Conteúdos, dicas e sugestões sobre CDN, WAF, SSL, otimização de WordPress, Magento e aplicações web em geral.

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6 truques e dicas de SEO para vencer seus concorrentes

Nesta publicação, você descobrirá 6 importantes truques e dicas de SEO para ajudar seu site, loja virtual ou blog a vencer seus concorrentes em 2017 e nos próximos anos.
Para a maioria dos blogueiros e proprietários de sites, as principais atividades de SEO se resumem a criar links em sites confiáveis de alta qualidade, trabalhando duro na promoção de conteúdo, buscando pessoas influenciadoras e assim por diante.

Embora essas coisas sejam certamente necessárias porque elas dão ótimos resultados, elas funcionam ainda melhor quando estão emparelhadas com uma boa otimização técnica do site.
O bom SEO é sobre como tornar o seu site amigável para os mecanismos de busca, o que, por sua vez, aumenta muito seu ranking nas consultas.

Então, como você se certifica de que você fez tudo para garantir que seu SEO irá funcionar?
Nós preparamos uma lista de verificação detalhada dos melhores truques técnicos de SEO que você pode seguir para ultrapassar seus competidores.

1. Otimização para mobile

Desde o ano passado, as plataformas móveis ultrapassaram os dispositivos desktop quando se trata de consumo de conteúdo, e o Google seguiu o exemplo, já que o índice móvel se tornou seu índice principal de pesquisa.

uso de internet por dispositivo

 

Além disso, de acordo com os números do Relatório de Tendências da Internet ‘Mary Meeker’ para 2017, a taxa de crescimento das vendas de smartphones aos clientes diminuiu de 80% para apenas 3%, o que mostra que a maioria das pessoas tem um smartphone hoje em dia.

Veja como você deve otimizar para mobile:

Design responsivo: Este tipo de design depende do mesmo código HTML, independentemente do dispositivo, mas o torna diferente dependendo do tipo de exibição, o que resulta em uma visão ideal sempre. O Google prefere também páginas web responsivas.

Velocidade da página: Como nem todos os dispositivos móveis possuem conexões de hardware ou de internet suficientemente potentes, a velocidade da página é essencial em dispositivos móveis. Você precisará compactar suas imagens, tornar seu código leve e fazer uso do cache. Uma dica pra fazer parte desse serviços é utilizar um CDN, que irá otimizar o uso da cache e imagens nos navegadores, além de responder muito mais rápido às requisições de dados.

Deixe seus Meta Títulos e descrições “amigáveis para SEO”: Isso é bastante semelhante ao que você faria ao otimizar a área de trabalho. Mas, você precisa ser ainda mais conciso aqui, porque há menos espaço de tela disponível.

AMP: Também conhecido como Páginas Mobile Aceleradas, são versões reduzidas de páginas HTML, que podem aumentar a velocidade da página, tempos de carregamento mais rápidos, bem como o envolvimento do usuário.
Quanto a como você deve otimizar, concentre-se mais em tornar suas manchetes mais atraentes em vez de infundi-las com palavras-chave. Inclua chamadas para ação. Além disso, use uma imagem em destaque que atinja sua atenção.

Usar marcação semântica correta: Quando você usa “marcação de esquema” (schema markup), você está dizendo ao mecanismo de pesquisa quais são suas palavras, e não apenas o que elas dizem.
Por exemplo, procurar por “Vingadores” pode resultar em você encontrando mais informações sobre a franquia de filmes bem-sucedida, quando na verdade você procurava uma definição da palavra. É por isso que você precisa fornecer ao mecanismo de pesquisa os dados corretos do vocabulário.

 2. Otimizar a busca por voz

Embora fosse uma novidade no passado, a busca por voz tem crescido em termos de popularidade, e é por isso que é tão importante que otimize para isso. Veja como:
Concentre-se em palavras-chave de Long-Tail (cauda longa). Enquanto a maioria das pessoas escreve em poucas palavras, quando se trata de voz, há maior probabilidade de explicações detalhadas, que devem ser suas palavras-chave de cauda longa (Long Tail Keywords).

dicas de buscas

Utilize linguagem humana:  Em vez de pesquisar palavras-chave, tente fazer um brainstorm sobre os tópicos que seus seguidores podem realmente procurar. Pense mais em termos de discurso humano real. Você pode testar as consultas você mesmo e ver como elas são efetivas.

Faça o seu conteúdo de “perguntas frequentes” mais amigável: Em vez de apenas obter todas essas respostas em suas páginas de perguntas frequentes, faça delas parte do conteúdo do sua página.

3. Otimizar o Conteúdo

O Google está constantemente trabalhando em diferentes maneiras de exibir conteúdo mais relevante, o que significa que você deve otimizar seu conteúdo para torná-lo mais fácil para eles. Faça o seguinte:

Otimize os trechos em destaque: Os trechos em destaque que aparecem em SERPs (página de resultados) geralmente são seguidos por uma imagem e uma resposta direta à pergunta do usuário para que eles nem sequer tenham que clicar na página para obter uma resposta. Divida seu conteúdo em etapas para que possa ser lido como uma instrução clara e escolha uma imagem relevante.

Utilize Listas: Artigos-listas são sempre populares com qualquer tipo de público, seja eles ordenados ou não ordenados. Uma vez que as pessoas procuram conteúdo em primeiro lugar, listas lhes dão a chance de fazer isso através do uso inteligente de opções cativantes. Veja um exemplo abaixo:

conteudo otimizado

HTML correto: tornar o seu HTML semanticamente correto pode dar um pouco mais de trabalho, mas esse código é preferido pelos rastreadores do mecanismo de pesquisa. Além disso, o conteúdo HTML semanticamente correto resulta em tempo de carregamento mais rápido.
Otimização de palavras-chave – Enquanto o preenchimento de palavras-chave é uma coisa do passado, o uso estratégico e inteligente de palavras-chave segue sendo relevante. Mas, também depende de onde você deseja inseri-los. Por exemplo, os locais mais efetivos para inserir sua palavra-chave são seus títulos, conteúdo, URLs, bem como títulos de imagens e texto alternativo (o atributo “alt” existente nas tags de imagens. <img alt=”Bolo de Chocolate” …> ).

Otimizar títulos e descrições: Com títulos, você tem um espaço de cerca de 65 caracteres para engajar o usuário a clicar no seu link, bem como para uma busca mais amigável no mecanismo de busca. Isso significa que há espaço para uma ou duas palavras-chave ou frases. As descrições são exibidas abaixo do seu título e URL. Eles não afetam sua classificação, mas eles estão lá para seus leitores.

Se você estiver usando um plugin no seu WordPress, como SEOPressor Connect ou SEO Yoast (veja a imagem abaixo), você tem muitas opções para otimizar seus títulos e descrições tanto para desktop quanto para celular. Veja:

preview de snippet

Use conteúdo relevante: O conteúdo de alta qualidade é essencial, mas sem SEO adequado, os mecanismos de busca não podem dizer se o seu conteúdo é bom.
Você pode fazer com que eles vejam seu conteúdo como mais relevante, incluindo sua palavra-chave ou tópico dentro do título, URL, texto alternativo, bem como dentro de seus artigos. Além disso, o conteúdo precisa ser envolvente, não apenas para outros sites, mas também para você.

4. Otimizar Links

Quando dizemos links, estamos falando o URL da sua página, bem como todos os links de entrada e saída:

URLs amigáveis para SEO: Esse tipo de URLs deve conter uma palavra-chave relevante e descritiva, ao contrário de números aleatórios. Além disso, os URLs que apresentam conteúdo duplicado exigem que você configure um URL canônico para eles (a tag “canonical” do HTML).

Use Links de saída e de entrada: Os links possuem grande peso quando se trata de SEO. Os links de saída para sites de autoridade podem ajudar a aumentar o ranking do seu site, enquanto os links de entrada ajudam os motores de busca a rastrear seu site e determinar quais palavras-chave e páginas são mais importantes.

5. Melhorar a velocidade do site

Um site que carregue rapidamente é muito importante para ganhos em SEO. Você pode melhorar o desempenho do seu site fazendo o seguinte:

Otimizar imagens: imagens de alta qualidade são uma obrigação nos dias de hoje, mas não podem impactar no tempos de carregamento da página. As coisas que você pode fazer incluem:

  1. reduzir as dimensões da imagem: você não deve usar a imagens originais de sua câmera, com resoluções enormes. Imagens grandes, que ocupam a tela toda, precisam no máximo de 1500 pixels de largura. Imagens menores podem facilmente ficar com 600 pixels ou menos.
  2. comprimir a imagem: Você podeutilizar o TinyPNG, por exemplo. Um ótimo compressor de imagens gratuito.
  3. Utilizar uma CDN: Uma CDN dirá para os navegadores qual a melhor forma de baixar as imagens, utilizando caches e roteamentos sofisticados. Além disso, a própria CDN pode comprimir as imagens, sob demanda.

compactacao de imagem

Cache do navegador: com o cache do navegador, os arquivos do seu site são salvos em no dispositivo do usuário, o que significa que, quando eles visitam o site novamente, ele irá carregar muito mais rápido. Para habilitar a configuração do navegador, você precisará editar o código dos cabeçalhos das solicitações de seus arquivos de recursos (ou utilizar uma CDN).

Use uma CDN ou Rede de entrega de conteúdo (Content Distribution Network): Uma CDN é uma rede de servidores que são colocados em todo o mundo e que armazenam em cache o conteúdo de suas páginas da web, como imagens, scripts e assim por diante.
O uso de uma CDN permite que o conteúdo estático seja baixado do ponto mais próximo do usuário, o que resulta em uma velocidade de carregamento muito maior. Além disso, CDNs otimizam o uso das caches dos navegadores e comprimirem os arquivos de texto e até as imagens.
As CDNs são muito importantes para acelerar o carregamento de páginas Web, por isso seu uso tem crescido tanto no Brasil e no Mundo e, também por isso, é um ponto muito falado neste artigo.

cdn

6. Use HTTPS em vez de HTTP

O HTTPS possui inúmeras vantagens, desde o ranking do Google até um aumento da segurança e da privacidade. Simplificando, o HTTPS garante que o seu site não seja alterado por um terceiro, e torna os dados dos seus visitantes mais seguros. Todas as comunicações também são criptografadas, o que o torna adequado para lojas e lojas online.

