Conteúdos, dicas e sugestões sobre SEO em geral

Se você se preocupa com SEO, saiba medir a velocidade do seu site corretamente.

Se você busca ser um especialista em SEO já deve ter ouvido falar que o desempenho do website afeta seu posicionamento na SERP do Google. Essa discussão teve origem em 2010, quando o Google anunciou que passaria a usar o desempenho do site como um sinal em seus algoritmos de ranking. O motivo da inclusão se deve ao resultado de estudos internos da empresa, que indicaram que quando um site responde lentamente, os visitantes passam menos tempo nele. O efeito dessa decisão pode ser visualizado em um estudo conduzido em 2013, que indicou uma correlação entre a posição nas buscas e o tempo de resposta do primeiro byte (TTFB), como pode ser visto abaixo.

Média do tempo de First Byte por posição na página de pesquisa

Porém, a falta de clareza de como o Google usa as informações de desempenho em seus algoritmos conduz muitos desenvolvedores e analistas de SEO ao erro, ao fazerem testes que podem conduzi-los a caminhos opostos aos objetivos ou gastarem tempo excessivo otimizando métricas que geram pouco impacto. Todo mês converso com dezenas de pessoas realizando seus testes equivocadamente, por isso achei muito importante desenvolver esse artigo para ajudar outras pessoas que passam pelo mesmo problema.

Dessa forma, espere ver neste artigo os seguintes assuntos:

  • Cuidado com métricas que não te levam a lugar nenhum;
  • Você pode estar configurando as ferramentas de teste de forma errada;
  • Você não deve se contentar apenas com ferramentas de teste.

Preocupe-se com a experiência do usuário e não com métricas pontuais

Uma das métricas mais comentadas quando se trata de otimização de desempenho de páginas web é Load Time (tempo de carregamento total da página). Porém, a suspeita de que essa não seja uma métrica ideal começa com a mesma pesquisa citada acima que indicou correlação entre TTFB e a posição no ranking do Google, quando também indicou a inexistência de correlação entre o Load Time e o posicionamento, independente do método de cálculo.

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O próprio uso do TTFB como critério de indexação pelo Google foi negado no Twitter pelo conhecido integrante da empresa, John Mueller. Mas calma, isso não significa que a métrica ou o próprio desempenho não seja importantes. No mesmo tweet, ele afirma que o TTFB é um bom indicador para o desempenho sentido pelo usuário e, mais importante, “se você está focando em velocidade somente por razões de SEO, você está fazendo isso errado”.

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Portanto a dica está dada: o Google procura que você faça uma página que seja rápida na percepção do usuário e não uma página otimizada para métricas específicas. Se fizer isso, por consequência, isso impactará no SEO.

Neste artigo, o Google apresenta um bom framework de como analisar se uma página é rápida. Coloque-se no lugar do usuário e faça as seguintes perguntas durante a navegação:

  • A página está funcionando?
  • A página é útil?
  • A página pode ser usada?
  • A página é agradável?

A experiência do usuário se baseia no quão rápido essas perguntas são respondidas. Por isso o Load Time não é uma métrica precisa. O carregamento total é um evento simplório que ocorre após todas essas perguntas terem sido respondidas. Já o TTFB, apesar de não dever ser o foco, como ocorre antes e é um limitante para o tempo em que todos esses eventos acontecem, tem bastante uso na hora de debugar e entender onde estão alguns gargalos que comprometem a experiência de navegação.

Como visto acima, a experiência do usuário na navegação é um assunto que pode ser extenso, portanto, para não deixar este artigo extenso, publicaremos em breve outro artigo explorando como analisar se sua página oferece uma experiência rápida ao visitante. Quer ser notificado quando for lançado? Clique aqui.

Use as ferramentas de teste corretamente

Quando vejo pessoas procurando testar a performance de seus websites, a maioria usa o PageSpeed Insights, o GT-Metrix e em menor proporção, o Webpagetest.org. O grande problema reside na forma como os testes são feitos: muitos usuários não conhecem as limitações, configurações e funcionamento de cada ferramenta de teste, executam os testes nas configurações padrão e obedecem cegamente às recomendações dadas nos resultados, podendo tomar decisões que deixarão seus sites mais lentos para os usuários e não o contrário.

Por exemplo, você sabia que o PageSpeed Insights, muito provavelmente, executa seus testes em um servidor localizado fora do Brasil? A localização exata não é conhecida, mas já fizemos testes internos que deram indícios que os IPs de onde partiam as requisições dos testes apresentavam menor latência para a Flórida, nos EUA. Por causa disso, se seu website tiver audiência brasileira e seus servidores estiverem localizados no Brasil, você pode receber uma recomendação de reduzir o TTFB, mesmo que seu website ofereça uma resposta rápida aos visitantes.

Quer outro exemplo? O GT-Metrix executa seus testes, por padrão, de uma instância localizada em Vancouver no Canadá, causando o mesmo problema citado acima sobre o PageSpeed Insights, se você não configurar corretamente. E você sabia que o GT-Metrix não detecta todas as CDNs que existem?

Isso não significa que você não deva usar essas ferramentas, basta entender seu funcionamento corretamente. No caso do PageSpeed Insights, você pode usar seu algoritmo, o Lighthouse, em suas próprias instâncias de teste, podendo realizar os teste em condições de localização que simulem melhor a localização de seus usuários. Você pode inclusive fazer o teste de seu próprio navegador: a partir da versão 60, o Chrome disponibiliza o Lighthouseem suas ferramentas de desenvolvedor, localizado na aba “Audits”. Já o GT-Metrix permite, para usuários logados, escolher a instância de teste (uma delas é no Brasil) e configurar para que ele reconheça sua CDN, caso não seja detectada.

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O uso correto das ferramentas de teste também é um tema extenso e que merece ser abordado com atenção, por isso, lançaremos nos próximos dias publicaremos um guia de como aproveitar ao máximo as ferramentas de teste de desempenho. Clique aqui para receber em primeira mão.

Vá a campo

Por último, uma coisa precisa ser dita. Ferramentas de teste retratam apenas um pequeno pedaço da realidade sobre o desempenho de seu site. Diferentes usuários possuem diferentes dispositivos, navegadores, provedores de internet, localização, etc., o que faz variar bastante a experiência de um para outro. Elas são boas para fornecer um ambiente controlado para testar otimizações, mas existem formas mais apuradas de saber se seu site é realmente rápido.

W3C lançou há alguns anos a padronização para as APIs Navigation Timing e Resource Timing, uma interface a partir da qual webmasters podem consultar os tempos que o usuário experimentou em sua navegação pelo website. As versões mais novas da maior parte dos navegadores suportam essas APIs, permitindo a geração de dados de grande parte das visitas.

Existem algumas opções de ferramentas que exploram essa API. O PageSpeed Insights, por exemplo, oferece uma análise dos últimos 30 dias das métricas Primeira Exibição de Conteúdo e Atraso na Primeira Interação.

Como pode ser visto na imagem abaixo, as barras verdes indicam qual porcentagem dos usuário tiveram uma experiência considerada rápida, as barras laranja uma experiência média e as barras vermelhas, uma experiência lenta.

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Existem outras ferramentas mais completas para essa análise, denominadas Real User Monitoring (RUM), como o New Relic Browser e Pingdom. Elas oferecem a visão de diversas métricas do ponto de vista dos visitantes. Caso você não tenha orçamento para contratar essas ferramentas, o Google tem um artigo que introduz como começar a aferir os tempos de navegação reais usando as APIs Navigation Timing e Resource Timing.

Conclusão

Como você pode ver acima, não existe uma métrica chave de velocidade para otimizar o SEO de seu website. Como o próprio Google busca informar, se você oferecer uma boa experiência de navegação ao visitante, isso poderá impactar o seu ranking. E você só poderá otimizar essa experiência de forma efetiva olhando para as métricas corretas e fazendo as avaliações corretamente. Fique atento que em breve lançaremos dois artigos: um retratando quais as melhores métricas de velocidade com foco no usuário e como aferir corretamente a velocidade de um site.

Se estiver com pressa em otimizar, te convidamos a fazer um teste gratuito de nossa CDN. A partir dela, seu website será entregue aos usuários em servidores mais próximos, contribuindo para reduzir o tempo de carregamento da maioria dos elementos de sua página, o que melhora sensivelmente a velocidade percebida pelo usuário. Quando for se cadastrar, entre em contato, que teremos o prazer em ajudá-lo na configuração e a testar devidamente a evolução do desempenho. Conheça em: https://www.gocache.com.br/cdn-inteligente-brasil/.

Otimização de sites para SEO: um resumo completo

Melhorar o posicionamento de uma página no Google é um dos melhores investimentos de marketing a longo prazo que você pode fazer pelo seu negócio, seja ele um comércio eletrônico ou um blog que vive de publicidade.

E como o Google usa muitos fatores de ranqueamento, nós fizemos um resumo de alguns pontos muito importantes para a otimização de SEO para sites e vamos compartilhar com você.

 

Usar (exatamente) sua palavra chave no título da sua página tem atualmente uma pequena relação com o Ranking

Desde os primeiros dias dos mecanismos de busca, o título principal da página foi (de longe) o fator mais importante para SEO.

Isso porque o título dá às pessoas (e aos buscadores) uma visão geral sobre o assunto principal da página, as palavras que aparecem no seu título tem um impacto direto no posicionamento do seu site.

No entanto, queríamos ver se depois dos avanços do Google sobre Pesquisa Semântica o título da página tinha se tornado menos importante.

Descobrimos que o uso de palavras chave no título ainda continua relacionado com os rankings. No entanto, tem um relacionamento muito menor do que imaginávamos.

Esse resultado mostrou que você não precisa necessariamente usar sua palavra chave exata no seu título para que o Google entenda o assunto da sua página.

Por exemplo, aqui estão os seis principais resultados para a palavra-chave “criação de lista de e-mails”:

 

Observe como nenhum dos resultados contêm a palavra-chave exata “criação de lista de e-mails” em seu título, mas possui palavras chaves relacionadas como “como criar uma lista de Email”.

Este é um reflexo de que o Google não leva mais tão em consideração o uso exato das palavras chave depois que começou a usar a Pesquisa Semântica.
Resumindo: Incluir sua palavra chave no título do seu texto vai te ajudar com rankings para essa palavra chave. No entanto, devido à Pesquisa Semântica, o impacto não parece ser tão grande como já foi no passado.

