alguns dos benefícios que o cache pode trazer são:

  • Redução dos custos de rede: o conteúdo pode ser armazenado em cache em vários pontos do caminho entre o usuário e a origem do conteúdo. Por exemplo: pode ser armazenado em uma CDN ou mesmo no próprio Navegador do usuário. Quando o conteúdo é armazenado próximo do usuário, os pedidos causarão menos atividade na rede e menos consumo de banda.
  • Melhor capacidade de resposta : o armazenamento em cache permite que o conteúdo seja recuperado mais rápido, pois a requisição não precisa ir até o servidor original e nem precisa ser recriado a partir do zero. Caches mantidos perto do usuário, como no cache do navegador, podem fazer essa recuperação instantaneamente.
  • Maior desempenho com o mesmo hardware : no servidor onde o conteúdo se originou, pode-se conseguir um grande aumento de desempenho, através de politicas de cache mais agressivas. Pode-se também aproveitar os servidores que estão ao longo do caminho para dividir a carga do sistema.
  • Disponibilidade de conteúdo durante interrupções de rede : usando as politicas de cache corretas, o armazenamento em cache pode ser usado para servir conteúdo para usuários mesmo se o seu servidor principal ficar fora do ar.

Terminologia:

Ao lidar com o armazenamento em cache, há alguns termos que provavelmente você encontrará e que talvez não sejam familiares. Alguns dos mais comuns estão abaixo:

  • Servidor de origem : o servidor de origem é o local onde está o conteúdo original. Se você atua como administrador de um servidor web, provavelmente esta é a máquina que você controla. Este servidor é responsável por servir qualquer conteúdo que não possa ser armazenado no cache, ou que tenha que, de tempos em tempos, ser atualizado.
  • Cache hit ratio (Taxa de acerto de cache) : a eficiência do sistema é medida conforme a taxa em que os dados são encontrados na cache. O Cache Hit Ratio é a relação entre o total de pedidos feitos à cache e o total destes pedidos que foram encontrados na cache. Uma alta taxa ‘hits’ (acertos) de cache significa que você está recuperando de forma rápida a maior parte do conteúdo desejado. Este é geralmente o resultado almejado pela a maioria dos administradores.
  • Freshness (Frescor): Freshness é um termo usado para descrever se um item dentro do cache ainda é considerado “fresco”, ou seja, apto para ser entregue ao usuário. O conteúdo em um cache só será usado para responder uma requisição se estiver dentro do tempo de ‘freshness’, ou período de validade, especificado pela política de cache. Caso contrário, ele será considerado obsoleto e será descartado. Um novo conteúdo será então requisitado ao servidor de origem.
  • Conteúdo obsoleto: um conteúdo é considerado obsoleto quando o tempo que ele está na cache é maior que o tempo definido como freshness. Conteúdo “expirado” é o mesmo que      “obsoleto”. Em geral, o conteúdo expirado não pode ser usado para responder às solicitações do cliente. O servidor de origem deve ser contactado para recuperar o novo conteúdo ou, pelo menos, confirmar que o conteúdo em cache ainda é atual.
  • Validação: os itens obsoletos no cache podem ser revalidados para atualizar seu tempo de expiração. A revalidação envolve uma verificação com o servidor de origem para ver se o conteúdo em cache ainda representa a versão mais recente do item, ou se precisa ser atualizado.
  • Invalidação: a invalidação é o processo de remoção de conteúdo do cache, antes mesmo que este extrapole a data de validade previamente especificada. Isso é necessário, por exemplo, se o item foi alterado no servidor de origem e existe uma cópia antiga no cache. Neste caso, a versão antiga que está no cache precisará ser invalidada.

Existem muitos outros termos sobre cache, mas os acima mencionados devem ajudar bastante por agora.

 

O que pode ficar em cache?

Alguns conteúdos são melhores para armazenamento em cache do que outros. Podemos citar, por exemplo:

  • Logotipos, fotos e imagens em geral
  • Imagens não rotativas (ícones de navegação, por exemplo)
  • Folhas de estilo (CSS)
  • Arquivos Javascript
  • Conteúdos disponíveis para download
  • Arquivos de mídia (fotos, vídeos, etc)

Estes conteúdos são conhecidos como conteúdos estáticos, pois tendem a mudar com muito pouca frequência. Com isso, eles podem ficar armazenados no cache por longos períodos de tempo.

Alguns itens que você precisa ter cuidado no armazenamento em cache são:

  • Páginas HTML
  • Imagens rotativas
  • JavaScript e CSS frequentemente modificados
  • Conteúdo solicitado com cookies de autenticação

Alguns itens que quase nunca devem ser armazenados em cache são:

  • Dados relacionados a operações sensíveis (informações bancárias, etc.)
  • Conteúdo que é específico de cada usuário e freqüentemente alterado

Além das regras gerais acima, é possível especificar políticas que permitem armazenar em cache, de forma adequada, diferentes tipos de conteúdo. Por exemplo, se os usuários autenticados veem a mesma versão do seu site, pode ser possível armazenar em cache essa visualização. Se os usuários autenticados tem uma visualização muito personalizada do site, você pode pedir para o navegador do usuário armazenar os dados no cache local, e estes dados não precisam ser armazenados em caches intermediárias.

 

Locais onde o conteúdo da Web fica em cache (ou “cacheado”)

O conteúdo de seu site pode ser armazenado em caches presentes em diferentes pontos do caminho de entrega dos dados:

  • Cache do navegador : os próprios navegadores da Web mantêm um pequeno cache. Normalmente, o navegador define uma política que determina os itens mais importantes para armazenar em cache. No entanto, através do cabeçalho HTTP(S), você pode também sugerir ao navegador os arquivos que ele deve armazenar no cache e por quanto tempo deve mantê-los.
  • Proxies de cache intermediário: qualquer servidor que fique entre o usuário e o seu servidor de origem pode armazenar alguns conteúdos em cache. Esses caches são normalmente mantidos por provedores ou outras empresas. Por exemplo, seu provedor de internet provavelmente possui um servidor de cache para dados do Netflix e Youtube.
  • Cache ou Proxy Reverso: em sua-infraestrutura você pode ter um servidor de cache para serviços back-end. Desta forma, o conteúdo pode ser servido a partir de um ponto mais próximo do cliente, ao invés de ter que acessar o servidor de origem a cada nova requisição. Uma CDN implementa este tipo de Cache ou Proxy Reverso.

Cada um desses locais pode armazenar itens no cache, de acordo com suas próprias políticas e as políticas de cache definidas na origem do conteúdo.

 

Caching Headers (Cabeçalhos de cache)

A própria entidade de cache (navegador, servidor, etc) pode decidir se deve ou não armazenar um conteúdo no sistema. No entanto, a maioria do comportamento de cache é determinada pela política de cache, que é definida pelo proprietário do conteúdo. Essas políticas são definidas principalmente através do uso de cabeçalhos HTTP específicos.

