SEO é o acrônimo para “Search Engine Optimization“, ou Otimização para Mecanismos de Busca, e consiste no uso de técnicas, processos e ferramentas para melhorar o posicionamento de um site nos resultados de mecanismos de busca, com o objetivo de gerar mais vendas. É um dos pilares do Marketing Digital, juntamente com o SEM.

O uso de uma CDN ajuda a melhorar o SEO pois o desempenho do site é um fator importante de pontuação para o posicionamento na página de resultados das buscas. Além disso, o uso de certificado SSL, que na GoCache é oferecido gratuitamente, também ajuda com esta pontuação.

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Como Otimizar meu Site? 1o. Otimizando Imagens e Fotos…

Por que otimizar meu site?

Sabemos que atualmente o tempo que seu site leva para carregar é algo muito importante, tanto para os mescanismos de busca (SEO), como o Google, como para a experiência do usuário na sua webpage. Uma pagina rápida é mais agradável e gera maior engajamaneto de seus visitantes.

Mas quais são os pontos mais importantes para Otimizar o seu site? Veja abaixo uma checklist dos itens que você sempre deve olhar. Iremos trabalhar cada um deles em diferentes artigos:

1) Otimizar Imagens (neste artigo)
2) Otimizar Scripts (próximos artigos)
3) Otimizar Hospedagem (próximos artigos)

Otimizando as Imagens:

Normalmente as imagens são a parte mais pesada no carregamento de um site e existem alguns principais pontos para você otimizar:

1) A resolução das imagens:

A imensa maioria dos monitores atuais utiliza a resolução de 1366×768 pixels, podendo chegar a até 1920×1080.
Em celulares isso é ainda menor: mesmo os celulares com displays do tipo “retina”, com altíssima resolução, utilizam o que chamamos de resoluções virtuais, que é a adaptação da resolução real para uma resolução que você conseguirá ver confortavelmente em uma tela pequena (você não conseguiria ler nada se seu celular apresentar as páginas com mais de 1000 pixels de resolução). Desta forma, a resolução virtual usada em celulares é de “somente” 360×640 pixels.

Então, qual é o sentido de colocar aquelas fotos da sua super câmera com 10 ou 20 megapixels?
Isso é algo por volta de 6000×3000 pixels… Essas fotos são enormes e não serão aproveitadas pelo monitor ou display do celular.

Por isso, antes de fazer upload, verifique que tamanho você quer suas fotos na tela. Se forem ocupar meia tela, pense em redimensioná-las para 600 pixels de largura. Se for tela inteira, 1200 ou 1500 pixels já é mais que suficiente.
Essa simples alteração na resolução poderá deixar suas imagens de 4 a 10 vezes menores, portanto, de 4 a 10 vezes mais rápidas para carregar.

2) Tipo de Imagens: Devo usar PNG ou JPG?

O dois formatos mais usados para exibir imagens em site são: JPG e PNG. Mas qual a diferença entre JPEG e PNG? Qual você deve usar e quando?

Resumidamente, fotos ou imagens complexas, com muitas cores, normalmente devem utilizar o formato JPEG, pois é o que consegue maior compressão nesses casos e com perdas pouco perceptíveis (O JPEG é um formato que admite alguma perda de qualidade para aumentar a compressão).

Já se você precisa de imagens com regiões transparentes ou com poucas cores chapadas, você deve optar pelo formato PNG, mais específico para esses casos, pois suporta transparências e não há perda de qualidade. Esse formato é muito utilizado, por exemplo, para Logotipos ou desenho simples.

Veja abaixo um teste com JPEG. A imagem original deste gatinho fofo, em minha câmera fotográfica, tem uma tamanho de 4 Megabytes, usando a resolução de 5000×3330 pixels.

Quando redimensionei a foto para o tamanho que desejo exibi-la na tela, ou seja, aprox.  500×333, eu já reduzi em 10 vezes sua largura e sua altura.
Em seguida, salvei a foto nos dois formatos para compararmos a qualidade e os tamanhos resultantes.

imagem gato sem otimizar
gato.PNG – 315KBytes
imagem gato otimizada
gato.JPG – 76KBytes

O formato .PNG gastou 315KBytes, ou seja, mais de 12 vezes menor que a foto no tamanho original. Já o formato JPEG gastou apenas 76KBytes, ou seja 50 vezes menos que a foto original!!!!

Acho que nem precisamos de mais argumentos, ficou claro que você deve usar o formato JPG nesse caso, não?

Agora vamos para nosso segundo teste. Vamos comprimir um logotipo.

Logo de início, se você precisar de áreas transparentes na sua imagem, obrigatoriamente deverá utilizar o formato PNG, pois o JPEG não suporta transparências. Mas vamos supor que utilizará seu logotipo em um site com fundo branco (ou outra cor simples), então poderia talvez utilizar o formato .JPG

Salvamos abaixo o mesmo logotipo nesses dois diferentes formatos. Veja os resultados:

imagem gocache sem otimizar
logo_gocache.JPG – 27KBytes
imagem gocache otimizada
logo_gocache.PNG – 19KBytes

Escolhemos um alto grau de compressão para o arquivo JPG, pra ver se ele conseguiria competir com o PNG. Isto não resolveu o problema de tamanho, pois o JPG continuou maior, e ainda piorou a qualidade da imagem (veja que está um pouco quadriculada e embaçada).

Já o PNG é um algoritmo LossLess, ou seja, sem perdas de qualidade da imagem e, mesmo assim, conseguiu comprimir muito mais que o JPG. Além disso, de brinde, pudemos utilizar o fundo transparente para nosso logotipo.

Mas vamos confessar, algumas vezes ainda não será claro qual formato utilizar, então se você tiver tempo tente os dois formatos, faça a recompressão como mostraremos na próxima seção, e escolha o que ficar melhor.

Veja, por exemplo, a imagem que chamamos de “panda” e que foi utilizada na próxima seção, inicialmente ficou menor usando .JPG, mas quando recomprimimos, a versão em .PNG foi a que venceu.

processo de otimizacao

3) Recompressão das Imagens:

Nos testes feitos acima, utilizamos o programa Photoshop para gravar as imagens nos formatos .JPG e .PNG, utilizando o algoritmo padrão de compressão, existente neste software.

No entanto, existem softwares específicos para comprimir imagens para a internet. Eles e conseguem recomprimir consideralvemente as imagems, pois utilizam algoritmos específicos e também removem qualquer informação desnecessária que esteja nos arquivos.

Veja os resultados que conseguimos com nossas imagens anteriores, utilizando o site http://tinypng.com

processo de compressao

Conseguimos reduzir ainda em 30% a nossa já super comprimida foto do gatinho laranja (JPG). E reduzimos em quase 3 vezes, ou seja, 300%, a imagem do logotipo da GoCache (PNG).

Como havíamos comentado, sempre que estiver em dúvida sobre usar PNG ou JPG, faça o teste com os dois. Sobre essa imagem acima, com o Panda, esperávamos que teríamos o melhor resultado utilizando o formato JPG. Isto até foi verdade quando salvamos no Photoshop, mas quando recomprimimos no TinyPNG, olhem só a surpresa: o PNG ficou muuuito menor.

png ou jpg

 

4) Evite carregar imagens que não serão exibidas:

Muitas vezes nossas página tem bastante conteúdo e, por isso, algumas imagens só são exibidas quando rolamos a página para baixo.

No entanto, mesmo que sejam raramente exibidas, as imagens que estão mais “pra baixo” no texto geralmente serão desnecessariamente carregadas. Isto deixa sua página lenta e gasta banda do seu servidor.

No entanto, pra evitar isso, existe uma técnica chamada Lazy Load, que só carrega as imagens quando eles forem realmente ser exibidas para seus visitantes.

Existem vários scripts na internet para fazer o Lazy Load de imagens. Dê uma procurada no Google por “Lazy Load” para saber mais!

 

5) Configurar a Cache das Imagens

Existe um recurso onde você consegue pedir para o navegador de seu visitante guardar as imagens de seu site em disco (cache). Desta forma, quando seu cliente voltar a visitar seu site, o navegador não precisará de baixar novamente as imagens, pois elas já foram armazenadas na última visita. Isso acelera muito o carregamento de um site.

Se o servidor web do seu site utilizar Apache, é bem simples configurar isto, bastando colocar as linhas abaixo no arquivo .htaccess, que fica na raiz da pasta onde estão seus arquivos de internet:

<filesMatch "\.(gif|jpg|jpeg|png)$">
ExpiresDefault A604800
Header append Cache-Control "public"
</filesMatch>

6) Utilizar uma CDN

Por fim, um recurso que tem sido muito utilizado para otimizar sites, acelerando o carregamento das imagens, são as chamadas CDNs, ou Content Delivery Network.

Resumidamente, uma CDN é uma rede de computadores, espalhados pelo mundo, que armazenam o conteúdo do seu site (incluindo imagens) e, quando um visitante tentar entrar em seu site, será atendido por um computador mais próximo e mais rápido. Clique na imagem abaixo para entender melhor:

o que é cdn?

Além disso, as CDNs já configuram automaticamente recursos como Cache e Compressão de Imagem, para facilitar sua vida e otimizar seu site.

Veja esse artigo para saber em detalhes os benefícios que o uso de uma CDN trazem ao seu site.

 

Em breve a segunda parte desta série, otimização de scripts!

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6 Dicas para acelerar o seu site Joomla

6 Dicas para acelerar o seu site Joomla 3.x

 

Site site Joomla está muito lento? Isto não é bom!

Existem dois motivos principais para acelerar um site: 1) trazer maior engajamento do visitante, que vai ficar mais tempo no seu site e 2) Melhorar seu posicionamento nas pesquisas do Google, também conhecido como SEO, ou otimização para mecanismos de busca.

Você se pergunta por que o seu site do Joomla carrega tão devagar, mesmo já tendo atualizado para a versão 3.x, não é?

Bem, vamos ver 6 dicas que você pode usar agora para acelerar seu site Joomla 3.x.

Porque a velocidade do seu site Joomla é importante?

Os visitantes não querem esperar, eles vão deixar o seu site se demorar muito para carregar. Portanto, acelerar o seu site trará como valor agregado um maior envolvimento, retenção e iteração do visitantes.

Além disso, o Google anunciou que a velocidade do site afeta seu ranking de pesquisa, algo que na verdade todo mundo já imaginava: os sites mais rápidos são classificados muito melhor nas buscas, porque eles oferecem aos visitantes uma melhor experiência. E isso é bastante sensato.

Você se perguntou por que o seu site do Joomla está lento e carrega tão devagar, mesmo atualizando pra versão 3.x, não é?

