Conteúdos, dicas e sugestões sobre CDN, WAF, SSL, otimização de WordPress, Magento e aplicações web em geral.

Por que você precisa de uma CDN para o seu WordPress?

Por que você precisa de uma CDN para WordPress?

Sempre tem alguém perguntado como acelerar um blog WordPress. Nos posts anteriores sempre enfatizamos muito o potencial de uma CDN para esta finalidade, mas ainda parece que não esclarecemos o suficiente.

Muitas pessoas ainda não entenderam o que é exatamente uma CDN, pois sempre existe a questão: “Eu ainda preciso de um servidor de hospedagem se eu contratar uma CDN?”. Então, neste artigo, tentaremos explicar o que é uma CDN e por que você precisa de uma CDN para o seu blog WordPress.

Se preferir, veja o vídeo abaixo para ter uma ideia geral sobre CDN, depois leia o artigo para maiores detalhes.

CDN é abreviação de Content Delivery Network (ou Rede de Distribuição de Conteúdo), que é uma rede de servidores que entregam conteúdo estático dos sites aos usuários (ou mesmo conteúdo dinâmico, como no caso do Smartcache), baseando-se na localização geográfica do usuário para conectá-lo ao servidor mais próximo e mais rápido.

CDN

Muito confuso eh? Vamos colocar em palavras mais simples:

Normalmente, quando um usuário vem ao seu blog do WordPress, eles são redirecionados para seu servidor web (ou seja, Locaweb, AWS, UOL Host, etc). O seu servidor web está em uma localização central, digamos, São Paulo. Então, todos os usuários em seu site acessam esse servidor para visualizar seu conteúdo.

Agora, se você tiver um alto volume de tráfego, então você poderá sobrecarregar o seu servidor, o que tornará o carregamento lento ou apresentará falhas no site. Esse é um dos pontos em que uma CDN é útil, pois ela é uma rede com dezenas ou centenas de servidores, e mas o mais importante é que esses servidores estão espalhados pelo Brasil e pelo mundo.

Quando você usa uma CDN, o conteúdo de seu site é armazenado (na forma de “cache”) em todos esses servidores da rede. Este conteúdo inclui imagens, folhas de estilo (arquivos css), javascripts, Flash, etc. A partir daí, quando um usuário visita seu site, a tecnologia CDN redireciona-o automaticamente para o servidor mais próximo de sua localização, aliviando a carga em seu servidor principal e carregando o site muito mais rápido.

Por exemplo: se o seu servidor principal estiver hospedado em São Paulo e alguém de Fortaleza tentar acessar seu site, ele será redirecionados para o servidor mais próximo que deverá estar no nordeste, bem próximo ou mesmo na própria cidade de Fortaleza.

A proximidade do usuário ao servidor da CDN tem um impacto positivo no tempo de carregamento. Ao replicar seu conteúdo em vários servidores, geograficamente dispersos, você pode fazer suas páginas carregarem muito mais rápido. Em palavras simples, quanto mais perto o servidor da CDN estiver do usuário, mais rápido o usuário obtém o conteúdo do site.

Por que você precisa de uma CDN para WordPress?

Lendo a seção acima, então você pode ver claramente que utilizar uma CDN pode causar um enorme impacto positivo em seu site. Abaixo estão algumas das vantagens que podemos ressaltar:

Velocidade: Uma vez utilizando uma CDN em seu site, ele ficará certamente mais rápido pelos motivos apontados no inicio do texto, como localização geográfica e distribuição de carga nos servidores.

Robustez: Uma CDN permite distribuir a carga para vários servidores em vez de ter 100% de tráfego em seu servidor principal. Assim ele fica menos propenso à falhas e lentidão.

Redução de Processamento do WordPress: O WordPress é uma plataforma que pode exigir muito processamento de seu servidor. Ao utilizar tecnologias como a SmartCache, você evita ter que processar repetidamente as páginas que são frequentemente acessadas, podendo aliviar em mais de 90% a demanda por processamento em seu servidor de hospedagem.

Experiência aprimorada do usuário: Utilizando uma CDN você perceberá um declínio na taxa de rejeição de seu site. Além disso, provavelmente também verá aumento nas visualizações de páginas e no número de páginas visitadas por cada usuário. Então, claramente, um site rápido significa melhor experiência do usuário.

Melhoria no SEO: O Google afirmou claramente que os sites mais rápidos tendem a ter uma melhor posição nos mecanismos de busca.

 

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O que é CDN?

O que é CDN?

Quer saber o que é CDN? CDN é a abreviação para Content Delivery Network, que é uma rede de servidores que armazenam o conteúdo de sites (na forma de “cache”) e depois entregam este conteúdo rapidamente, utilizando a localização geográfica do usuário para conectá-lo ao servidor que estiver mais próximo a ele.

como funciona CDN

 

Porque você precisa de uma CDN no seu site?

 

Velocidade:

Uma vez que comece a utilizar uma CDN no seu site ele ficará certamente mais rápido e mais agradável para seus usuários.

A lentidão de acesso é muitas vezes responsável por seu usuário abandonar o site antes de concluir uma compra, por exemplo.

Maior Robustez

O CDN absorve o tráfego que estaria 100% em seu servidor e o redistribui para dezenas de servidores espalhados pelo planeta. Desta maneira, você poderá ter um servidor mais barato e simples e, mesmo assim, conseguir atender de forma rápida aos seus usuários.