Através da evolução do protocolo HTTP, alguns cabeçalhos para cache foram surgindo, com diferentes níveis de sofisticação. Os descritos abaixo você necessariamente precisa conhecer:

  • Expires : O cabeçalho Expires é muito direto. Basicamente, ele define um tempo no futuro, quando o conteúdo irá expirar. Após a data definida em Expires, o conteúdo é considerado obsoleto e qualquer requisição precisará chegar até o servidor de origem.
  • Cache-Control : Esta é a substituição mais moderna do cabeçalho Expires . É bem suportado e implementa um mecanismo muito mais flexível. Em quase todos os casos é preferível utilizá-lo ao invés de Expires, mas não há problema utilizar os dois. Discutiremos as diferentes formas de configurar o Cache-Control um pouco mais tarde.
  • Etag : O cabeçalho Etag é usado para a validação do cache. O servidor de origem pode fornecer um Etag exclusivo para cada item, quando ele é inicialmente entregue. Quando o cache precisa validar o conteúdo de um item, ele pode enviar o Etag ao servidor, que dirá se aquele item ainda é válido ou se precisa ser atualizado (recebendo um o novo Etag). Pode também ser considera um tipo de fingerprint, ou impressão digital do arquivo.
  • Last-Modified : Este cabeçalho especifica a última vez que o item foi modificado. Isso pode ser usado como parte da estratégia de validação para garantir conteúdo atualizado.
  • Content-Length : Embora não envolvido especificamente no cache, o cabeçalho Content-Length é importante ao definir políticas de cache. Certos softwares se recusam a armazenar em cache o conteúdo se ele não conhece antecipadamente o tamanho, pois ele precisará reservar espaço de armazenamento.
  • Vary : um cache normalmente utiliza o endereço do ‘host’ (ou servidor) e o caminho do arquivo como identificador para armazenar um item na memória. O cabeçalho Vary pode ser usado para dizer ao cache que ele deve prestar atenção também a outros cabeçalhos adicionais, antes de decidir se um pedido é para um mesmo conteúdo. Isso é mais comumente utilizado em conjunto com cabeçalho Accept-Encoding, solicitando que o cache diferencie itens com conteúdo comprimido ou descompactado.

Um pouco mais sobre o Header Vary

O cabeçalho Vary fornece a capacidade de armazenar diferentes versões do mesmo conteúdo à custa de dividir as entradas no cache.

No caso de Accept-Encoding , a configuração do cabeçalho Vary permite uma distinção entre o conteúdo comprimido e não comprimido. Isso é necessário para atender corretamente os navegadores que não podem manipular o conteúdo compactado. Um ponto que mostra que Accept-Encoding é normalmente um bom candidato para Vary é o fato de que ele só tem dois ou três valores possíveis.

No entanto, à primeira vista uma outra boa ideia seria utilizar o Vary junto com o header User-Agent, como forma de diferenciar entre a versão de seu site para celulares e a versão convencional. No entanto, uma vez que os dados de User-Agent não são padronizados, você terá provavelmente muitas versões de um mesmo item no cache, deixando-o muito ineficiente. Portanto o cabeçalho Vary deve ser utilizado com moderação.

 

Como as flags de controle de cache impactam no desempenho

Anteriormente, mencionamos que o cabeçalho Cache-Control é usado para definir políticas de cache modernas. Uma série de instruções diferentes podem ser definidas usando este cabeçalho, com as instruções sendo separadas por vírgulas.

Algumas das opções de Cache-Control que você pode usar são:

  • no-cache : Esta instrução define que o conteúdo armazenado em cache deve ser re-validado em qualquer nova solicitação. Ou seja, esta flag marca o conteúdo como obsoleto imediatamente, mas permite que o cache use técnicas de revalidação para evitar baixar o item inteiro novamente.
  • no-store : esta instrução indica que o conteúdo não deve ser armazenado em cache de forma alguma. Isso é apropriado para, por exemplo, definir dados confidenciais.
  • public : marca o conteúdo como público, o que significa que ele pode ser armazenado em cache pelo navegador e em quaisquer outros caches intermediários. Nas solicitações que utilizam a autenticação HTTP, as respostas são marcadas como private por padrão. Este cabeçalho, public, server para substituir essa configuração.
  • private : marca o conteúdo como privado. O conteúdo privado pode ser armazenado pelo navegador do usuário, mas não deve ser armazenado em caches intermediárias. Isso geralmente é usado para dados que se referem a cada usuário.
  • max-age : Esta configuração define a “idade máxima” de um conteúdo, ou seja, o tempo máximo que ele pode ficar no cache sem ser revalidado com o servidor de origem. Em essência, isso substitui o cabeçalho Expires. Esta opção tem seu valor definido em segundos, com um tempo máximo de um ano (31536000 segundos).
  • s-maxage : Este cabeçalho é muito semelhante ao max-age, pois indica a quantidade de tempo que o conteúdo pode ser armazenado em cache. A diferença é que esta opção é aplicada apenas a caches intermediários e não ao navegador. Combinar isso com o cabeçalho “max-age” permite uma construção de políticas mais flexíveis de cache.
  • must-revalidate : Este header reforça que o tempo de expiração, indicado por max-ages-maxage ou por Expires, deve ser obedecido de forma estrita. O conteúdo obsoleto não pode ser entregue ao usuário sob nenhuma circunstância. Isso evita que o conteúdo em cache seja usado em caso de interrupções de rede, queda de servidores, ou cenários semelhantes.
  • proxy-revalidate : Isso funciona da mesma forma que a configuração acima (must-revalidate), mas se aplica apenas aos proxies, CDNs, ou servidores intermediários. Nesse caso, o navegador do usuário pode usar um conteúdo obsoleto se ocorrer uma falha na rede, mas serviços de caches intermediários devem, obrigatoriamente, revalidar o conteúdo se o mesmo ficar obsoleto.
  • no-transform : esta opção determina que o cache não tem permissão para modificar o conteúdo recebido, nem  por motivos de desempenho, nem  qualquer outra circunstância. Isso significa que, por exemplo, o cache não pode enviar versões compactadas do conteúdo se recebeu do servidor de origem uma versão não compactada.

Estas flags podem ser combinadas de diversas maneiras para configurar diferentes comportamentos de cache. Apenas algumas flags mutuamente exclusivos:

  • no-cache ou no-store são opostos ao comportamento padrão de uma cache
  • public e private são opostos entre si

A opção no-store substitui o no-cache se ambos estiverem presentes.

Para respostas a pedidos não autenticados, o cabeçalho public estará implícito e para respostas a pedidos autenticados, o cabeçalho private estará implícito. No entanto eles podem ser substituídos, incluindo a opção oposta no cabeçalho Cache-Control .

 

Desenvolvendo uma estratégia de cache

Em um mundo perfeito, tudo poderia ser armazenado em cache, de forma agressiva, e seus servidores só seriam acessados ocasionalmente para validar o conteúdo.  Isso geralmente não acontece na prática, então você precisa tentar definir algumas políticas de cache, visando o equilíbrio entre um cache de longo prazo e resposta às demandas de mudanças em um site.