Quanto mais links externos, melhor o posicionamento

Existem muitos rumores sobre os novos critérios de classificação (como interações sociais) que os mecanismos de busca usam hoje. Muitos disseram que os links externos estão se tornando menos importantes na otimização de sites para SEO.

Nós ficamos curiosos para ver se o Google continua ou não usando o número de links externos apontando para a sua página como um fator importante para a otimização de sites para SEO.

Para mensurar isso nós usamos o Ahrefs, uma API que determina o total de links apontando para cada página do seu site no nosso conjunto de dados.

Descobrimos que as páginas com mais links externos (backlinks) ainda assumem as melhores posições no Google.

Embora o Google continue evoluindo os critérios do seu algoritmo, parece que os backlinks continuam sendo um critério de classificação importantíssimo.

Resumindo: Páginas com mais links externos tendem a rankear melhor do que páginas com menos links externos.

Os Rankings do Google estão intimamente ligados à autoridade do link de uma página

Além dos links externos, nós queremos responder outra pergunta: A autoridade da página que origina o link influencia no rankeamento da página que recebe o link?

A maioria dos especialistas em SEO concorda que a qualidade do link externo é tão importante quanto a quantidade de links externos.

Em outras palavras, é melhor ter um link com autoridade alta apontado para a sua página do que 100 backlinks de baixa qualidade.

E os nossos dados confirmam isso:

De acordo com nosso teste, páginas que recebem link de um domínio de maior autoridade ranqueiam melhor do que páginas que recebem link de domínios de autoridade pequena. No entanto, essa relação não foi tão forte como o impacto da quantidade de links externos. Ou seja, a qualidade dos links é importante, mas a quantidade de links de domínios diferentes (referring domains) parece ser ainda mais importante.

Resumindo: A autoridade do link da sua página é importante.

Se quiser aprofundar o assunto, aqui nós temos uma lista completa com os 200 fatores de classificação do Google.

Usar o Texto Âncora de maneira exata tem boa relação com rankeamento

Desde que o Google lançou sua atualização do Penguin em 2012, muitos especialistas em SEO se posicionaram contra a construção de backlinks escritos com texto exato de âncora. No entanto, vários estudos sobre os critérios dos buscadores descobriram que o texto âncora ainda é importante.
É por isso que queríamos investigar se o texto âncora continuava sendo um critério de classificação importante.

Nossa pesquisa mostra que o texto âncora de correspondência exata tem uma relação muito grande com os rankings.
Logo no início das estratégias de SEO, os backlinks com texto exato de âncora foram uma estratégia muito eficaz. Por exemplo, se você quisesse classificar para a palavra-chave “flores on-line” , você faria com que seus links tivessem o texto âncora “Flores On-Line”

No entanto, o Google provavelmente reprimiu essa prática, começando com a atualização inicial do Penguin. Por esse motivo, não recomendamos criar muitos links que utilizem o texto exato como âncora, apesar de ajudar muito no rankeamento.

Resumindo: Backlinks criados com o texto de âncora realmente são eficazes no rankeamento. No entanto, devido ao risco de penalidade em caso de uso excessivo, não recomendamos o uso de texto de âncora, de correspondência exata, como principal tática de SEO.

Baixas taxas de rejeição estão muito relacionadas ao bom ranqueamento de um site

Muitas pessoas que trabalham com SEO já especularam que o Google usa os “dados de experiência” (como taxa de rejeição, tempo de permanência no site e taxa de clique) como fatores de ranqueamento.

Para testar essa teoria nós puxamos os dados de 100,000 sites e analizamos os resultados no SimilarWeb.

Especificamente, nós analisamos três métricas relacionadas a experiência do usuário: taxa de rejeição, tempo de permanência no site e taxa de cliques nos resultados de busca (CTR).

E nós descobrimos que os sites com uma taxa de rejeição baixa estão ocupando as posições mais altas dos rankings.

Isso não significa que taxas de rejeição baixas levam para um melhor ranqueamento do site.

Sim, pode ser que o Google use a taxa de rejeição como um sinal de classificação (embora anteriormente tenha negado). Porém pode ser também o fato de que o conteúdo de alta qualidade mantém as pessoas mais envolvidas, mais tempo no site, levando para uma taxa de rejeição menor. Portanto, menor taxa de rejeição pode ser, na verdade, uma consequência de conteúdo bem escrito e bem feito.
Como este é um estudo de correlação, é impossível determinar um resultado definitivo apenas usando esses dados.

Resumindo: o Google pode usar a taxa de rejeição como um sinal de classificação. Ou o tempo gasto no site pode ser apenas uma consequência por ser um bom conteúdo, e não a causa do ranqueamento.

 

Experiência do Usuário e Velocidade do Site.

Reconhecendo que o Google também analisa os dados de experiência do seu site e usa como fator de ranqueamento, a velocidade de carregamento da sua página é um fator que também está relacionado à um bom posicionamento no Google.

Se a sua página não está carregando rapidamente, uma boa opção é usar uma Rede de Distribuição de conteúdo. É uma rede de servidores que armazenam réplicas do conteúdo de outros sites na memória (cache) e depois os entrega aos visitantes. Assim você  reduz o tempo de renderização e carregamento das páginas, aumentando as taxas de conversão e melhorando o posicionamento do site nos mecanismos de busca. Com esse vídeo rápido você pode conhecer melhor essa solução.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=WKxS_spzMOE&w=640&h=360]

Essas são modificações simples que você pode aplicar no seu site e acompanhar a melhoria dos resultados.

A otimização de sites para SEO é uma atividade constante, por isso acompanhe sempre o blog e fique por dentro das atualizações que podem te ajudar a ranquear ainda melhor e mostrar seus conteúdos na primeira página do Google.

HTTPS, URLs curtos e Markup melhoram o SEO do seu site?

Colocar o seu site no topo do Google é uma estratégia de retorno a longo prazo que não só vai aumentar as vendas no seu comércio eletrônico, mas diminuir também seus gastos com mídia paga.
É importante não só cuidar dos conteúdos, como também da estrutura do site. Por exemplo: Seu site carrega rápido? Suas URLs são amigáveis? Usa HTTPS para ser mais seguro?

Por isso, neste post, extraímos de uma pesquisa realizada pela Backlinko 3 importantes dicas de SEO relacionadas à estrutura do site, para você aplicar hoje mesmo e começar a ver os resultados.

HTTPS está correlacionado com melhor ranqueamento!

No ano passado, o Google convocou webmasters para que mudassem seus sites para uma conexão segura, através de HTTPS. Eles até chamaram o HTTPS de um “sinal de ranqueamento”. Mas o que os dados dizem?

Embora não tenha uma correlação forte, a Backlinko descobriu que o HTTPS esta sim relacionado com um ranqueamento melhor na primeira página do Google.

Isso significa que você deveria migrar para HTTPS? Obviamente, a decisão é sua.

Mas mudar seu site para HTTPS é um projeto sério que pode causar problemas técnicos se não for bem planejado e realizado.
Então, antes de você introduzir o HTTPS, confira esse guia feito pelo Google.

Resumo da dica de SEO: Já que a associação entre o HTTPS e o ranqueamento do Google não foi tão forte – e o fato de que mudar para HTTPS não é um projeto tão simples – não recomendamos mudar imediatamente para o HTTPS. Mas, se você estiver iniciando um novo site, é melhor que o HTTPS já esteja desde o inicio.

Pra facilitar este processe, uma dica para lidar com os chatos detalhes de instalação de um certificado HTTPS é utilizar um Certificado SSL Gratuito, como o oferecido pela CDN GoCache.

 

Não existe relação entre Schema Markup e o Ranqueamento!

Existem vários comentários sobre a relação entre Schema markup e SEO.

A teoria surgiu de alguma coisa desse tipo: Schema markup dá aos buscadores uma compreensão melhor do que seu conteúdo significa. Esta compreensão mais detalhada irá incentivá-los a mostrar o seu site para mais pessoas.

Por exemplo, você pode usar o , dentro da tag de dados estruturados para deixar que o Google saiba que, quando você usar “Star Wars”, você está se referindo ao filme original, não a franquia como um todo.

Ou você pode usar o Schema para mostrar ao usuário a classificação dos produtos dentro do seu e-commerce, mostrando as famosas estrelinhas abaixo do link.

Todas essas coisas deveriam normalmente ajudar o site a ranquear. Na verdade, John Mueller, do Google, sugeriu que eles poderiam usar dados estruturados como um sinal de classificação no futuro.

No entanto, de acordo com a análise da Backlinko, a presença de dados estruturados não tem relação com o ranqueamento do Google. Talvez porque o Google tenha notado que esses Schema pode ser manipulados de uma forma que não será interessante para o usuário, apenas para melhorar o SEO.

Resumo da dica de SEO: Sinta-se livre para usar dados estruturados em seu site. Mas não espere que ele tenha um impacto direto no seu ranqueamento. Talvez, essas informações ajudem em um aumento de CTR, que acabará influenciando no aumento de tráfego, mas atualmente não está diretamente relacionado ao ranqueamento.

 

URLs curtas ranqueam melhor do que URLs longas!

Geralmente recomenda-se que as pessoas usem URLs curtas para melhorar o SEO da página. Mas, por que?

Existem duas razões: Primeiro, uma URL curta como gocache.com/meu-post é mais fácil para o Google entender do que gocache.com/1/12/2016/blog/category/esse-e-o-titulo-do-meu-post.

Na verdade, de acordo com o Matt Cutts do Google, depois de 5 palavras na sua URL os algoritmos começam a valorizar menos essas palavras e simplesmente não dão muito crédito.
Então, o banco de dados do Google prefere URLs mais curtas.

Felizmente, essa dica de SEO é simples de ser colocada em prática. Sempre que você publicar um novo conteúdo, torne a URL curta e simples.

Se você usa o WordPress, você pode definir o Link Permanent (permalink) para Nome do Post (post name):

Então, sempre que você escrever um post, modifique a URL para um título simples e direto:

Observação importante: tenha certeza que as URLS amigáveis só sejam aplicadas nos seus futuros posts. Se você muda os links de posts antigo pode ter sérios problemas relacionados ao ranqueamento e seria preciso fazer redirects 301 (que redirecionam uma URL que mudou para uma nova permanentemente) para tentar manter o mesmo posicionamento.

Por exemplo, a URL do post: O que é SEO ? E como isso funciona? é simplesmente a palavra chave “o-que-e-seo-e-como-funciona”

Segundo, uma URL longa tende a apontar para uma página que está há vários cliques de distância da página inicial. Isso geralmente significa que essa página possui uma autoridade menor. Menos autoridade, consequentemente significa posicionamento mais baixo.