Experiência do Usuário

Ao usar uma CDN você perceberá que a taxa de rejeição dos visitantes de seu site diminuirá e o número de páginas visitadas aumentará.

Isto ocorre porque um site mais rápido proporciona uma melhor experiência para seus usuários

Melhoria no SEO

O Google já afirmou claramente que sites mais rápidos tendem a um melhor posicionamento nas buscas.

Uma CDN certamente te ajudará a conquistar algumas posições nas buscas do Google.

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6 truques e dicas de SEO para vencer seus concorrentes

Nesta publicação, você descobrirá 6 importantes truques e dicas de SEO para ajudar seu site, loja virtual ou blog a vencer seus concorrentes em 2017 e nos próximos anos.
Para a maioria dos blogueiros e proprietários de sites, as principais atividades de SEO se resumem a criar links em sites confiáveis de alta qualidade, trabalhando duro na promoção de conteúdo, buscando pessoas influenciadoras e assim por diante.

Embora essas coisas sejam certamente necessárias porque elas dão ótimos resultados, elas funcionam ainda melhor quando estão emparelhadas com uma boa otimização técnica do site.
O bom SEO é sobre como tornar o seu site amigável para os mecanismos de busca, o que, por sua vez, aumenta muito seu ranking nas consultas.

Então, como você se certifica de que você fez tudo para garantir que seu SEO irá funcionar?
Nós preparamos uma lista de verificação detalhada dos melhores truques técnicos de SEO que você pode seguir para ultrapassar seus competidores.

1. Otimização para mobile

Desde o ano passado, as plataformas móveis ultrapassaram os dispositivos desktop quando se trata de consumo de conteúdo, e o Google seguiu o exemplo, já que o índice móvel se tornou seu índice principal de pesquisa.

uso de internet por dispositivo

 

Além disso, de acordo com os números do Relatório de Tendências da Internet ‘Mary Meeker’ para 2017, a taxa de crescimento das vendas de smartphones aos clientes diminuiu de 80% para apenas 3%, o que mostra que a maioria das pessoas tem um smartphone hoje em dia.

Veja como você deve otimizar para mobile:

Design responsivo: Este tipo de design depende do mesmo código HTML, independentemente do dispositivo, mas o torna diferente dependendo do tipo de exibição, o que resulta em uma visão ideal sempre. O Google prefere também páginas web responsivas.

Velocidade da página: Como nem todos os dispositivos móveis possuem conexões de hardware ou de internet suficientemente potentes, a velocidade da página é essencial em dispositivos móveis. Você precisará compactar suas imagens, tornar seu código leve e fazer uso do cache. Uma dica pra fazer parte desse serviços é utilizar um CDN, que irá otimizar o uso da cache e imagens nos navegadores, além de responder muito mais rápido às requisições de dados.

Deixe seus Meta Títulos e descrições “amigáveis para SEO”: Isso é bastante semelhante ao que você faria ao otimizar a área de trabalho. Mas, você precisa ser ainda mais conciso aqui, porque há menos espaço de tela disponível.

AMP: Também conhecido como Páginas Mobile Aceleradas, são versões reduzidas de páginas HTML, que podem aumentar a velocidade da página, tempos de carregamento mais rápidos, bem como o envolvimento do usuário.
Quanto a como você deve otimizar, concentre-se mais em tornar suas manchetes mais atraentes em vez de infundi-las com palavras-chave. Inclua chamadas para ação. Além disso, use uma imagem em destaque que atinja sua atenção.

Usar marcação semântica correta: Quando você usa “marcação de esquema” (schema markup), você está dizendo ao mecanismo de pesquisa quais são suas palavras, e não apenas o que elas dizem.
Por exemplo, procurar por “Vingadores” pode resultar em você encontrando mais informações sobre a franquia de filmes bem-sucedida, quando na verdade você procurava uma definição da palavra. É por isso que você precisa fornecer ao mecanismo de pesquisa os dados corretos do vocabulário.

 2. Otimizar a busca por voz

Embora fosse uma novidade no passado, a busca por voz tem crescido em termos de popularidade, e é por isso que é tão importante que otimize para isso. Veja como:
Concentre-se em palavras-chave de Long-Tail (cauda longa). Enquanto a maioria das pessoas escreve em poucas palavras, quando se trata de voz, há maior probabilidade de explicações detalhadas, que devem ser suas palavras-chave de cauda longa (Long Tail Keywords).

dicas de buscas

Utilize linguagem humana:  Em vez de pesquisar palavras-chave, tente fazer um brainstorm sobre os tópicos que seus seguidores podem realmente procurar. Pense mais em termos de discurso humano real. Você pode testar as consultas você mesmo e ver como elas são efetivas.

Faça o seu conteúdo de “perguntas frequentes” mais amigável: Em vez de apenas obter todas essas respostas em suas páginas de perguntas frequentes, faça delas parte do conteúdo do sua página.

3. Otimizar o Conteúdo

O Google está constantemente trabalhando em diferentes maneiras de exibir conteúdo mais relevante, o que significa que você deve otimizar seu conteúdo para torná-lo mais fácil para eles. Faça o seguinte:

Otimize os trechos em destaque: Os trechos em destaque que aparecem em SERPs (página de resultados) geralmente são seguidos por uma imagem e uma resposta direta à pergunta do usuário para que eles nem sequer tenham que clicar na página para obter uma resposta. Divida seu conteúdo em etapas para que possa ser lido como uma instrução clara e escolha uma imagem relevante.