Problemas comuns

Existem muitas situações em que o cache não pode ou não deve ser implementado devido à forma como o conteúdo é produzido (gerado dinamicamente para cada usuário ou a cada momento) ou a natureza do conteúdo (informações bancárias confidenciais, por exemplo).

Outro problema que muitos administradores podem enfrentear é a existência versões ainda válidas no cache, mesmo após novas versões das páginas terem sido publicadas.

Estes são problemas frequentemente encontrados e que podem ter sérios impactos no desempenho do cache ou na precisão do conteúdo que você está servindo. No entanto, podemos atenuar essas questões ao desenvolver políticas de cache antevendo tais problemas.

Recomendações gerais

Sua estratégia de cache será determinada pelas necessidades do seu site, no entanto, as recomendações a seguir podem ajudá-lo a tomar decisões razoáveis.

Existem alguns passos que você pode dar para aumentar a eficiência de seu cache, antes mesmo de se preocupar com detalhes ou cabeçalhos específicos. Algumas idéias são:

  • Estabeleça diretórios específicos para imagens, css e conteúdo compartilhado : Ao desenvolver seu site, coloque conteúdos em diretórios dedicados, que permitirá que você se refira facilmente a eles a partir de qualquer página em seu site. Isso aumenta a reusabilidade desses arquivos e a probabilidade de encontrá-los no cache.
  • Use o mesmo URL para se referir aos mesmos itens : como dissemos, o host e o caminho do arquivo são normalmente usados para identificar um conteúdo. Portanto, utilize sempre o mesmo URL para se referenciar a um mesmo conteúdo, evitando duplicar conteúdos idênticos no cache. A recomendação anterior torna isso significativamente mais fácil.
  • Use os sprites de imagem do CSS: os sprites de imagem CSS permitem colocar várias imagens e ícones em um único arquivo. Desta forma, você diminui o número de requisições ao seu servidor e aumenta a probabilidade de encontrar o arquivo com sprites no cache.
  • Armazene alguns Scripts e recursos externos localmente : se você utilizar scripts de javascript e outros recursos externos, considere hospedar esses recursos em seus próprios servidores caso os cabeçalhos não estejam sendo corretamente configurados no servidor externo. No entanto, note que você terá que sempre manter atualizada a cópia desse recurso externo em seu servidor.
  • Uso de fingerprint (impressão digital) : para conteúdo estático, como arquivos CSS e Javascript, pode ser interessante o uso do que chamamos de Impressão Digital, ou fingerprint. Isso significa adicionar um identificador exclusivo ao nome do arquivo para que, se o recurso for modificado, o novo recurso possa ser solicitado através do novo nome. Isso fará com que os novos pedidos ignorem a versão antiga do arquivo que poderá estar no cache. Há uma variedade de ferramentas que podem ajudar a criar impressões digitais e modificar, automaticamente, as referências a elas nos documentos HTML.

Sobre escolher adequadamente os cabeçalhos, para diferentes itens, pode-se utilizar as seguintes dicas:

  • Permitir que todos os caches armazenem itens genéricos : o conteúdo estático e o conteúdo que não é específico de um usuário podem, e devem, ser armazenados nos caches em todos os pontos da cadeia de entrega.
  • Permitir que os navegadores armazenem os recursos específicos do usuário : para o conteúdo referente a cada usuário, é geralmente aceitável e útil permitir o armazenamento no cache do navegador. Embora este conteúdo não seja apropriado para armazenar no cache de proxies intermediários, o cache no navegador permitirá uma recuperação instantânea nas próximas visitas destes usuários.
  • Faça exceções para conteúdos importantes e sensíveis ao tempo : se você tiver algum conteúdo que muda com o tempo, faça exceções às regras acima para que este conteúdo esteja sempre atualizado no cache. Por exemplo, se o seu site tiver um carrinho de compras, ele deve sempre refletir os itens no carrinho, imediatamente. Dependendo da natureza do conteúdo, as opções no-cache ou no-store podem ser definidas no cabeçalho Cache-Control para conseguir isso.
  • Forneça sempre validadores : os Validadores permitem que o conteúdo obsoleto seja atualizado sem precisar baixar o item inteiro novamente. Configurando os headers Etag e Last-Modified,permite-se que o cache valide se o conteúdo não foi modificado na origem, evitando baixá-lo novamente, reduzindo assim a carga na rede e aumentando a velocidade.
  • Defina longos tempos para a expiração do conteúdo de base : para otimizar o cache, os elementos que são solicitados como conteúdo de base para renderização do site, devem ter longos períodos de expiração. Isso geralmente é apropriado para itens como Imagens e arquivos CSS, que são usado para desenhar a página HTML solicitada pelo usuário. Definir tempos de expiração longos, combinados com impressões digitais, permitem que os caches armazenem esses recursos por longos períodos de tempo. Se os conteúdos mudarem, a nova impressão digital invalidará o item armazenado em cache e desencadeará o download do novo conteúdo.
  • Defina tempos curtos de expiração para o conteúdo original : para que o esquema acima funcione bem, conteúdos que dependem de cado usuário ou que mudam constantemente, devem ter tempo de expiração relativamente curto ou nem devem ser armazenados em cache. Normalmente são páginas dinâmicas, que geram um HTML que pode mudar conforme o momento, e que irão utilizar a ideia de impressões digitais (fingerprint) para carregar novos conteúdos estáticos caso seja necessário.

A ideia chave é encontrar um equilíbrio que favoreça um armazenamento em cache agressivo, ou seja, generalizado e por longo tempo, sempre que possível. Mas que preveja formas de invalidar alguns conteúdos no futuro, caso mudanças sejam feitas.

Seu site provavelmente terá uma combinação de:

  1. Itens agressivamente armazenados em cache
  2. Itens em cache com um curto período de expiração e a capacidade de revalidação
  3. Itens que não devem ser armazenados em cache

O objetivo é mover o conteúdo para as primeiras categorias quando possível, mantendo um nível aceitável de precisão.

 

Conclusão

Gastar um tempo para garantir que seu sistema tenha políticas de cache apropriadas terá um impacto significativo na velocidade do seu site. O armazenamento em cache permite que você reduza os custos com uso de banda. Seu servidor também poderá lidar com uma maior quantidade de tráfego com o mesmo hardware. E o mais importante, os clientes terão uma experiência mais rápida no seu site, o que pode levá-los a retornar com mais freqüência, aumentando as vendas de seu comércio eletrônico ou o numero de visitantes em seu blog.

Otimização de sites para SEO: um resumo completo

Melhorar o posicionamento de uma página no Google é um dos melhores investimentos de marketing a longo prazo que você pode fazer pelo seu negócio, seja ele um comércio eletrônico ou um blog que vive de publicidade.

E como o Google usa muitos fatores de ranqueamento, nós fizemos um resumo de alguns pontos muito importantes para a otimização de SEO para sites e vamos compartilhar com você.