Além disso, junto com o HTTPS pode-se utilizar o suporte ao HTTP/2, que é a nova versão desse procolo e proporciona ganhos excelentes na velocidade de carregamento pelo fato de fazer todas requisições em uma única conexão, ao invés das dezenas de conexões feitas pela versão antiga do HTTP.

Normalmente é necessário pagar pelos certificados SSL, que permitem o uso de HTTPS. No entanto, você pode encontrar uma solução de SSL Gratuito neste link.

A palavra final

O SEO é necessário para ajudar o Google a perceber que seu conteúdo é útil e relevante. Se você fizer isso, recompensará seu site ou seu blog com o ranking que merece. No entanto, apenas concentrar seus esforços de SEO em seu conteúdo não é suficiente.
Os truques de SEO apresentados aqui são um herói desconhecido quando se trata de classificação, e é por isso que você deve dedicar algum tempo e esforço para torná-lo tão bom quanto possível.

Em tempo:
• Você está implementando alguma dessas táticas técnicas de SEO hoje?
• Você tem algumas dicas adicionais que você gostaria de compartilhar ou sugerir?
• Você se preocupa em fazer SEO para o seu conteúdo?

Como sempre, gostaríamos de ouvir de você, então deixe seus comentários abaixo.

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Como proteger seu site, loja virtual ou APP contra SQL Injection, XSS e Brute-Force usando WAF

Como proteger seu site ou loja virtual com WAF

 

Quem não está preocupado com a segurança da sua aplicação online? Quer saber como proteger seu site ou loja virtual com WAF? Vamos demonstrar neste artigo.

A configuração da segurança na camada de aplicação é crucial. Falhas podem levar a enormes prejuízos, financeiros e de reputação da sua marca.

Se você pensa que este é um problema exclusivamente das grandes empresas, ledo engano. Mais de 60% dos ataques têm como alvo as empresas de pequeno e médio porte. E a má notícia é que, caso um ataque destes seja bem sucedido, mais de 60% destas empresas irá fechar por não ter recursos suficientes para se recuperar.

Para um blog, perda ou deformação de conteúdo. Uma loja virtual pode sofrer roubo de dados, ou até mesmo fraudes em suas transações comerciais. Um aplicativo móvel pode ter suas chamadas de API clonadas e sofrer todos estes sintomas. A área administrativa de qualquer destas aplicações pode ser indevidamente acessada e o estrago pode ser irreparável.

Quem quer correr estes riscos?

Mas a pergunta que importa mesmo é, como saber se o seu site/loja/app está vulnerável? Ou se está na “mira” de algum usuário mal-intencionado?

Um case de uso do WAF

Resolvemos abrir um case para vocês, o do nosso próprio site – www.gocache.com.br

Em nosso site utilizamos o WordPress em sua última versão, com todos plugins atualizados e hospedado em servidor virtual.

Pouco antes de lançarmos nossa solução de WAF, partimos para o teste final, nada mais justo que testar a ferramenta em nosso site de produção.

A situação inicial

Ativamos o Web Application Firewall com alto critério de filtragem e em modo simulação, para que apenas fossem gerados logs, já que não queríamos arriscar um falso positivo.

Eis o resultado:

waf dia1

Tivemos apenas uma tentativa de acesso suspeita. Eis os detalhes do incidente:

log waf dia1

Pelas características do incidente deduzimos tratar-se de um robô, provavelmente sondando vulnerabilidades.

No segundo dia com a ferramenta ativa, percebemos que este tipo de acesso não era raro:

waf dia2

Foram 25 acessos que a ferramenta identificou como suspeitos.

Ao checar os detalhes destes eventos, identificamos o seguinte:
log1 waf dia2
log2 waf dia2

 

Além do acesso de um robô semelhante ao do primeiro dia, também houve tentativas de quebra de senha (brute-force) na área administrativa.

 

O tamanho do problema

Com o tempo o volume de acessos suspeitos foi aumentando consideravelmente. Ainda estávamos utilizando o modo de simulação da ferramenta para termos certeza de que não ocorreriam falsos positivos, ou que caso ocorressem poderíamos identificar e criar uma regra de filtragem que evitasse o falso positivo quando habilitássemos o modo de bloqueio.

Seguimos com o plano inicial, de gerar logs durante uma semana antes de ativar o bloqueio. Veja a que ponto chegamos:


waf dia4

waf dia4 pag2

log waf dia3

 

Sim, 14 páginas de log para o dia 13, apenas uma semana após o início do uso da ferramenta. Mais de 400 tentativas de ataque ao nosso site em apenas um dia.

 

A Solução

A esta altura já tinhamos dados suficientes para configurar uma regra de filtragem específica e então modificar o modo de funcionamento do WAF para “bloquear” ao invés de “simular”:

regra waf login

 

Note que para esta regra específica colocamos o WAF em modo “desafiar” ao invés de “bloquear”.  Isso porque para o tipo de ataque que identificamos, feito via robô, o desafio é uma medida um pouco menos drástica e quase tão eficiente quanto o bloqueio. O resultado desta regra é a exibição desta tela antes de apresentar os campos para autenticação na área administrativa do WordPress:

tela desafio waf

 

Com isso ficamos tranquilos para ativar o bloqueio completo dos acessos suspeitos.

 

Os Benefícios

O resultado, além da segurança da aplicação, é a economia de recursos computacionais e de rede, uma vez que os acessos bloqueados no WAF ficam na borda e não consomem a banda na infraestrutura de hospedagem.

Ou seja, além de proteção você também economiza.

Acreditamos que o uso de WAF não é mais uma opção, mas sim uma necessidade, e quem deixar para depois pode não ter tempo para se arrepender. É melhor prevenir do que remediar!

 

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Como otimizar WordPress/WooCommerce e ainda reduzir custos

Otimizar WordPress/WooCommerce, quem não quer?

 

Este post ilustra um caso cada vez mais comum, de clientes em busca de otimizar o WordPress/WooCommerce que acabam chegando à GoCache.

Ao invés de um post explicativo, resolvemos ilustrar com um case recente.

logo comprerural.com

O case é do cliente comprerural.com. O CompreRural.com é um portal de conteúdo do agronegócio brasileiro e canal de anúncios, que foca no conteúdo técnico do cotidiano do homem do campo brasileiro. Seu conteúdo discute diariamente a pecuária e a agricultura.

 

Situação

 

O administrador do site chegou à GoCache através da nossa participação na comunidade iMasters. Utilizava a maior CDN do planeta e, apesar de não estar infeliz com o serviço, precisava de ajuda com sua infraestrutura de hospedagem.

Fez uma inscrição em nosso trial gratuito (que não necessita de cartão de crédito), entrou em contato conosco via Skype e explicou a situação:

 

overloaded

 

Os servidores de hospedagem não estavam suportando a carga. Veja o que a monitoração do site mostrava:

picos de consumo de infra

 

Consequências

 

O site estava levando em média 11,5 segundos para carregar (às vezes até mais de 20 segundos!) graças à infraestrutura sobrecarregada.

Além disso, o administrador do comprerural.com não se sentia seguro para investir em publicidade, pois nos poucos experimentos que fez houve queda do site durante o aumento repentino no volume de acessos, desperdiçando o potencial retorno do investimento.

 

Solução

 

1- Fizemos a configuração do acesso à GoCache via CNAME, pois este cliente em particular possui muitas personalizações em sua zona DNS e preferiu não apontar o DNS para cá.

2- Instalamos o plugin GoCache para WordPress. Este plugin permite que toda e qualquer atualização no site, ou comentário nos posts, seja imediatamente publicada sem a necessidade por aguardar a expiração do cache, ou de acessar o painel de controles para limpá-lo manualmente. O uso do plugin permitiu configurar o tempo de expiração do cache em 7 dias, aumentando assim a taxa de efetividade do cache, o cache hit ratio.

3- Em seguida habilitamos o SmartCache para WordPress, que configura automaticamente o cacheamento dinâmico de todo o site em WordPress ou WooCommerce, já excluindo o wp-admin.

 

Resultado

 

A combinação de cacheamento de conteúdo dinâmico + expiração de cache em 7 dias trouxe o resultados abaixo:

tempo de carga com CDN

 

O tempo de carga do site passou para uma média de 3 segundos, uma melhora de desempenho superior a 77%. Mas o mais importante, os servidores de hospedagem pararam de apresentar sobrecarga e passaram a suportar tranquilamente as ações de marketing.

 

Além disso, o comprerural.com passou a utilizar nosso SSL gratuito, melhorando a segurança para os usuários do site e também seu posicionamento em SEO. O uso do SSL ajuda em duas frentes, melhor desempenho e melhor segurança, ambos fatores importantes para o bom posicionamento de um site nas páginas de busca.

 

Dois meses após a contratação da GoCache, recebemos este feedback do administrador do comprerural.com:

depoimento skype

 

Esta é, sem dúvida, a nossa maior recompensa. A tranquilidade dos nossos clientes é um dos principais motivos para continuarmos evoluindo nossos produtos e serviços.

 

Em agosto tivemos mais uma agradável surpresa ao receber esse contato dos administradores do site:

 

pico de visitas comprerural

O gráfico é do Google Analytics:

 

analytics comprerural

A visitação subiu mais de 40x em 48 horas!

pico de visitacao agradecimento

 

 

Obrigado comprerural.com! Esperamos que o site tenha muito sucesso e nos sentimos honrados em poder participar da sua jornada!