Utilize Listas: Artigos-listas são sempre populares com qualquer tipo de público, seja eles ordenados ou não ordenados. Uma vez que as pessoas procuram conteúdo em primeiro lugar, listas lhes dão a chance de fazer isso através do uso inteligente de opções cativantes. Veja um exemplo abaixo:

conteudo otimizado

HTML correto: tornar o seu HTML semanticamente correto pode dar um pouco mais de trabalho, mas esse código é preferido pelos rastreadores do mecanismo de pesquisa. Além disso, o conteúdo HTML semanticamente correto resulta em tempo de carregamento mais rápido.
Otimização de palavras-chave – Enquanto o preenchimento de palavras-chave é uma coisa do passado, o uso estratégico e inteligente de palavras-chave segue sendo relevante. Mas, também depende de onde você deseja inseri-los. Por exemplo, os locais mais efetivos para inserir sua palavra-chave são seus títulos, conteúdo, URLs, bem como títulos de imagens e texto alternativo (o atributo “alt” existente nas tags de imagens. <img alt=”Bolo de Chocolate” …> ).

Otimizar títulos e descrições: Com títulos, você tem um espaço de cerca de 65 caracteres para engajar o usuário a clicar no seu link, bem como para uma busca mais amigável no mecanismo de busca. Isso significa que há espaço para uma ou duas palavras-chave ou frases. As descrições são exibidas abaixo do seu título e URL. Eles não afetam sua classificação, mas eles estão lá para seus leitores.

Se você estiver usando um plugin no seu WordPress, como SEOPressor Connect ou SEO Yoast (veja a imagem abaixo), você tem muitas opções para otimizar seus títulos e descrições tanto para desktop quanto para celular. Veja:

preview de snippet

Use conteúdo relevante: O conteúdo de alta qualidade é essencial, mas sem SEO adequado, os mecanismos de busca não podem dizer se o seu conteúdo é bom.
Você pode fazer com que eles vejam seu conteúdo como mais relevante, incluindo sua palavra-chave ou tópico dentro do título, URL, texto alternativo, bem como dentro de seus artigos. Além disso, o conteúdo precisa ser envolvente, não apenas para outros sites, mas também para você.

4. Otimizar Links

Quando dizemos links, estamos falando o URL da sua página, bem como todos os links de entrada e saída:

URLs amigáveis para SEO: Esse tipo de URLs deve conter uma palavra-chave relevante e descritiva, ao contrário de números aleatórios. Além disso, os URLs que apresentam conteúdo duplicado exigem que você configure um URL canônico para eles (a tag “canonical” do HTML).

Use Links de saída e de entrada: Os links possuem grande peso quando se trata de SEO. Os links de saída para sites de autoridade podem ajudar a aumentar o ranking do seu site, enquanto os links de entrada ajudam os motores de busca a rastrear seu site e determinar quais palavras-chave e páginas são mais importantes.

5. Melhorar a velocidade do site

Um site que carregue rapidamente é muito importante para ganhos em SEO. Você pode melhorar o desempenho do seu site fazendo o seguinte:

Otimizar imagens: imagens de alta qualidade são uma obrigação nos dias de hoje, mas não podem impactar no tempos de carregamento da página. As coisas que você pode fazer incluem:

  1. reduzir as dimensões da imagem: você não deve usar a imagens originais de sua câmera, com resoluções enormes. Imagens grandes, que ocupam a tela toda, precisam no máximo de 1500 pixels de largura. Imagens menores podem facilmente ficar com 600 pixels ou menos.
  2. comprimir a imagem: Você podeutilizar o TinyPNG, por exemplo. Um ótimo compressor de imagens gratuito.
  3. Utilizar uma CDN: Uma CDN dirá para os navegadores qual a melhor forma de baixar as imagens, utilizando caches e roteamentos sofisticados. Além disso, a própria CDN pode comprimir as imagens, sob demanda.

compactacao de imagem

Cache do navegador: com o cache do navegador, os arquivos do seu site são salvos em no dispositivo do usuário, o que significa que, quando eles visitam o site novamente, ele irá carregar muito mais rápido. Para habilitar a configuração do navegador, você precisará editar o código dos cabeçalhos das solicitações de seus arquivos de recursos (ou utilizar uma CDN).

Use uma CDN ou Rede de entrega de conteúdo (Content Distribution Network): Uma CDN é uma rede de servidores que são colocados em todo o mundo e que armazenam em cache o conteúdo de suas páginas da web, como imagens, scripts e assim por diante.
O uso de uma CDN permite que o conteúdo estático seja baixado do ponto mais próximo do usuário, o que resulta em uma velocidade de carregamento muito maior. Além disso, CDNs otimizam o uso das caches dos navegadores e comprimirem os arquivos de texto e até as imagens.
As CDNs são muito importantes para acelerar o carregamento de páginas Web, por isso seu uso tem crescido tanto no Brasil e no Mundo e, também por isso, é um ponto muito falado neste artigo.

cdn

6. Use HTTPS em vez de HTTP

O HTTPS possui inúmeras vantagens, desde o ranking do Google até um aumento da segurança e da privacidade. Simplificando, o HTTPS garante que o seu site não seja alterado por um terceiro, e torna os dados dos seus visitantes mais seguros. Todas as comunicações também são criptografadas, o que o torna adequado para lojas e lojas online.