 

Usar (exatamente) sua palavra chave no título da sua página tem atualmente uma pequena relação com o Ranking

Desde os primeiros dias dos mecanismos de busca, o título principal da página foi (de longe) o fator mais importante para SEO.

Isso porque o título dá às pessoas (e aos buscadores) uma visão geral sobre o assunto principal da página, as palavras que aparecem no seu título tem um impacto direto no posicionamento do seu site.

No entanto, queríamos ver se depois dos avanços do Google sobre Pesquisa Semântica o título da página tinha se tornado menos importante.

Descobrimos que o uso de palavras chave no título ainda continua relacionado com os rankings. No entanto, tem um relacionamento muito menor do que imaginávamos.

Esse resultado mostrou que você não precisa necessariamente usar sua palavra chave exata no seu título para que o Google entenda o assunto da sua página.

Por exemplo, aqui estão os seis principais resultados para a palavra-chave “criação de lista de e-mails”:

 

Observe como nenhum dos resultados contêm a palavra-chave exata “criação de lista de e-mails” em seu título, mas possui palavras chaves relacionadas como “como criar uma lista de Email”.

Este é um reflexo de que o Google não leva mais tão em consideração o uso exato das palavras chave depois que começou a usar a Pesquisa Semântica.
Resumindo: Incluir sua palavra chave no título do seu texto vai te ajudar com rankings para essa palavra chave. No entanto, devido à Pesquisa Semântica, o impacto não parece ser tão grande como já foi no passado.

Quanto mais links externos, melhor o posicionamento

Existem muitos rumores sobre os novos critérios de classificação (como interações sociais) que os mecanismos de busca usam hoje. Muitos disseram que os links externos estão se tornando menos importantes na otimização de sites para SEO.

Nós ficamos curiosos para ver se o Google continua ou não usando o número de links externos apontando para a sua página como um fator importante para a otimização de sites para SEO.

Para mensurar isso nós usamos o Ahrefs, uma API que determina o total de links apontando para cada página do seu site no nosso conjunto de dados.

Descobrimos que as páginas com mais links externos (backlinks) ainda assumem as melhores posições no Google.

Embora o Google continue evoluindo os critérios do seu algoritmo, parece que os backlinks continuam sendo um critério de classificação importantíssimo.

Resumindo: Páginas com mais links externos tendem a rankear melhor do que páginas com menos links externos.

Os Rankings do Google estão intimamente ligados à autoridade do link de uma página

Além dos links externos, nós queremos responder outra pergunta: A autoridade da página que origina o link influencia no rankeamento da página que recebe o link?

A maioria dos especialistas em SEO concorda que a qualidade do link externo é tão importante quanto a quantidade de links externos.

Em outras palavras, é melhor ter um link com autoridade alta apontado para a sua página do que 100 backlinks de baixa qualidade.

E os nossos dados confirmam isso:

De acordo com nosso teste, páginas que recebem link de um domínio de maior autoridade ranqueiam melhor do que páginas que recebem link de domínios de autoridade pequena. No entanto, essa relação não foi tão forte como o impacto da quantidade de links externos. Ou seja, a qualidade dos links é importante, mas a quantidade de links de domínios diferentes (referring domains) parece ser ainda mais importante.

Resumindo: A autoridade do link da sua página é importante.

Se quiser aprofundar o assunto, aqui nós temos uma lista completa com os 200 fatores de classificação do Google.

Usar o Texto Âncora de maneira exata tem boa relação com rankeamento

Desde que o Google lançou sua atualização do Penguin em 2012, muitos especialistas em SEO se posicionaram contra a construção de backlinks escritos com texto exato de âncora. No entanto, vários estudos sobre os critérios dos buscadores descobriram que o texto âncora ainda é importante.
É por isso que queríamos investigar se o texto âncora continuava sendo um critério de classificação importante.

Nossa pesquisa mostra que o texto âncora de correspondência exata tem uma relação muito grande com os rankings.
Logo no início das estratégias de SEO, os backlinks com texto exato de âncora foram uma estratégia muito eficaz. Por exemplo, se você quisesse classificar para a palavra-chave “flores on-line” , você faria com que seus links tivessem o texto âncora “Flores On-Line”

No entanto, o Google provavelmente reprimiu essa prática, começando com a atualização inicial do Penguin. Por esse motivo, não recomendamos criar muitos links que utilizem o texto exato como âncora, apesar de ajudar muito no rankeamento.

Resumindo: Backlinks criados com o texto de âncora realmente são eficazes no rankeamento. No entanto, devido ao risco de penalidade em caso de uso excessivo, não recomendamos o uso de texto de âncora, de correspondência exata, como principal tática de SEO.

Baixas taxas de rejeição estão muito relacionadas ao bom ranqueamento de um site

Muitas pessoas que trabalham com SEO já especularam que o Google usa os “dados de experiência” (como taxa de rejeição, tempo de permanência no site e taxa de clique) como fatores de ranqueamento.

Para testar essa teoria nós puxamos os dados de 100,000 sites e analizamos os resultados no SimilarWeb.

Especificamente, nós analisamos três métricas relacionadas a experiência do usuário: taxa de rejeição, tempo de permanência no site e taxa de cliques nos resultados de busca (CTR).

E nós descobrimos que os sites com uma taxa de rejeição baixa estão ocupando as posições mais altas dos rankings.

Isso não significa que taxas de rejeição baixas levam para um melhor ranqueamento do site.

Sim, pode ser que o Google use a taxa de rejeição como um sinal de classificação (embora anteriormente tenha negado). Porém pode ser também o fato de que o conteúdo de alta qualidade mantém as pessoas mais envolvidas, mais tempo no site, levando para uma taxa de rejeição menor. Portanto, menor taxa de rejeição pode ser, na verdade, uma consequência de conteúdo bem escrito e bem feito.
Como este é um estudo de correlação, é impossível determinar um resultado definitivo apenas usando esses dados.

Resumindo: o Google pode usar a taxa de rejeição como um sinal de classificação. Ou o tempo gasto no site pode ser apenas uma consequência por ser um bom conteúdo, e não a causa do ranqueamento.

 

Experiência do Usuário e Velocidade do Site.

Reconhecendo que o Google também analisa os dados de experiência do seu site e usa como fator de ranqueamento, a velocidade de carregamento da sua página é um fator que também está relacionado à um bom posicionamento no Google.

Se a sua página não está carregando rapidamente, uma boa opção é usar uma Rede de Distribuição de conteúdo. É uma rede de servidores que armazenam réplicas do conteúdo de outros sites na memória (cache) e depois os entrega aos visitantes. Assim você  reduz o tempo de renderização e carregamento das páginas, aumentando as taxas de conversão e melhorando o posicionamento do site nos mecanismos de busca. Com esse vídeo rápido você pode conhecer melhor essa solução.

Essas são modificações simples que você pode aplicar no seu site e acompanhar a melhoria dos resultados.

A otimização de sites para SEO é uma atividade constante, por isso acompanhe sempre o blog e fique por dentro das atualizações que podem te ajudar a ranquear ainda melhor e mostrar seus conteúdos na primeira página do Google.