E você, leitor, se identificou? Já viu ou vivenciou situações parecidas?

A missão da GoCache é tornar seu site sempre acessível, de qualquer lugar, a qualquer momento, em qualquer dispositivo.

Faça um teste sem compromisso – clique aqui para iniciar seu trial de 7 dias.

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Uso de CDN nos sites de pequeno e médio porte ainda é tímido no Brasil

Uma pesquisa realizada pela GoCache em Fevereiro de 2017 aponta que o uso de CDN ainda não atingiu maturidade no mercado nacional. Prova disso é o grande número de sites de pequeno e médio porte que ainda não utilizam a tecnologia.

A pesquisa foi feita utilizando scripts de rastreamento, cruzando os dados de tecnologia utilizada com os dados de audiência do site Alexa. A classificação dos sites em segmentos é decorrente do volume de dados trafegados mensalmente, estimados com base nessa audiência. Para referência, 1TB de tráfego equivale aproximadamente a 1 milhão de pageviews. Como amostra foram varridos 20% dos 100 mil maiores sites do Brasil.

Assim como acontece no mercado americano, quanto maiores os sites, mais popular o uso de CDN. Nos 100 maiores sites brasileiros, com tráfego mensal superior a 300TB, a adoção de CDN é de mais de 70%, número muito próximo aos 75% do mercado americano.

Porém, a aproximação com o mercado americano começa a mudar já no segmento de sites considerados médios-grandes. Dos 900 que estão neste grupo, a taxa de adoção é de 53%, contra 70% dos sites americanos de tamanho similar.

Na classificação seguinte, “médios-pequenos”, dos 9 mil sites, apenas 31% utilizam CDN. Sites deste tamanho, com audiência mensal em torno de 3,6 milhões de pageviews, a adoção nos Estados Unidos chega a 53%. Na base da pirâmide estão os 90 mil sites brasileiros considerados pequenos, com média de pageviews mensais em torno de 440 mil, apenas 12% utilizam CDN, número muito pequeno quando comparado à penetração desta tecnologia em 34% deste segmento nos EUA.

segmentação do uso de cdn

Distribuição do uso de cdn

O estudo também verificou que existem praticamente cinco empresas dominando o mercado nacional: as internacionais Akamai, CloudFlare e CloudFront (AWS), e as nacionais Azion e GoCache. Outras empresas de CDN, somadas, não chegam a uma representatividade de sequer 2% de participação de mercado.

De acordo com Guilherme Eberhart, CEO da GoCache, a tendência é que ao longo dos próximos dois anos estes números se aproximem das médias de uso presentes no mercado americano.

O que percebemos é que o uso de CDN no Brasil ainda é considerado necessário apenas por sites de grande audiência, enquanto a vasta maioria dos sites de porte um pouco menor não percebeu que também pode se beneficiar significativamente dos ganhos em desempenho, disponibilidade e segurança, a preços que se tornaram bastante acessíveis”, afirma Guilherme.

 

*matéria originalmente publicada no portal iMasters – link

Afinal, o que é uma “NextGen CDN”?

 

Afinal, o que é uma NextGen CDN?

 

Você já deve ter ouvido o termo, ou talvez não, “next gen”. É uma abreviação de “next generation”, ou próxima geração. É o termo utilizado para descrever algo que evoluiu e apresenta significativas melhorias com relação ao que estava disponível anteriormente, seja em tecnologia, nos esportes, finanças ou qualquer outra área.

 

Quando falamos de CDN (Content Delivery Network), o termo é utilizado em referência às CDNs que resolvem problemas que surgiram recentemente, os quais as CDNs tradicionais não estão equipadas para tratar de forma adequada.

 

A popularização da banda larga e do acesso à internet via dispositivos móveis trouxe dois problemas cabeludos para as CDNs: páginas com muito conteúdo (imagens de alta resolução, vídeo, CSS e JavaScript) e a necessidade por carregamento quase em tempo-real.

 

Para referência, a média de tamanho das páginas em 2010 era de 650KB, versus uma média de 2,4MB em 2016, ou seja, cresceu 400%.

 

CDN Tradicional X NextGen CDN

 

As CDNs tradicionais sempre focaram na entrega de conteúdo estático – imagens e vídeos – e sua tecnologia e infraestrutura não estavam preparadas para lidar com os requisitos de entrega de conteúdo dinâmico e serviços em tempo-real – como HTML, APIs, Ajax – ou qualquer conteúdo que necessite de lógica de aplicação.

 

Foi justamente da necessidade pela entrega de conteúdo em rápida e constante mudança, aplicações web interativas, aplicações móveis e APIs que as nextgen CDNs emergiram. Concentram seus esforços e desenvolvem plataformas que oferecem aos clientes controle sobre seus aplicativos Web, dando-lhes a flexibilidade e visibilidade necessárias, combinando os recursos e a funcionalidade de plataformas de computação em nuvem de ponta. As CDNs de próxima geração podem armazenar rapidamente conteúdo em constante mudança. Isto é possível graças a recursos como a renovação instantânea de cache (purga), que remove e substitui o conteúdo cacheado em tempo real. Além deste recurso, as CDNs de próxima geração aumentam a flexibilidade e a transparência na entrega e monitoração de conteúdo. Esses recursos incluem a aplicação instantânea de alterações de configuração e relatórios em tempo real.

 

Benefícios

 

Essas funcionalidades permitem que os desenvolvedores atualizem aplicativos na nuvem enquanto estão em execução, eliminando assim a necessidade por downtime para manutenção. Também possibilitam prever picos de tráfego e fornecem visibilidade sobre potenciais gargalos, que poderiam afetar o bom funcionamento do site. A flexibilidade estendida dá aos clientes deste tipo de CDN controle completo sobre sua aplicação web. desde os estágios de desenvolvimento até a execução em produção na nuvem. As empresas que adotam a nova tecnologia não estão mais restritas à tradicional “caixa preta” das CDNs tradicionais, onde a visibilidade, a funcionalidade e as escolhas são limitadas.

 

A adoção de uma NextGen CDN propicia a entrega de aplicações de alto desempenho e a tomada de decisões baseadas em relatórios avançados, trazendo como benefícios a redução nas taxas de abandono, melhora no SEO e taxas de conversão e redução nos custos com operações e infraestrutura.

 

*texto publicado originalmente no Portal iMasters em https://imasters.com.br/infra/afinal-o-que-e-uma-nextgen-cdn/

Novos relatórios – CDN Analytics da GoCache

Recentemente nossa equipe fez uma reformulação completa dos relatórios de uso na GoCache, batizados de “CDN Analytics”.

Além do novo design, mais leve e claro, também adicionamos algumas informações muito úteis. Vale ressaltar que nossos relatórios são gerados em tempo-real, com o objetivo de auxiliar na utilização eficiente da CDN e eventualmente com o troubleshooting da sua aplicação.

Veja aqui os detalhes do que mudou:

 

Layout

A primeira mudança foi no layout, que era assim:

GoCache CDN

agora é assim:

consumo banda

A mudança no layout tem como objetivo facilitar a visualização dos dados.

 

Periodicidade

Também incluimos a opção de modificar o período dos dados visualizados, que pode ser retroativo em até 2 anos:

periodo_datas

 

E adicionamos a possibilidade de visualizar os detalhes com granularidade de minutos:

periodo horario

 

Mais que apenas dados, informações valiosas

Além da mudança no layout e nas opções de periodicidade dos dados, adicionamos três gráficos novos, que trazem informações valiosas para ajudar tanto a maximizar a eficiência de cache e a economia de recursos quanto a solucionar eventuais problemas na aplicação.

 

Tamanho médio de Requisição

tamanho requisicao

Oscilações muito grandes no tamanho médio de requisição podem indicar, por exemplo, que uma imagem de tamanho incorreto foi carregada para o site. A consequência disso seria um aumento significativo no consumo de tráfego de dados e, consequentemente, custos maiores.

 

Transferência por Segundo

transfer por segundo

Evidencia a largura de banda necessária na infraestrutura de origem, permitindo assim o dimensionamento adequado junto ao provedor de hospedagem e consequentes economias, uma vez que a capacidade ociosa se faz bem menos necessária.

 

Tempo de Resposta da Origem

tempo resposta origem

Demonstra o tempo de comunicação entre a infraestrutura de hospedagem e a CDN. Divide-se em conteúdo HTML, geralmente renderizado pelo servidor de aplicação, e OUTROS, que geralmente engloba o conteúdo estático. Este gráfico facilita a identificação de problemas de sobrecarga na infraestrutura de hospedagem.

 

Gostou? Vem muito mais por aí…

Estamos sempre abertos a ouvir críticas e sugestões, é com base neste feedback que norteamos nossa evolução. Estes novos gráficos são o resultado direto deste processo, então por favor não tenha vergonha de enviar seu feedback para contato@gocache.com.br.

 

Go faster. GoCache.

GoCache, CloudFlare ou CloudFront? Qual a melhor CDN para você?

 

Disclaimer: Este artigo foi escrito em Outubro/2016 e tende a se tornar desatualizado à medida que as empresas evoluem seus produtos e modelos de negócio.

GoCache, CloudFare ou CloudFront?

 

Este é um post comparativo, com o objetivo de esclarecer as diferenças entre GoCache, CloudFlare e CloudFront (AWS) no Brasil.

 

Resumo

 

Vamos começar pelo final, assim fica mais fácil a visualização das principais diferenças. Você pode ler os detalhes no corpo do artigo.

 

gocachevscloudflarevscloudfront

 

O uso da CloudFare (plano gratuito) compensa, quando falamos de um site no Brasil focado no mercado doméstico, somente nos casos onde a latência não importa, as funcionalidades do plano gratuito bastam e não existem grandes preocupações com SLA ou necessidade por suporte técnico.