Além disso, junto com o HTTPS pode-se utilizar o suporte ao HTTP/2, que é a nova versão desse procolo e proporciona ganhos excelentes na velocidade de carregamento pelo fato de fazer todas requisições em uma única conexão, ao invés das dezenas de conexões feitas pela versão antiga do HTTP.

Normalmente é necessário pagar pelos certificados SSL, que permitem o uso de HTTPS. No entanto, você pode encontrar uma solução de SSL Gratuito neste link.

A palavra final

O SEO é necessário para ajudar o Google a perceber que seu conteúdo é útil e relevante. Se você fizer isso, recompensará seu site ou seu blog com o ranking que merece. No entanto, apenas concentrar seus esforços de SEO em seu conteúdo não é suficiente.
Os truques de SEO apresentados aqui são um herói desconhecido quando se trata de classificação, e é por isso que você deve dedicar algum tempo e esforço para torná-lo tão bom quanto possível.

Em tempo:
• Você está implementando alguma dessas táticas técnicas de SEO hoje?
• Você tem algumas dicas adicionais que você gostaria de compartilhar ou sugerir?
• Você se preocupa em fazer SEO para o seu conteúdo?

Como sempre, gostaríamos de ouvir de você, então deixe seus comentários abaixo.

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Como proteger seu site, loja virtual ou APP contra SQL Injection, XSS e Brute-Force usando WAF

Como proteger seu site ou loja virtual com WAF

 

Quem não está preocupado com a segurança da sua aplicação online? Quer saber como proteger seu site ou loja virtual com WAF? Vamos demonstrar neste artigo.

A configuração da segurança na camada de aplicação é crucial. Falhas podem levar a enormes prejuízos, financeiros e de reputação da sua marca.

Se você pensa que este é um problema exclusivamente das grandes empresas, ledo engano. Mais de 60% dos ataques têm como alvo as empresas de pequeno e médio porte. E a má notícia é que, caso um ataque destes seja bem sucedido, mais de 60% destas empresas irá fechar por não ter recursos suficientes para se recuperar.

Para um blog, perda ou deformação de conteúdo. Uma loja virtual pode sofrer roubo de dados, ou até mesmo fraudes em suas transações comerciais. Um aplicativo móvel pode ter suas chamadas de API clonadas e sofrer todos estes sintomas. A área administrativa de qualquer destas aplicações pode ser indevidamente acessada e o estrago pode ser irreparável.

Quem quer correr estes riscos?

Mas a pergunta que importa mesmo é, como saber se o seu site/loja/app está vulnerável? Ou se está na “mira” de algum usuário mal-intencionado?

Um case de uso do WAF

Resolvemos abrir um case para vocês, o do nosso próprio site – www.gocache.com.br

Em nosso site utilizamos o WordPress em sua última versão, com todos plugins atualizados e hospedado em servidor virtual.

Pouco antes de lançarmos nossa solução de WAF, partimos para o teste final, nada mais justo que testar a ferramenta em nosso site de produção.

A situação inicial

Ativamos o Web Application Firewall com alto critério de filtragem e em modo simulação, para que apenas fossem gerados logs, já que não queríamos arriscar um falso positivo.

Eis o resultado:

waf dia1

Tivemos apenas uma tentativa de acesso suspeita. Eis os detalhes do incidente:

log waf dia1

Pelas características do incidente deduzimos tratar-se de um robô, provavelmente sondando vulnerabilidades.

No segundo dia com a ferramenta ativa, percebemos que este tipo de acesso não era raro:

waf dia2

Foram 25 acessos que a ferramenta identificou como suspeitos.

Ao checar os detalhes destes eventos, identificamos o seguinte:
log1 waf dia2
log2 waf dia2

 

Além do acesso de um robô semelhante ao do primeiro dia, também houve tentativas de quebra de senha (brute-force) na área administrativa.

 

O tamanho do problema

Com o tempo o volume de acessos suspeitos foi aumentando consideravelmente. Ainda estávamos utilizando o modo de simulação da ferramenta para termos certeza de que não ocorreriam falsos positivos, ou que caso ocorressem poderíamos identificar e criar uma regra de filtragem que evitasse o falso positivo quando habilitássemos o modo de bloqueio.

Seguimos com o plano inicial, de gerar logs durante uma semana antes de ativar o bloqueio. Veja a que ponto chegamos:


waf dia4

waf dia4 pag2

log waf dia3

 

Sim, 14 páginas de log para o dia 13, apenas uma semana após o início do uso da ferramenta. Mais de 400 tentativas de ataque ao nosso site em apenas um dia.

 

A Solução

A esta altura já tinhamos dados suficientes para configurar uma regra de filtragem específica e então modificar o modo de funcionamento do WAF para “bloquear” ao invés de “simular”:

regra waf login

 

Note que para esta regra específica colocamos o WAF em modo “desafiar” ao invés de “bloquear”.  Isso porque para o tipo de ataque que identificamos, feito via robô, o desafio é uma medida um pouco menos drástica e quase tão eficiente quanto o bloqueio. O resultado desta regra é a exibição desta tela antes de apresentar os campos para autenticação na área administrativa do WordPress:

tela desafio waf

 

Com isso ficamos tranquilos para ativar o bloqueio completo dos acessos suspeitos.

 

Os Benefícios

O resultado, além da segurança da aplicação, é a economia de recursos computacionais e de rede, uma vez que os acessos bloqueados no WAF ficam na borda e não consomem a banda na infraestrutura de hospedagem.