Resumo da dica de SEO: Use URLs curtas sempre que possível e dê ao Google um entendimento maior sobre o que o seu conteúdo diz.

 

Conteúdos com pelo menos uma imagem performam melhor do que conteúdos sem nenhuma imagem!

Estudos descobriram que as páginas com boas imagens tendem a gerar mais visualizações e compartilhamentos sociais.

Isso sugeriu que, incluir muitas imagens dentro do seu conteúdo aumentaria as interações de usuário, e assim poderia melhorar o seu ranqueamento no Google.

Para medir o impacto do uso da imagem nos rankings, a Backlinko analisou a presença ou ausência de uma imagem no corpo da página (em outras palavras, no conteúdo da página)

De acordo com esses estudos, usar pelo menos uma imagem em seu conteúdo é significativamente melhor do que não ter nenhuma imagem.

No entanto, quando analisamos o link entre o número total de imagens e rankings, não encontramos nenhuma correlação.
Isso sugere que existe um ponto de diminuição da efetividade dessa estratégia de SEO.

Resumo da dica de SEO:
Usar uma única imagem é claramente melhor do que nenhuma imagem. Porém, incluir muitas imagens não parece ter um impacto grande nos mecanismos de pesquisa.

Gostou das dicas de SEO?

Com alguns pequenos detalhes você já  pode estruturar melhor a sua página e começar a rankear melhor hoje mesmo.

Dica bônus: Mesmo alterando todos esses de  talhes, um fator crucial não só para SEO, mas também para a experiência do usuário no seu site é a velocidade de carregamento da sua página.

E uma boa solução para melhorar a velocidade do seu site é utilizar uma rede de distribuição de conteúdo, ou CDN (Content Delivery Network).

CDN é uma rede de servidores que armazenam réplicas do conteúdo de outros sites na memória (cache) e depois os entrega aos visitantes, baseando-se na localização geográfica para conectá-los ao servidor mais próximo e mais rápido, reduzindo o tempo de transferência dos dados (latência). Assim o tempo de abertura de seu site ou loja diminuirá consideravelmente. Isto aumenta o engajamento dos visitantes e melhora, consequentemente, as taxas de conversão de seu e-commerce, ou a receita com publicidade de seu site.

Quer entender melhor como funciona? Agente um bate papo com a gente, e teste por 7 dias.

UX – User Experience: 10 perguntas e 4 ferramentas para melhorar a usabilidade do seu site

User Experience é a “experiência do usuário”, a soma de todas as experiências que você oferece ao seu usuário dentro do seu site. Isso inclui tudo sobre identidade visual, áudio, estética, usabilidade, pagamentos e também a experiência que o usuário leva com ele ao finalizar a compra. Isso é um fenômeno constante, e determina o jeito que o usuário vai se sentir, pensar e agir sobre o seu site. Otimizar a experiência do usuário não é uma ciência exata, mas um mix entre ciência e arte. Nenhuma receita de bolo funciona em todas as páginas, porque isso depende do tipo do seu negócio e do público alvo que você está visando.

Existem várias mudanças óbvias que cada dono de loja tem que aplicar para criar uma experiência de usuário significativa em seu site. Requer atenção aos menores detalhes.

Para entender qual o tipo de experiência o seu site está construindo e projetando, você precisa primeiro quebrar toda a user experience em experiências únicas, entregues em vários pontos de contato em seus sites.

As 10 perguntas sobre Experiência do usuário – UX

  1. Qual a impressão imediata que o usuário tem quando chega ao seu site?
  2. Qual resposta o usuário recebe quando ele digita alguma coisa na busca por produtos?
  3. Qual e-mail o usuário recebe quando se cadastra no site, altera a senha, faz o cancelamento ou um pedido?
  4. Como você agradece os usuários quando eles executam uma ação (como novas inscrições, compras, assinaturas, etc)?
  5. O que acontece se um usuário chega a uma página onde o produto não está mais em estoque?
  6. O que acontece se um usuário procura por um produto que não existe?
  7. Qual a mensagem que aparece para um usuário que digita um e-mail inválido durante o checkout?
  8. Quanta informação é necessária para que um usuário realize uma compra completa?
  9. Como sua loja inspira confiança para os visitantes?
  10. Como sua loja informa ao usuário que a compra será rapidamente enviada a ele?

 

Existem milhares de pontos que podem criar uma boa ou péssima experiência do usuário em seu site. Cuidar desses pontos é uma das maneiras mais rápidas e seguras para melhorar os resultados do seu comércio eletrônico.

A maioria das lojas de e-commerce (especialmente pequenas e médias empresas) são construídas com foco em tecnologia. Estética e usabilidade e o processo de otimizar a Taxa de Conversão geralmente são deixadas para um segundo momento.

Encontramos lojas que são construídas com base em código de alta qualidade e apoiadas por uma grande infraestrutura de TI, mas que não oferecem uma experiência de usuário significativa e memorável. Isso leva os usuários que visitam essas lojas e deixá-las sem piscar um olho, muito menos, fazer uma compra. E essa experiência mediana dentro do site, faz com que o usuário inclusive se esqueça de já terem visitado sua página.

Assim como essas lojas, você também tem a chance de causar uma boa impressão, mas se você falhar, não há dúvida de que o usuário vai fechar a página 15 segundos após abrir o site.

Esse abandono imediato naturalmente vai diminuir o seu ROI investido no desenvolvimento e na comercialização da loja.

A razão pela qual isso acontece é simples. Na maioria das vezes, a maior parte da atenção durante o desenvolvimento do site vai para a construção da estrutura, onde os designers projetam, os programadores codificam as funcionalidades, o time de qualidade reporta os bugs, os redatores escrevem conteúdo. Mas nenhum desses times dá uma atenção exclusiva ao processo de experiência do usuário. Claro, qualquer site criado a partir do zero levará em consideração como o usuário vai navegar na página de uma identidade visual atraente. Mas, ainda falta uma preocupação maior com User Experience nas fases iniciais, durante o processo de design e desenvolvimento

Assim, nossa ideia nesse texto é bastante clara – Te dar um ponto de partida de como melhorar a taxa de conversão do seu site, identificando e trabalhando nos pontos de contato que você pode ter ignorado durante a fase de desenvolvimento de sua loja virtual. Nós reunimos alguns pontos para serem observados e listamos de forma fácil e legível. Assim você, que é dono de um e-commerce,  não tenha nenhuma dúvida ou veja dificuldade em reconhecer o problema e implementar a solução para ele!

Então vamos lá:

Conheça seus clientes

Empatia é bom, mas não é a solução quando o assunto é otimizar a conversão. Você não pode introduzir mudanças em sua loja, simplesmente se colocando no lugar do seu cliente e esperando que os visitantes os amem e, eventualmente, comecem a comprar mais. É um critério muito subjetivo. Se você quiser melhorar as conversões, você precisa olhar de novo com uma perspectiva diferente da sua. Você precisa conhecer seus clientes com a ajuda de interações diretas e não apenas com “achismos”

Gaste tempo e recursos para conhecer seu negócio, seus clientes e seus concorrentes antes de criar um único teste. Muitos empresários e especialistas em taxas de conversão criam testes A/B e estratégias de sucesso antes mesmo de conhecer as regras do jogo (e como ganhar). Isso não funciona até estar 100% seguro sobre o que seus clientes desejam

Você pode usar as seguintes ferramentas para estudar o comportamento do cliente:

 

1) Use o Qualaroo para fazer pesquisas com os visitantes: Esta ferramenta de pesquisa on-line (anteriormente chamada KissInsights.com) fornece a maneira mais rápida de adicionar uma breve pesquisa para ser respondida pelos usuários (geralmente apenas uma ou duas perguntas) nas páginas importantes da sua loja.

Usando Qualaroo, você pode fazer perguntas como:

  • Por que você decidiu comprar no nosso site?
  • Você nos recomendaria a seus amigos ou colegas? Por quê?
  • Como foi sua experiência comprando com a gente?
  • Como você nos descreve para seus amigos?
  • O que faria você comprar mais frequentemente em nossa loja?

2) Inspecione seus clientes: se você estiver no setor há algum tempo e tem uma base de clientes fiéis, o ponto de partida do processo de otimização de conversão no seu site é conversar com seus clientes e entender a perspectiva que eles têm sobre a sua loja ou seu negócio. Você pode usar o SurveyMonkey para enviar e-mails de pesquisas um pouco mais longas (4 a 5 perguntas) aos usuários e pedir que eles respondam, e até sorteios ou brindes como incentivo. Esta é a maneira mais rápida de descobrir problemas de conversão, caso você tenha uma boa lista de e-mails de empresas.

3) Use Olark para interações de bate-papo direto:

esta ferramenta permite que você converse com os visitantes do seu site e forneça informações sobre sua empresa. Isso é muito útil para identificar quais os problemas que as pessoas enfrentam ao comprar de sua loja em um cenário ao vivo enquanto eles realmente estão executando uma compra. Esta visão altamente crucial pode ajudá-lo a descobrir padrões comuns, problemas freqüentes que podem ser compartilhados com sua equipe de desenvolvimento e marketing para melhorar ainda mais a experiência e a usabilidade do usuário no seu site.

4) Deixe seu site rápido: um dos pontos principais que influenciam na experiência do usuário é o tempo que ele leva para encontrar as informações no site. A primeira coisa que vem em mente é sobre conteúdos pouco objetivos e que só confundem a cabeça do usuário. Sim, esse é um ponto importante. Mas já parou pra pensar no tempo de carregamento da página? Além de ser um fator importante de ranqueamento da sua página no Google, também é um fator que influencia na user experience. Você pode resolver isso com plugins em seu WordPress, ou outra opção é contratar um sistema de CDN, que em resumo, irá salvar as informações do seu site em vários locais online, fazendo com que a informação chegue mais rápido ao usuário assim que ele abrir o site. Para saber mais o que é CND e como funciona veja esse post.

Veja esse vídeo, que explica melhor como uma CDN pode ajudar no User Experience de seu comércio eletrônico:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=WKxS_spzMOE&w=640&h=360]

E aí, o que achou dessas 4 dicas para melhorar a experiência do usuário em seu site? Quer acrescentar algo mais? Deixe um comentário abaixo.

Como melhorar o ranking da sua página no Google?