Vamos lá, com essas dicas você vai turbinar seu website:

1. Escolha o um bom servidor de hospedagem:

Seu site provavelmente foi colocado no mesmo servidor que centenas ou milhares de outros sites. Isso pode impactar na velocidade, deixando lento o Joomla quando muitos clientes tentam acessar o servidor ao mesmo tempo.

Portanto, assegure-se de que você escolheu a hospedagem certa em um bom provedor, que pode atender a todos os requisitos de hospedagem do Joomla, ou seja: um número limitado de sites por servidor, suporte de hardware do servidor, suporte ao cache do servidor, suporte de especialistas Joomla… Alguns sites de hospedagem são populares e conhecidos. Os provedores de hospedagem recomendados pelos usuários Joomla são: Bluehost, Inmotion, HostGator, Arvixe…

2. Use uma CDN:

Uma boa CDN é capaz de turbinar seu website Joomla, pois adiciona uma uma série de ferramentas como gerenciamento automático de cache para conteúdo dinâmico e estático, distribuição de conteúdo em diferentes servidores, compressão automática de imagens, etc.

Existem atualmente algumas CDNs bem simples de configurar e umas até mesmo com uma pré-configuração automática para o Joomla. Veja o painel da GoCache, por exemplo, você ativa a aceleração para Joomla com um clique:

cache para joomla

Uma CDN também acelera seu site em diferentes regiões do país e do mundo. Teste seu site nessa ferramenta: www.sitespeed.com.br, por exemplo, e verá como ele se comporta mais lento dependendo da Região.

Se você escolher uma CDN adequada, você garante que os visitantes das regiões mais importantes pra você terão um acesso rápido ao conteúdo. Por exemplo, se seus usuários estão no Nordeste do Brasil ou no Japão, você precisa de uma CDN com presença nesses lugares.

Veja neste link mais detalhes de o que é uma CDN.

 

3. Habilitar a Compressão Gzip

Usando o recurso Compactação Gzip, você pode compactar as páginas do seu site antes de enviá-las para o usuário. Depois disso, eles serão descompactados pelo navegador do usuário. Isso torna tudo mais rápido e ainda economiza banda de seu servidor e de seu usuário.

Por padrão, a Compressão Gzip está desativada no Joomla 3.x. Portanto, você deve habilitá-lo manualmente seguindo estas etapas:

No Menu superior, selecione Site > Configuração global> Servidor, e mude a opção Compressão Gzip para SIM.

gzip no joomla

Lembrando que uma boa CDN também já faz esse processo automaticamente.

4. Habilitar o sistema de cache do Joomla

A maioria dos sites tem conteúdos que não são alterados com freqüência. Portanto, a teoria do cache do Joomla é muito simples: o sistema faz uma cópia da página na primeira vez que ele a carrega. Quando algum usuário visita novamente esta página, a cópia anterior será exibida sem regerar a página e, se for o mesmo usuário, sem recarregar as mesmas imagens e arquivos.

Certifique-se de que você habilitou o sistema de Cache do Joomla. Este é um passo muito simples, mas pode aumentar muito a velocidade de carregamento do seu site. Você pode fazê-lo da seguinte maneira:

Configuração Global> Sistema> Configuração de Cache, e alterne Cache para “ON – Conservative Caching”. Em ‘Cache time’, escolha 30 (minutos) para que um arquivo de cache seja armazenado por 30 minutos antes de ser atualizado.

cache no joomla

Lembrando que CDNs também fazem cache do seu conteúdo, mas nesse caso, o Cache da CDN será um segundo nível, acima do cacho do próprio sistema Joomla.

 

5. Configurações de otimização (Imagens, CSS, Scripts Java …)

Aqui estão as otimizações que precisam ser usadas para acelerar seu site:

  • Imagens: não tente carregar imagens em grande escala, redimensione-as antes de fazer o upload e as comprima em algum site como Smash.it ou TinyPNG.
  • Template: tente usar um modelo/template  mais leve e simples. O simples é sempre o melhor.
  • Reduza o tamanho dos arquivos CSS e Javascript; Use um “minify” para comprimir e junte arquivos CSS e Javascript, para reduzir a quantidade de pedidos HTTP e o tamanho dos arquivos.
  • Limpe Joomla com freqüência e remova tudo o que não precisa: componentes não utilizados, módulos, plugins, consultas “Não encontradas”, etc.

6. Verifique a Velocidade do Site Joomla

Não esqueça o passo final: verifique a velocidade do seu site. Você deve fazê-lo antes e depois de seguir todas essas dicas. E não se surpreenda quando você ver o quão mais rápido seu site vai ficar. Você pode fazer isso usando uma dessas ferramentas: plugin YSlow Chrome, ferramentas Pingdom, Google PageSpeed, SiteSpeed.com.br ​ou GTmetrix …

 

pagespeed joomla

Exemplo de uso do Page Speed do Google

Ok, acho que é suficiente para acelerar o seu site Joomla 3.x. Por favor, compartilhe sua experiência conosco na área de comentários. Você tem algum outro truque para melhorar a velocidade de carregamento do Joomla? Por favor, compartilhe conosco comentando abaixo!

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Como otimizar o desempenho do Magento

Você chegou aqui porque quer saber como otimizar o desempenho do Magento, certo? Algumas pessoas costumam reclamar que a Plataforma Magento é lenta, mas saiba que é possível torná-la um aplicativo de e-commerce muito rápido.

Para isso você pode precisar de alguns recursos adicionais, como CPU e memória. Mas também precisará de tempo e conhecimento.

Para essa última parte – conhecimento – a lista abaixo deve te ajudar bastante.

Ative a Cache do Magento

Este é, naturalmente, o primeiro passo na otimização: habilite todos os caches disponíveis no “Magento Admin Panel”.

Comprimir imagens

Muitas pessoas esquecem que as imagens (PNG, JPG) podem ser compactadas, o que diminui bastante o tráfego entre o navegador e o servidor web. Não apenas as imagens usadas pela “skin” do Magento precisam ser otimizadas, mas também as imagens de catálogo. Várias ferramentas permitem comprimir lotes de imagens, por exemplo, a ferramenta online Smush.It. Um outro site muito bom é o TinyPNG

compactar imagens

Servir conteúdo estático através de uma CDN

O conteúdo estático, como imagens, folhas de estilo CSS ou JavaScript, pode ser servido através de outros servidores mais otimizados para conteúdo estático e espalhados pelo mundo. Por exemplo, uma CDN pode ser usada para que o conteúdo estático seja sempre servido a partir de um local mais próximo do visitante do seu site. Isso é vital para as webshops que atendem clientes em todo o mundo ou em países grandes como o Brasil.

Mas fique atento, pois nem todas CDNs tem multiplos servidores espalhados pelo país. No Brasil, por exemplo, apenas a GoCache e a Akamai possuem multiplos pontos de presença (também conhecidos como PoPs). Já as CDNs como a CloudFlare, CloudFront e Fastly, possuem apenas um ponto, normalmente na cidade de São Paulo ou Rio de Janeiro.

Servir conteúdo dinâmico através de uma CDN

Essa é uma tecnologia muito nova e que trás um gigantesco ganho para e-commerces como Magento, Woocommerce, etc.

Basicamente, a CDN armazena as páginas do seu sistema. As páginas são mais pesadas em termos de processamento, pois consomem CPU e memória toda vez que são requisitadas pelos visitantes.

Ao guardar as páginas em cache, a CDN pode economizar até 90% do processamento de seu servidor.

Para isso, a CDN precisa ser capaz de identificar quais desses dados dinâmicos ela deve ou não requisitar novamente ao seu servidor. Esta é uma tecnologia bastante nova e sofisticada, portanto apenas algumas CDN a possuem, as chamadas “NextGen CDN” ou “CDN de última geração”. Na GoCache essa tecnologia se chama SmartCache e está disponível em todos os planos.

Desativar módulos Magento desnecessários

Ao desativar os módulos Magento que você não precisa, são utilizados menos recursos de seu servidor – simples assim. Os módulos podem ser desativados através da configuração no “Magento Admin Panel”, ou editando arquivos XML no app/etc/ modules. Por exemplo, desative Mage_Log que executa consultas em todas as solicitações, mas não é necessário se você coletar estatísticas do site usando programas externos.

Habilitar catálogos “flats” (ou planos) para webshops pequenos

Para webshops menores, mudar a estrutura EAV complexa para um catálogo plano pode economizar tempo. Esta otimização é um pouco duvidosa e depende de muitos parâmetros, então não tome esse passo de forma leve.

Conformidade do W3C

Embora se possa argumentar que isso é menos importante com a chegada do HTML5, ainda é um fato que, se suas páginas da web estiverem cheias de erros feios, o navegador terá dificuldade em interpretá-lo. Se você cumprir a conformidade do W3C, é fato que o mecanismo do navegador terá um trabalho fácil ao analisar seu código HTML.

Comprimir os dados de saída

Ao habilitar a configuração PHP zlib.output_compression, a saída gerada pelo PHP é compactada quando enviada para o navegador. Isso economiza banda de seu servidor.

Se preferir, você pode usar o módulo ap_ mod_deflate, que permite também a compressão de saída em outros formatos, além do PHP (CSS, JavaScript, outros arquivos de texto simples).

Configurar opções de PHP

A maioria das configurações do PHP realmente não influenciam o desempenho do Magento, apenas estabelecem determinados limites. Por exemplo, as configurações como memory_limit e max_execution_time não melhoram o carregamento da página, mas garantem de que certas ações não vão tomar tempo e processamento demasiado ou que não gerarão problemas de uso de memória.

Armazenamento de sessão

Com o Magento, as sessões podem ser armazenadas em arquivos ou no banco de dados (configurando app/etc/local.xml). Qual opção funciona melhor, realmente depende de como o ambiente de hospedagem está configurado. Se os bancos de dados MySQL funcionarem bem, o armazenamento de sessão no banco de dados poderá beneficiar seu site. Mas se o MySQL não está configurado corretamente, a melhor escolha pode ser arquivos.

Use um acelerador PHP

Com o opcode caching, a execução do PHP pode ser acelerada. Existem vários aceleradores PHP que fazem esse trabalho (APC, ZendOptimizer+, eAccelerator, XCache). Tanto o APC quanto o ZendOptimizer+ estão funcionando perfeitamente com o Magento.

Ajuste realpath_cache do PHP

Ao ajustar o realpath_cache_size para, por exemplo, 128K (padrão é 16K) e o realpath_cache_ttl para 86400, você pode conseguir uma boa melhora no desempenho. Certifique-se de não ficar sem memória, porque cada instância (ou child) Apache consumirá o tamanho de cache que foi configurado.