Ou seja, além de proteção você também economiza.

Acreditamos que o uso de WAF não é mais uma opção, mas sim uma necessidade, e quem deixar para depois pode não ter tempo para se arrepender. É melhor prevenir do que remediar!

 

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Como otimizar WordPress/WooCommerce e ainda reduzir custos

Otimizar WordPress/WooCommerce, quem não quer?

 

Este post ilustra um caso cada vez mais comum, de clientes em busca de otimizar o WordPress/WooCommerce que acabam chegando à GoCache.

Ao invés de um post explicativo, resolvemos ilustrar com um case recente.

logo comprerural.com

O case é do cliente comprerural.com. O CompreRural.com é um portal de conteúdo do agronegócio brasileiro e canal de anúncios, que foca no conteúdo técnico do cotidiano do homem do campo brasileiro. Seu conteúdo discute diariamente a pecuária e a agricultura.

 

Situação

 

O administrador do site chegou à GoCache através da nossa participação na comunidade iMasters. Utilizava a maior CDN do planeta e, apesar de não estar infeliz com o serviço, precisava de ajuda com sua infraestrutura de hospedagem.

Fez uma inscrição em nosso trial gratuito (que não necessita de cartão de crédito), entrou em contato conosco via Skype e explicou a situação:

 

overloaded

 

Os servidores de hospedagem não estavam suportando a carga. Veja o que a monitoração do site mostrava:

picos de consumo de infra

 

Consequências

 

O site estava levando em média 11,5 segundos para carregar (às vezes até mais de 20 segundos!) graças à infraestrutura sobrecarregada.

Além disso, o administrador do comprerural.com não se sentia seguro para investir em publicidade, pois nos poucos experimentos que fez houve queda do site durante o aumento repentino no volume de acessos, desperdiçando o potencial retorno do investimento.

 

Solução

 

1- Fizemos a configuração do acesso à GoCache via CNAME, pois este cliente em particular possui muitas personalizações em sua zona DNS e preferiu não apontar o DNS para cá.

2- Instalamos o plugin GoCache para WordPress. Este plugin permite que toda e qualquer atualização no site, ou comentário nos posts, seja imediatamente publicada sem a necessidade por aguardar a expiração do cache, ou de acessar o painel de controles para limpá-lo manualmente. O uso do plugin permitiu configurar o tempo de expiração do cache em 7 dias, aumentando assim a taxa de efetividade do cache, o cache hit ratio.

3- Em seguida habilitamos o SmartCache para WordPress, que configura automaticamente o cacheamento dinâmico de todo o site em WordPress ou WooCommerce, já excluindo o wp-admin.

 

Resultado

 

A combinação de cacheamento de conteúdo dinâmico + expiração de cache em 7 dias trouxe o resultados abaixo:

tempo de carga com CDN

 

O tempo de carga do site passou para uma média de 3 segundos, uma melhora de desempenho superior a 77%. Mas o mais importante, os servidores de hospedagem pararam de apresentar sobrecarga e passaram a suportar tranquilamente as ações de marketing.

 

Além disso, o comprerural.com passou a utilizar nosso SSL gratuito, melhorando a segurança para os usuários do site e também seu posicionamento em SEO. O uso do SSL ajuda em duas frentes, melhor desempenho e melhor segurança, ambos fatores importantes para o bom posicionamento de um site nas páginas de busca.

 

Dois meses após a contratação da GoCache, recebemos este feedback do administrador do comprerural.com:

depoimento skype

 

Esta é, sem dúvida, a nossa maior recompensa. A tranquilidade dos nossos clientes é um dos principais motivos para continuarmos evoluindo nossos produtos e serviços.

 

Em agosto tivemos mais uma agradável surpresa ao receber esse contato dos administradores do site:

 

pico de visitas comprerural

O gráfico é do Google Analytics:

 

analytics comprerural

A visitação subiu mais de 40x em 48 horas!

pico de visitacao agradecimento

 

 

Obrigado comprerural.com! Esperamos que o site tenha muito sucesso e nos sentimos honrados em poder participar da sua jornada!

E você, leitor, se identificou? Já viu ou vivenciou situações parecidas?

A missão da GoCache é tornar seu site sempre acessível, de qualquer lugar, a qualquer momento, em qualquer dispositivo.

Faça um teste sem compromisso – clique aqui para iniciar seu trial de 7 dias.

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Uso de CDN nos sites de pequeno e médio porte ainda é tímido no Brasil

Uma pesquisa realizada pela GoCache em Fevereiro de 2017 aponta que o uso de CDN ainda não atingiu maturidade no mercado nacional. Prova disso é o grande número de sites de pequeno e médio porte que ainda não utilizam a tecnologia.

A pesquisa foi feita utilizando scripts de rastreamento, cruzando os dados de tecnologia utilizada com os dados de audiência do site Alexa. A classificação dos sites em segmentos é decorrente do volume de dados trafegados mensalmente, estimados com base nessa audiência. Para referência, 1TB de tráfego equivale aproximadamente a 1 milhão de pageviews. Como amostra foram varridos 20% dos 100 mil maiores sites do Brasil.

Assim como acontece no mercado americano, quanto maiores os sites, mais popular o uso de CDN. Nos 100 maiores sites brasileiros, com tráfego mensal superior a 300TB, a adoção de CDN é de mais de 70%, número muito próximo aos 75% do mercado americano.