Mais de 1 milhão de resultados de pesquisas do Google analisados para descobrir como melhorar o ranking de um site no Google

Recentemente analisou-se mais de um milhão de pesquisas pelo Google para responder uma única pergunta:
Como melhorar o ranking do meu site no Google?
Olharam-se os conteúdos, os backlinks, até a velocidade do site e foram descobertas algumas coisas bem interessantes.
Vejam abaixo:

O número de links externos tem uma influência muito grande nos Rankings

Você já deve ter ouvido que links externos direcionados de um mesmo site tem pouca efetividade.
Em outras palavras, para melhorar o ranking do seu site no Google é melhor ter 10 diferentes sites redirecionando para o seu site, do que o mesmo domínio redirecionando 10 links, de diferentes páginas, para sua página.
E, de acordo com a nossa análise, isso faz sentido. A quantidade de sites (domínios) diferentes apontando para o seu site vai impactar muito no seu posicionamento.

quantidade de dominios

O Google quer ver diferentes sites indicando sua página. E quando mais sites com links direcionados para você, mais relevante você vai ficando aos olhos do Google.
Na verdade, o número de redirecionamentos de domínios únicos foi o fator mais forte de correlação no estudo inteiro.
Resumindo: Obter links de um grupo diversificado de sites é extremamente importante para o SEO e um dos segredos sobre como melhorar o ranking do seu site no Google.

Página em Domínios com boa autoridade tendem a Ranquear melhor nos resultados do google

Não ficamos surpresos quando descobrimos que domínios com boa autoridade (medido usando a classificação de domínio Ahrefs) tendem a ranquear melhor.

autoridade de dominio

De fato, a autoridade geral de um site tem uma relação maior com ranking do Google do que autoridade da página.
Em outras palavras, o domínio da sua página é mais importante que a página em si.

Dica: Aumentar o número de links que apontem o seu site pode melhorar o ranking de outras páginas do seu site.

 

Publicar conteúdos compreensíveis e aprofundados vão melhorar o ranking do seu site no Google

No começo, o Google procurava só pelas palavras-chaves ao longo da página, e baseado nisso definia a ordem que os conteúdos iriam aparecer.

Se a palavra-chave aparecesse na página um número X de vezes, o Google deduzia que aquela página falava sobre aquele assunto. Hoje, graças ao algoritmo de Hummingbird, o Google consegue ler cada parágrafo de cada página.

Quando você procura, por exemplo “quem era o diretor do de De volta para o futuro”..

quem é o diretor de de volta para o futuroO Google não procura por páginas que tenham a palavra chave “quem era o diretor do De Volta para o Futuro”.
Ele instantaneamente entende a pergunta, que se refere ao filme De Volta ao Futuro e entrega a resposta

robert zemeckis

Como era de se esperar, isso teve um impacto significante na otimização dos conteúdos para SEO. Agora, o Google prefere uma página que fale sobre os assuntos com mais conteúdo e que trate dos temas com mais profundidade.

E os nossos dados batem com isso?
Para responder essa pergunta, foram analisadas mais de 10.000 URLS bem ranqueadas.
Descobriu-se que o conteúdo aprofundado superou na maioria dos casos os conteúdos rasos.

autoridade sobre assunto

Isso é interessante. Mas como escrever um conteúdo que o Google considere relevante?
Vamos olhar dois exemplos da nossa base de dados para descobrir.
Primeiro, nós temos esse artigo do Daily Press sobre Ingressos para o Busch Gardens.

busch gardens

Essa página tem várias das métricas tradicionais usadas para aparecer nas primeiras páginas. Por exemplo, eles usam a palavra-chave no Meta Título e no H1. O domínio (Dailypress.com) também possui boa autoridade (Métrica de Domínio no Ahrefs foi de 64).
Mesmo assim, essa página ranqueou somente na posição #10 para “Ingressos para Busch Garden”.

titulo H1

Já o mal ranqueamento desse link foi, em partes, porque o site não possui boa autoridade para esse tema.

Por outro lado, temos essa página sobre como fazer Molho Balinese Satay.

satay sauce

Essa página traz logo no primeiro parágrafo uma informação muito importante sobre o Molho Satay. Essa primeira parte do conteúdo traz a história do molho na Indonésia, como o molho é usado, onde pode ser servido, e até as informações nutricionais.

Embora esta página não use o termo “molho Satay Indonésio” em todos os lugares da página, ela está entre os primeiros resultados de pesquisa sobre essa palavra-chave:

resultados busca satay

Parte da explicação sobre o bom ranqueamento, é porque essa página é referência no assunto “Indonesian Satay Sauce”.
Resumindo: Escrever conteúdos informativos e detalhados pode te ajudar a ranquear melhor no Google.

Conteúdos longos e descritivos são melhor ranqueados do que conteúdos curtos

Será que os conteúdos longos são mais bem ranqueados do que os conteúdos curtos, com apenas 200 palavras?

Analisando o banco de dados, depois de remover Outliers (conteúdos com menos de 51 palavras, e mais de 9.999), descobriu-se que as páginas com conteúdos longos são significativamente mais bem ranqueadas que as de conteúdos curtos.

numero de palavras

A média de palavras dos conteúdos de primeira página é de 1980.
Baseado nessa contagem, podemos concluir que o Google prioriza os conteúdos longos.

Essa correlação pode ser baseada em dois fatos: os conteúdos longos geram mais compartilhamentos. Ou apenas uma simples preferência do Google por textos grandes.

Outra teoria é que os textos mais longos explorem melhor o conteúdo, e dão ao Google a oportunidade de entender melhor o que você está dizendo na sua página.

Além disso, conteúdos longos podem simplesmente mostrar que os donos da página estão preocupados em produzir um conteúdo de qualidade. Como esse é um estudo de dados, é impossível apontar o porquê dos conteúdos mais longos serem melhores ranqueados pelo Google.

Porém, se você junta esse estudo aos que já existem, fica claro que conteúdos longos realmente são melhores para SEO.

Resumindo: O conteúdo longo é mais bem ranqueado que o conteúdo curto. A média de palavras nos textos de primeira página é de 1980.

Os dados não mentem! Na hora de produzir conteúdos, priorize os textos maiores e mais detalhados. Com conteúdos detalhados, outros sites vão direcionar links para os seus e você vai se tornar referência.

Depois de tantos resultados, percebemos que a resposta para a dúvida: como melhorar o ranking do seu site no Google? É simples! Crie o conteúdo pensando no usuário.

URLS amigáveis, que deixem claro a informação que ele vai encontrar no texto. Faça conteúdos descritivos, com conteúdo relevantes. Conteúdos maiores ranqueam melhor, e você vai se tornar referência no assunto. E diminua o tempo de carregamento da página, retornar resultados rápidos é um fator de sucesso para o usuário.

Se precisar de ajuda para acelerar o carregamento das páginas do seu site, entre em contato com a gente! Entenda como funciona a CDN da GoCache e como ele pode levar o SEO do seu site para outro nível!

O que é SEO? E como isso funciona?

O que é SEO e como aplicá-lo no meu site?

SEO significa Otimização para Mecanismos de Busca, do Inglês Search Engine Optimization. É uma estratégia baseada em conseguir visibilidade de maneira orgânica (sem anúncios pagos) dentro dos buscadores. E como funciona o SEO? Ele junta os elementos técnicos e criativos que você precisa para melhorar o ranqueamento, impulsionar o tráfego e melhorar sua reputação dentro dos mecanismos de busca. Existem muitos aspectos dentro do SEO, desde as palavras que você utiliza no site até os links que apontam para a sua página. Às vezes, o SEO é simplesmente uma questão de garantir que seu site esteja estruturado de uma maneira que os mecanismos de pesquisa entendam.

SEO não é só sobre criar mecanismos para ranquear seu site. Para entender realmente como funciona SEO, você precisa entender que isso é também sobre tornar o seu site melhor para as pessoas que navegam nele.

www monkeys

Porque o meu site precisa de SEO?

A maioria do tráfego da WEB vem de mecanismos de busca como o Google, Bing, e Yahoo!

Embora as mídias sociais e outros tipos de tráfego possam gerar um tráfego qualificado ao seu site, os mecanismos de busca são o principal método de navegação para a maioria dos usuários da Internet. Isso é um fato, seu site fornecendo conteúdo, serviços, produtos, informações ou qualquer outra coisa.

Buscadores também são os únicos que oferecem tráfego direcionado – pessoas buscando exatamente pelo que você está oferecendo. SEO é a estrada que liga você a essas pesquisas.

Se os buscadores não podem encontrar o seu site ou o seu conteúdo dentro da base de dados deles, você está perdendo uma incrível oportunidade de tráfego para o seu site.

As Palavras-Chave (keywords) – as palavras que as pessoas digitaram dentro da barra de pesquisa do Google – tem um enorme valor. Pesquisas mostraram que tráfego orgânico pode ser responsável pelo sucesso, ou pelo fracasso, de uma empresa. O tráfego direcionado para um site pode fornecer publicidade, receita e exposição, como nenhum outro canal de marketing. Investir em SEO pode ter uma taxa de retorno excepcional em comparação com outros tipos de marketing e promoção.

 

Porque os buscadores não encontram meu site sem SEO?

Os mecanismos de busca são espertos, mas eles precisam de ajuda. A maioria dos buscadores está sempre tentando melhorar sua tecnologia para ler melhor as páginas e retornar melhores resultados para as buscas dos usuários. Mas, mesmo assim, existe um limite até onde eles podem operar.

Considerando que o SEO certo pode levar milhares de visitantes para o seu site e aumentar a atenção, uma página não otimizada pode colocar seu site lá no final dos resultados de pesquisa, onde a visibilidade é mínima.

Quando você entende como funciona SEO, além de melhorar o conteúdo que você apresenta para os mecanismos de busca, você consequentemente aumenta seu posicionamento no “ranking” – a posição em que sua página aparece nas SERPs (Search Engine Results Page – página de resultados da busca).

A internet se tornou extremamente competitiva e as companhias que entendem como funciona o SEO e investem nisso estão com uma vantagem competitiva muito grande.

Confira 6 truques e dicas de SEO para vencer seus concorrentes

Mecanismos de busca tem duas funções principais: rastrear resultados e criar uma ordem, e entregar aos usuários uma lista ranqueada dos sites que eles (os mecanismos de busca) determinaram ser mais relevantes.

Rastreamento e Indexação: Rastreando e indexando bilhões de documentos, páginas, arquivos, vídeos e mídias dentro do mundo da Internet. Também conhecido como “crawling”.