Use Apache mod_expires

Ao dizer ao navegador quais arquivos manter no cache e por quanto tempo, você pode otimizar o cache do navegador. Por exemplo, os arquivos JavaScript tendem a mudar muito menos, em seguida, arquivos CSS (pelo menos após primeiros estágios do site), mas talvez, depois que o site estiver maduro e no ar por alguns meses, você possa aumentar a “data de validade” destes arquivos na cache, melhorando ainda mais o desempenho.

Cuidado com 404 erros

Sempre que um arquivo (como uma folha de estilo ou imagem) não é encontrado, isso gera um erro 404. Como o padrão 404 do Magento é capturado pela aplicação do próprio Magento, isso faz com que o aplicativo reinicie a cada erro 404 encontrado. Verifique o log do Apache para garantir que todos os 404 erros sejam resolvidos.

Desativar o log do Magento

Dentro da configuração do Magento, você pode ativar o log na guia Desenvolvedor. Dependendo dos módulos habilitados, isso pode gerar muitos dados pra serem gravados no sistema de arquivos, diminuindo a velocidade da sua loja virtual. Como os logs só são necessárias para depurar algum erro, no uso diário, é melhor desabilitar os logs completamente.

Otimização de tabela MySQL

Através do phpMyAdmin, você pode executar o comando OPTIMIZE TABLE em tabelas específicas do banco de dados do Magento. Quando uma tabela está desordenada, esse comando pode melhorar consideravelmente o desempenho. Isso funciona não apenas para as complexas tabelas EAV, mas também para tabelas MySQL regulares que são usadas com frequência (por exemplo, core_config_data).

Mesclar CSS e JavaScript

Ao combinar todos os arquivos CSS e JavaScript em um único e grande arquivo, o navegador precisará fazer apenas uma solicitação HTTP para receber todo o conteúdo. Isso aumenta muito a velocidade da transferência dos dados para os usuários.

Para juntar esses dados, o módulo FooMan Speedster pode ser usado. O Magento 1.4 contém uma opção para juntar os CSS, enquanto os arquivos JavaScript já são juntados por padrão.

Além de juntar os arquivos, o crunching também é uma opção oferecida pelo FooMan Speedster: ele remove os espaços em branco da saída, mas quando já estamos utilizando compressão no CSS, essa opção é menos necessária.

Use o módulo compilador do Magento

O módulo compilador do Magento limita o número de diretórios que o PHP tem para pesquisar ao procurar arquivos PHP. Isso diminui o tempo de execução do PHP, o que acelera o Magento como um todo.

Lembre-se de que você precisa ter cuidado ao fazer alterações no seu sistema Magento enquanto o compilador Magento está habilitado. As atualizações só devem ser realizadas quando o compilador estiver (temporariamente) desativado.

Um truque muito elegante que acelera as coisas tremendamente é criar um tmpfs-mount especificamente para a pasta include/src. Observe que este tmpfs-mount precisa ser pelo menos 100Mb – de preferência 200Mb.

Ajustes no servidor MySQL

A configuração padrão do MySQL é muitas vezes suficiente para executar um ambiente de hospedagem geral, mas não é otimizado para o Magento. Ajustar configurações como query_cache_size pode aumentar drasticamente o desempenho, mas também é perigoso porque depende muito de outras variáveis ​​(número de bancos de dados, número de tabelas por banco de dados, número de consultas, picos de uso).

 

Desativar módulos Magento locais

Se o seu site não precisar de módulos Magento locais, você pode optar por ignorar a busca de todos esses módulos. Dentro do arquivo app/etc/local.xml, você encontrará uma tag XML que permite que você faça isso.

Tenha cuidado com o HTTPS

Toda vez que você usa SSL entre o servidor web e o navegador, o processo de criptografia e decodificação é adicionado em ambos os lados. Também há uma pequena carga extra no tráfego gerado.

O site Magento roda um pouco mais rápido se você desativar SSL para todas ou ao menos algumas páginas. No entanto, este ganho é tão pequeno em comparação com os outros nesta página, que deve ser tratado com cautela. A banda que você economizou não será enorme, e atualmente o processo de criptografia/decriptografia ocorre em microssegundos.

No entanto, você irá remover a segurança que o HTTPS traz ao seu site e seus usuários e, com isso, você pode perder os clientes que são mais cautelosos e preocupados com segurança e cyber-ataques.

Magento na nuvem (cloud)

Embora as CDNs possam ser usadas ​​para otimizar a banda para conteúdo estático e, em alguns casos, também o processamento do conteúdo dinâmico, rodar o Magento utilizando “cloud-computing” pode te dar mais escalabilidade em momentos de pico de processamento.

Sistema de arquivos baseado em memória para dados dinâmicos

A quantidade de acessos a disco será muito reduzida ao armazenar dados dinâmicos (diretórios var/cache, var/session) em um sistema de arquivos baseado em memória, como RAMdisk ou tmpfs. Além disso o acesso a estes dados em memória é extremamente mais rápido que em disco.

Desabilitar arquivos .htaccess do Apache

Ao utilizar arquivos .htaccess, você obriga o Apache a inspecionar cada diretório do “path” para ver se este arquivo está presente.

Ao mover essas diretivas de configuração do arquivo .htaccess para o arquivo de configuração do VirtualHost, desligando todos os arquivos htaccess, o tempo de execução do Apache será bem melhor.

Use Nginx ou Litespeed

Enquanto o servidor Apache é muito flexível em suas configurações, existem outros servidores web que são melhor otimizados quanto ao uso da memória. Ao substituir o Apache pelo Nginx ou Litespeed, você poderá acelerar ainda mais os scripts Magento. Ambos os webservers requerem configuração manual para permitir URLs amigáveis para SEO.

Use “lazyload” para imagens

Quando uma página está sendo carregada, um visitante pode perder muito tempo esperando o carregamento das imagens. Dependendo do número e tamanho dessas imagens, isso pode levar tempo considerável.

Em vez de carregar as imagens ao mesmo tempo que a página, você pode utilizar o efeito de LazyLoad JavaScript que garante que apenas as imagens visíveis (dentro da tela do navegador) sejam carregadas, enquanto que as imagens remanescentes são carregadas apenas quando o visitante se desliza para baixo.

Além de acelerar o carregamento da página, ainda irá economizar banda em seu servidor.

Minimizar o log do Apache

Se o log do Apache for minimizado, serão necessárias menos operações de escrita em disco, que são feitas em cada requisição de dados que seu servidor recebe.

É claro que um log mais simples também significa “menos visão” quando algo der errado.

Se precisar dos logs do Apache, uma alternativa é otimizar o sistema de arquivos no qual eles são armazenados. Por padrão, o Apache faz log no sistema de arquivos em “/var” – mas não há necessidade de habilitar coisas como o “journalizing” para esse sistema de arquivos, deixando-o assim mais rápido.

Use com sabedoria o “Full Page Cache”

Existem várias soluções de Cache de Página Completa (FPC) lá fora, sob a forma de extensões (LestiFPC, Enterprise Edition) ou soluções completas (Nginx, Varnish). Em todos os casos, o FPC não deve ter o primeiro foco. Quando a sua loja Magento está lenta, é devido razões específicas, e esses motivos precisam ser investigados.

Quando as páginas do seu e-commerce estão rápidas (graças ao FPC), mas suas páginas dinâmicas ainda estão lentas, perde-se a ideia geral dessas otimização, que é: ter um site rápido para atrair mais clientes, ter um posição melhor no Google, vender mais.

Então, em geral, o FPC deve ser implementado apenas para deixar ainda mais rápido um site que já é rápido, que já está muito bem configurado.

Ajuste apenas o que é necessário

Uma estratégia de ajustes é ajustar tudo ao máximo, literalmente tudo. Isso significa que você está ajustando o máximo desempenho e espremendo cada milissegundo de todos os seus componentes. No entanto, você também precisa do tempo e recursos para isso.

Outra estratégia é ajustar exatamente aqueles pontos que precisam de mais atençao. Isso é mais eficiente, mas exige que você saiba qual ajuste teria o maior impacto.

A grande questão de quais ajustes devem ser feitos primeiro não pode ser respondida sem uma análise personalizada. Normalmente, um especialista em desempenho de Magento precisaria entrar e verificar toda a loja antes que um conselho sólido fosse dado.

Você pode procurar no site Magento Performance Insights algumas dicas de por onde começar suas otimizações.

 

 

Este artigo foi traduzido de https://www.yireo.com/tutorials/magento/magento-performance/1056-magento-spo

Ranking do Google: 200 fatores de classificação – A lista completa

200 Fatores de classificação do Google: a lista completa

Você provavelmente já sabe que o Google usa cerca de 200 fatores de classificação em seu algoritmo… Mas o que diabos são eles?

Bem, hoje você entenderá porque juntamos uma lista completa. Alguns estão comprovados, outros são controversos e alguns são especulações de SEO nerd. Mas eles estão todos aqui!

Fatores do Domínio

1. Idade do domínio: neste vídeo , Matt Cutts afirma que:

“A diferença entre um domínio com seis meses de idade versus um ano de idade realmente não é tão grande”.

Em outras palavras, eles usam a idade do domínio… mas não é muito importante.

2. A Keyword (ou palavra-chave) aparece no nome do domínio de nível superior: isto não não dá mais o impulso que costumava dar antigamente, mas ter sua palavra-chave no domínio ainda atua como um sinal de relevância.

3. Palavra-chave como primeira palavra no nome do domínio: um domínio que começa com sua palavra-chave tem vantagem sobre os sites que não possuem a palavra-chave em seu nome de domínio ou que a possuem no meio ou no final de seu domínio.

4. Tempo de registro de domínio: uma patente do Google afirma:

“Os domínios valiosos (legítimos) são frequentemente registrados para vários anos no futuro, enquanto os domínios ruins (ilegítimos) raramente são usados ??por mais de um ano. Portanto, a data em que um domínio expira no futuro pode ser usada como um fator na previsão da qualiade de um domínio”.

5. Palavra-chave no nome do subdomínio: Segundo a Moz em 2011, concordou-se que uma palavra-chave que aparece no subdomínio pode aumentar o posicionamento nos rankings.

6. Histórico de domínio: um site com propriedade volátil (via whois), ou seja, que sempre está mudando de dono, pode indicar para Google “redefinir” o histórico do site, descartando links antigos que apontavam para o domínio.