Porém, a aproximação com o mercado americano começa a mudar já no segmento de sites considerados médios-grandes. Dos 900 que estão neste grupo, a taxa de adoção é de 53%, contra 70% dos sites americanos de tamanho similar.

Na classificação seguinte, “médios-pequenos”, dos 9 mil sites, apenas 31% utilizam CDN. Sites deste tamanho, com audiência mensal em torno de 3,6 milhões de pageviews, a adoção nos Estados Unidos chega a 53%. Na base da pirâmide estão os 90 mil sites brasileiros considerados pequenos, com média de pageviews mensais em torno de 440 mil, apenas 12% utilizam CDN, número muito pequeno quando comparado à penetração desta tecnologia em 34% deste segmento nos EUA.

Uso de CDN por segmento

O estudo também verificou que existem praticamente cinco empresas dominando o mercado nacional: as internacionais Akamai, CloudFlare e CloudFront (AWS), e as nacionais Azion e GoCache. Outras empresas de CDN, somadas, não chegam a uma representatividade de sequer 2% de participação de mercado.

De acordo com Guilherme Eberhart, CEO da GoCache, a tendência é que ao longo dos próximos dois anos estes números se aproximem das médias de uso presentes no mercado americano.

O que percebemos é que o uso de CDN no Brasil ainda é considerado necessário apenas por sites de grande audiência, enquanto a vasta maioria dos sites de porte um pouco menor não percebeu que também pode se beneficiar significativamente dos ganhos em desempenho, disponibilidade e segurança, a preços que se tornaram bastante acessíveis”, afirma Guilherme.

 

*matéria originalmente publicada no portal iMasters – link

Afinal, o que é uma “NextGen CDN”?

 

Afinal, o que é uma NextGen CDN?

 

Você já deve ter ouvido o termo, ou talvez não, “next gen”. É uma abreviação de “next generation”, ou próxima geração. É o termo utilizado para descrever algo que evoluiu e apresenta significativas melhorias com relação ao que estava disponível anteriormente, seja em tecnologia, nos esportes, finanças ou qualquer outra área.

 

Quando falamos de CDN (Content Delivery Network), o termo é utilizado em referência às CDNs que resolvem problemas que surgiram recentemente, os quais as CDNs tradicionais não estão equipadas para tratar de forma adequada.

 

A popularização da banda larga e do acesso à internet via dispositivos móveis trouxe dois problemas cabeludos para as CDNs: páginas com muito conteúdo (imagens de alta resolução, vídeo, CSS e JavaScript) e a necessidade por carregamento quase em tempo-real.

 

Para referência, a média de tamanho das páginas em 2010 era de 650KB, versus uma média de 2,4MB em 2016, ou seja, cresceu 400%.

 

CDN Tradicional X NextGen CDN

 

As CDNs tradicionais sempre focaram na entrega de conteúdo estático – imagens e vídeos – e sua tecnologia e infraestrutura não estavam preparadas para lidar com os requisitos de entrega de conteúdo dinâmico e serviços em tempo-real – como HTML, APIs, Ajax – ou qualquer conteúdo que necessite de lógica de aplicação.

 

Foi justamente da necessidade pela entrega de conteúdo em rápida e constante mudança, aplicações web interativas, aplicações móveis e APIs que as nextgen CDNs emergiram. Concentram seus esforços e desenvolvem plataformas que oferecem aos clientes controle sobre seus aplicativos Web, dando-lhes a flexibilidade e visibilidade necessárias, combinando os recursos e a funcionalidade de plataformas de computação em nuvem de ponta. As CDNs de próxima geração podem armazenar rapidamente conteúdo em constante mudança. Isto é possível graças a recursos como a renovação instantânea de cache (purga), que remove e substitui o conteúdo cacheado em tempo real. Além deste recurso, as CDNs de próxima geração aumentam a flexibilidade e a transparência na entrega e monitoração de conteúdo. Esses recursos incluem a aplicação instantânea de alterações de configuração e relatórios em tempo real.

 

Benefícios

 

Essas funcionalidades permitem que os desenvolvedores atualizem aplicativos na nuvem enquanto estão em execução, eliminando assim a necessidade por downtime para manutenção. Também possibilitam prever picos de tráfego e fornecem visibilidade sobre potenciais gargalos, que poderiam afetar o bom funcionamento do site. A flexibilidade estendida dá aos clientes deste tipo de CDN controle completo sobre sua aplicação web. desde os estágios de desenvolvimento até a execução em produção na nuvem. As empresas que adotam a nova tecnologia não estão mais restritas à tradicional “caixa preta” das CDNs tradicionais, onde a visibilidade, a funcionalidade e as escolhas são limitadas.

 

A adoção de uma NextGen CDN propicia a entrega de aplicações de alto desempenho e a tomada de decisões baseadas em relatórios avançados, trazendo como benefícios a redução nas taxas de abandono, melhora no SEO e taxas de conversão e redução nos custos com operações e infraestrutura.

 

*texto publicado originalmente no Portal iMasters em https://imasters.com.br/infra/afinal-o-que-e-uma-nextgen-cdn/

Novos relatórios – CDN Analytics da GoCache

Recentemente nossa equipe fez uma reformulação completa dos relatórios de uso na GoCache, batizados de “CDN Analytics”.