  1. Fornecendo respostas: Encontrar respostas para as perguntas dos usuários, na maioria das vezes criando listas baseadas nas páginas que eles encontraram, e classificando os resultados baseados na relevância.

rastreando e indexando

Imagine o mundo dos resultados de pesquisas como uma rede de paradas dentro de um metrô de uma grande cidade.

Cada parada é um documento único (geralmente uma página da WEB, mas às vezes um PDF, JPEG, ou outro formato). Os buscadores precisam encontrar um meio de listar todos que existem dentro da cidade inteira e encontrar os pontos ao longo do caminho. Então eles usam o melhor caminho disponível – o link.

A estrutura de um link serve para juntar todas as páginas

Os links permitem que os robôs automatizados dos motores de busca, chamados de “crawlers” ou “spiders”, encontrem bilhões de documentos interconectados na web.

Uma vez que os buscadores encontram essas páginas, eles leem o código e armazenam partes específicas, para usar quando o usuário fizer uma busca.

Para realizar essa tarefa de armazenar bilhões de páginas que podem ser acessadas em uma fração de segundo, as empresas de mecanismos de pesquisa criaram datacenters em todo o mundo.
Essas instalações de armazenamento monstruosas são formadas por milhares de máquinas que processam grandes quantidades de informações muito rapidamente. Quando uma pessoa realiza uma pesquisa em qualquer um dos principais buscadores, eles estão esperando resultados instantaneamente; mesmo um atraso de um ou dois segundos pode causar insatisfação no usuário. Então os motores de busca trabalham duro para fornecer respostas o mais rápido possível.

 

perguntas sobre buscas

Mecanismos de busca são máquinas de respostas. Quando uma pessoa faz uma busca online, os buscadores analisam seu banco de bilhões de documentos e fazem duas coisas: primeiro, retornam só os resultados que são relevantes ou que podem ser úteis para o usuário; em segundo lugar, classifica esses resultados de acordo com a popularidade dos sites que publicaram a informação. E entender como funciona o SEO vai te ajudar a performar melhor tanto na relevância, quanto na popularidade.

Como funciona o SEO para determinar relevância e popularidade?

Para os mecanismos de busca, relevância significa mais do que achar uma página que contém a palavra chave certa. No começo, os buscadores fazia pesquisa mais simples, não se aprofundavam muito. Ao longo dos anos, renomados engenheiros desenvolveram melhores maneiras de combinar os resultados com as consultas do usuário. Hoje, centenas de fatores influenciam a relevância, e vamos discutir como funciona o SEO neste post.

Mecanismos de busca consideram que, quanto mais popular um site ou uma página (ou seja, quanto mais bem ranqueado) mais criteriosos eles devem ser com a avaliação do conteúdo. Isso ajuda na satisfação do usuário com o resultado da pesquisa.

A popularidade e a relevância não são determinadas manualmente. Em vez disso, os buscadores utilizam equações matemáticas (algoritmos) para separar o joio do trigo (relevância) e depois classificar o trigo em ordem de qualidade (popularidade).

Esses algoritmos contém milhões de variáveis. Dentro do Marketing, nós chamamos isso de “critérios de ranqueamento”.

Como eu faço para ranquear melhor?

Ou, “Como os melhores resultados chegaram lá?”

A parte complicada dos algoritmos de busca é que eles são indecifráveis. Os próprios motores fornecem pouca informação sobre como obter melhores resultados ou aumentar o tráfego. Então, tudo que nós sabemos sobre otimização e melhores práticas, nós vamos dividir com você agora:

 

google king of the web

INFORMAÇÕES SOBRE COMO FUNCIONA O SEO PELO GOOGLE

O Google recomenda seguir os seguintes passos para ranquear melhor nas buscas:

  • Crie páginas para usuários, não para mecanismos de busca. Não engane seus usuários apresentando um conteúdo diferente para eles do que você apresenta para os buscadores.
  • Crie um site com hierarquias de textos e links claros. Cada página deve ser acessada em, pelo menos, um link estático.
  • Crie um site útil e rico em informações e escreva páginas que descrevam de forma clara e precisa seu conteúdo. Certifique-se de que seus elementos <title> e atributos ALT sejam descritivos e precisos.
  • Use palavras-chave para criar URLs descritivas e URL amigáveis. Forneça uma versão de um URL para páginas específicas. Use redirecionamentos 301 para endereçar o conteúdo duplicado.

Velocidade de carregamento também é um critério fundamental para o SEO. Por isso muitas empresas optam pelo uso de um CDN – Content Delivery Network. Veja nesse artigo como instalar e configurar uma CDN para seu WordPress: plugin GoCache CDN

Por fim, não deixe de olhar este completo guia de SEO para o Google: 200 Fatores de Classificação no Google

 

bing is fabulous

INFORMAÇÕES DE SEO DIRETO DO BING

Os engenheiros da Bing na Microsoft recomendam o seguinte para obter melhores rankings em seu mecanismo de pesquisa:

  • Crie uma URL clara, e que contenha a palavra chave
  • Certifique-se de que o conteúdo não esteja hospedado dentro de rich media (Adobe Flash Player, JavaScript, Ajax) e verifique se o servidor não esconde links de rastreadores..
  • Crie conteúdo com muitas palavras-chaves e combine a escolha das suas palavras-chave, com as que os usuários estão procurando. Produza sempre conteúdo novo.
  • Não coloque o texto que deseja indexar dentro de imagens. Por exemplo, se você quer que o nome ou o endereço da sua empresa seja indexado, verifique se ele não é exibido dentro do logotipo da empresa.

Aplicando todas essas dicas e investindo de fato em SEO você consegue um resultado muito bom a longo prazo: gasta menos com mídia paga, e consegue um tráfego direcionado para o seu site através dos buscadores.

Se quiser melhorar seu SEO agora mesmo, conte com a gente para implementar um CDN e melhorar a velocidade do seu site. Os sete primeiros dias são grátis, para você entender melhor como podemos te ajudar!

Como Otimizar meu Site? Otimizando seus Scripts…

Por que otimizar meu site?

Sabemos que o tempo que seu site leva para ser carregado é muito importante, tanto para os mescanismos de busca (SEO), como o Google, como para a experiência do usuário na sua webpage. Uma pagina rápida é mais agradável e gera maior engajamaneto de seus visitantes, podendo levá-los a ficar mais tempo em seu site e até mesmo efetuar mais compras em um e-commerce.

Mas quais são os pontos mais importantes para Otimizar o seu site? Veja abaixo uma checklist dos itens que você sempre deve olhar. Iremos trabalhar cada um deles em diferentes artigos:

1) Otimizar Imagens (artigo anterior)
2) Otimizar Scripts (neste artigo)
3) Otimizar Hospedagem (próximos artigos)

Otimizando Scripts e Folhas de Estilo:

Com o advento de novas tecnologias como AJAX, o uso de scripts (Javascript) nos sites tem aumentado muito. Desde o uso de bibliotecas conhecidas, como o JQuery, até scripts feito especificamente para seu site. Existem também as famosas folhas de estilo, os arquivos .CSS, com informações sobre a aparência do seu site.

O uso destas tecnologias podem melhora muito a experiência de uso do site, mas é importante entender que, se mal utilizado, podem ter um efeito contrário, deixando muito lento o carregamento da página, a ponto do usuário desistir de navegar pelo site.

1) Juntar vários Scripts (.js) ou folhas de estilo (.css) em apenas um:

Cada arquivo que o seu navegador precisa carregar para exibir um site significa, ao menos, mais uma requisição de dados ao servidor. Essas requisições, particularmente no protocolo HTTP, são muito lentas. Portanto, quanto menos requisições, mais rápido seu site fica.

Uma dica muito simples é: se em uma página você carrega vários arquivos de script, como “arquivo_A.js”, “arquivo_B.js”, “arquivo_C.js”, você deve juntá-los todos em um único arquivo, como “tudo.js”.

Mas tome cuidado para não juntar muitos arquivos que vc quase nunca usa, colocando tudo em um único arquivo. Este arquivo poderá ficar muito grande, por conter coisas desnecessária, e acabará tendo um efeito contrário.

Lembrando que você pode fazer o mesmo com seus arquivos de estilo, arquivo .css

 

2) Hospedagem JQuery e de outras bibliotecas públicas:

É muito comum utilizarmos bibliotecas de scripts públicas, como JQuery ou até mesmo templates de sites como Bootstrap. Esses arquivos podem ser hospedados em seu servidor, mas recomendamos utilizar um servidor externo, na verdade, uma CDN, para armazená-los.

As bibliotecas mais usadas possuem CDNs gratuitas, que você pode utilizar à vontade, acelerando e otimizando o carregamento do seu site, além de economizar banda em sua hospedagem.

Vejamos por exemplo o uso de uma CDN Jquery. Existe quase uma dezena de CDNs Jquery gratuitas para você escolher: GoCache, MaxCDN, Google, CDNJS e a própria CDN do projeto JQuery.

Neste caso, para hospedagem JQuery no Brasil, nós recomendamos a utilização da CDN Gratuita da GoCache, pois ela possui servidores espalhados por todo território brasileiro. Já as outras CDNs possuem apenas um ou dois servidores no país. Pra entender porque mais servidores na CDN deixam mais rápido o site para seus clientes, leia este artigo: CDN JQuery

 

3) Minificar ou Minimizar seus scripts (Minify):

Você pode reduzir muito o tamanhos dos scripts que estarão hospedados em seu site utilizando “minifiers”. São softwares, normalmente gratuitos, que reprocessam seus scripts e folhas de estilo, gerando uma versão de difícil leitura pra humanos, mas muito menor e mais rápida para ser carregada pelos navegadores.

Você pode usar sites como https://javascript-minifier.com ou https://jscompress.com para minificar seus scripts e folhas de estilo.

 

4) Comprimir os arquivos:

Você deve habilitar a compressão de arquivos estáticos em seu servidor de hospedagem, assim eles serão compridos automaticamente, ficando menores e sendo transferidos muito mais rápido. Essa compressão traz ganhos até mesmo para os arquivos já minimizados, portanto é sempre importante estar ligada.

Vários sites te permitem testar se seu site está comprimindo os arquivos. Basta acessar, por exemplo, esse aqui http://www.whatsmyip.org/http-compression-test/ . Veja um exemplo abaixo, onde a compressão está reduzindo em 77% o tempo para transferência dos dados da página.

Vale lembrar que se você estiver usando uma CDN em seu site, esta compressão já estará automaticamente ligada e você não precisará se preocupar com isso.