7. Domínio de correspondência exata: Domínios que são exatamente iguais à sua palavra-chave ainda podem dar uma vantagem… se for um site de qualidade. Mas se for um site de baixa qualidade ele não ganhará muitas posições com isso:

ranking do google

 

8. Informação pública versus confidencial: a informação de Who-Is confidencial pode ser um mal sinal. Matt Cutts afirmou isso na Pubcon 2006:

“… Quando eu chequei os whois de alguns domínios, todos eles tinham ‘um serviço de proteção de privacidade’. Isso é bastante incomum… Ativar a proteção de privacidade de um domínio não é automaticamente ruim, mas uma vez que você coloca vários desses fatores todos juntos, você estará lidando com um tipo de webmaster muito diferente do sujeito que só tem único site assim “.

9. Proprietário de outros sites penalizados: Se o Google identificar uma pessoa em particular como spammer, faz sentido que examinem com cautela outros sites de propriedade dessa pessoa.

10. Extensão TLD de um determinado país: ter um domínio de nível superior de código de um país (.br, .pt, .ar) ajuda a classificação do site para esse país em particular … mas limita a capacidade do site de se classificar globalmente.

Fatores do nível da página

11. Keyword no título da página: O título é o segundo conteúdo mais importante de uma página da web (além do conteúdo da página) e, portanto, dá um forte sinal de SEO na página.

12. Título da página começando com a Keyword: de acordo com os dados do Moz, as páginas onde o título começa com uma palavra-chave tendem a ser melhores do que as páginas onde a palavra-chave está no final do título.

13. Keyword na Tag de Descrição: Este é outro sinal de relevância. Não é especialmente importante agora, mas ainda faz a diferença no SEO.

14. A palavra-chave aparece na Tag H1: as tags H1 são um “segundo título” que dá outro importante sinal de relevância para o Google.

15. AKeyword sendo a frase mais utilizada no documento: ter uma palavra-chave que aparece com frequência no conteúdo da página é um dos principais sinais de relevância.

16. Quantidade de conteúdo: o conteúdo da página com mais palavras pode cobrir uma amplitude mais ampla e provavelmente melhor que artigos superficiais e curtos. O SERPIQ descobriu que o comprimento do conteúdo estava correlacionado com a posição SERP:

posicao e numero de palavras

17. Densidade das palavras-chave : embora não seja tão importante quanto antes, a densidade de palavras-chave ainda é algo que o Google usa para determinar o tópico de uma página da Web. Mas exagerar nisso pode penalizar sua página.

18. Palavras de indexação semântica latente em conteúdo(LSI):  Parece complicado, mas LSI são apenas palavras de seu conteúdo que ajudam os mecanismos de busca a entenderem o contexto de outras palavras com mais de um significado. Por exemplo: Apple é empresa de computadores ou a fruta? Isso depender das suas palavras LSI (como frutas, comida, empresa, computadores). A presença/ausência de palavras LSI provavelmente também atua como um sinal de qualidade de conteúdo.

19. Keywords LSI no Título e na Tag de Descrição: Da mesma forma que no conteúdo da página da Web, Keywords LSI em meta-tags da página provavelmente ajudam o Google a discernir entre diferentes significados de uma palavra-chave. Também pode atuar como um sinal de relevância.

20. Velocidade de carregamento da página: tanto o Google quanto o Bing usam a velocidade de carregamento da página como um fator de classificação. Os robôs do mecanismo de pesquisa podem estimar a velocidade do seu site com precisão, com base no código de uma página e no tamanho do arquivo. Utilizar uma CDN para acelerar o carregamento de sua página é sempre uma ótima ideia.

21. Conteúdo duplicado: o conteúdo idêntico no mesmo site (mesmo modificado ligeiramente) pode influenciar negativamente a visibilidade do site nos mecanismo de pesquisa.

22. Rel = Canonical: Quando usada corretamente, essa tag pode impedir que Google considere erroneamente o conteúdo de páginas duplicadas.

23. Velocidade de carregamento da página através do Chrome: o Google também pode usar os dados do usuário do Chrome para obter uma melhor estimativa do tempo de carregamento de uma página, pois isso leva em consideração a velocidade do servidor, o uso de CDN e outros sinais de velocidade do site que não estão relacionados diretamente ao HTML.

24. Otimização das imagens: as imagens na página dão sinais de relevância importantes aos mecanismos de busca através do nome do arquivo, texto alternativo, título, descrição e legenda.

25. Atualizações de conteúdo recentes: o Google possui um mecanismo chamado Google Cafeína, ele favorece o conteúdo atualizado recentemente, especialmente para buscas sensíveis ao tempo como notícias ou mesmo blogs. Destacando a importância desse fator, o Google mostra a data da última atualização de uma página para determinadas páginas, veja abaixo:

informacoes recentes

26. Tamanho das Atualizações de Conteúdo : O significado das edições e mudanças também são um fator para analisar se o conteúdo é recente. Adicionar ou remover seções inteiras é uma atualização mais significativa do que mudar a ordem de algumas palavras.

27. Histórico de Atualizações da Página: Com que frequência a página foi atualizada ao longo do tempo? Diariamente, semanalmente a cada 5 anos? A frequência das atualizações da página também desempenha um papel importante na avaliação de conteúdo recente.

28. Localização das palavras-chave: ter uma palavra-chave logo nas primeiras 100 palavras do conteúdo de uma página parece ser um sinal de relevância muito significativo.

29. Palavra-chave em Tags H2, H3: Ter sua palavra-chave em tags H2 ou H3 pode ser outro sinal de relevância.

30. Ordem das Keywords: uma correspondência exata da “frase-chave” será melhor que a mesma “frase-chave” em uma ordem diferente. Por exemplo: considere uma pesquisa para: “plugin WordPress”. Uma página otimizada para a frase “plugin WordPress” será melhor que uma página otimizada para “encontre plugins para seu WordPress”.

31. Qualidade dos links de saída : muitos SEOs acham que links apontando para sites de boa reputação ajudam a dar sinais de confiança ao Google.

32. Tema do Link de saída: de acordo com o Moz, os motores de busca podem usar o conteúdo das páginas que você liga como um sinal de relevância. Por exemplo, se você tem uma página sobre carros que liga a páginas relacionadas a filmes, isso pode dizer ao Google que sua página é sobre o filmes de Carros, e não sobre automóveis.

33. Gramática e Ortografia: A gramática e a ortografia adequadas são um sinal de qualidade, embora a Cutts tenha dado informações desencontradas em 2011 sobre se isso era ou não importante.

34. Conteúdo original: o conteúdo da página é original? Se for copiado de uma outra página indexada, ele não se classificará tão bem como a página original.

35. Conteúdo Suplementar Útil: De acordo com um Documento de Diretrizes do Google, um conteúdo suplementar útil é um indicador da qualidade de uma página (e, portanto, do ranking do Google). Exemplos incluem conversores de moeda, calculadoras de juros de empréstimos e receitas interativas.

36. Número de Links de Saída: Muitos links de saída do tipo dofollow podem  prejudicar os rankings de uma página.

37. Multimídia: imagens, vídeos e outros elementos multimídia podem atuar como um sinal de qualidade de conteúdo.

38. Número de links internos apontando para a página: o número de links internos para uma página indica sua importância em relação a outras páginas no site.

39. Qualidade dos links internos Apontando para a página: os links internos de páginas relevantes no domínio têm um efeito maior do que as páginas com baixa relevância.

40. Links quebrados: ter muitos links quebrados em uma página pode ser um sinal de um site abandonado. O Google Rater Guidelines usa links quebrados como se fosse avaliar a qualidade de uma página inicial.

41. Nível de Leitura: Não há dúvida de que o Google estima o nível de leitura das páginas da web. Na verdade, o Google costumava dar-lhe estatísticas de nível de leitura.

Mas o que eles fazem com essa informação está em debate. Alguns dizem que um nível de leitura básico irá ajudá-lo a classificar melhor, porque atrairá as massas. Mas outros associam um nível básico de leitura com conteúdos de baixa qualidade.

42. Links de afiliados: os links de afiliados provavelmente não prejudicarão seus rankings. Mas se você tiver muitos, o algoritmo do Google pode prestar mais atenção a outros sinais de qualidade para garantir que você não seja um “site apenas de afiliados”.

43. Erros HTML / validação W3C: muitos erros HTML ou codificação desleixada podem ser um sinal de um site de má qualidade. Embora polêmicos, muitos em SEO acham que a validação do WC3 é um sinal de qualidade, mas fraca.

44. Autoridade de Domínio do Host da Página: uma página semelhante em um domínio relevante será melhor rankeada do que uma página em um domínio com menos autoridade.

45. PageRank da página: não está perfeitamente correlacionado. Mas, em geral, as páginas com PageRank maior tendem a classificar melhor do que as baixas páginas com PageRank menor.

46. ??Comprimento da URL: URLs excessivamente longas podem prejudicar a visibilidade da pesquisa.

47. Caminho da URL : uma página com URL mais próxima da página inicial pode ganhar um leve impulso na relevância dentro do site.

48. Editores Humanos: Embora nunca tenha sido confirmado, o Google apresentou uma patente para um sistema que permite que editores humanos influenciem os SERPs.

49. Categoria da Página: A categoria na qual a página aparece é um sinal de relevância. Uma página que faz parte de uma categoria relacionada deverá ser mais relevante que uma página em outra categoria, sem nenhuma relação.

50. Tags do WordPress: as tags são um sinal de relevância específico do WordPress. Segundo Yoast.com :

“A única maneira de melhorar o seu SEO é relacionando um conteúdo com outro, através de links, e mais especificamente um grupo de postagens entre si”

51. Palavra-chave na URL : Obviamente é um outro sinal importante de relevância.

52. Palavras da URL: as categorias ou palavra na URL são lidas pelo Google e podem fornecer um sinal temático sobre o que é uma página. Por exemplo: http://exemplo.com/roupas-acessorios/infantis/camisetas/

53. Referências e Fontes: Citar referências e fontes, como os trabalhos de pesquisa, podem ser um sinal de qualidade. As Diretrizes de Qualidade do Google afirmam que os revisores devem se manter atentos às fontes ao olhar para determinadas páginas: “Este é um tópico em que a experiência e / ou as fontes com autoridade são importantes…”.  No entanto, o Google negou que eles usem links externos como um sinal de classificação.

54. Itens e listas numeradas: o uso de itens e de listas numeradas ajuda a dividir seu conteúdo para os leitores, tornando-o mais fácil de usar. Google provavelmente concorda e pode preferir conteúdos deste tipo, com marcadores e números.

55. Prioridade da página no Sitemap: a prioridade que uma página é fornecida através do arquivo sitemap.xml pode influenciar o ranking.