HTTPS, URLs curtos e Markup melhoram o SEO do seu site?

Colocar o seu site no topo do Google é uma estratégia de retorno a longo prazo que não só vai aumentar as vendas no seu comércio eletrônico, mas diminuir também seus gastos com mídia paga.
É importante não só cuidar dos conteúdos, como também da estrutura do site. Por exemplo: Seu site carrega rápido? Suas URLs são amigáveis? Usa HTTPS para ser mais seguro?

Por isso, neste post, extraímos de uma pesquisa realizada pela Backlinko 3 importantes dicas de SEO relacionadas à estrutura do site, para você aplicar hoje mesmo e começar a ver os resultados.

HTTPS está correlacionado com melhor ranqueamento!

No ano passado, o Google convocou webmasters para que mudassem seus sites para uma conexão segura, através de HTTPS. Eles até chamaram o HTTPS de um “sinal de ranqueamento”. Mas o que os dados dizem?

Embora não tenha uma correlação forte, a Backlinko descobriu que o HTTPS esta sim relacionado com um ranqueamento melhor na primeira página do Google.

Isso significa que você deveria migrar para HTTPS? Obviamente, a decisão é sua.

Mas mudar seu site para HTTPS é um projeto sério que pode causar problemas técnicos se não for bem planejado e realizado.
Então, antes de você introduzir o HTTPS, confira esse guia feito pelo Google.

Resumo da dica de SEO: Já que a associação entre o HTTPS e o ranqueamento do Google não foi tão forte – e o fato de que mudar para HTTPS não é um projeto tão simples – não recomendamos mudar imediatamente para o HTTPS. Mas, se você estiver iniciando um novo site, é melhor que o HTTPS já esteja desde o inicio.

Pra facilitar este processe, uma dica para lidar com os chatos detalhes de instalação de um certificado HTTPS é utilizar um Certificado SSL Gratuito, como o oferecido pela CDN GoCache.

 

Não existe relação entre Schema Markup e o Ranqueamento!

Existem vários comentários sobre a relação entre Schema markup e SEO.

A teoria surgiu de alguma coisa desse tipo: Schema markup dá aos buscadores uma compreensão melhor do que seu conteúdo significa. Esta compreensão mais detalhada irá incentivá-los a mostrar o seu site para mais pessoas.

Por exemplo, você pode usar o , dentro da tag de dados estruturados para deixar que o Google saiba que, quando você usar “Star Wars”, você está se referindo ao filme original, não a franquia como um todo.

Ou você pode usar o Schema para mostrar ao usuário a classificação dos produtos dentro do seu e-commerce, mostrando as famosas estrelinhas abaixo do link.

Todas essas coisas deveriam normalmente ajudar o site a ranquear. Na verdade, John Mueller, do Google, sugeriu que eles poderiam usar dados estruturados como um sinal de classificação no futuro.

No entanto, de acordo com a análise da Backlinko, a presença de dados estruturados não tem relação com o ranqueamento do Google. Talvez porque o Google tenha notado que esses Schema pode ser manipulados de uma forma que não será interessante para o usuário, apenas para melhorar o SEO.

Resumo da dica de SEO: Sinta-se livre para usar dados estruturados em seu site. Mas não espere que ele tenha um impacto direto no seu ranqueamento. Talvez, essas informações ajudem em um aumento de CTR, que acabará influenciando no aumento de tráfego, mas atualmente não está diretamente relacionado ao ranqueamento.

 

URLs curtas ranqueam melhor do que URLs longas!

Geralmente recomenda-se que as pessoas usem URLs curtas para melhorar o SEO da página. Mas, por que?

Existem duas razões: Primeiro, uma URL curta como gocache.com/meu-post é mais fácil para o Google entender do que gocache.com/1/12/2016/blog/category/esse-e-o-titulo-do-meu-post.

Na verdade, de acordo com o Matt Cutts do Google, depois de 5 palavras na sua URL os algoritmos começam a valorizar menos essas palavras e simplesmente não dão muito crédito.
Então, o banco de dados do Google prefere URLs mais curtas.

Felizmente, essa dica de SEO é simples de ser colocada em prática. Sempre que você publicar um novo conteúdo, torne a URL curta e simples.

Se você usa o WordPress, você pode definir o Link Permanent (permalink) para Nome do Post (post name):

Então, sempre que você escrever um post, modifique a URL para um título simples e direto:

Observação importante: tenha certeza que as URLS amigáveis só sejam aplicadas nos seus futuros posts. Se você muda os links de posts antigo pode ter sérios problemas relacionados ao ranqueamento e seria preciso fazer redirects 301 (que redirecionam uma URL que mudou para uma nova permanentemente) para tentar manter o mesmo posicionamento.

Por exemplo, a URL do post: O que é SEO ? E como isso funciona? é simplesmente a palavra chave “o-que-e-seo-e-como-funciona”

Segundo, uma URL longa tende a apontar para uma página que está há vários cliques de distância da página inicial. Isso geralmente significa que essa página possui uma autoridade menor. Menos autoridade, consequentemente significa posicionamento mais baixo.

Resumo da dica de SEO: Use URLs curtas sempre que possível e dê ao Google um entendimento maior sobre o que o seu conteúdo diz.

 

Conteúdos com pelo menos uma imagem performam melhor do que conteúdos sem nenhuma imagem!

Estudos descobriram que as páginas com boas imagens tendem a gerar mais visualizações e compartilhamentos sociais.

Isso sugeriu que, incluir muitas imagens dentro do seu conteúdo aumentaria as interações de usuário, e assim poderia melhorar o seu ranqueamento no Google.

Para medir o impacto do uso da imagem nos rankings, a Backlinko analisou a presença ou ausência de uma imagem no corpo da página (em outras palavras, no conteúdo da página)

De acordo com esses estudos, usar pelo menos uma imagem em seu conteúdo é significativamente melhor do que não ter nenhuma imagem.

No entanto, quando analisamos o link entre o número total de imagens e rankings, não encontramos nenhuma correlação.
Isso sugere que existe um ponto de diminuição da efetividade dessa estratégia de SEO.

Resumo da dica de SEO:
Usar uma única imagem é claramente melhor do que nenhuma imagem. Porém, incluir muitas imagens não parece ter um impacto grande nos mecanismos de pesquisa.

Gostou das dicas de SEO?

Com alguns pequenos detalhes você já  pode estruturar melhor a sua página e começar a rankear melhor hoje mesmo.

Dica bônus: Mesmo alterando todos esses de  talhes, um fator crucial não só para SEO, mas também para a experiência do usuário no seu site é a velocidade de carregamento da sua página.

E uma boa solução para melhorar a velocidade do seu site é utilizar uma rede de distribuição de conteúdo, ou CDN (Content Delivery Network).