5) Habilitar a cache dos scripts e folhas de estilo

Ao habilitar a cache dos arquivos do seu site você estará dizendo para o navegador memorizá-los, armazenando-os em disco. Desta forma, a próxima vez que seu usuário visitar seu site o navegador não precisará baixar novamente todos os scripts.

Veja o exemplo abaixo, o site MinhaConexão está usando uma CDN para, entre outras coisas, habilitar a cache dos seus arquivos. Note nesta análise, feita utilizando o Firefox, que nenhum segundo foi perdido para carregar os scripts, pois eles já tinham sido baixados em uma visita anterior ao site.

Você pode habilitar a cache de seus arquivos utilizando uma CDN (como o site acima fez) ou você pode alterar a configuração de seu servidor web para isto. Se estiver utilizando Apache, você pode colocar o seguinte código no arquivo httpd.conf ou no arquivo .htaccess

<filesMatch "\.(txt|html|js|css|htm)$">
ExpiresDefault A7200
Header append Cache-Control "proxy-revalidate"
</filesMatch>

6) Carregar scripts de forma não bloqueante

O que significa “carregar scripts de forma não bloqueante”? Basicamente significa que a página de seu site será exibida mesmo que seus scripts estejam demorando para carregar. Caso contrário, sua página poderá ficar sem exibir nada, por vários segundos, até que todos os scripts sejam carregados. Isto não é nada bom, pois seus usuários ficarão impacientes, com a impressão de que seu site está travado.

Duas dicas simples para conseguir isso:

  1. Coloque os Scripts menos importantes mais no final do seu arquivo HTML, assim seu site já exibirá algo aos seus usuários antes de começar a baixar os scripts.
  2. Tente usar a flag Async ao carregar os scripts, assim o navegador irá carregá-lo em paralelo com outras coisas de sua página. Exemplo:  <script src=”demo_async.js” async></script>

Mas atenção, apesar de simples, essas dicas podem fazer sua página parar de funcionar, caso você as utilize de forma errada, quebrando alguma dependência na execução dos códigos.

Por exemplo, se você tentar executar uma função que está dentro do arquivo “demo_async.js”, antes que este arquivo seja carregado pelo nevegador, isto causará um erro de execução.

 


Como Otimizar meu Site? 1o. Otimizando Imagens e Fotos…

Por que otimizar meu site?

Sabemos que atualmente o tempo que seu site leva para carregar é algo muito importante, tanto para os mescanismos de busca (SEO), como o Google, como para a experiência do usuário na sua webpage. Uma pagina rápida é mais agradável e gera maior engajamaneto de seus visitantes.

Mas quais são os pontos mais importantes para Otimizar o seu site? Veja abaixo uma checklist dos itens que você sempre deve olhar. Iremos trabalhar cada um deles em diferentes artigos:

1) Otimizar Imagens (neste artigo)
2) Otimizar Scripts
3) Otimizar Hospedagem (próximos artigos)

Otimizando as Imagens:

Normalmente as imagens são a parte mais pesada no carregamento de um site e existem alguns principais pontos para você otimizar:

1) A resolução das imagens:

A imensa maioria dos monitores atuais utiliza a resolução de 1366×768 pixels, podendo chegar a até 1920×1080.
Em celulares isso é ainda menor: mesmo os celulares com displays do tipo “retina”, com altíssima resolução, utilizam o que chamamos de resoluções virtuais, que é a adaptação da resolução real para uma resolução que você conseguirá ver confortavelmente em uma tela pequena (você não conseguiria ler nada se seu celular apresentar as páginas com mais de 1000 pixels de resolução). Desta forma, a resolução virtual usada em celulares é de “somente” 360×640 pixels.

Então, qual é o sentido de colocar aquelas fotos da sua super câmera com 10 ou 20 megapixels?
Isso é algo por volta de 6000×3000 pixels… Essas fotos são enormes e não serão aproveitadas pelo monitor ou display do celular.

Por isso, antes de fazer upload, verifique que tamanho você quer suas fotos na tela. Se forem ocupar meia tela, pense em redimensioná-las para 600 pixels de largura. Se for tela inteira, 1200 ou 1500 pixels já é mais que suficiente.
Essa simples alteração na resolução poderá deixar suas imagens de 4 a 10 vezes menores, portanto, de 4 a 10 vezes mais rápidas para carregar.

2) Tipo de Imagens: Devo usar PNG ou JPG?

O dois formatos mais usados para exibir imagens em site são: JPG e PNG. Mas qual a diferença entre JPEG e PNG? Qual você deve usar e quando?

Resumidamente, fotos ou imagens complexas, com muitas cores, normalmente devem utilizar o formato JPEG, pois é o que consegue maior compressão nesses casos e com perdas pouco perceptíveis (O JPEG é um formato que admite alguma perda de qualidade para aumentar a compressão).

Já se você precisa de imagens com regiões transparentes ou com poucas cores chapadas, você deve optar pelo formato PNG, mais específico para esses casos, pois suporta transparências e não há perda de qualidade. Esse formato é muito utilizado, por exemplo, para Logotipos ou desenho simples.

Veja abaixo um teste com JPEG. A imagem original deste gatinho fofo, em minha câmera fotográfica, tem uma tamanho de 4 Megabytes, usando a resolução de 5000×3330 pixels.

Quando redimensionei a foto para o tamanho que desejo exibi-la na tela, ou seja, aprox.  500×333, eu já reduzi em 10 vezes sua largura e sua altura.
Em seguida, salvei a foto nos dois formatos para compararmos a qualidade e os tamanhos resultantes.

imagem gato sem otimizar
gato.PNG – 315KBytes
imagem gato otimizada
gato.JPG – 76KBytes

O formato .PNG gastou 315KBytes, ou seja, mais de 12 vezes menor que a foto no tamanho original. Já o formato JPEG gastou apenas 76KBytes, ou seja 50 vezes menos que a foto original!!!!

Acho que nem precisamos de mais argumentos, ficou claro que você deve usar o formato JPG nesse caso, não?

Agora vamos para nosso segundo teste. Vamos comprimir um logotipo.

Logo de início, se você precisar de áreas transparentes na sua imagem, obrigatoriamente deverá utilizar o formato PNG, pois o JPEG não suporta transparências. Mas vamos supor que utilizará seu logotipo em um site com fundo branco (ou outra cor simples), então poderia talvez utilizar o formato .JPG

Salvamos abaixo o mesmo logotipo nesses dois diferentes formatos. Veja os resultados:

imagem gocache sem otimizar
logo_gocache.JPG – 27KBytes
imagem gocache otimizada
logo_gocache.PNG – 19KBytes

Escolhemos um alto grau de compressão para o arquivo JPG, pra ver se ele conseguiria competir com o PNG. Isto não resolveu o problema de tamanho, pois o JPG continuou maior, e ainda piorou a qualidade da imagem (veja que está um pouco quadriculada e embaçada).

Já o PNG é um algoritmo LossLess, ou seja, sem perdas de qualidade da imagem e, mesmo assim, conseguiu comprimir muito mais que o JPG. Além disso, de brinde, pudemos utilizar o fundo transparente para nosso logotipo.

Mas vamos confessar, algumas vezes ainda não será claro qual formato utilizar, então se você tiver tempo tente os dois formatos, faça a recompressão como mostraremos na próxima seção, e escolha o que ficar melhor.

Veja, por exemplo, a imagem que chamamos de “panda” e que foi utilizada na próxima seção, inicialmente ficou menor usando .JPG, mas quando recomprimimos, a versão em .PNG foi a que venceu.

processo de otimizacao

3) Recompressão das Imagens:

Nos testes feitos acima, utilizamos o programa Photoshop para gravar as imagens nos formatos .JPG e .PNG, utilizando o algoritmo padrão de compressão, existente neste software.

No entanto, existem softwares específicos para comprimir imagens para a internet. Eles e conseguem recomprimir consideralvemente as imagems, pois utilizam algoritmos específicos e também removem qualquer informação desnecessária que esteja nos arquivos.

Veja os resultados que conseguimos com nossas imagens anteriores, utilizando o site http://tinypng.com

processo de compressao

Conseguimos reduzir ainda em 30% a nossa já super comprimida foto do gatinho laranja (JPG). E reduzimos em quase 3 vezes, ou seja, 300%, a imagem do logotipo da GoCache (PNG).

Como havíamos comentado, sempre que estiver em dúvida sobre usar PNG ou JPG, faça o teste com os dois. Sobre essa imagem acima, com o Panda, esperávamos que teríamos o melhor resultado utilizando o formato JPG. Isto até foi verdade quando salvamos no Photoshop, mas quando recomprimimos no TinyPNG, olhem só a surpresa: o PNG ficou muuuito menor.

png ou jpg

 

4) Evite carregar imagens que não serão exibidas:

Muitas vezes nossas página tem bastante conteúdo e, por isso, algumas imagens só são exibidas quando rolamos a página para baixo.

No entanto, mesmo que sejam raramente exibidas, as imagens que estão mais “pra baixo” no texto geralmente serão desnecessariamente carregadas. Isto deixa sua página lenta e gasta banda do seu servidor.

No entanto, pra evitar isso, existe uma técnica chamada Lazy Load, que só carrega as imagens quando eles forem realmente ser exibidas para seus visitantes.

Existem vários scripts na internet para fazer o Lazy Load de imagens. Dê uma procurada no Google por “Lazy Load” para saber mais!

 

5) Configurar o Cache das Imagens

Existe um recurso onde você consegue pedir para o navegador de seu visitante guardar as imagens de seu site em disco (cache). Desta forma, quando seu cliente voltar a visitar seu site, o navegador não precisará de baixar novamente as imagens, pois elas já foram armazenadas na última visita. Isso acelera muito o carregamento de um site.

Se o servidor web do seu site utilizar Apache, é bem simples configurar isto, bastando colocar as linhas abaixo no arquivo .htaccess, que fica na raiz da pasta onde estão seus arquivos de internet:

<filesMatch "\.(gif|jpg|jpeg|png)$">
ExpiresDefault A604800
Header append Cache-Control "public"
</filesMatch>

6) Utilizar uma CDN

Por fim, um recurso que tem sido muito utilizado para otimizar sites, acelerando o carregamento das imagens, são as chamadas CDNs, ou Content Delivery Network.

Resumidamente, uma CDN é uma rede de computadores, espalhados pelo mundo, que armazenam o conteúdo do seu site (incluindo imagens) e, quando um visitante tentar entrar em seu site, será atendido por um computador mais próximo e mais rápido. Clique na imagem abaixo para entender melhor:

o que é cdn?