Além do novo design, mais leve e claro, também adicionamos algumas informações muito úteis. Vale ressaltar que nossos relatórios são gerados em tempo-real, com o objetivo de auxiliar na utilização eficiente da CDN e eventualmente com o troubleshooting da sua aplicação.

Veja aqui os detalhes do que mudou:

 

Layout

A primeira mudança foi no layout, que era assim:

GoCache CDN

agora é assim:

consumo banda

A mudança no layout tem como objetivo facilitar a visualização dos dados.

 

Periodicidade

Também incluimos a opção de modificar o período dos dados visualizados, que pode ser retroativo em até 2 anos:

periodo_datas

 

E adicionamos a possibilidade de visualizar os detalhes com granularidade de minutos:

periodo horario

 

Mais que apenas dados, informações valiosas

Além da mudança no layout e nas opções de periodicidade dos dados, adicionamos três gráficos novos, que trazem informações valiosas para ajudar tanto a maximizar a eficiência de cache e a economia de recursos quanto a solucionar eventuais problemas na aplicação.

 

Tamanho médio de Requisição

tamanho requisicao

Oscilações muito grandes no tamanho médio de requisição podem indicar, por exemplo, que uma imagem de tamanho incorreto foi carregada para o site. A consequência disso seria um aumento significativo no consumo de tráfego de dados e, consequentemente, custos maiores.

 

Transferência por Segundo

transfer por segundo

Evidencia a largura de banda necessária na infraestrutura de origem, permitindo assim o dimensionamento adequado junto ao provedor de hospedagem e consequentes economias, uma vez que a capacidade ociosa se faz bem menos necessária.

 

Tempo de Resposta da Origem

tempo resposta origem

Demonstra o tempo de comunicação entre a infraestrutura de hospedagem e a CDN. Divide-se em conteúdo HTML, geralmente renderizado pelo servidor de aplicação, e OUTROS, que geralmente engloba o conteúdo estático. Este gráfico facilita a identificação de problemas de sobrecarga na infraestrutura de hospedagem.

 

Gostou? Vem muito mais por aí…

Estamos sempre abertos a ouvir críticas e sugestões, é com base neste feedback que norteamos nossa evolução. Estes novos gráficos são o resultado direto deste processo, então por favor não tenha vergonha de enviar seu feedback para contato@gocache.com.br.

 

Go faster. GoCache.

GoCache, CloudFlare ou CloudFront? Qual a melhor CDN para você?

 

Disclaimer: Este artigo foi escrito em Outubro/2016 e tende a se tornar desatualizado à medida que as empresas evoluem seus produtos e modelos de negócio.

GoCache, CloudFlare ou CloudFront?

 

Este é um post comparativo, com o objetivo de esclarecer as diferenças entre GoCache, CloudFlare e CloudFront (AWS) no Brasil.

 

Resumo

 

Vamos começar pelo final, assim fica mais fácil a visualização das principais diferenças. Você pode ler os detalhes no corpo do artigo.

 

gocachevscloudflarevscloudfront

 

O uso da CloudFlare (plano gratuito) compensa, quando falamos de um site no Brasil focado no mercado doméstico, somente nos casos onde a latência não importa, as funcionalidades do plano gratuito bastam e não existem grandes preocupações com SLA ou necessidade por suporte técnico.

 

O grande problema do CloudFront é o preço para entrega no Brasil. Os valores, quando devidamente tributados, ficam bem salgados e a conta no final do mês pode acabar sendo proibitiva. O suporte técnico também tem um custo elevado.

 

Mas por favor não acredite somente na tabela acima! Sugerimos que faça testes nos três e chegue às suas próprias conclusões!

 

1.  Latência

latencia

 

Se você utiliza o plano gratuito da CloudFlare, seu tráfego é roteado exclusivamente a partir dos EUA, sua latência sempre será maior que a dos sites hospedados no Brasil, mesmo sem utilizar uma CDN. Você perde uma das maiores vantagens do uso de uma rede de distribuição de conteúdo.

 

Se você utiliza um dos planos pagos, sua latência fica competitiva, mas ainda assim limitada. Isto ocorre porque a CloudFlare mantém somente um ponto de presença (PoP) em São Paulo. Além disso, mesmo nos planos pagos, existe uma restrição para utilização da banda no Brasil, principalmente se você tem um site com muito tráfego. Também é possível que, usando o plano pago, seu tráfego seja roteado via EUA caso ocorram problemas técnicos no PoP brasileiro.

 

O CloudFront possui pontos de acesso em São Paulo e no Rio de Janeiro, para atender o tráfego em território nacional.

 

A GoCache possui diversos pontos de presença no Brasil, para melhorar o tempo de resposta. Também estamos em fase de expansão, veja aqui nossos PoPs ativos e planejados. Nosso foco é o mercado brasileiro e todos os nossos investimentos são planejados com o objetivo de fornecer a melhor rede de distribuição de conteúdo do Brasil.

 

2.  DNS

DNS

 

A CloudFlare não dá opção nos planos gratuito e Pro. Você deve mudar o DNS para os servidores deles, ou não usa o serviço. Apenas a partir do plano Business, de US$200/mês é que você passa a ter a alternativa de usar um CNAME.

 

Tanto CloudFront quanto GoCache permitem escolher. Se não quiser virar a zona DNS inteira você pode configurar apenas o CNAME das entradas que utilizarão a CDN.

 

Isso deixa a processo de configuração mais simples e com menor custo operacional. Também evita possíveis dores de cabeça com outros serviços do seu domínio, como por exemplo o seu e-mail.