CDN é uma rede de servidores que armazenam réplicas do conteúdo de outros sites na memória (cache) e depois os entrega aos visitantes, baseando-se na localização geográfica para conectá-los ao servidor mais próximo e mais rápido, reduzindo o tempo de transferência dos dados (latência). Assim o tempo de abertura de seu site ou loja diminuirá consideravelmente. Isto aumenta o engajamento dos visitantes e melhora, consequentemente, as taxas de conversão de seu e-commerce, ou a receita com publicidade de seu site.

Quer entender melhor como funciona? Agente um bate papo com a gente, e teste por 7 dias.

UX – User Experience: 10 perguntas e 4 ferramentas para melhorar a usabilidade do seu site

User Experience é a “experiência do usuário”, a soma de todas as experiências que você oferece ao seu usuário dentro do seu site. Isso inclui tudo sobre identidade visual, áudio, estética, usabilidade, pagamentos e também a experiência que o usuário leva com ele ao finalizar a compra. Isso é um fenômeno constante, e determina o jeito que o usuário vai se sentir, pensar e agir sobre o seu site. Otimizar a experiência do usuário não é uma ciência exata, mas um mix entre ciência e arte. Nenhuma receita de bolo funciona em todas as páginas, porque isso depende do tipo do seu negócio e do público alvo que você está visando.

Existem várias mudanças óbvias que cada dono de loja tem que aplicar para criar uma experiência de usuário significativa em seu site. Requer atenção aos menores detalhes.

Para entender qual o tipo de experiência o seu site está construindo e projetando, você precisa primeiro quebrar toda a user experience em experiências únicas, entregues em vários pontos de contato em seus sites.

As 10 perguntas sobre Experiência do usuário – UX

  1. Qual a impressão imediata que o usuário tem quando chega ao seu site?
  2. Qual resposta o usuário recebe quando ele digita alguma coisa na busca por produtos?
  3. Qual e-mail o usuário recebe quando se cadastra no site, altera a senha, faz o cancelamento ou um pedido?
  4. Como você agradece os usuários quando eles executam uma ação (como novas inscrições, compras, assinaturas, etc)?
  5. O que acontece se um usuário chega a uma página onde o produto não está mais em estoque?
  6. O que acontece se um usuário procura por um produto que não existe?
  7. Qual a mensagem que aparece para um usuário que digita um e-mail inválido durante o checkout?
  8. Quanta informação é necessária para que um usuário realize uma compra completa?
  9. Como sua loja inspira confiança para os visitantes?
  10. Como sua loja informa ao usuário que a compra será rapidamente enviada a ele?

 

Existem milhares de pontos que podem criar uma boa ou péssima experiência do usuário em seu site. Cuidar desses pontos é uma das maneiras mais rápidas e seguras para melhorar os resultados do seu comércio eletrônico.

A maioria das lojas de e-commerce (especialmente pequenas e médias empresas) são construídas com foco em tecnologia. Estética e usabilidade e o processo de otimizar a Taxa de Conversão geralmente são deixadas para um segundo momento.

Encontramos lojas que são construídas com base em código de alta qualidade e apoiadas por uma grande infraestrutura de TI, mas que não oferecem uma experiência de usuário significativa e memorável. Isso leva os usuários que visitam essas lojas e deixá-las sem piscar um olho, muito menos, fazer uma compra. E essa experiência mediana dentro do site, faz com que o usuário inclusive se esqueça de já terem visitado sua página.

Assim como essas lojas, você também tem a chance de causar uma boa impressão, mas se você falhar, não há dúvida de que o usuário vai fechar a página 15 segundos após abrir o site.

Esse abandono imediato naturalmente vai diminuir o seu ROI investido no desenvolvimento e na comercialização da loja.

A razão pela qual isso acontece é simples. Na maioria das vezes, a maior parte da atenção durante o desenvolvimento do site vai para a construção da estrutura, onde os designers projetam, os programadores codificam as funcionalidades, o time de qualidade reporta os bugs, os redatores escrevem conteúdo. Mas nenhum desses times dá uma atenção exclusiva ao processo de experiência do usuário. Claro, qualquer site criado a partir do zero levará em consideração como o usuário vai navegar na página de uma identidade visual atraente. Mas, ainda falta uma preocupação maior com User Experience nas fases iniciais, durante o processo de design e desenvolvimento

Assim, nossa ideia nesse texto é bastante clara – Te dar um ponto de partida de como melhorar a taxa de conversão do seu site, identificando e trabalhando nos pontos de contato que você pode ter ignorado durante a fase de desenvolvimento de sua loja virtual. Nós reunimos alguns pontos para serem observados e listamos de forma fácil e legível. Assim você, que é dono de um e-commerce,  não tenha nenhuma dúvida ou veja dificuldade em reconhecer o problema e implementar a solução para ele!

Então vamos lá:

Conheça seus clientes

Empatia é bom, mas não é a solução quando o assunto é otimizar a conversão. Você não pode introduzir mudanças em sua loja, simplesmente se colocando no lugar do seu cliente e esperando que os visitantes os amem e, eventualmente, comecem a comprar mais. É um critério muito subjetivo. Se você quiser melhorar as conversões, você precisa olhar de novo com uma perspectiva diferente da sua. Você precisa conhecer seus clientes com a ajuda de interações diretas e não apenas com “achismos”

Gaste tempo e recursos para conhecer seu negócio, seus clientes e seus concorrentes antes de criar um único teste. Muitos empresários e especialistas em taxas de conversão criam testes A/B e estratégias de sucesso antes mesmo de conhecer as regras do jogo (e como ganhar). Isso não funciona até estar 100% seguro sobre o que seus clientes desejam

Você pode usar as seguintes ferramentas para estudar o comportamento do cliente:

 

1) Use o Qualaroo para fazer pesquisas com os visitantes: Esta ferramenta de pesquisa on-line (anteriormente chamada KissInsights.com) fornece a maneira mais rápida de adicionar uma breve pesquisa para ser respondida pelos usuários (geralmente apenas uma ou duas perguntas) nas páginas importantes da sua loja.

Usando Qualaroo, você pode fazer perguntas como:

  • Por que você decidiu comprar no nosso site?
  • Você nos recomendaria a seus amigos ou colegas? Por quê?
  • Como foi sua experiência comprando com a gente?
  • Como você nos descreve para seus amigos?
  • O que faria você comprar mais frequentemente em nossa loja?

2) Inspecione seus clientes: se você estiver no setor há algum tempo e tem uma base de clientes fiéis, o ponto de partida do processo de otimização de conversão no seu site é conversar com seus clientes e entender a perspectiva que eles têm sobre a sua loja ou seu negócio. Você pode usar o SurveyMonkey para enviar e-mails de pesquisas um pouco mais longas (4 a 5 perguntas) aos usuários e pedir que eles respondam, e até sorteios ou brindes como incentivo. Esta é a maneira mais rápida de descobrir problemas de conversão, caso você tenha uma boa lista de e-mails de empresas.