Além disso, as CDNs já configuram automaticamente recursos como Cache e Compressão de Imagem, para facilitar sua vida e otimizar seu site.

Veja esse artigo para saber em detalhes os benefícios que o uso de uma CDN trazem ao seu site. Agora, se preferir fazer tudo o que foi dito acima de forma automática, conheça nosso produto de otimização de imagens para web incorporado na CDN.

 

Em breve a segunda parte desta série, otimização de scripts!

6 Dicas para acelerar o seu site Joomla

6 Dicas para acelerar o seu site Joomla 3.x

 

Site site Joomla está muito lento? Isto não é bom!

Existem dois motivos principais para acelerar um site: 1) trazer maior engajamento do visitante, que vai ficar mais tempo no seu site e 2) Melhorar seu posicionamento nas pesquisas do Google, também conhecido como SEO, ou otimização para mecanismos de busca.

Você se pergunta por que o seu site do Joomla carrega tão devagar, mesmo já tendo atualizado para a versão 3.x, não é?

Bem, vamos ver 6 dicas que você pode usar agora para acelerar seu site Joomla 3.x.

Porque a velocidade do seu site Joomla é importante?

Os visitantes não querem esperar, eles vão deixar o seu site se demorar muito para carregar. Portanto, acelerar o seu site trará como valor agregado um maior envolvimento, retenção e iteração do visitantes.

Além disso, o Google anunciou que a velocidade do site afeta seu ranking de pesquisa, algo que na verdade todo mundo já imaginava: os sites mais rápidos são classificados muito melhor nas buscas, porque eles oferecem aos visitantes uma melhor experiência. E isso é bastante sensato.

Você se perguntou por que o seu site do Joomla está lento e carrega tão devagar, mesmo atualizando pra versão 3.x, não é?

Vamos lá, com essas dicas você vai turbinar seu website:

1. Escolha o um bom servidor de hospedagem:

Seu site provavelmente foi colocado no mesmo servidor que centenas ou milhares de outros sites. Isso pode impactar na velocidade, deixando lento o Joomla quando muitos clientes tentam acessar o servidor ao mesmo tempo.

Portanto, assegure-se de que você escolheu a hospedagem certa em um bom provedor, que pode atender a todos os requisitos de hospedagem do Joomla, ou seja: um número limitado de sites por servidor, suporte de hardware do servidor, suporte ao cache do servidor, suporte de especialistas Joomla… Alguns sites de hospedagem são populares e conhecidos. Os provedores de hospedagem recomendados pelos usuários Joomla são: Bluehost, Inmotion, HostGator, Arvixe…

2. Use uma CDN:

Uma boa CDN é capaz de turbinar seu website Joomla, pois adiciona uma uma série de ferramentas como gerenciamento automático de cache para conteúdo dinâmico e estático, distribuição de conteúdo em diferentes servidores, compressão automática de imagens, etc.

Existem atualmente algumas CDNs bem simples de configurar e umas até mesmo com uma pré-configuração automática para o Joomla. Veja o painel da GoCache, por exemplo, você ativa a aceleração para Joomla com um clique:

cache para joomla

Uma CDN também acelera seu site em diferentes regiões do país e do mundo. Teste seu site nessa ferramenta: www.sitespeed.com.br, por exemplo, e verá como ele se comporta mais lento dependendo da Região.

Se você escolher uma CDN adequada, você garante que os visitantes das regiões mais importantes pra você terão um acesso rápido ao conteúdo. Por exemplo, se seus usuários estão no Nordeste do Brasil ou no Japão, você precisa de uma CDN com presença nesses lugares.

Veja neste link mais detalhes de o que é uma CDN.

 

3. Habilitar a Compressão Gzip

Usando o recurso Compactação Gzip, você pode compactar as páginas do seu site antes de enviá-las para o usuário. Depois disso, eles serão descompactados pelo navegador do usuário. Isso torna tudo mais rápido e ainda economiza banda de seu servidor e de seu usuário.

Por padrão, a Compressão Gzip está desativada no Joomla 3.x. Portanto, você deve habilitá-lo manualmente seguindo estas etapas:

No Menu superior, selecione Site > Configuração global> Servidor, e mude a opção Compressão Gzip para SIM.

gzip no joomla

Lembrando que uma boa CDN também já faz esse processo automaticamente.

4. Habilitar o sistema de cache do Joomla

A maioria dos sites tem conteúdos que não são alterados com freqüência. Portanto, a teoria do cache do Joomla é muito simples: o sistema faz uma cópia da página na primeira vez que ele a carrega. Quando algum usuário visita novamente esta página, a cópia anterior será exibida sem regerar a página e, se for o mesmo usuário, sem recarregar as mesmas imagens e arquivos.

Certifique-se de que você habilitou o sistema de Cache do Joomla. Este é um passo muito simples, mas pode aumentar muito a velocidade de carregamento do seu site. Você pode fazê-lo da seguinte maneira:

Configuração Global> Sistema> Configuração de Cache, e alterne Cache para “ON – Conservative Caching”. Em ‘Cache time’, escolha 30 (minutos) para que um arquivo de cache seja armazenado por 30 minutos antes de ser atualizado.

cache no joomla

Lembrando que CDNs também fazem cache do seu conteúdo, mas nesse caso, o Cache da CDN será um segundo nível, acima do cacho do próprio sistema Joomla.

 

5. Configurações de otimização (Imagens, CSS, Scripts Java …)

Aqui estão as otimizações que precisam ser usadas para acelerar seu site:

  • Imagens: não tente carregar imagens em grande escala, redimensione-as antes de fazer o upload e as comprima em algum site como Smash.it ou TinyPNG.
  • Template: tente usar um modelo/template  mais leve e simples. O simples é sempre o melhor.
  • Reduza o tamanho dos arquivos CSS e Javascript; Use um “minify” para comprimir e junte arquivos CSS e Javascript, para reduzir a quantidade de pedidos HTTP e o tamanho dos arquivos.
  • Limpe Joomla com freqüência e remova tudo o que não precisa: componentes não utilizados, módulos, plugins, consultas “Não encontradas”, etc.

6. Verifique a Velocidade do Site Joomla

Não esqueça o passo final: verifique a velocidade do seu site. Você deve fazê-lo antes e depois de seguir todas essas dicas. E não se surpreenda quando você ver o quão mais rápido seu site vai ficar. Você pode fazer isso usando uma dessas ferramentas: plugin YSlow Chrome, ferramentas Pingdom, Google PageSpeed, SiteSpeed.com.br ​ou GTmetrix …

 

pagespeed joomla

Exemplo de uso do Page Speed do Google

Ok, acho que é suficiente para acelerar o seu site Joomla 3.x. Por favor, compartilhe sua experiência conosco na área de comentários. Você tem algum outro truque para melhorar a velocidade de carregamento do Joomla? Por favor, compartilhe conosco comentando abaixo!

Como otimizar o desempenho do Magento

Você chegou aqui porque quer saber como otimizar o desempenho do Magento, certo? Algumas pessoas costumam reclamar que a Plataforma Magento é lenta, mas saiba que é possível torná-la um aplicativo de e-commerce muito rápido.

Para isso você pode precisar de alguns recursos adicionais, como CPU e memória. Mas também precisará de tempo e conhecimento.

Para essa última parte – conhecimento – a lista abaixo deve te ajudar bastante.

Ative a Cache do Magento

Este é, naturalmente, o primeiro passo na otimização: habilite todos os caches disponíveis no “Magento Admin Panel”.

Comprimir imagens

Muitas pessoas esquecem que as imagens (PNG, JPG) podem ser compactadas, o que diminui bastante o tráfego entre o navegador e o servidor web. Não apenas as imagens usadas pela “skin” do Magento precisam ser otimizadas, mas também as imagens de catálogo. Várias ferramentas permitem comprimir lotes de imagens, por exemplo, a ferramenta online Smush.It. Um outro site muito bom é o TinyPNG

compactar imagens

Servir conteúdo estático através de uma CDN

O conteúdo estático, como imagens, folhas de estilo CSS ou JavaScript, pode ser servido através de outros servidores mais otimizados para conteúdo estático e espalhados pelo mundo. Por exemplo, uma CDN pode ser usada para que o conteúdo estático seja sempre servido a partir de um local mais próximo do visitante do seu site. Isso é vital para as webshops que atendem clientes em todo o mundo ou em países grandes como o Brasil.

Mas fique atento, pois nem todas CDNs tem multiplos servidores espalhados pelo país. No Brasil, por exemplo, apenas a GoCache e a Akamai possuem multiplos pontos de presença (também conhecidos como PoPs). Já as CDNs como a CloudFlare, CloudFront e Fastly, possuem apenas um ponto, normalmente na cidade de São Paulo ou Rio de Janeiro.

Servir conteúdo dinâmico através de uma CDN

Essa é uma tecnologia muito nova e que trás um gigantesco ganho para e-commerces como Magento, Woocommerce, etc.

Basicamente, a CDN armazena as páginas do seu sistema. As páginas são mais pesadas em termos de processamento, pois consomem CPU e memória toda vez que são requisitadas pelos visitantes.

Ao guardar as páginas em cache, a CDN pode economizar até 90% do processamento de seu servidor.

Para isso, a CDN precisa ser capaz de identificar quais desses dados dinâmicos ela deve ou não requisitar novamente ao seu servidor. Esta é uma tecnologia bastante nova e sofisticada, portanto apenas algumas CDN a possuem, as chamadas “NextGen CDN” ou “CDN de última geração”. Na GoCache essa tecnologia se chama SmartCache e está disponível em todos os planos.

Desativar módulos Magento desnecessários

Ao desativar os módulos Magento que você não precisa, são utilizados menos recursos de seu servidor – simples assim. Os módulos podem ser desativados através da configuração no “Magento Admin Panel”, ou editando arquivos XML no app/etc/ modules. Por exemplo, desative Mage_Log que executa consultas em todas as solicitações, mas não é necessário se você coletar estatísticas do site usando programas externos.

Habilitar catálogos “flats” (ou planos) para webshops pequenos

Para webshops menores, mudar a estrutura EAV complexa para um catálogo plano pode economizar tempo. Esta otimização é um pouco duvidosa e depende de muitos parâmetros, então não tome esse passo de forma leve.