 

3.  Funcionalidades

funcionalidades

 

A CloudFlare limita as funcionalidades conforme o plano contratado. Na GoCache e no CloudFront todas as funcionalidades são liberadas em todos os planos.

 

Na GoCache temos as SmartRules, funcionalidade exclusiva.  Essa funcionalidade permite um nível de customização que nenhuma outra CDN no planeta permite. Customizações que facilitam inclusive o cache de todas as páginas do site (full page cache), mesmo em cenários complexos, como o de um e-commerce. Além de desonerar significativamente o consumo de recursos nos servidores de aplicação e banco de dados, aumenta muito a performance.

 

WordPress e Magento têm a configuração simplificada na GoCache, bastam 2 cliques no painel de controle e os sites que utilizam essas plataformas ficam com a melhor configuração de cache possível. Além disso, temos um plugin que automatiza a limpeza do cache quando você modifica o conteúdo no WordPress, inclusive no caso de comentários em publicações. O uso do plugin é uma facilidade adicional, mas não é obrigatório.

 

Na CloudFlare você precisa instalar o plugin deles para ter mais simplicidade no uso do WordPress, no entanto em um cenário preparado somente para o cache de conteúdo estático, que não tem um importante papel na redução de consumo de recursos em infraestrutura.

 

Para integração do CloudFront com estas aplicações de prateleira é necessário a instalação de plugins de terceiros, além de restringirem o cache somente ao conteúdo estático.

 

4.  Suporte e Preço

suporte

 

A CloudFlare só oferece dois canais de suporte, e-mail ou telefone.

 

Enquanto o suporte por e-mail existe para todos os planos, a prioridade é do plano de US$200/mês ou superior. Suporte via telefone é exclusivo para o plano mais caro, o Enterprise, que começa em US$ 1000/mês. Com o dólar a R$ 3, isso se traduz em R$ 3000, mais R$ 1800 de Imposto de Importação e R$ 180 de IOF, totalizando R$ 4980/mês.

 

No CloudFront você paga o uso de tráfego entre a CDN e o usuário final, entre a CDN e o servidor de origem e conforme a quantidade de requisições atendidas. O tráfego entre CDN e usuário começa com custo de US$ 0,25/GB, o que se traduz em um custo direto de R$ 0,75/GB somados a R$ 0,45/GB de Imposto de Importação e R$ 0,03/GB de IOF, totalizando R$ 1,23/GB transferido. Além disso, não há ganho de escala no tráfego entre CDN e servidor de origem, este custo é sempre de US$ 0,125/GB, o que se traduz em R$ 0,6225/GB (0,375+0,225+0,0225).

 

Não bastando os custos muito acima dos demais, caso queira suporte técnico você ainda deve contratar à parte. O menor valor a ser pago por isso é de US$29/mês para ter apenas o suporte via e-mail em horário comercial e uma quantidade limitada de tickets de helpdesk. Fatorados os devidos impostos, esse custo fica em R$ 144,42/mês (dólar a R$3)!

 

Na GoCache atendemos em todos os canais, e-mail, chat, telefone, Skype e Whatsapp. O atendimento telefônico é priorizado para os planos de maior volume.

 

 

5.  Moeda Estrangeira

dolar

 

Custos atrelados ao dólar são sempre arriscados, nunca sabemos quando a situação internacional vai mudar. Normalmente é quando a situação da economia complica, com queda nas vendas, que estes custos aumentam, “ajudando a piorar” a situação.

 

Além do risco cambial somam-se a esta complicação os tributos e requisitos de Imposto de Renda.

 

A tributação sobre importação de serviços de software é de 60% e o IOF é de 6%. Mesmo no menor plano pago da CloudFlare, de US$ 20, a mensalidade seria de R$ 99,6 (dólar a R$3).

 

No CloudFront, para um plano que comporte a transferência de 100GB/mês, assumindo que somente 10% dos acessos sejam requisitados no servidor de origem e que cada acesso resulte em apenas 20 requisições (com cerca de 100.000 pageviews mensais equivalentes a 2 milhões de requisições) o valor mensal ficaria em US$ 25 (CDN – usuário) + US$ 1,25 (CDN – origem) + US$ 3,2 (requisições), totalizando US$ 29,45 ou R$ 146,66 após os devidos tributos (dólar a R$3).

 

Além disso, é exigência da Fazenda que o valor 15% do pagamento ao fornecedor estrangeiro fique retido. A grande maioria dos usuários do serviço desconhece esta obrigação. Ao deixar de reter esta parcela essas empresas  geram um passivo fiscal que pode resultar em custos significativos no futuro.

 

Na GoCache os planos começam em R$ 19 e não existe nenhuma destas complicações tributárias. Você recebe melhor conectividade e serviço por uma fração do valor pago a qualquer um destes concorrentes.

 

6.  SLA

SLA

O uso de CDN é reconhecido como uma importante configuração para melhorar a disponibilidade dos websites. A própria arquitetura do serviço contribui para melhorar a resiliência, inclusive com proteção contra ataques DDoS.

 

A CloudFlare não garante SLA para os planos gratuito e Pro. Por menos de US$ 200/mês você não terá garantia de disponibilidade ou direito a qualquer tipo de ressarcimento.

 

CloudFront e GoCache oferecem SLA em todos os planos, demonstrando maior compromisso com um serviço de qualidade.[:en]