56. Muito links de saída: As Diretrizes de Qualidade do Google afirmam:

“Algumas páginas têm muitos links, obscurecendo a página e distraindo do conteúdo principal”

57. Quantidade de outras palavras-chave com boa classificação: Se a página rankear para várias outras palavras-chave, isso pode dar ao Google um sinal interno de qualidade.

58. Idade da Página: Embora o Google prefira conteúdo novo, uma página mais antiga que atualiza regularmente pode superar uma página mais recente.

59. Layout amigável para usuários: citando o Documento de diretrizes de qualidade do Google novamente:

“O layout de páginas de melhor qualidade torna o conteúdo principal facilmente acessível”

60. Domínios estacionados (Parked Domains): uma atualização do Google em dezembro de 2011 diminuiu a visibilidade da busca de domínios estacionados sobre outros domínios.

61. Conteúdo Útil:  o Google pode distinguir entre “conteúdo de qualidade” e “conteúdo útil”.

 

Fatores em nível do site

62. O conteúdo fornece valores e insights únicos: o Google afirmou que eles estão à procura de sites que não trazem nada de novo ou útil, especialmente sites estritamente de afiliados.

63. Página de Contato: O documento de qualidade do Google acima mencionado afirma que eles preferem sites com uma “quantidade adequada de informações de contato”. Bônus adicional se as informações de contato correspondem às suas informações.

64. Confiança no Domínio / TrustRank: A confiança do site – medida por quantos links seu site recebe de outros sites confiáveis ??- é um fator de classificação extremamente importante. Você pode procurar mais sobre o TrustRank no Google.

65. Arquitetura do site: uma arquitetura de site bem feita ajuda o Google a organizar tematicamente seu conteúdo.

66. Atualizações do site: com que frequência um site é atualizado – e especialmente quando o novo conteúdo é adicionado ao site – é um fator de conteúdo recente no site.

67. Número de páginas: o número de páginas que um site possui é um sinal de autoridade, apesar de fraco. Mas, no mínimo, um site grande com muitas páginas, ajuda a se diferenciar de sites irrelevantes.

68. Presença do Sitemap: um sitemap ajuda os mecanismos de busca a indexarem suas páginas de forma mais fácil e detalhada, melhorando a visibilidade.

69. Site Uptime : Muitos períodos de inatividade, decorrentes da manutenção do site ou problemas do servidor, podem prejudicar sua classificação no Google (e podem até resultar em desindexação se não forem corrigidos). Um site robusto é muito importante neste caso e, portanto, mais um ponto para a utilização de CDNs.

70. Localização do servidor : a localização do servidor pode influenciar como o seu site se classifica em diferentes regiões geográficas. É especialmente importante para pesquisas geo-específicas. Por exemplo, possuir servidores no Brasil (ou CDN no Brasil) deverá ter dar vantagem sobre competidores com servidores fora do país.

71. Certificado SSL : o Google confirmou que eles indexam os certificados SSL e que eles usam o HTTPS como sinal de classificação.

72. Termos de Serviço e Páginas de Privacidade : estas duas páginas ajudam a dizer ao Google que um site é um membro confiável da internet.

73. Informação Meta duplicada no site: meta tags duplicadas em diferentes páginas do seu site podem reduzir a visibilidade das suas páginas.

74. Breadcrumb ou Navegação Estrutual: Este é um estilo de arquitetura de site fácil de usar e que ajuda os usuários (e os mecanismos de pesquisa) a saberem onde estão em um site. Veja o exemplo:

Você está aqui: Hotéis => Hotéis no Brasil => Hotéis no Ceará => Hotéis em Fortaleza

Tanto o SearchEngineJournal.com como a Ethical SEO Consulting afirmam que esta configuração pode ser um fator de classificação.

75. Otimizado para celular:  É provável que os sites responsivos tenham uma vantagem nas buscas de um dispositivo móvel. Na verdade, o Google agora adiciona a tags “amigável para dispositivos móveis” para sites que se exibem bem em dispositivos móveis. O Google também começou a penalizar o sites na busca por celular que não são amigáveis para dispositivos móveis.

76. YouTube: não há dúvida de que os vídeos do YouTube recebem tratamento preferencial nos SERPs. Na verdade, o Search Engine Land descobriu que o tráfego do YouTube.com aumentou significativamente após o Google Panda .

Segredos de SEO avançados

77. Usabilidade do site: um site que é difícil de usar ou de navegar pode prejudicar o ranking, reduzindo o tempo no site, as páginas visualizadas e aumentando a taxa de rejeição. Este pode ser um fator algorítmico obtido a partir de quantidades maciças de dados do usuário.

78. Uso do Google Analytics e das Ferramentas do Google para webmasters: alguns pensam que ter esses dois programas instalados em seu site pode melhorar a indexação da sua página. Eles também podem influenciar diretamente no ranking, dando ao Google mais dados para trabalhar (ou seja, uma taxa de rejeição mais precisa, se você ou não recebe tráfego de referência de seus backlinks, etc.).

79. Comentários dos usuários / reputação do site: os sites de avaliação como o Yelp e o RipOffReport.com provavelmente desempenham um papel importante no algoritmo. O Google ainda publicou um esboço sincero de sua abordagem às críticas dos usuários depois que um site de óculos foi flagrado usando os clientes para obter backlinks.

 

Fatores de Backlink

80. Links de Domínios Antigos: Backlinks de domínios antigos podem ser mais poderosos do que novos domínios.

81. Número de Link de Domínios diferentes: O número de domínios de referência é um dos fatores de classificação mais importantes no algoritmo do Google. Quanto mais domínios diferentes apontam para seu site, melhor sua posição nas buscas:

82. Número de Links de IPs de Classe C: Os links de IPs classe-c sugerem uma maior amplitude de sites que se vinculam a você.

83. Número de Páginas com Links: O número total de páginas com links – mesmo se algumas estão no mesmo domínio – é um fator de classificação.

84. Alt Tag (para links de imagem) : Alt text é o texto âncora utilizado para imagens, portanto muito importante.

85. Links de domínios .edu ou .gov : Matt Cutts afirmou que o TLD (ou extensão do domínio) não contribui para a importância de um site. No entanto, isso não impede os SEOs de pensarem que existe uma atenção especial no algoritmo para os TLDs como .gov e .edu.

86. Autoridade de Linking Page: A autoridade (PageRank) da página de referência é um fator de classificação extremamente importante.

87. Autoridade do domínio de backlink: a autoridade do domínio de referência pode desempenhar um papel na importância de um link (ou seja, um link de página PR2 de um site com uma página inicial PR3 pode valer menos do que um link de página PR2 de um site PR8).

88. Links de concorrentes: os links de outras páginas que classificam na mesma SERP (Search Engine Results Page) podem ser mais valiosos para o índice de uma página.

89. Ações da página em Redes Sociais: a quantidade de compartilhamento de uma página em redes sociais pode influenciar o valor do link.

90. Links de Bad Neighborhoods: links de “vinhanças ruins”, ou sites penalizados, podem prejudicar o seu site .

91. Posts de convidados: Embora a postagem de convidados possa fazer parte de uma campanha de SEO, os links provenientes de postagens de visitantes – especialmente em uma área de biografia do autor – podem não ser tão valiosos como um link contextual na mesma página.

92. Links para Domínio que a Página está hospedada: Os links para a página inicial vindos de uma página interna, podem ter especial importância na avaliação do peso de um site e, portanto, de um link.

93. Nofollow Links: Um dos tópicos mais controversos em SEO. A palavra oficial do Google sobre o assunto é:

“Em geral, não os seguimos”.

O que sugere que eles seguem… pelo menos em certos casos. Ter uma certa porcentagem de links de nofollow também pode indicar um perfil de link natural versus não natural.

94. Diversidade de tipos de link: ter uma porcentagem excepcionalmente grande de seus links provenientes de uma única fonte (ou seja, perfis de fórum, comentários de blog) pode ser um sinal de webspam. Por outro lado, links de diversas fontes são um sinal de um perfil de link natural.

95. “Links patrocinados” ou outras palavras ao redor do link: palavras como “patrocinadores”, “parceiros de links” e “links patrocinados” podem diminuir o valor de um link.

96. Links contextuais: os links incorporados dentro do conteúdo de uma página, no meio do texto, são considerados mais poderosos do que links em uma página vazia ou encontrados em outros lugares na página.

97. Excessivo redirecionamento de páginas: Links provenientes de redirecionamentos 301 diluem alguns (ou mesmo todos) PageRanks.

98. Texto Âncora de Backlinks : conforme observado nesta descrição do algoritmo original do Google:

“As âncoras geralmente fornecem descrições mais precisas das páginas da web do que as próprias páginas”.

Obviamente, o texto âncora é hoje menos importante do que antes (e provavelmente um sinal de webspam). Mas ainda dá um forte sinal de relevância aos mecanismos de busca.

99. Texto de âncora de links internos: o texto de âncora de links internos é outro sinal de relevância, embora provavelmente tenha sido pesado de maneira diferente do texto de âncora do backlink, eles apontam as páginas mais importantes de um domínio, assim como o assunto destas páginas.

100. Título do link: o título do link (o texto que aparece quando você passa o mouse sobre um link) também é usado como um sinal de relevância, apesar de fraca.

101. País TLD do domínio de referência: Obter links de extensões de domínio de nível superior específico do país (.pt, .es, .co.uk) pode ajudá-lo a classificar melhor nesse país.

102. Localização do link no conteúdo: os links no início de uma página tem mais de peso do que os links colocados no final do conteúdo.

103. Localização do link na página: onde um link aparece em uma página é importante. Geralmente, os links incorporados no conteúdo de uma página são mais poderosos do que links no rodapé ou na área da barra lateral.

104. Relevância de Domínio: Um link de um site da mesma área é significativamente mais poderoso do que um link de um site completamente diferente. É por isso que qualquer estratégia de SEO eficaz hoje se concentra na obtenção de links relevantes no mesmo nicho/área.

105. Relevância da página: afirma-se que o link de uma página que está intimamente ligado ao conteúdo da página é mais poderoso do que um link de uma página não relacionada.

106. Texto em próximo ao link: o Google descobre se um link para o seu site é uma recomendação ou uma revisão negativa. Links com sentimentos positivos em torno deles provavelmente carregam mais peso.

107. Palavra-chave no título: o Google dá um valor extra aos links que vem de páginas que contêm a sua palavra-chave no título (“Especialistas ligados a especialistas”).

108. Velocidade de Links Positiva: Velocidade de Links é a quantidade de links que um site ganha num período de tempo, por exemplo: 100 links por mês. Um site com velocidade de links positiva geralmente recebe um aumento no ranking.