 

O grande problema do CloudFront é o preço para entrega no Brasil. Os valores, quando devidamente tributados, ficam bem salgados e a conta no final do mês pode acabar sendo proibitiva. O suporte técnico também tem um custo elevado.

 

Mas por favor não acredite somente na tabela acima! Sugerimos que faça testes nos três e chegue às suas próprias conclusões!

 

1.  Latência

latencia

 

Se você utiliza o plano gratuito da CloudFare, seu tráfego é roteado exclusivamente a partir dos EUA, sua latência sempre será maior que a dos sites hospedados no Brasil, mesmo sem utilizar uma CDN. Você perde uma das maiores vantagens do uso de uma rede de distribuição de conteúdo.

 

Se você utiliza um dos planos pagos, sua latência fica competitiva, mas ainda assim limitada. Isto ocorre porque a CloudFlare mantém somente um ponto de presença (PoP) em São Paulo. Além disso, mesmo nos planos pagos, existe uma restrição para utilização da banda no Brasil, principalmente se você tem um site com muito tráfego. Também é possível que, usando o plano pago, seu tráfego seja roteado via EUA caso ocorram problemas técnicos no PoP brasileiro.

 

O CloudFront possui pontos de acesso em São Paulo e no Rio de Janeiro, para atender o tráfego em território nacional.

 

A GoCache possui diversos pontos de presença no Brasil, para melhorar o tempo de resposta. Também estamos em fase de expansão, veja aqui nossos PoPs ativos e planejados. Nosso foco é o mercado brasileiro e todos os nossos investimentos são planejados com o objetivo de fornecer a melhor rede de distribuição de conteúdo do Brasil.

 

2.  DNS

DNS

 

A CloudFlare não dá opção nos planos gratuito e Pro. Você deve mudar o DNS para os servidores deles, ou não usa o serviço. Apenas a partir do plano Business, de US$200/mês é que você passa a ter a alternativa de usar um CNAME.

 

Tanto CloudFront quanto GoCache permitem escolher. Se não quiser virar a zona DNS inteira você pode configurar apenas o CNAME das entradas que utilizarão a CDN.

 

Isso deixa a processo de configuração mais simples e com menor custo operacional. Também evita possíveis dores de cabeça com outros serviços do seu domínio, como por exemplo o seu e-mail.

 

3.  Funcionalidades

funcionalidades

 

A CloudFlare limita as funcionalidades conforme o plano contratado. Na GoCache e no CloudFront todas as funcionalidades são liberadas em todos os planos.

 

Na GoCache temos as SmartRules, funcionalidade exclusiva.  Essa funcionalidade permite um nível de customização que nenhuma outra CDN no planeta permite. Customizações que facilitam inclusive o cache de todas as páginas do site (full page cache), mesmo em cenários complexos, como o de um e-commerce. Além de desonerar significativamente o consumo de recursos nos servidores de aplicação e banco de dados, aumenta muito a performance.

 

WordPress e Magento têm a configuração simplificada na GoCache, bastam 2 cliques no painel de controle e os sites que utilizam essas plataformas ficam com a melhor configuração de cache possível. Além disso, temos um plugin que automatiza a limpeza do cache quando você modifica o conteúdo no WordPress, inclusive no caso de comentários em publicações. O uso do plugin é uma facilidade adicional, mas não é obrigatório.

 

Na CloudFlare você precisa instalar o plugin deles para ter mais simplicidade no uso do WordPress, no entanto em um cenário preparado somente para o cache de conteúdo estático, que não tem um importante papel na redução de consumo de recursos em infraestrutura.

 

Para integração do CloudFront com estas aplicações de prateleira é necessário a instalação de plugins de terceiros, além de restringirem o cache somente ao conteúdo estático.

 

4.  Suporte e Preço

suporte

 

A CloudFlare só oferece dois canais de suporte, e-mail ou telefone.

 

Enquanto o suporte por e-mail existe para todos os planos, a prioridade é do plano de US$200/mês ou superior. Suporte via telefone é exclusivo para o plano mais caro, o Enterprise, que começa em US$ 1000/mês. Com o dólar a R$ 3, isso se traduz em R$ 3000, mais R$ 1800 de Imposto de Importação e R$ 180 de IOF, totalizando R$ 4980/mês.

 

No CloudFront você paga o uso de tráfego entre a CDN e o usuário final, entre a CDN e o servidor de origem e conforme a quantidade de requisições atendidas. O tráfego entre CDN e usuário começa com custo de US$ 0,25/GB, o que se traduz em um custo direto de R$ 0,75/GB somados a R$ 0,45/GB de Imposto de Importação e R$ 0,03/GB de IOF, totalizando R$ 1,23/GB transferido. Além disso, não há ganho de escala no tráfego entre CDN e servidor de origem, este custo é sempre de US$ 0,125/GB, o que se traduz em R$ 0,6225/GB (0,375+0,225+0,0225).

 

Não bastando os custos muito acima dos demais, caso queira suporte técnico você ainda deve contratar à parte. O menor valor a ser pago por isso é de US$29/mês para ter apenas o suporte via e-mail em horário comercial e uma quantidade limitada de tickets de helpdesk. Fatorados os devidos impostos, esse custo fica em R$ 144,42/mês (dólar a R$3)!

 

Na GoCache atendemos em todos os canais, e-mail, chat, telefone, Skype e Whatsapp. O atendimento telefônico é priorizado para os planos de maior volume.

 

 

5.  Moeda Estrangeira

dolar

 

Custos atrelados ao dólar são sempre arriscados, nunca sabemos quando a situação internacional vai mudar. Normalmente é quando a situação da economia complica, com queda nas vendas, que estes custos aumentam, “ajudando a piorar” a situação.

 

Além do risco cambial somam-se a esta complicação os tributos e requisitos de Imposto de Renda.

 

A tributação sobre importação de serviços de software é de 60% e o IOF é de 6%. Mesmo no menor plano pago da CloudFlare, de US$ 20, a mensalidade seria de R$ 99,6 (dólar a R$3).

 

No CloudFront, para um plano que comporte a transferência de 100GB/mês, assumindo que somente 10% dos acessos sejam requisitados no servidor de origem e que cada acesso resulte em apenas 20 requisições (com cerca de 100.000 pageviews mensais equivalentes a 2 milhões de requisições) o valor mensal ficaria em US$ 25 (CDN – usuário) + US$ 1,25 (CDN – origem) + US$ 3,2 (requisições), totalizando US$ 29,45 ou R$ 146,66 após os devidos tributos (dólar a R$3).

 

Além disso, é exigência da Fazenda que o valor 15% do pagamento ao fornecedor estrangeiro fique retido. A grande maioria dos usuários do serviço desconhece esta obrigação. Ao deixar de reter esta parcela essas empresas  geram um passivo fiscal que pode resultar em custos significativos no futuro.

 

Na GoCache os planos começam em R$ 19 e não existe nenhuma destas complicações tributárias. Você recebe melhor conectividade e serviço por uma fração do valor pago a qualquer um destes concorrentes.

 

6.  SLA

SLA

O uso de CDN é reconhecido como uma importante configuração para melhorar a disponibilidade dos websites. A própria arquitetura do serviço contribui para melhorar a resiliência, inclusive com proteção contra ataques DDoS.

 

A CloudFlare não garante SLA para os planos gratuito e Pro. Por menos de US$ 200/mês você não terá garantia de disponibilidade ou direito a qualquer tipo de ressarcimento.

 

CloudFront e GoCache oferecem SLA em todos os planos, demonstrando maior compromisso com um serviço de qualidade.[:en]

Disclaimer: Este artigo foi escrito em Outubro/2016 e tende a se tornar desatualizado à medida que as empresas evoluem seus produtos e modelos de negócio.

GoCache, CloudFlare ou CloudFront?

 

Este é um post comparativo, com o objetivo de esclarecer as diferenças entre GoCache, CloudFlare e CloudFront (AWS) no Brasil.

 

Resumo

 

Vamos começar pelo final, assim fica mais fácil a visualização das principais diferenças. Você pode ler os detalhes no corpo do artigo.

 

gocachevscloudflarevscloudfront

 

O uso da CloudFlare (plano gratuito) compensa, quando falamos de um site no Brasil focado no mercado doméstico, somente nos casos onde a latência não importa, as funcionalidades do plano gratuito bastam e não existem grandes preocupações com SLA ou necessidade por suporte técnico.

 

O grande problema do CloudFront é o preço para entrega no Brasil. Os valores, quando devidamente tributados, ficam bem salgados e a conta no final do mês pode acabar sendo proibitiva. O suporte técnico também tem um custo elevado.

 

Mas por favor não acredite somente na tabela acima! Sugerimos que faça testes nos três e chegue às suas próprias conclusões!

 

1.  Latência

latencia

 

Se você utiliza o plano gratuito da CloudFlare, seu tráfego é roteado exclusivamente a partir dos EUA, sua latência sempre será maior que a dos sites hospedados no Brasil, mesmo sem utilizar uma CDN. Você perde uma das maiores vantagens do uso de uma rede de distribuição de conteúdo.

 

Se você utiliza um dos planos pagos, sua latência fica competitiva, mas ainda assim limitada. Isto ocorre porque a CloudFlare mantém somente um ponto de presença (PoP) em São Paulo. Além disso, mesmo nos planos pagos, existe uma restrição para utilização da banda no Brasil, principalmente se você tem um site com muito tráfego. Também é possível que, usando o plano pago, seu tráfego seja roteado via EUA caso ocorram problemas técnicos no PoP brasileiro.

 

O CloudFront possui pontos de acesso em São Paulo e no Rio de Janeiro, para atender o tráfego em território nacional.