3) Use Olark para interações de bate-papo direto:

esta ferramenta permite que você converse com os visitantes do seu site e forneça informações sobre sua empresa. Isso é muito útil para identificar quais os problemas que as pessoas enfrentam ao comprar de sua loja em um cenário ao vivo enquanto eles realmente estão executando uma compra. Esta visão altamente crucial pode ajudá-lo a descobrir padrões comuns, problemas freqüentes que podem ser compartilhados com sua equipe de desenvolvimento e marketing para melhorar ainda mais a experiência e a usabilidade do usuário no seu site.

4) Deixe seu site rápido: um dos pontos principais que influenciam na experiência do usuário é o tempo que ele leva para encontrar as informações no site. A primeira coisa que vem em mente é sobre conteúdos pouco objetivos e que só confundem a cabeça do usuário. Sim, esse é um ponto importante. Mas já parou pra pensar no tempo de carregamento da página? Além de ser um fator importante de ranqueamento da sua página no Google, também é um fator que influencia na user experience. Você pode resolver isso com plugins em seu WordPress, ou outra opção é contratar um sistema de CDN, que em resumo, irá salvar as informações do seu site em vários locais online, fazendo com que a informação chegue mais rápido ao usuário assim que ele abrir o site. Para saber mais o que é CND e como funciona veja esse post.

Veja esse vídeo, que explica melhor como uma CDN pode ajudar no User Experience de seu comércio eletrônico:

E aí, o que achou dessas 4 dicas para melhorar a experiência do usuário em seu site? Quer acrescentar algo mais? Deixe um comentário abaixo.

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Conheça os Tipos de Certificado SSL

tipos de ssl

 

Conheça os Tipos de Certificado SSL

 

Mesmo os administradores dos servidores das mais robustas companhias de tecnologia, os gerentes de produtos financeiros de instituições consolidadas, até mesmo startups que estão se lançando no mundo digital, todos querem segurança em suas transações online.

 

É errôneo ignorar o poder decisivo que a segurança tem na mente de um consumidor online. Imagine-se em um momento de escolha entre qual site optar para adquirir um novo produto. Ao encontrar três opções de preços atraentes, qual fator vai impulsionar sua próxima ação?

 

No perfil do consumidor atual, a credibilidade e privacidade dos dados na internet são relevantes no momento da compra. Sites com histórico e reputação na internet determinam a autenticação e inconscientemente ou conscientemente finalizam o que o usuário busca.

 

A credibilidade de um site pode ser estabelecida com reviews, que são comentários de compradores anteriores sobre o processo de pagamento, entrega e da utilização dos produtos e serviços, e claro, dos certificados de segurança.

 

Chamados de SSL, a sigla vem do termo em inglês Secure Socket Layer e basicamente tem a mesma funcionalidade de proteger, criptografar informações durante as movimentações entre o usuário e o servidor.

 

Um site que possui o certificado de segurança passa de http:// para https:// (Hyper Text Transfer Protocol Secure), sendo a letra s referente à segurança, e também passa a apresentar o cadeado com a palavra seguro.

url segura

 

 

Para se compreender a relevância do SSL, saiba que o Google notifica o usuário quando o site não é seguro.

A notificação pode vir com o sinal de informação abaixo, onde diz que não há garantia de segurança.

site inseguro

 

 

 

 

Ou já informa que não há segurança definitivamente.

url insegura

 

 

E mesmo ao forçar incluir o https, a mensagem é:

conexao insegura

Outro fator compete aos mecanismos de buscas, que não dão um bom posicionamento para sites sem segurança e isso faz com que o site não seja encontrado com facilidade na rede. Leia mais sobre o certificado SSL neste artigo.

 

certificados ssl

Tenha um Certificado de Segurança

 

Antes de adquirir um certificado, é função dos gerenciadores fazer uma análise para saber qual o mais apropriado. Trata-se de segurança interna ou externa? Quais as funcionalidades e limites do certificado? Será instalado em qual software ou servidor? De qual sistema estamos falando? E quais as políticas de segurança envolvidas?  

 

Por trás de toda técnica, geralmente uma questão muito importante é negligenciada, estamos falando da Confiança do Cliente. Escolher um certificado de segurança não envolve somente a funcionalidade mas preferivelmente tem que conquistar a confiança do seu cliente.

 

Hoje encontramos três tipos de certificados que oferecem três níveis de confiança do usuário, são eles: Domain Validated (DV), Organization Validated (OV) e Extended Validated (EV). Traduzidos significam Validação de Domínio, Validação da Organização e Validação Estendida, respectivamente.

 

Certificado de Validação de Domínio

 

Certificado de Validação de Domínio são certificados mais básicos que, como o próprio nome já diz, conferem a validade do domínio. Em geral, são mais baratos do que os outros mas têm funcionalidades que atendem a maioria dos sites.

 

Pode tranquilamente ser usado em sites e blogs que trocam informações via formulários, como nome, email, telefone, pois fornece criptografia básica, garantindo a privacidade das informações e que não haverá acessos de terceiros.

 

Certificado de Validação da Organização

 

Certificados de Validação da Organização são confiáveis já que as mesmas são minuciosamente autenticadas por agentes reais, conferidas em banco de dados hospedados por governos e documentadas para registro da veracidade.

 

No OV também conta validação das informações empresariais, sendo assim recomendadas para projetos comerciais ou sites com mais tráfego e informações a serem trocadas.

 

Portanto, confere-se a veracidade e responsabilidade da empresa por trás do domínio, o que eleva o nível de confiança do cliente.

 

Certificado de Validação Estendida

Este é o certificado mais confiável dentre os três e o mais usado e desejado pelas organizações, pois além de todas as comprovações empresariais de responsabilidade nas informações, também passa por auditoria anual e verificações minuciosas.

 

Sites que possuem este certificado, mostram o nome da empresa junto ao domínio, destacados em verde.

certificado EV

 

SSL x Navegadores

 

Além de informar se o site fornece segurança ou não, os navegadores não aceitam determinados certificados.

 

certificado não confiável

 

Este é um exemplo de acesso pelo Google Chrome:

 

Por isso, verifique a compatibilidade dos certificados com os navegadores mais utilizados pelo seu público para garantir a segurança nas transações.

 

Caso você já tenha concluído a instalação do certificado em seu site e percebe que ele ainda carrega como http e https, é preciso forçar o acesso dentro do seu painel. Entenda como forçar o acesso SSL em seu site neste artigo.

 

Conclusão

 

Esperamos ter esclarecido a importância de ter um certificado SSL no seu site e os motivos pelos quais isso requer estudo e análise antes da contratação.

 

Investimentos que melhoram a experiência do usuário agregam muito mais ao seu usuário do que simplesmente baixar o valor dos seus produtos. A decisão final do consumidor vai além disso.

 

Algumas empresas de hospedagem de sites oferecem Certificados SSL gratuitos para planos de hospedagem que já exercem o papel com bastante eficiência, proteger e assegurar os dados e transações do seu site.

 

Este artigo foi produzido pela Hostinger, referência no mercado de hospedagem de sites, além de oferecer hospedagem barata, serviços de registro de domínio, certificado SSL e VPS. O Grupo Hostinger Global atua no Brasil com as marcas Hostinger e WebLink.