109. Velocidade de Links Negativo: Similar ao item anterior, essa é a velocidade que um site perde links. Isso pode reduzir significativamente os rankings, pois é um sinal de popularidade decrescente.

110. Links das Páginas do “Hub”: Aaron Wall afirma que obter links de páginas que são consideradas as melhores em um determinado assunto (ou hubs) recebem tratamento especial.

111. Link dos sites com Autoridade: Um link de um site considerado um “site de autoridade” provavelmente passa mais “juice” do que um link de um site pequeno.

112. Links da Wikipedia: Embora os links não sejam seguidos (noFollow), muitos pensam que obter um link da Wikipedia dá um pouco mais de confiança e autoridade aos olhos dos mecanismos de busca.

113. Co-ocorrências: as palavras que tendem a aparecer em torno de seus backlinks também ajudam a dizer ao Google o conteúdo de sua página.

114. Backlink Age: De acordo com uma patente do Google, os links mais antigos possuem mais poder de classificação que backlinks recentes.

115. Links de sites reais versus Splogs (ou blogs de spam): devido à proliferação de redes de blogs, o Google provavelmente dão mais peso aos links provenientes de “sites reais” do que de blogs falsos (splogs). Eles provavelmente usam marca e sinais de interação do usuário para distinguir entre os dois.

116. Perfil Natural de Links: Um site com um perfil de links “natural” vai se classificar muito bem.

117. Links recíprocos: a página de Esquemas de links do Google diz que a “Trocas excessivas de links” é um esquema de links a ser evitado.

118. Links de conteúdo gerados pelo usuário: o Google é capaz de identificar links gerados por usuários e links gerados pelo proprietário real do site. Por exemplo, eles sabem que um link do blog oficial do WordPress.com em en.blog.wordpress.com é muito diferente do link de besttoasterreviews.wordpress.com.

119. Links a partir de 301: Links de redirecionamentos 301 podem perder um pouco de “suco” em comparação com um link direto. No entanto, Matt Cutts diz que um 301 é semelhante a um link direto.

120. Microformatos Schema.org : as páginas que suportam microformatos podem classificar-se acima das páginas sem ela. Isso pode ser um impulso direto ou o fato de que as páginas com microformatagem tenham uma taxa de cliques mais alta:

uso de schema

121. DMOZ: muitos acreditam que o Google oferece aos sites listados na DMOZ um pouco mais de confiança.

122. TrustRank do backlink: A confiabilidade do site que link a você determina o quanto “TrustRank” é passado para você.

123. Número de Links de Saída na Página: PageRank é finito. Um link em uma página com centenas de outros links passa menos PageRank do que uma página com apenas alguns links de saída.

124. Links de perfiis de fórum: devido à quantidade de spam, o Google pode desvalorizar significativamente os links dos perfis do fórum.

125. Contagem de palavras da página do backlink: um link de um post com 1000 palavras é mais valioso do que um link dentro de um post de 25 palavras.

126. Qualidade do Conteúdo da Página do backlink: links de páginas com conteúdo mal escrito não passam tanto valor como links de conteúdo bem escrito e aprimorado por multimídia.

127. Quantidade Links de um site: Matt Cutts confirmou que os vários links de um site são “compactados” para contar como um único link ou pouco mais que isso.

 

Interação do usuário

128. Taxa de cliques orgânicos para umakeyword: as páginas que recebem mais cliques podem também receber um impulso extra para essa palavra-chave em particular.

129. Taxa de cliques orgânicos para todas as keyword : A taxa de cliques orgânicos de uma página (ou site), para todas as palavras-chave somadas, é classificada como um sinal importante de interação dos usuários.

130. Taxa de rejeição: Nem todos em SEO concordam com a taxa de rejeição, mas pode ser uma maneira de o Google usar seus usuários como testadores de qualidade (as páginas onde as pessoas rapidamente saem provavelmente não são muito boas).

131. Tráfego direto: está confirmado que o Google usa dados do Google Chrome para determinar se as pessoas visitam ou não um site (e com que frequência). Sites com muito tráfego direto são provavelmente melhores que os sites que recebem muito pouco tráfego direto.

132. Tráfego repetido: eles também podem analisar se os usuários retornam a uma página ou site após a primeira visita. Sites com visitantes repetidos podem receber um aumento no ranking do Google.

133. Sitesbloqueados: o Google interrompeu esse recurso no Chrome. No entanto, a Panda usou esse recurso como um sinal de qualidade.

134. Chrome Bookmarks: Sabemos que o Google coleta dados de uso do navegador Chrome . As páginas que são marcadas como favoritas no Chrome podem ter um impulso.

135. Dados da barra de ferramentas do Google: Danny Goodwin do Search Engine Watch informa que o Google usa dados da barra de ferramentas como um sinal de classificação. No entanto, além da velocidade de carregamento da página e dos malwares, não se sabe qual o tipo de dados que eles coletam na barra de ferramentas.

136. Número de comentários: Páginas com muitos comentários podem ser um sinal de interação de qualidade do usuário.

137. Tempo de Permanência: Google presta muita atenção ao “tempo de permanência”: quanto tempo as pessoas gastam na sua página quando são provenientes de uma pesquisa do Google. Isso também é chamado de “cliques longos versus cliques curtos”. Se as pessoas passam muito tempo no seu site, isso pode ser usado como um sinal de qualidade.

 

Regras de Algoritmos Especiais

138. As buscas merecem Páginas Recentes: o Google dá às páginas mais novas, maior prioridade, dependendo do tipo de busca.

139. A consulta merece diversidade: o Google pode adicionar diversidade a um Resultado de Busca para palavras-chave ambíguas, como “Ted”, “WWF” ou “ruby”.

140. Histórico de Navegação do Usuário : Sites que você visita com freqüência enquanto estiver conectado ao Google, obtêm uma pontuação melhor em suas pesquisas.

141. Histórico de pesquisa do usuário: seu histórico de buscas influencia os resultados de buscas posteriores . Por exemplo, se você pesquisar “revisões”, então procurar por “carros”, o Google provavelmente dará alguns pontos a mais para lugares onde você pode “revisar seu carro”.

142. Orientação geográfica: o Google dá preferência a sites com um IP de servidor local – ou CDN local – e extensão de nome de domínio específico do país (ex: .br).

143. Pesquisa segura: os resultados da pesquisa com palavras ou conteúdo adulto não aparecerão para pessoas com Pesquisa segura ativada.

144. Círculos do Google+: o Google mostra resultados melhores para autores e sites que você adicionou aos Círculos do Google Plus

145. Reclamações da Direitos Autorais: páginas do Google perdem posições no rank quando recebem reclamações de violação de direitos autorais.

146. Diversidade de domínios: a chamada “Atualização Bigfoot ” supostamente adicionou mais domínios a cada página de resultados das buscas.

147. Pesquisas transacionais: Google às vezes exibe resultados diferentes para palavras-chave relacionadas a compras, como pesquisas de vôo.

148. Pesquisas locais: o Google geralmente coloca os resultados locais do Google+ acima dos SERP orgânicos “normais”.

149. Google News Box: certas palavras-chave desencadeiam uma caixa com resultados do Google News

150. Grande preferência de marca: após a atualização da Vince, o Google começou a dar grandes impulsos a certas buscas de cauda curta (ou short tail keywords).

151. Resultados de Compras: Google às vezes exibe os resultados do Google Shopping em SERPs orgânicos:

152. Resultados da imagem: o Google controla nossas listas orgânicas de resultados de imagens para usar em buscas na Pesquisa de imagens do Google.

153. Resultados do ovo de páscoa: o Google tem uma dúzia de resultados de ovos de páscoa (ou Easter Eggs). Por exemplo, quando você procura “Atari Breakout” na busca de imagens do Google, os resultados da pesquisa se transformam em um jogo.

154. Resultados concentrados para marcas: as palavras-chave principais de um domínio ou de uma marca podem trazem vários resultados de mesmo site, concentrados em uma única busca .

Sinais Sociais

155. Número de Tweets: Como links, os tweets de uma página podem influenciar sua classificação no Google.

156. Relevância da Contas de Usuários do Twitter : é provável que os Tweets provenientes de usuários antigos, os perfis importantes do Twitter com uma tonelada de seguidores (como Justin Bieber) tenham mais efeito do que os tweets de novas contas de baixa influência.

157. Número de Likes do Facebook : Embora o Google não possa ver a maioria das contas do Facebook, é provável que considerem o número likes que uma página recebe como sinal de classificação, apesar de fraca.

158. Compartilhamentos no Facebook: os compartilhamentos do Facebook – por serem mais parecidos com um backlink – podem ter uma influência maior que os likes.

159. Relevância das Contas de Usuário do Facebook: Como com o Twitter, as ações do Facebook e os likes provenientes das páginas populares do Facebook podem passar mais peso.

160. Pinterest Pins: Pinterest é uma conta de mídia social extremamente popular e com muitos dados públicos. Provavelmente o Google considera Pinterest Pins um sinal social.

161. Votos em sites de compartilhamento social: é possível que o Google use compartilhamentos em sites como Reddit, Stumbleupon e Digg como outro tipo de sinal social.

162. Número de Google + 1: Embora Matt Cutts tenha dito que o Google+ não tem “efeito direto” nos rankings, é difícil acreditar que eles ignorariam sua própria rede social.

163. Relevâncias das Contas de Usuário do Google+: Igualmente ao Facebook e Twiter, faz sentido que “likes” vindos de contas mais importantes do Google+ tenham maior peso.

164. Autoria conhecida : em fevereiro de 2013, o CEO do Google, Eric Schmidt, afirmou:

“Dentro dos resultados de pesquisa, as informações vinculadas aos perfis on-line verificados serão classificadas acima do conteúdo sem essa verificação, o que resultará na maioria dos usuários clicando naturalmente nos resultados superiores (verificados)”.

Embora o programa de autoria do Google+ tenha sido encerrado , é provável que o Google use alguma forma de autoria para determinar os produtores de conteúdo influentes on-line (e dar-lhes um aumento nos rankings).

165. Relevância do sinal social: o Google provavelmente usa informações de relevância da conta que compartilha o conteúdo e o texto em torno do link.

166. Sinais sociais do nível do site: os sinais sociais em todo o site podem aumentar a autoridade geral de um site, o que aumentará a visibilidade da pesquisa para todas as suas páginas.

 

Sinais de Marcas

167. Texto de âncora com Nome da Marca: O texto de âncora com marca é um sinal de marca simples, mas forte.

168. Pesquisas sobre a Marca: é simples: as pessoas procuram marcas. Se as pessoas pesquisarem o nome de seu site no Google, o Google provavelmente leva isso em consideração ao determinar uma marca.