 

A GoCache possui dois pontos de presença em operadoras distintas de São Paulo, para melhorar o tempo de resposta. Também estamos em fase de expansão, com dois novos PoPs previtos para o final de fevereiro/2017 em regiões distintas no Brasil. Nosso foco é o mercado brasileiro e todos os nossos investimentos são planejados com o objetivo de fornecer a melhor rede de distribuição de conteúdo do Brasil.

 

2.  DNS

DNS

 

A CloudFlare não dá opção nos planos gratuito e Pro. Você deve mudar o DNS para os servidores deles, ou não usa o serviço. Apenas a partir do plano Business, de US$200/mês é que você passa a ter a alternativa de usar um CNAME.

 

Tanto CloudFront quanto GoCache permitem escolher. Se não quiser virar a zona DNS inteira você pode configurar apenas o CNAME das entradas que utilizarão a CDN.

 

Isso deixa a processo de configuração mais simples e com menor custo operacional. Também evita possíveis dores de cabeça com outros serviços do seu domínio, como por exemplo o seu e-mail.

 

3.  Funcionalidades

funcionalidades

 

A CloudFlare limita as funcionalidades conforme o plano contratado. Na GoCache e no CloudFront todas as funcionalidades são liberadas em todos os planos.

 

Na GoCache temos as SmartRules, funcionalidade exclusiva.  Essa funcionalidade permite um nível de customização que nenhuma outra CDN no planeta permite. Customizações que facilitam inclusive o cache de todas as páginas do site (full page cache), mesmo em cenários complexos, como o de um e-commerce. Além de desonerar significativamente o consumo de recursos nos servidores de aplicação e banco de dados, aumenta muito a performance.

 

WordPress e Magento têm a configuração simplificada na GoCache, bastam 2 cliques no painel de controle e os sites que utilizam essas plataformas ficam com a melhor configuração de cache possível. Além disso, temos um plugin que automatiza a limpeza do cache quando você modifica o conteúdo no WordPress, inclusive no caso de comentários em publicações. O uso do plugin é uma facilidade adicional, mas não é obrigatório.

 

Na CloudFlare você precisa instalar o plugin deles para ter mais simplicidade no uso do WordPress, no entanto em um cenário preparado somente para o cache de conteúdo estático, que não tem um importante papel na redução de consumo de recursos em infraestrutura.

 

Para integração do CloudFront com estas aplicações de prateleira é necessário a instalação de plugins de terceiros, além de restringirem o cache somente ao conteúdo estático.

 

4.  Suporte e Preço

suporte

 

A CloudFlare só oferece dois canais de suporte, e-mail ou telefone.

 

Enquanto o suporte por e-mail existe para todos os planos, a prioridade é do plano de US$200/mês ou superior. Suporte via telefone é exclusivo para o plano mais caro, o Enterprise, que começa em US$ 1000/mês. Com o dólar a R$ 3, isso se traduz em R$ 3000, mais R$ 1800 de Imposto de Importação e R$ 180 de IOF, totalizando R$ 4980/mês.

 

No CloudFront você paga o uso de tráfego entre a CDN e o usuário final, entre a CDN e o servidor de origem e conforme a quantidade de requisições atendidas. O tráfego entre CDN e usuário começa com custo de US$ 0,25/GB, o que se traduz em um custo direto de R$ 0,75/GB somados a R$ 0,45/GB de Imposto de Importação e R$ 0,03/GB de IOF, totalizando R$ 1,23/GB transferido. Além disso, não há ganho de escala no tráfego entre CDN e servidor de origem, este custo é sempre de US$ 0,125/GB, o que se traduz em R$ 0,6225/GB (0,375+0,225+0,0225).

 

Não bastando os custos muito acima dos demais, caso queira suporte técnico você ainda deve contratar à parte. O menor valor a ser pago por isso é de US$29/mês para ter apenas o suporte via e-mail em horário comercial e uma quantidade limitada de tickets de helpdesk. Fatorados os devidos impostos, esse custo fica em R$ 144,42/mês (dólar a R$3)!

 

Na GoCache atendemos em todos os canais, e-mail, chat, telefone, Skype e Whatsapp. O atendimento telefônico é priorizado para os planos de maior volume.

 

 

5.  Moeda Estrangeira

dolar

 

Custos atrelados ao dólar são sempre arriscados, nunca sabemos quando a situação internacional vai mudar. Normalmente é quando a situação da economia complica, com queda nas vendas, que estes custos aumentam, “ajudando a piorar” a situação.

 

Além do risco cambial somam-se a esta complicação os tributos e requisitos de Imposto de Renda.

 

A tributação sobre importação de serviços de software é de 60% e o IOF é de 6%. Mesmo no menor plano pago da CloudFlare, de US$ 20, a mensalidade seria de R$ 99,6 (dólar a R$3).

 

No CloudFront, para um plano que comporte a transferência de 100GB/mês, assumindo que somente 10% dos acessos sejam requisitados no servidor de origem e que cada acesso resulte em apenas 20 requisições (com cerca de 100.000 pageviews mensais equivalentes a 2 milhões de requisições) o valor mensal ficaria em US$ 25 (CDN – usuário) + US$ 1,25 (CDN – origem) + US$ 3,2 (requisições), totalizando US$ 29,45 ou R$ 146,66 após os devidos tributos (dólar a R$3).

 

Além disso, é exigência da Fazenda que o valor 15% do pagamento ao fornecedor estrangeiro fique retido. A grande maioria dos usuários do serviço desconhece esta obrigação. Ao deixar de reter esta parcela essas empresas  geram um passivo fiscal que pode resultar em custos significativos no futuro.

 

Na GoCache os planos começam em R$ 19 e não existe nenhuma destas complicações tributárias. Você recebe melhor conectividade e serviço por uma fração do valor pago a qualquer um destes concorrentes.

 

6.  SLA

SLA

O uso de CDN é reconhecido como uma importante configuração para melhorar a disponibilidade dos websites. A própria arquitetura do serviço contribui para melhorar a resiliência, inclusive com proteção contra ataques DDoS.

 

A CloudFlare não garante SLA para os planos gratuito e Pro. Por menos de US$ 200/mês você não terá garantia de disponibilidade ou direito a qualquer tipo de ressarcimento.

 

CloudFront e GoCache oferecem SLA em todos os planos, demonstrando maior compromisso com um serviço de qualidade.[:]

12 bons motivos para você usar uma CDN

12 bons motivos para você usar uma CDN

 

*artigo publicado originalmente no site E-commerce Brasil: link

 

Você já considerou utilizar uma CDN para seu site ou ecommerce?

Tecnologia evoluir rapidamente não é novidade para ninguém, na verdade hoje em dia é o esperado. O problema é que a Tecnologia da Informação está presente em tantas frentes distintas que fica difícil acompanhar. Para um médico ler todas as publicações de um ano precisaria de mais de 400 dias lendo sem parar.

Acredito que na TI estejamos avançando a passos largos na mesma direção. A consequência dessa enxurrada de informação é que, muitas vezes, você acaba ficando para trás por não conhecer algo que evoluiu e se tornou útil, ou até mesmo essencial.

O que levou a este artigo. A maioria dos profissionais web já se deparou com o termo CDN – Content Delivery Network (Rede de Distribuição de Conteúdo) – ou leu a respeito. O conceito é simples, espelha-se o conteúdo do site de seu servidor de origem(onde está hospedado) para servidores distribuídos geograficamente em datacenters estratégicos, para que, ao acessar um site, o usuário final receba os arquivos armazenados no data center mais próximo, reduzindo assim a latência e melhorando a experiência do usuário.

Para ter uma ideia, calcula-se que mais da metade do tráfego mundial passa por CDNs e só a Akamai, a maior delas, trafega 30% de todos os dados do planeta. Todos os grandes sites, como Google, Facebook, Youtube, Amazon, utilizam CDNs. Mas agora esta tecnologia está também acessível a médias e pequenas empresas, através de novas CDNs e novas tecnologias.

 

Sem uma CDN os usuários buscam as páginas diretamente no servidor de origem.

GoCache_CDN

Com o a CDN o conteúdo fica distribuído geograficamente e o usuário acessa o servidor mais próximo

GoCache_CDN

    Inicialmente considerada uma ferramenta importante para sites com conteúdo estático muito pesado, como por exemplo filmes. Hoje em dia este tipo de plataforma oferece muito mais do que apenas a melhora na latência (que não deixou de ser importante).

Neste artigo vamos analisar 12 motivos fundamentados em dados para a utilização de uma CDN e como isso pode ajudar a melhorar a competitividade do seu site.

 

Por que usar um CDN?


Muitas das melhores marcas e sites hoje em dia usam CDNs porque servem a audiências globais e precisam entregar conteúdo de forma rápida e eficiente. De acordo com o site BuiltWith, mais de 51% dos top 10.000 sites do mundo estão usando uma CDN. Se expandirmos a análise para os top 100.000 esta proporção cai significativamente. O motivo para isso é muito simples – as empresas menores ainda não perceberam o quão benéfica uma CDN pode ser.

No Brasil este cenário é ainda pior, pois graças à falta de alternativas competitivas em nosso mercado havia apenas um grande player internacional cobrando muito caro pelo uso de sua CDN. Isto criou a associação do termo “CDN” a algo “caro” e “apenas para as grandes empresas”. Felizmente este cenário mudou e hoje existem alternativas bastante viáveis economicamente, mesmo para as micro e pequenas empresas.

GoCache_CDN

Com dados do mesmo site, quando avaliamos a situação do Brasil, temos a seguinte tabela (Agosto/2016):

GoCache CDN

Comparados à média de mundial, os top 100 mil sites no Brasil estão bem próximos ao resto do mundo, mas os demais estão apenas abaixo da metade da média.