Como melhorar o ranking da sua página no Google?

Mais de 1 milhão de resultados de pesquisas do Google analisados para descobrir como melhorar o ranking de um site no Google

Recentemente analisou-se mais de um milhão de pesquisas pelo Google para responder uma única pergunta:
Como melhorar o ranking do meu site no Google?
Olharam-se os conteúdos, os backlinks, até a velocidade do site e foram descobertas algumas coisas bem interessantes.
Vejam abaixo:

O número de links externos tem uma influência muito grande nos Rankings

Você já deve ter ouvido que links externos direcionados de um mesmo site tem pouca efetividade.
Em outras palavras, para melhorar o ranking do seu site no Google é melhor ter 10 diferentes sites redirecionando para o seu site, do que o mesmo domínio redirecionando 10 links, de diferentes páginas, para sua página.
E, de acordo com a nossa análise, isso faz sentido. A quantidade de sites (domínios) diferentes apontando para o seu site vai impactar muito no seu posicionamento.

quantidade de dominios

O Google quer ver diferentes sites indicando sua página. E quando mais sites com links direcionados para você, mais relevante você vai ficando aos olhos do Google.
Na verdade, o número de redirecionamentos de domínios únicos foi o fator mais forte de correlação no estudo inteiro.
Resumindo: Obter links de um grupo diversificado de sites é extremamente importante para o SEO e um dos segredos sobre como melhorar o ranking do seu site no Google.

Página em Domínios com boa autoridade tendem a Ranquear melhor nos resultados do google

Não ficamos surpresos quando descobrimos que domínios com boa autoridade (medido usando a classificação de domínio Ahrefs) tendem a ranquear melhor.

autoridade de dominio

De fato, a autoridade geral de um site tem uma relação maior com ranking do Google do que autoridade da página.
Em outras palavras, o domínio da sua página é mais importante que a página em si.

Dica: Aumentar o número de links que apontem o seu site pode melhorar o ranking de outras páginas do seu site.

 

Publicar conteúdos compreensíveis e aprofundados vão melhorar o ranking do seu site no Google

No começo, o Google procurava só pelas palavras-chaves ao longo da página, e baseado nisso definia a ordem que os conteúdos iriam aparecer.

Se a palavra-chave aparecesse na página um número X de vezes, o Google deduzia que aquela página falava sobre aquele assunto. Hoje, graças ao algoritmo de Hummingbird, o Google consegue ler cada parágrafo de cada página.

Quando você procura, por exemplo “quem era o diretor do de De volta para o futuro”..

quem é o diretor de de volta para o futuroO Google não procura por páginas que tenham a palavra chave “quem era o diretor do De Volta para o Futuro”.
Ele instantaneamente entende a pergunta, que se refere ao filme De Volta ao Futuro e entrega a resposta

robert zemeckis

Como era de se esperar, isso teve um impacto significante na otimização dos conteúdos para SEO. Agora, o Google prefere uma página que fale sobre os assuntos com mais conteúdo e que trate dos temas com mais profundidade.

E os nossos dados batem com isso?
Para responder essa pergunta, foram analisadas mais de 10.000 URLS bem ranqueadas.
Descobriu-se que o conteúdo aprofundado superou na maioria dos casos os conteúdos rasos.

autoridade sobre assunto

Isso é interessante. Mas como escrever um conteúdo que o Google considere relevante?
Vamos olhar dois exemplos da nossa base de dados para descobrir.
Primeiro, nós temos esse artigo do Daily Press sobre Ingressos para o Busch Gardens.

busch gardens

Essa página tem várias das métricas tradicionais usadas para aparecer nas primeiras páginas. Por exemplo, eles usam a palavra-chave no Meta Título e no H1. O domínio (Dailypress.com) também possui boa autoridade (Métrica de Domínio no Ahrefs foi de 64).
Mesmo assim, essa página ranqueou somente na posição #10 para “Ingressos para Busch Garden”.

titulo H1

Já o mal ranqueamento desse link foi, em partes, porque o site não possui boa autoridade para esse tema.

Por outro lado, temos essa página sobre como fazer Molho Balinese Satay.

satay sauce

Essa página traz logo no primeiro parágrafo uma informação muito importante sobre o Molho Satay. Essa primeira parte do conteúdo traz a história do molho na Indonésia, como o molho é usado, onde pode ser servido, e até as informações nutricionais.

Embora esta página não use o termo “molho Satay Indonésio” em todos os lugares da página, ela está entre os primeiros resultados de pesquisa sobre essa palavra-chave:

resultados busca satay

Parte da explicação sobre o bom ranqueamento, é porque essa página é referência no assunto “Indonesian Satay Sauce”.
Resumindo: Escrever conteúdos informativos e detalhados pode te ajudar a ranquear melhor no Google.

Conteúdos longos e descritivos são melhor ranqueados do que conteúdos curtos

Será que os conteúdos longos são mais bem ranqueados do que os conteúdos curtos, com apenas 200 palavras?

Analisando o banco de dados, depois de remover Outliers (conteúdos com menos de 51 palavras, e mais de 9.999), descobriu-se que as páginas com conteúdos longos são significativamente mais bem ranqueadas que as de conteúdos curtos.

numero de palavras

A média de palavras dos conteúdos de primeira página é de 1980.
Baseado nessa contagem, podemos concluir que o Google prioriza os conteúdos longos.

Essa correlação pode ser baseada em dois fatos: os conteúdos longos geram mais compartilhamentos. Ou apenas uma simples preferência do Google por textos grandes.

Outra teoria é que os textos mais longos explorem melhor o conteúdo, e dão ao Google a oportunidade de entender melhor o que você está dizendo na sua página.

Além disso, conteúdos longos podem simplesmente mostrar que os donos da página estão preocupados em produzir um conteúdo de qualidade. Como esse é um estudo de dados, é impossível apontar o porquê dos conteúdos mais longos serem melhores ranqueados pelo Google.

Porém, se você junta esse estudo aos que já existem, fica claro que conteúdos longos realmente são melhores para SEO.

Resumindo: O conteúdo longo é mais bem ranqueado que o conteúdo curto. A média de palavras nos textos de primeira página é de 1980.

Os dados não mentem! Na hora de produzir conteúdos, priorize os textos maiores e mais detalhados. Com conteúdos detalhados, outros sites vão direcionar links para os seus e você vai se tornar referência.

Depois de tantos resultados, percebemos que a resposta para a dúvida: como melhorar o ranking do seu site no Google? É simples! Crie o conteúdo pensando no usuário.

URLS amigáveis, que deixem claro a informação que ele vai encontrar no texto. Faça conteúdos descritivos, com conteúdo relevantes. Conteúdos maiores ranqueam melhor, e você vai se tornar referência no assunto. E diminua o tempo de carregamento da página, retornar resultados rápidos é um fator de sucesso para o usuário.

Se precisar de ajuda para acelerar o carregamento das páginas do seu site, entre em contato com a gente! Entenda como funciona a CDN da GoCache e como ele pode levar o SEO do seu site para outro nível!