169. Site tem página do Facebook e likes: as marcas tendem a ter páginas do Facebook com muitos likes.

170. Site tem perfil do Twitter com seguidores: os perfis do Twitter com muitos seguidores sinalizam uma marca popular.

171. Página Oficial no Linkedin: A maioria das empresas reais tem páginas da empresa no Linkedin.

172. Empregados listados no Linkedin:Rand Fishkin acha que ter perfis do Linkedin que dizem que eles trabalham para sua empresa é um sinal de marca.

173. Legitimidade das contas de mídia social: uma conta de mídia social com 10 mil seguidores e 2 posts provavelmente é interpretada muito diferente de outra conta forte com 10.000 seguidores com muita interação.

174. Menções de marca nos sites de notícias : as marcas realmente grandes são mencionadas nos sites do Google News o tempo todo. Na verdade, algumas marcas ainda têm seu próprio feed do Google Notícias na primeira página:

175. Co-citações : as marcas são mencionadas sem reberem links. O Google provavelmente analisa as menções de marca sem links como um sinal.

176. Número de Assinantes RSS: Considerando que o Google possui o popular serviço RSS Feedburner , faz sentido que eles analisem os dados do RSS como um sinal de popularidade / marca.

177. Localização: as empresas reais possuem escritórios. É possível que o Google analise dados de localização para determinar se um site é ou não de uma grande marca.

178. O site paga impostos: o Moz informa que o Google pode considerar se um site está ou não associado a algum negócio que paga impostos.

 

Fatores de WebSpam no site

179. Panda Penalty : Sites com conteúdo de baixa qualidade (particularmente fazendas de conteúdo) são menos visíveis na busca depois de serem atingidos por uma penalidade do Panda .

180. Links para vizinhanças ruins: ligar para “vizinhos ruins” pode prejudicar sua visibilidade de pesquisa.

181. Redirecionamentos: redirecionamentos furtivos é um grande problema. Se for apanhado, pode não apenas penalizado, mas de-indexado do Google.

182. Popups ou Propagandas Incômodas: O Documento oficial de diretrizes do Google Rater diz que popups e anúncios incômodos são um sinal de um site de baixa qualidade.

183. Excesso de otimização do site: inclui fatores como uso excessivo de palavras-chave, preenchimento de etiquetas de cabeçalho, etc.

184. Excesso de otimização de páginas: muitas pessoas relatam que – ao contrário do Panda – Penguin segmenta a página individualmente (e, mesmo assim, apenas para certas palavras-chave).

185. Anúncios acima da “dobra” : o “Algoritmo de layout da página ” penaliza os sites com muitos anúncios (e não muito conteúdo) acima da dobra, ou seja, na área da página que aparece sem ter que rolar a tela.

186. Esconder links de afiliados:  tentar esconder links de afiliados (especialmente com cloaking) pode trazer uma penalidade.

187. Sites afiliados: não é segredo que o Google não é o maior fã de afiliados. E muitas pessoas acreditam que os sites que fazem dinheiro com links afiliados são submetidos a exigências extras.

188. Conteúdo gerado automaticamente: o Google não é um grande fã de conteúdo gerado automaticamente. Se eles suspeitarem que o seu site está gerando conteúdo por computador, isso pode resultar em uma penalidade ou desindexamento.

189. Excesso de otimização de PageRank: exagerar na otimização para pagerank – utilizando muitos “noFollow” em links de saída ou na maioria dos links internos – pode ser um sinal de tentativa de manipular o sistema.

190. Endereço IP marcado como Spam: se o endereço IP do seu servidor for sinalizado por spam, isso pode prejudicar todos os sites desse servidor .

191. Meta Tag Spamming: o preenchimento de palavras-chave também pode acontecer nas meta tags. Se o Google achar que está adicionando palavras-chave às suas meta tags para manipular o algoritmo, eles podem penalizar seu site.

 

Fatores da Webspam fora da página

192. Fluxo não natural de links : um fluxo repentino (e não natural) de links é um sinal seguro de falsos links.

193. Penguin Penalty: Sites que foram atingidos pelo Google Penguin são significativamente menos visíveis na busca.

194. Perfil de links com alto percentual de links de baixa qualidade: muitos links de fontes comumente usadas por SEOs de “black hat” (como comentários de blog e perfis de fórum) podem ser um sinal de manipulação do sistema.

195. Relevância do Domínio com Backlink: A famosa análise da MicroSiteMasters.com descobriu que os sites com uma quantidade excepcionalmente alta de links de sites não relacionados eram mais suscetíveis à penalidades do Penguin.

196. Alerta de Links não naturais: o Google enviou milhares de alertas no Google Webmaster Tools. Isso geralmente precede uma queda de classificação, embora não seja sempre.

197. Links de IPs da mesma classe C : Obter uma quantidade não natural de links de sites em um mesmo servidor pode ser um sinal de criação de um rede de links.

198. Texto de Âncora Tóxicos: usar texto âncora “venenoso” ou “Tóxico” (especialmente palavras-chave do tipo “ganhe dinheiro”), apontado para o seu site, pode ser um sinal de spam ou um site pirateado. De qualquer forma, pode prejudicar o ranking do seu site.

199. Penalidade manual: O Google pode também enviar penalidades “manuais”, descobertas de formas diferentes que as normalmente feitas por seus algoritmos.

200. Vender links: vender links pode afetar definitivamente o seu PageRank e pode prejudicar a visibilidade da sua pesquisa.

201. Google Sandbox: Novos sites que recebem um fluxo repentino de links às vezes são colocados no Google Sandbox, que temporariamente limita a visibilidade da pesquisa.

202. Google Dance: O Google Dance pode temporariamente agitar os rankings. De acordo com uma patente do Google , isso pode ser uma maneira para eles determinarem se um site está ou não tentando manipular o algoritmo.

203. Ferramenta de disavow: o uso da ferramenta de disavow (desativação) pode remover uma penalidade manual ou algorítmica para sites que foram vítimas de SEO negativo.

204. Pedido de reconsideração: um pedido de reconsideração bem-sucedido pode remover uma penalidade.

205. Esquemas temporários de links: o Google (aparentemente) penalizou pessoas que criam e removem rapidamente links com spam. Também é conhecido como um esquema de link temporário.

 

Ufa!  Essa lista é grande mesmo, hein? Esperamos que tenham gostado! 😉

Por que você precisa de uma CDN para o seu WordPress?

Por que você precisa de uma CDN para WordPress?

Sempre tem alguém perguntado como acelerar um blog WordPress. Nos posts anteriores sempre enfatizamos muito o potencial de uma CDN para esta finalidade, mas ainda parece que não esclarecemos o suficiente.

Muitas pessoas ainda não entenderam o que é exatamente uma CDN, pois sempre existe a questão: “Eu ainda preciso de um servidor de hospedagem se eu contratar uma CDN?”. Então, neste artigo, tentaremos explicar o que é uma CDN e por que você precisa de uma CDN para o seu blog WordPress.

CDN é abreviação de Content Delivery Network (ou Rede de Distribuição de Conteúdo), que é uma rede de servidores que entregam conteúdo estático dos sites aos usuários (ou mesmo conteúdo dinâmico, como no caso do Smartcache), baseando-se na localização geográfica do usuário para conectá-lo ao servidor mais próximo e mais rápido.

CDN

Muito confuso eh? Vamos colocar em palavras mais simples:

Normalmente, quando um usuário vem ao seu blog do WordPress, eles são redirecionados para seu servidor web (ou seja, Locaweb, AWS, UOL Host, etc). O seu servidor web está em uma localização central, digamos, São Paulo. Então, todos os usuários em seu site acessam esse servidor para visualizar seu conteúdo.

Agora, se você tiver um alto volume de tráfego, então você poderá sobrecarregar o seu servidor, o que tornará o carregamento lento ou apresentará falhas no site. Esse é um dos pontos em que uma CDN é útil, pois ela é uma rede com dezenas ou centenas de servidores, e mas o mais importante é que esses servidores estão espalhados pelo Brasil e pelo mundo.

Quando você usa uma CDN, o conteúdo de seu site é armazenado (na forma de “cache”) em todos esses servidores da rede. Este conteúdo inclui imagens, folhas de estilo (arquivos css), javascripts, Flash, etc. A partir daí, quando um usuário visita seu site, a tecnologia CDN redireciona-o automaticamente para o servidor mais próximo de sua localização, aliviando a carga em seu servidor principal e carregando o site muito mais rápido.

Por exemplo: se o seu servidor principal estiver hospedado em São Paulo e alguém de Fortaleza tentar acessar seu site, ele será redirecionados para o servidor mais próximo que deverá estar no nordeste, bem próximo ou mesmo na própria cidade de Fortaleza.

A proximidade do usuário ao servidor da CDN tem um impacto positivo no tempo de carregamento. Ao replicar seu conteúdo em vários servidores, geograficamente dispersos, você pode fazer suas páginas carregarem muito mais rápido. Em palavras simples, quanto mais perto o servidor da CDN estiver do usuário, mais rápido o usuário obtém o conteúdo do site.

Por que você precisa de uma CDN para WordPress?

Lendo a seção acima, então você pode ver claramente que utilizar uma CDN pode causar um enorme impacto positivo em seu site. Abaixo estão algumas das vantagens que podemos ressaltar:

Velocidade: Uma vez utilizando uma CDN em seu site, ele ficará certamente mais rápido pelos motivos apontados no inicio do texto, como localização geográfica e distribuição de carga nos servidores.

Robustez: Uma CDN permite distribuir a carga para vários servidores em vez de ter 100% de tráfego em seu servidor principal. Assim ele fica menos propenso à falhas e lentidão.

Redução de Processamento do WordPress: O WordPress é uma plataforma que pode exigir muito processamento de seu servidor. Ao utilizar tecnologias como a SmartCache, você evita ter que processar repetidamente as páginas que são frequentemente acessadas, podendo aliviar em mais de 90% a demanda por processamento em seu servidor de hospedagem.

Experiência aprimorada do usuário: Utilizando uma CDN você perceberá um declínio na taxa de rejeição de seu site. Além disso, provavelmente também verá aumento nas visualizações de páginas e no número de páginas visitadas por cada usuário. Então, claramente, um site rápido significa melhor experiência do usuário.

Melhoria no SEO: O Google afirmou claramente que os sites mais rápidos tendem a ter uma melhor posição nos mecanismos de busca.

 

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O que é CDN?

O que é CDN?