 

A evolução do tamanho médio das páginas web

 

O tamanho médio das página Web vem crescendo rapidamente à medida que a velocidade de conexão à internet melhora. Segundo o httparchive.org, o tamanho médio das página na web em 2010 era de 632 KB,  em 2016 é 2.456 kB. Um crescimento de 389%!

GoCache CDN

GoCache CDN

 

Os componente da página aumentaram em tamanho, em especial as imagens, que cresceram quase 365%, quase 4x. Mesmo com velocidades de conexão maiores, não há como evitar que o tempo de carregamento das páginas aumente consideravelmente.

Além do tamanho maior das páginas, o meio utilizado para acesso também mudou.

 

A revolução mobile

 

Em 2014 o acesso móvel superou o acesso via desktop, e desde então essa diferença só faz crescer.

GoCache CDN

 

Vejamos a seguir, em pesquisa da GWI – Global Web Index – do primeiro semestre de 2016, mais dados relevantes.

A maioria da população brasileira possui um smartphone:

GoCache CDN

O uso do smartphone como meio para acessar a internet só aumenta, o de desktops vem caindo lentamente.

GoCache CDN

 

E a importância atribuída ao smartphone como principal meio de acesso à web já superou a do desktop:

GoCache CDN

A consequência disso é que muitos sites já tem por filosofia o “mobile first”, priorizando o acesso mobile. É lógico deduzir que o progressivo aumento no tamanho médio das páginas torna-se uma grande dor de cabeça, dada a péssima qualidade das conexões de dados móveis no Brasil. É este mais um dos motivos que impulsionam a adoção de uma CDN. Mas conforme o título deste artigo, evidenciaremos outros benefícios que podem não ser tão intuitivos à primeira vista.

1. Melhor desempenho e menor latência

O mais conhecido benefício da utilização de uma CDN. É uma maneira simples e fácil de aumentar a velocidade de carregamento dos websites e reduzir a latência.

 

 ”A utilização de uma CDN nos permite terminar a conexão mais perto do usuário, o que pode reduzir significativamente o custo de handshake TCP e TLS. Para melhores resultados, você deve utilizar uma CDN para servir tanto conteúdo estático quanto dinâmico”

 – Ilya Grigorik, Engenheiro de Desempenho do Google

 

Segundo Andreas Grabner em seu blog about:performance, há um erro muito comum no desenvolvimento web. Os desenvolvedores não utilizam todas as camadas corretas de cacheamento (navegador, CDN, servidor web e servidor de aplicação).

Não confie apenas em argumentos, confira os dados

Vejamos um teste simples com um site em WordPress. Utilizamos o tema “Verbosa” e algumas imagens pesadas, de alta resolução e tamanho superior a 500KB.

O site usado foi o www.gowp.com.br e a ferramenta Web Page Test. Simulamos acessos via Desktop (conexão via Cabo com 5Mbps) e dispositívo Móvel (conexão via 3g com 1,6Mbps). Fizemos 5 testes de acesso com navegador Chrome  e acesso a partir do EC2 da Amazon Brasil.

 

Atenção às colunas “Start Render”, que mostra o tempo para o início da exibição da página e afeta diretamente a percepção de velocidade do usuário final, e o “Load Time”, que é o tempo para a carga completa da página.

      • Velocidade em desktop Sem CDN (link para o teste) – Acesso via Cabo 5Mbps + ChromeGoCache CDN
      • Velocidade em desktop Com CDN (link para o teste) – Acesso via Cabo 5Mbps + ChromeGoCache CDN

Na simulação de acesso via desktop, o ganho no tempo de abertura foi de 30% e o tempo total de carga melhorou 12%.

      • Velocidade em smartphone sem CDN (link para o teste) – Acesso via 3G 1,6Mbps + ChromeGoCache CDN
      • Velocidade em smartphone com CDN (link para o teste) – Acesso via 3G 1,6Mbps + ChromeGoCache CDN

No acesso via dispositivo móvel, o ganho no tempo de abertura foi de 31%. O tempo total de carga melhorou 24%.

Vale ressaltar que não houve otimização das imagens, o que ocasiona os tempos absurdos para carga via 3G. Mesmo neste cenário simplório é possível notar que uma CDN proporciona uma média de abertura da página 30% mais veloz.

2. Provedores de hospedagem tradicionais não conseguem acompanhar

A tecnologia atual e tradicional de hospedagem web não é mais capaz de atender as demandas de websites. A CDN passou a desempenhar um papel significativo na superação dos recursos computacionais dos provedores de hospedagem tradicionais, cumprindo mais adequadamente o objetivo de entregar conteúdo rico em multimídia com qualidade alta e de forma confiável a baixo custo.

 

As CDNs agora são responsáveis pela maior parte da carga de uma grande quantidade de websites. Isso tem como consequência a economia de recursos em seu host, tanto computacionais quanto de tráfego.

Nas imagens abaixo vemos o quanto da demanda de recursos uma CDN absorve durante o período de um mês:

  • Tráfego (Banda)

No Brasil, este é um dos itens mais caros da infraestrutura de um website. Também é um dos primeiros gargalos quando ocorre um pico de visitação, já que a maioria dos provedores de hospedagem limita a largura de banda disponível para cada cliente.

No exemplo abaixo, no primeiro gráfico o ponto selecionado é o consumo médio de tráfego durante um dia comum. 347 megabytes do tráfego foram atendidos pela CDN e somente 9 megabytes chegaram ao servidor de origem.  Ou seja, em um dia normal, 97% do tráfego do site é atendido pela CDN.

GoCache CDN

O gráfico a seguir mostra um pico de demanda, com aumento de 124% sobre o volume médio diário. A CDN absorveu um percentual ainda maior deste tráfego, superior a 99%. O servidor de origem recebeu apenas 7 megabytes de tráfego, menos do que a média diária do mês.

GoCache CDN

O site no exemplo teve um consumo total, durante o mês de Agosto, de 10 terabytes.

GoCache CDN

O gráfico a seguir mostra o resultado, o tráfego no servidor de origem foi de apenas 2% do total.

GoCache CDN

No final das contas, apesar do enorme consumo de dados durante o mês, o site em questão não encontrou problemas. Nem teve surpresas desagradáveis com limitações do seu provedor de hospedagem,  ou em sua fatura ao final do mês.

 

  • Page Views

            Esta métrica demonstra quantas páginas são visualizadas, está diretamente relacionada à carga no servidor. É interessante notar que, apesar do pico de tráfego no dia 21, o consumo de páginas permaneceu dentro da média. Neste caso o site publicou uma página bem mais “pesada” que a média. O pico de tráfego ocorreu devido a uma página publicada com o dobro do tamanho médio.

 GoCache CDN          

É interessante notar que apenas 30 mil páginas (11%) foram servidas a partir do servidor de origem. Esta proporção pode mudar drasticamente dependendo das configurações de tempo de cache que um site utiliza. 89% das PageViews foram atendidas pela CDN no dia de pico.

No mês de Agosto o site transferiu quase 8 milhões de páginas:

GoCache CDN

87,5% das páginas foram servidas diretamente da CDN durante o mês, sem necessidade de uso dos servidores de origem.

GoCache CDN

Foram 6.776.596 páginas que a infraestrutura de origem deixou de servir. Fica fácil deduzir que as economias em recursos de CPU, memória e banco de dados são bastante expressivas.

 

  • Requisições (Requests)

Eis aqui o principal responsável pela carga na sua infraestrutura. Uma única página pode conter centenas de requisições. Imagens, banners, conexão ao banco, formulário, cada item da página equivale a uma requisição que consome recursos computacionais. Por este motivo uma página pouco visitada pode ficar “pesada” e demorar um tempo considerável para carregar.

No nosso exemplo, vemos que o pico de requisições coincide com o segundo dia do pico de transferência de dados. Aqui, novamente, chama a atenção a quantidade de requisições que a CDN absorve. De mais de 8 milhões de requisições atendidas, menos de 4% foi repassado à infra de origem. A infraestrutura do site foi capaz de atender tranquilamente o pico na demanda por recursos computacionais e a experiência do usuário não sofreu impacto algum.

GoCache CDN

O volume de requisições no mês de Agosto para o site foi de quase 158 milhões.

GoCache CDN

Apenas 6,2% destas requisições demandou recursos do servidor de origem. Foram 148 milhões de requisições atendidas pela CDN.

GoCache CDN

Isto se traduz em uma enorme economia de infraestrutura. Para sites que utilizam infraestrutura em nuvem, onde é possível escalar ou reduzir a quantidade de recursos contratados, a economia é imediata, pois a adequação no dimensionamento pode ser feita em poucas horas. Para sites que utilizam infraestrutura física, a consolidação pode levar um pouco mais de tempo, mas isso não deixa de tornar a economia atraente.

O uso da CDN traz dois benefícios importantes quando olhamos para a questão da hospedagem:

o site fica no ar, já que não extrapola os limites de tráfego e hardware impostos pelo provedor de hospedagem.

a fatura no final do mês sofre uma redução brutal, pois há menos consumo de banda e recursos de hardware.

3. Melhorias de SEO

GoCache CDN

Quando se trata de Search Engine Optimization (SEO) a velocidade da página é um fator muito importante no que se refere ao posicionamento da sua página nos resultados da busca orgânica.

A maioria dos mecanismos de busca considera o tempo de carregamento da página em suas fórmulas de posicionamento. O Google adora sites rápidos e anunciou em 2010 que a velocidade dos sites começaria a afetar seus rankings. Quanto mais rápido o seu site, melhor a sua chance de subir nos SERPs (Search Engine Results Page – Página de Resultados de Mecanismos de Busca).