Conformidade do W3C

Embora se possa argumentar que isso é menos importante com a chegada do HTML5, ainda é um fato que, se suas páginas da web estiverem cheias de erros feios, o navegador terá dificuldade em interpretá-lo. Se você cumprir a conformidade do W3C, é fato que o mecanismo do navegador terá um trabalho fácil ao analisar seu código HTML.

Comprimir os dados de saída

Ao habilitar a configuração PHP zlib.output_compression, a saída gerada pelo PHP é compactada quando enviada para o navegador. Isso economiza banda de seu servidor.

Se preferir, você pode usar o módulo ap_ mod_deflate, que permite também a compressão de saída em outros formatos, além do PHP (CSS, JavaScript, outros arquivos de texto simples).

Configurar opções de PHP

A maioria das configurações do PHP realmente não influenciam o desempenho do Magento, apenas estabelecem determinados limites. Por exemplo, as configurações como memory_limit e max_execution_time não melhoram o carregamento da página, mas garantem de que certas ações não vão tomar tempo e processamento demasiado ou que não gerarão problemas de uso de memória.

Armazenamento de sessão

Com o Magento, as sessões podem ser armazenadas em arquivos ou no banco de dados (configurando app/etc/local.xml). Qual opção funciona melhor, realmente depende de como o ambiente de hospedagem está configurado. Se os bancos de dados MySQL funcionarem bem, o armazenamento de sessão no banco de dados poderá beneficiar seu site. Mas se o MySQL não está configurado corretamente, a melhor escolha pode ser arquivos.

Use um acelerador PHP

Com o opcode caching, a execução do PHP pode ser acelerada. Existem vários aceleradores PHP que fazem esse trabalho (APC, ZendOptimizer+, eAccelerator, XCache). Tanto o APC quanto o ZendOptimizer+ estão funcionando perfeitamente com o Magento.

Ajuste realpath_cache do PHP

Ao ajustar o realpath_cache_size para, por exemplo, 128K (padrão é 16K) e o realpath_cache_ttl para 86400, você pode conseguir uma boa melhora no desempenho. Certifique-se de não ficar sem memória, porque cada instância (ou child) Apache consumirá o tamanho de cache que foi configurado.

Use Apache mod_expires

Ao dizer ao navegador quais arquivos manter no cache e por quanto tempo, você pode otimizar o cache do navegador. Por exemplo, os arquivos JavaScript tendem a mudar muito menos, em seguida, arquivos CSS (pelo menos após primeiros estágios do site), mas talvez, depois que o site estiver maduro e no ar por alguns meses, você possa aumentar a “data de validade” destes arquivos na cache, melhorando ainda mais o desempenho.

Cuidado com 404 erros

Sempre que um arquivo (como uma folha de estilo ou imagem) não é encontrado, isso gera um erro 404. Como o padrão 404 do Magento é capturado pela aplicação do próprio Magento, isso faz com que o aplicativo reinicie a cada erro 404 encontrado. Verifique o log do Apache para garantir que todos os 404 erros sejam resolvidos.

Desativar o log do Magento

Dentro da configuração do Magento, você pode ativar o log na guia Desenvolvedor. Dependendo dos módulos habilitados, isso pode gerar muitos dados pra serem gravados no sistema de arquivos, diminuindo a velocidade da sua loja virtual. Como os logs só são necessárias para depurar algum erro, no uso diário, é melhor desabilitar os logs completamente.

Otimização de tabela MySQL

Através do phpMyAdmin, você pode executar o comando OPTIMIZE TABLE em tabelas específicas do banco de dados do Magento. Quando uma tabela está desordenada, esse comando pode melhorar consideravelmente o desempenho. Isso funciona não apenas para as complexas tabelas EAV, mas também para tabelas MySQL regulares que são usadas com frequência (por exemplo, core_config_data).

Mesclar CSS e JavaScript

Ao combinar todos os arquivos CSS e JavaScript em um único e grande arquivo, o navegador precisará fazer apenas uma solicitação HTTP para receber todo o conteúdo. Isso aumenta muito a velocidade da transferência dos dados para os usuários.

Para juntar esses dados, o módulo FooMan Speedster pode ser usado. O Magento 1.4 contém uma opção para juntar os CSS, enquanto os arquivos JavaScript já são juntados por padrão.

Além de juntar os arquivos, o crunching também é uma opção oferecida pelo FooMan Speedster: ele remove os espaços em branco da saída, mas quando já estamos utilizando compressão no CSS, essa opção é menos necessária.

Use o módulo compilador do Magento

O módulo compilador do Magento limita o número de diretórios que o PHP tem para pesquisar ao procurar arquivos PHP. Isso diminui o tempo de execução do PHP, o que acelera o Magento como um todo.

Lembre-se de que você precisa ter cuidado ao fazer alterações no seu sistema Magento enquanto o compilador Magento está habilitado. As atualizações só devem ser realizadas quando o compilador estiver (temporariamente) desativado.

Um truque muito elegante que acelera as coisas tremendamente é criar um tmpfs-mount especificamente para a pasta include/src. Observe que este tmpfs-mount precisa ser pelo menos 100Mb – de preferência 200Mb.

Ajustes no servidor MySQL

A configuração padrão do MySQL é muitas vezes suficiente para executar um ambiente de hospedagem geral, mas não é otimizado para o Magento. Ajustar configurações como query_cache_size pode aumentar drasticamente o desempenho, mas também é perigoso porque depende muito de outras variáveis ​​(número de bancos de dados, número de tabelas por banco de dados, número de consultas, picos de uso).

 

Desativar módulos Magento locais

Se o seu site não precisar de módulos Magento locais, você pode optar por ignorar a busca de todos esses módulos. Dentro do arquivo app/etc/local.xml, você encontrará uma tag XML que permite que você faça isso.

Tenha cuidado com o HTTPS

Toda vez que você usa SSL entre o servidor web e o navegador, o processo de criptografia e decodificação é adicionado em ambos os lados. Também há uma pequena carga extra no tráfego gerado.

O site Magento roda um pouco mais rápido se você desativar SSL para todas ou ao menos algumas páginas. No entanto, este ganho é tão pequeno em comparação com os outros nesta página, que deve ser tratado com cautela. A banda que você economizou não será enorme, e atualmente o processo de criptografia/decriptografia ocorre em microssegundos.

No entanto, você irá remover a segurança que o HTTPS traz ao seu site e seus usuários e, com isso, você pode perder os clientes que são mais cautelosos e preocupados com segurança e cyber-ataques.

Magento na nuvem (cloud)

Embora as CDNs possam ser usadas ​​para otimizar a banda para conteúdo estático e, em alguns casos, também o processamento do conteúdo dinâmico, rodar o Magento utilizando “cloud-computing” pode te dar mais escalabilidade em momentos de pico de processamento.

Sistema de arquivos baseado em memória para dados dinâmicos

A quantidade de acessos a disco será muito reduzida ao armazenar dados dinâmicos (diretórios var/cache, var/session) em um sistema de arquivos baseado em memória, como RAMdisk ou tmpfs. Além disso o acesso a estes dados em memória é extremamente mais rápido que em disco.

Desabilitar arquivos .htaccess do Apache

Ao utilizar arquivos .htaccess, você obriga o Apache a inspecionar cada diretório do “path” para ver se este arquivo está presente.

Ao mover essas diretivas de configuração do arquivo .htaccess para o arquivo de configuração do VirtualHost, desligando todos os arquivos htaccess, o tempo de execução do Apache será bem melhor.

Use Nginx ou Litespeed

Enquanto o servidor Apache é muito flexível em suas configurações, existem outros servidores web que são melhor otimizados quanto ao uso da memória. Ao substituir o Apache pelo Nginx ou Litespeed, você poderá acelerar ainda mais os scripts Magento. Ambos os webservers requerem configuração manual para permitir URLs amigáveis para SEO.

Use “lazyload” para imagens

Quando uma página está sendo carregada, um visitante pode perder muito tempo esperando o carregamento das imagens. Dependendo do número e tamanho dessas imagens, isso pode levar tempo considerável.

Em vez de carregar as imagens ao mesmo tempo que a página, você pode utilizar o efeito de LazyLoad JavaScript que garante que apenas as imagens visíveis (dentro da tela do navegador) sejam carregadas, enquanto que as imagens remanescentes são carregadas apenas quando o visitante se desliza para baixo.

Além de acelerar o carregamento da página, ainda irá economizar banda em seu servidor.

Minimizar o log do Apache

Se o log do Apache for minimizado, serão necessárias menos operações de escrita em disco, que são feitas em cada requisição de dados que seu servidor recebe.

É claro que um log mais simples também significa “menos visão” quando algo der errado.

Se precisar dos logs do Apache, uma alternativa é otimizar o sistema de arquivos no qual eles são armazenados. Por padrão, o Apache faz log no sistema de arquivos em “/var” – mas não há necessidade de habilitar coisas como o “journalizing” para esse sistema de arquivos, deixando-o assim mais rápido.

Use com sabedoria o “Full Page Cache”

Existem várias soluções de Cache de Página Completa (FPC) lá fora, sob a forma de extensões (LestiFPC, Enterprise Edition) ou soluções completas (Nginx, Varnish). Em todos os casos, o FPC não deve ter o primeiro foco. Quando a sua loja Magento está lenta, é devido razões específicas, e esses motivos precisam ser investigados.

Quando as páginas do seu e-commerce estão rápidas (graças ao FPC), mas suas páginas dinâmicas ainda estão lentas, perde-se a ideia geral dessas otimização, que é: ter um site rápido para atrair mais clientes, ter um posição melhor no Google, vender mais.

Então, em geral, o FPC deve ser implementado apenas para deixar ainda mais rápido um site que já é rápido, que já está muito bem configurado.

Ajuste apenas o que é necessário

Uma estratégia de ajustes é ajustar tudo ao máximo, literalmente tudo. Isso significa que você está ajustando o máximo desempenho e espremendo cada milissegundo de todos os seus componentes. No entanto, você também precisa do tempo e recursos para isso.

Outra estratégia é ajustar exatamente aqueles pontos que precisam de mais atençao. Isso é mais eficiente, mas exige que você saiba qual ajuste teria o maior impacto.

A grande questão de quais ajustes devem ser feitos primeiro não pode ser respondida sem uma análise personalizada. Normalmente, um especialista em desempenho de Magento precisaria entrar e verificar toda a loja antes que um conselho sólido fosse dado.

Você pode procurar no site Magento Performance Insights algumas dicas de por onde começar suas otimizações.

 

 

Este artigo foi traduzido de https://www.yireo.com/tutorials/magento/magento-performance/1056-magento-spo