Otimizar sites é extremamente importante. sites mais rápidos significam clientes satisfeitos. PageSpeed torna-se significativo para rankings

– Matt Cutts, Head of Google Webspam

 

4.Preço

 

GoCache CDN

 

Outro equívoco comum é que o uso de CDNs está associado a um preço salgado. De fato com alguns provedores de CDN isso é verdade. Mas existem alternativas nacionais bem acessíveis e competitivas. Somando o aumento de performance, economia com operações e infraestrutura, melhora de SEO e opções de segurança(mais sobre isso abaixo), é definitivamente um investimento que retorna em diversas dimensões.

Um blog com 50.000 visitantes únicos mensais pode ter um custo de R$ 19,00/mês para utilizar uma CDN. Claro que isso pode variar de acordo com o tipo de conteúdo e arquivos exibidos, mas em termos gerais é uma forma bastante econômica para se obter uma melhora expressiva no tempo de abertura do site, que pode melhorar em até 20 vezes. Quanto maior o volume de dados que um site trafega, menor o custo por GB transferido. Os ganhos de escala podem ser bem interessantes.

Comparativamente, os custos de banda internet na CDN são menores do que nos provedores de hospedagem tradicionais. A CDN absorve ao menos 60% da carga do seu servidor de origem. Isso possibilita reduzir o link de dados e a quantidade de servidores contratados com seu provedor de hospedagem. Essas economias, quando somadas, em muitos casos são superiores ao custo do serviço de CDN.

 

5. Robustez

 

GoCache CDN

 

Quem nunca se deparou com uma situação de sobrecarga que levou à queda do site? Além de frustrante, pode resultar em perdas financeiras catastróficas. Adicionar um fornecedor pode parecer má ideia, por tratar-se de mais um possível ponto de falha. Porém, graças à arquitetura típica das CDNs, elas acabam por reforçar a confiabilidade, por dois motivos:

  • As requisições via CDN são sempre encaminhadas para o PoP (Point of Presence – Ponto de Presença) mais próximo. Em caso de queda a requisição é repassado para o próximo PoP. Isso cria redundância, que assegura menor tempo de inatividade e uma experiência final mais agradável para seu usuário.
  • Por absorver a maior parte das requisições, a carga nos servidores de origem(hospedados em datacenter) sofre considerável redução. A CDN libera recursos computacionais para atender melhor a demanda por itens não “cacheáveis”. A infra de origem ganha fôlego.

 

6. Picos de acesso e escalabilidade

GoCache CDN(verde)tráfego de entrada
(azul)tráfego de saída

Quando se trata de web, você nunca sabe quando pode ocorrer um pico de tráfego. Se você apareceu em uma entrevista em algum site conhecido, ou publicou um post que viralizou, ou ainda colocou no ar uma promoção que fez um sucesso muito maior do que o previsto, é muito importante estar preparado para o pior. A maioria dos provedores de hospedagem não suportará um volume muito além do seu tráfego médio e vai desativar o seu site, ou tomar medidas deliberadas que prejudicarão o desempenho do site, para evitar prejudicar os demais clientes.

A CDN ajuda com muita eficiência a evitar esse problema. Como o conteúdo estático do seu site, que muitas vezes é responsável por 80% ou mais do seu tráfego, é armazenado em cache nos servidores de borda, isso gera um enorme alívio em seu servidor de origem e na rede onde ele se encontra. Com a maioria dos recursos sendo entregues através dos servidores de cache e da rede da CDN, seu servidor de origem não precisa lidar com o alto número de requisições, assim como seu provedor de hospedagem não precisa lidar com uma demanda surpresa por altos volumes de tráfego.

Isso torna seu site seja muito mais escalável com o menor esforço possível, evitando quaisquer cenários de indisponibilidade que poderiam custar dinheiro e prejudicar a reputação do seu negócio.

 

7. Custos Operacionais

GoCache CDN

Manter um site no ar 24×7 não é tarefa fácil. É necessário monitorar o acesso(rede) e o uso de recursos de infra (CPU, memória e uso de disco), performance do banco de dados e tempo de resposta das páginas. Quando ocorre um problema com alguma destas variáveis, seja por motivos que podem estar totalmente fora do controle da sua equipe, como por exemplo problemas de rota, ou por motivos corriqueiros, como a publicação da versão incorreta de uma página que sobrecarrega o banco de dados, as consequências para a equipe de operações são catastróficas. Alarmes e telefonemas urgentes nos horários mais inapropriados e noites em claro são a norma.

 

Clientes insatisfeitos reclamando para seus respectivos executivos de conta e sobrecarregando o suporte com chamados, telefonemas e tickets de helpdesk, tudo ao mesmo tempo, também são comuns. Além do custo financeiro existe também o custo de reputação da sua marca, que perde um pouco a cada incidente e sofre com reclamações em mídias sociais.

 

Com os benefícios que a CDN traz na economia de recursos de infra e percepção de desempenho, este tipo de situação torna-se muito mais raro. Mesmo um simples problema de rota, que poderia resultar em reclamações de lentidão, passa despercebido, já que os servidores da CDN estão espalhados em diversas redes e locais diferentes distribuindo o conteúdo do seu site normalmente.

 

A consequência é que sua equipe operacional passa a ter menos trabalho, com menos frequência, e a qualidade de vida dos seus administradores de sistemas, analistas de suporte, executivos de contas, e principalmente dos seus clientes, melhora exponencialmente.

 

8. Defesa contra DDoS

GoCache CDN

A CDN pode fornecer segurança adicional. Como todo o tráfego do website passa pela rede da CDN, é nos servidores de borda da CDN que serão mitigados ataques DDoS, enquanto seu site e seus usuários sequer notarão que houve um ataque.

 

9. SSL, TLS e HTTP/2

GoCache CDN

 

  • TLS

 

Outras características avançada de segurança que as CDNs oferecem é o uso de SSL, TLS e HTTP/2.

O TLS (Transport Layer Security) é um protocolo criptográfico com o objetivo de oferecer segurança para a comunicação entre serviços como email (SMTP), navegação por páginas (HTTP) e outros tipos de transferência de dados na Internet.

As diferenças entre o SSL e o TLS são muito pequenas e técnicas. O TLS tem a capacidade de trabalhar em portas diferentes e utiliza algoritmos de criptografia como o keyed-Hashing for Message Authentication Code (HMAC) enquanto o SSL utiliza somente o Message Authentication Code (MAC).

 

  • HTTP/2

 

O HTTP/2 tem uma série de vantagens sobre o HTTP/1.1. Usa multiplexação (abre uma única conexão para baixar múltiplos arquivos), nele as requisições e respostas são paralelas e assíncronas: seu navegador pede vários arquivos ao mesmo tempo e recebe-os assim que eles estiverem prontos, na mesma conexão. Isso assegura desempenho muito superior ao do HTTP/1.1.

Também utiliza o que se chama de “server push”, que trata de forma diferenciada as chamadas a elementos externos, como arquivos CSS e JavaScript. No HTTP/1.1, seu navegador precisa primeiro solicitar a página, ler o código-fonte em HTML, entender que há chamadas para elementos externos e somente então solicitar esses elementos. No HTTP/2, o servidor poderá mandar esses elementos antes do seu navegador solicitar. Quando o navegador precisa desses arquivos para renderizar a página, eles já estarão no computador.

E, finalmente, a última diferença está nos cabeçalhos, que o HTTP/2 comprime em um formato chamado HPACK. Quando o navegador solicita um arquivo é necessário baixar o cabeçalho desse arquivo, que pode conter o tamanho do arquivo, as informações do servidor e um cookie. Geralmente, um cabeçalho não passa de 1 KB, mas isso não escala muito bem. Com a compressão no cabeçalho, o uso de dados será menor e as páginas serão renderizadas mais rápido.

 

GoCache CDN

 

  • SSL

 

Normalmente as CDNs possuem ao menos duas opções de SSL – compartilhado gratuito ou privado e pago. Com SSL você assegura a criptografia entre seus usuários e a CDN na opção compartilhada, ou de fim-a-fim entre o usuário, a CDN e o seu servidor de origem no modelo privado. A opção compartilhada pode ser muito interessante para sites de menor porte, já que economiza tanto o custo do certificado em si quanto o trabalho e custos adicionais para adquirir e instalar um certificado próprio.

Além do benefício direto que o SSL proporciona, assegurando a privacidade dos dados em trânsito, também existem outros dois benefícios importantes que devem ser destacados.

Primeiro, o Google anunciou que o uso de SSL é um dos fatores considerados para o rankeamento de um site, ou seja, o fato de utilizar SSL ajuda no SEO.

E recentemente o Google foi além e anunciou que, a partir de Janeiro de 2017, todos os sites que não utilizam SSL serão exibidos com um alerta de segurança no navegador Google Chrome.

GoCache CDN

Como se vê no gráfico da w3counter, quase 60% da internet utiliza o Chrome. Quem não tiver o site preparado com SSL no início de 2017 está prestes a ser classificado como “inseguro” para 2 de cada 3 visitantes.

 

10. Integrações simplificadas

 

Na grande maioria dos casos a CDN pode ser configurada para qualquer website em poucos minutos. Além disso, existem inúmeras possibilidades de integração com aplicativos populares, como o WordPress, Drupal, Joomla e Magento por exemplo.

GoCache CDN

 

No caso do WordPress, diversas CDNs possuem plugins para facilitar a utilização da CDN com o website e automatizar a renovação do cache quando houver uma atualização.

GoCache CDN

Além disso, muitas CDNs disponibilizam APIs públicas que permitem integrar aplicações proprietárias de forma simples e eficiente.

 

11. Melhor taxa de conversão (CRO) e Otimização de Desempenho Web (WPO)

GoCache CDN

 

Não é novidade, aumentar a velocidade do site resulta em aumento de conversões. Maior velocidade implica em melhor experiência do usuário. De acordo com o site LoadStorm, 46% dos usuários não retorna a um site lento, sendo que 74% dos usuários abandonam um site depois de esperar 5 segundos pela sua abertura em um dispositivo móvel.

O Mobify também fez um estudo de caso recente sobre o efeito da velocidade em websites via acesso móvel. Os resultados foram os seguintes:

  • Para cada 100ms de redução na velocidade de carga da página inicial a base de clientes da Mobify viu um crescimento de 1,11% na conversão baseada em sessão. Isso resultou em um aumento da receita média anual de US $ 376.789 (somatória do resultado da base de clientes).
  • Para cada 100ms de redução de tempo de carga na página de checkout, os clientes da Mobify notaram um aumento de 1,55% na no tempo de duração da sessão. Isso resultou em um aumento da receita média anual de US $ 526.147(somatória do resultado da base de clientes).
  • O aumento de um page view por usuário resultou em um aumento de 5,17% na taxa de conversão por usuário. Para cada página adicional vista por um usuário a Mobify viu aumentar a receita anual do seu cliente médio em US $ 398.484(somatória do resultado da base de clientes).

 

Apesar de não sermos tão sensíveis assim à performance no Brasil, graças à baixa qualidade das nossas conexões, isso não reduz a importância de otimizar cada parte site, da página inicial seguindo todo o caminho do usuário até o checkout. A utilização de uma CDN pode garantir que seus ativos são entregues rapidamente ao longo de todo o funil de vendas, minimizando abandonos durante o processo.

 

12. Redução de TCO (Total Cost of Ownership – Custo Total de Propriedade)

GoCache CDN

 

Conforme explicado acima, na vasta maioria dos casos a CDN absorverá volumes superiores a 80% do tráfego do site. Isso, por sua vez, reduzirá consideravelmente a carga/custos no seu servidor de origem.

 

No Brasil os custos de banda internet estão entre os mais caros de toda a infraestrutura web. Esta economia por si só já representa um enorme benefício. Somando-se a isso o fato de que a maior parte das requisições ficará no cache (cache hits), resultando em menos carga na CPU e memória dos servidores de origem, temos então uma economia completa na infraestrutura. Não é incomum que esta economia chegue a níveis superiores a 60% dos custos totais de infraestrutura (hardware e tráfego do website), mesmo quando se adiciona o valor pago à CDN ao total.

 

Fatorando também os custos operacionais, que consideram operação e manutenção dos servidores, suporte técnico aos usuários do site, suporte comercial aos clientes e os danos à reputação da marca, fica fácil entender como o uso de uma CDN traz um pacote completo de benefícios.

 

Resumo

 

Então, por que usar uma CDN? Agora você sabe todos os benefícios que a utilização deste tipo de ferramenta traz. Além da melhoria drástica no desempenho, você também verá vantagens em SEO, melhores taxas de conversão, mais segurança, disponibilidade, menos custos com operação e suporte e uma melhor experiência de uso para seus visitantes, especialmente os que estão em locais geograficamente mais distantes do local onde seu servidor de origem está hospedado.  Muitas CDNs oferecem a oportunidade de testar (trial) antes de contratar o serviço, o que você está esperando?

 

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Dicas de SEO para e-commerce – GoCache CDN

No comércio eletrônico, a busca orgânica é uma relevante via que leva o público de visitantes, compradores em potencial, a acessar sites e, em uma etapa seguinte, também efetuar as compras.

O SEO (Search Engine Optimization) é um conjunto de técnicas que visa tornar um site capaz de ser encontrado bem posicionado na página de resultados da busca orgânica, também conhecida como SERP (Search Engine Results Page).

Há diversos fatores que podem influenciar o posicionamento de um site nos resultados dos mecanismos de busca. Existem características de sites e ações de otimização que facilitam um bom posicionamento nos resultados de buscas. Entretanto, as percepções e regras dos diferentes mecanismos buscadores podem ser alteradas com o decorrer do tempo. Portanto, uma técnica de otimização que é positiva em um buscador atualmente pode futuramente deixar de ser eficaz. Com o dinamismo da internet, é possível notar que certas medidas de otimização, outrora eficazes, deixaram de ser relevantes.

Ser perenemente bem interpretado pelos algoritmos dos mecanismos de busca é o que quer grande parte dos sites de comércio eletrônico. Alguns procedimentos já se mostraram prodigiosos no cumprimento desse objetivo.

Não praticar o Black Hat SEO

Black Hat SEO é como são chamadas as técnicas de SEO que deliberadamente contrariam as diretrizes dos mecanismos de busca. Quem utiliza o Black Hat SEO pode até conseguir algum bom resultado momentâneo, todavia, esta não é uma opção sensata, visto que as consequências podem ser bem prejudiciais. Os mecanismos de busca têm autonomia para penalizar o site com a perda de posições ou até mesmo desindexar o site nos resultados de busca. Estima-se que o Google utilize em torno de 200 variáveis para definir o posicionamento de um site para cada palavra-chave. O Black Hat tem o objetivo de manipular as principais variáveis para enganar os mecanismos de busca, oferecendo-lhes, geralmente, conteúdo diferente do proposto, mas que passa a deixar de ser classificado assim que o uso da prática é identificado pelos buscadores.

Estudo das palavras-chave

As palavras-chave são decisivas nas ações de SEO. O site de e-commerce precisa saber quais são as palavras-chave relacionadas aos seus produtos que os potenciais compradores procuram nos motores de busca.

Meta descrições

A meta descrição das páginas contém um curto texto de apresentação do site para os mecanismos de buscas. Os usuários que procuram por um termo no buscador se deparam com essa descrição que pode ser determinante no momento de escolher um site para visitar. É indicado que o texto da descrição seja objetivo, sucinto e bem sugestivo.

Títulos das páginas (Page Title ou Title Tag)

É recomendado que os títulos das páginas sejam únicos e customizados para cada página do site. Um bom título pode conter o nome do site, da empresa ou loja virtual, além de uma palavra-chave principal e uma palavra-chave secundária, ambas devidamente relacionadas com o conteúdo da página em questão. É bastante válido que o título não ultrapasse os 60 caracteres, pois com mais do que isso, o texto tende a não ser exibido integralmente nos resultados dos mecanismos de busca.

Títulos no corpo da página (Page Headers)

O título e subtítulos presentes no corpo das páginas do site indicam aos motores de busca quais partes do conteúdo devam ser consideradas mais importantes. É interessante incluir palavras-chave no título e subtítulos, além de utilizar as tags heading adequadamente quanto à hierarquia de informações. Em geral, as tags heading são usadas somente nos títulos, subtítulos ou chamadas importantes. Uma boa prática indica utilizar somente uma tag H1 por página.

Complemento amigável dos endereços das páginas do site

O URL, como é conhecido o endereço dos sites, é considerado mais amigável quando o próprio visitante, ao vê-lo, consiga supor rapidamente qual o conteúdo da página. Por exemplo, os motores de busca tendem a reconhecer positivamente as páginas que tenham o URL com as características do endereço fictício www.lojavirtualxyz.com.br/categoria/nome-do-produto, enquanto um endereço como www.lojavirtualxyz.com.br/produtos.php?id=150&cat=25 não seria muito indicado.

Otimização das páginas de produtos

Conteúdo exclusivo e original é um fator importante na descrição de cada produto. Muitos podem pensar que repetir as descrições dos fabricantes seria o ideal, porém, os motores de buscas não interpretam positivamente os conteúdos duplicados. Além de uma descrição qualificada e das informações técnicas, é possível deixar a página mais completa com fotos de diversos ângulos, imagens criativas, vídeos pertinentes e respostas a dúvidas comuns. Vídeos de simples desempacotamento de produtos já receberam inúmeros acessos em sites especializados em vídeos. Isso demonstra que o comprador procura por experiências que muitas vezes não são encontradas nos sites de e-commerce.

Busca interna no site

É comum que os sites disponibilizem aos visitantes uma alternativa de busca interna. Assim, os visitantes podem digitar o nome de um elemento que querem encontrar no site, que pode ser, por exemplo, um fabricante, um produto ou atributo de produto.

Analisar os dados da busca interna é um recurso valioso, pois possibilita saber o que os visitantes querem no site, mas não encontram facilmente. Conforme a análise dos dados, palavras-chave, até então subestimadas, podem passar a ter um tratamento mais privilegiado.

Análise do tráfego

Ferramentas analíticas de tráfego, como o Google Analytics, dispõem de muitos recursos para se conhecer a quantidade e qualidade de visitas que os sites recebem. Com a utilização dessas ferramentas é possível avaliar e aprimorar constantemente o trabalho de SEO.

Mapa do site (Sitemap)

O sitemap é basicamente uma lista com todas as URLs do site. Quanto aos robôs de busca, este recurso é considerado útil no entendimento da estrutura do site e indexação das páginas.

Informar aos buscadores o que deve ser desconsiderado

Através do arquivo robots.txt, localizado na raiz do web site, é possível informar aos mecanismos de buscas quais páginas e arquivos eles não devem indexar.

Tempo de carregamento das páginas

A rapidez no carregamento das páginas é avaliada favoravelmente pelos visitantes do site. Mas ela também entra na lista de avaliação dos mecanismos de busca levam em consideração a velocidade do carregamento, logo, os sites com carregamento demorado levam desvantagem nesse aspecto. O Google PageSpeed Insights e o Pingom são dois aliados importantes para avaliar a performance de abertura do site.

 Seja agradável

É convencional que o site de e-commerce procure ter atenção quanto ao SEO. O que alguns não percebem, entretanto, é que as diretrizes dos mecanismos de busca, pelo menos teoricamente, privilegiam as características de sites que sejam positivas para os visitantes.

Prioritariamente, o site deve ser planejado e estruturado para proporcionar uma experiência de navegação qualificada ao visitante. Se for agradável para o visitante, o site está apto para naturalmente ser também bem classificado pelos mecanismos de busca.

E você, tem encontrado dificuldades para implantar as técnicas SEO em seu website? Nos conte nos comentários.