Quer saber o que é CDN? CDN é a abreviação para Content Delivery Network, que é uma rede de servidores que armazenam o conteúdo de sites (na forma de “cache”) e depois entregam este conteúdo rapidamente, utilizando a localização geográfica do usuário para conectá-lo ao servidor que estiver mais próximo a ele.

como funciona CDN

 

Porque você precisa de uma CDN no seu site?

 

Velocidade:

Uma vez que comece a utilizar uma CDN no seu site ele ficará certamente mais rápido e mais agradável para seus usuários.

A lentidão de acesso é muitas vezes responsável por seu usuário abandonar o site antes de concluir uma compra, por exemplo.

Maior Robustez

O CDN absorve o tráfego que estaria 100% em seu servidor e o redistribui para dezenas de servidores espalhados pelo planeta. Desta maneira, você poderá ter um servidor mais barato e simples e, mesmo assim, conseguir atender de forma rápida aos seus usuários.

Experiência do Usuário

Ao usar uma CDN você perceberá que a taxa de rejeição dos visitantes de seu site diminuirá e o número de páginas visitadas aumentará.

Isto ocorre porque um site mais rápido proporciona uma melhor experiência para seus usuários

Melhoria no SEO

O Google já afirmou claramente que sites mais rápidos tendem a um melhor posicionamento nas buscas.

Uma CDN certamente te ajudará a conquistar algumas posições nas buscas do Google.

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6 truques e dicas de SEO para vencer seus concorrentes

Nesta publicação, você descobrirá 6 importantes truques e dicas de SEO para ajudar seu site, loja virtual ou blog a vencer seus concorrentes em 2017 e nos próximos anos.
Para a maioria dos blogueiros e proprietários de sites, as principais atividades de SEO se resumem a criar links em sites confiáveis de alta qualidade, trabalhando duro na promoção de conteúdo, buscando pessoas influenciadoras e assim por diante.

Embora essas coisas sejam certamente necessárias porque elas dão ótimos resultados, elas funcionam ainda melhor quando estão emparelhadas com uma boa otimização técnica do site.
O bom SEO é sobre como tornar o seu site amigável para os mecanismos de busca, o que, por sua vez, aumenta muito seu ranking nas consultas.

Então, como você se certifica de que você fez tudo para garantir que seu SEO irá funcionar?
Nós preparamos uma lista de verificação detalhada dos melhores truques técnicos de SEO que você pode seguir para ultrapassar seus competidores.

1. Otimização para mobile

Desde o ano passado, as plataformas móveis ultrapassaram os dispositivos desktop quando se trata de consumo de conteúdo, e o Google seguiu o exemplo, já que o índice móvel se tornou seu índice principal de pesquisa.

uso de internet por dispositivo

 

Além disso, de acordo com os números do Relatório de Tendências da Internet ‘Mary Meeker’ para 2017, a taxa de crescimento das vendas de smartphones aos clientes diminuiu de 80% para apenas 3%, o que mostra que a maioria das pessoas tem um smartphone hoje em dia.

Veja como você deve otimizar para mobile:

Design responsivo: Este tipo de design depende do mesmo código HTML, independentemente do dispositivo, mas o torna diferente dependendo do tipo de exibição, o que resulta em uma visão ideal sempre. O Google prefere também páginas web responsivas.

Velocidade da página: Como nem todos os dispositivos móveis possuem conexões de hardware ou de internet suficientemente potentes, a velocidade da página é essencial em dispositivos móveis. Você precisará compactar suas imagens, tornar seu código leve e fazer uso do cache. Uma dica pra fazer parte desse serviços é utilizar um CDN, que irá otimizar o uso da cache e imagens nos navegadores, além de responder muito mais rápido às requisições de dados.

Deixe seus Meta Títulos e descrições “amigáveis para SEO”: Isso é bastante semelhante ao que você faria ao otimizar a área de trabalho. Mas, você precisa ser ainda mais conciso aqui, porque há menos espaço de tela disponível.

AMP: Também conhecido como Páginas Mobile Aceleradas, são versões reduzidas de páginas HTML, que podem aumentar a velocidade da página, tempos de carregamento mais rápidos, bem como o envolvimento do usuário.
Quanto a como você deve otimizar, concentre-se mais em tornar suas manchetes mais atraentes em vez de infundi-las com palavras-chave. Inclua chamadas para ação. Além disso, use uma imagem em destaque que atinja sua atenção.

Usar marcação semântica correta: Quando você usa “marcação de esquema” (schema markup), você está dizendo ao mecanismo de pesquisa quais são suas palavras, e não apenas o que elas dizem.
Por exemplo, procurar por “Vingadores” pode resultar em você encontrando mais informações sobre a franquia de filmes bem-sucedida, quando na verdade você procurava uma definição da palavra. É por isso que você precisa fornecer ao mecanismo de pesquisa os dados corretos do vocabulário.

 2. Otimizar a busca por voz

Embora fosse uma novidade no passado, a busca por voz tem crescido em termos de popularidade, e é por isso que é tão importante que otimize para isso. Veja como:
Concentre-se em palavras-chave de Long-Tail (cauda longa). Enquanto a maioria das pessoas escreve em poucas palavras, quando se trata de voz, há maior probabilidade de explicações detalhadas, que devem ser suas palavras-chave de cauda longa (Long Tail Keywords).

dicas de buscas

Utilize linguagem humana:  Em vez de pesquisar palavras-chave, tente fazer um brainstorm sobre os tópicos que seus seguidores podem realmente procurar. Pense mais em termos de discurso humano real. Você pode testar as consultas você mesmo e ver como elas são efetivas.

Faça o seu conteúdo de “perguntas frequentes” mais amigável: Em vez de apenas obter todas essas respostas em suas páginas de perguntas frequentes, faça delas parte do conteúdo do sua página.

3. Otimizar o Conteúdo

O Google está constantemente trabalhando em diferentes maneiras de exibir conteúdo mais relevante, o que significa que você deve otimizar seu conteúdo para torná-lo mais fácil para eles. Faça o seguinte:

Otimize os trechos em destaque: Os trechos em destaque que aparecem em SERPs (página de resultados) geralmente são seguidos por uma imagem e uma resposta direta à pergunta do usuário para que eles nem sequer tenham que clicar na página para obter uma resposta. Divida seu conteúdo em etapas para que possa ser lido como uma instrução clara e escolha uma imagem relevante.

Utilize Listas: Artigos-listas são sempre populares com qualquer tipo de público, seja eles ordenados ou não ordenados. Uma vez que as pessoas procuram conteúdo em primeiro lugar, listas lhes dão a chance de fazer isso através do uso inteligente de opções cativantes. Veja um exemplo abaixo:

conteudo otimizado

HTML correto: tornar o seu HTML semanticamente correto pode dar um pouco mais de trabalho, mas esse código é preferido pelos rastreadores do mecanismo de pesquisa. Além disso, o conteúdo HTML semanticamente correto resulta em tempo de carregamento mais rápido.
Otimização de palavras-chave – Enquanto o preenchimento de palavras-chave é uma coisa do passado, o uso estratégico e inteligente de palavras-chave segue sendo relevante. Mas, também depende de onde você deseja inseri-los. Por exemplo, os locais mais efetivos para inserir sua palavra-chave são seus títulos, conteúdo, URLs, bem como títulos de imagens e texto alternativo (o atributo “alt” existente nas tags de imagens. <img alt=”Bolo de Chocolate” …> ).

Otimizar títulos e descrições: Com títulos, você tem um espaço de cerca de 65 caracteres para engajar o usuário a clicar no seu link, bem como para uma busca mais amigável no mecanismo de busca. Isso significa que há espaço para uma ou duas palavras-chave ou frases. As descrições são exibidas abaixo do seu título e URL. Eles não afetam sua classificação, mas eles estão lá para seus leitores.

Se você estiver usando um plugin no seu WordPress, como SEOPressor Connect ou SEO Yoast (veja a imagem abaixo), você tem muitas opções para otimizar seus títulos e descrições tanto para desktop quanto para celular. Veja:

preview de snippet

Use conteúdo relevante: O conteúdo de alta qualidade é essencial, mas sem SEO adequado, os mecanismos de busca não podem dizer se o seu conteúdo é bom.
Você pode fazer com que eles vejam seu conteúdo como mais relevante, incluindo sua palavra-chave ou tópico dentro do título, URL, texto alternativo, bem como dentro de seus artigos. Além disso, o conteúdo precisa ser envolvente, não apenas para outros sites, mas também para você.

4. Otimizar Links

Quando dizemos links, estamos falando o URL da sua página, bem como todos os links de entrada e saída:

URLs amigáveis para SEO: Esse tipo de URLs deve conter uma palavra-chave relevante e descritiva, ao contrário de números aleatórios. Além disso, os URLs que apresentam conteúdo duplicado exigem que você configure um URL canônico para eles (a tag “canonical” do HTML).

Use Links de saída e de entrada: Os links possuem grande peso quando se trata de SEO. Os links de saída para sites de autoridade podem ajudar a aumentar o ranking do seu site, enquanto os links de entrada ajudam os motores de busca a rastrear seu site e determinar quais palavras-chave e páginas são mais importantes.

5. Melhorar a velocidade do site

Um site que carregue rapidamente é muito importante para ganhos em SEO. Você pode melhorar o desempenho do seu site fazendo o seguinte:

Otimizar imagens: imagens de alta qualidade são uma obrigação nos dias de hoje, mas não podem impactar no tempos de carregamento da página. As coisas que você pode fazer incluem:

  1. reduzir as dimensões da imagem: você não deve usar a imagens originais de sua câmera, com resoluções enormes. Imagens grandes, que ocupam a tela toda, precisam no máximo de 1500 pixels de largura. Imagens menores podem facilmente ficar com 600 pixels ou menos.
  2. comprimir a imagem: Você podeutilizar o TinyPNG, por exemplo. Um ótimo compressor de imagens gratuito.
  3. Utilizar uma CDN: Uma CDN dirá para os navegadores qual a melhor forma de baixar as imagens, utilizando caches e roteamentos sofisticados. Além disso, a própria CDN pode comprimir as imagens, sob demanda.

compactacao de imagem

Cache do navegador: com o cache do navegador, os arquivos do seu site são salvos em no dispositivo do usuário, o que significa que, quando eles visitam o site novamente, ele irá carregar muito mais rápido. Para habilitar a configuração do navegador, você precisará editar o código dos cabeçalhos das solicitações de seus arquivos de recursos (ou utilizar uma CDN).

Use uma CDN ou Rede de entrega de conteúdo (Content Distribution Network): Uma CDN é uma rede de servidores que são colocados em todo o mundo e que armazenam em cache o conteúdo de suas páginas da web, como imagens, scripts e assim por diante.
O uso de uma CDN permite que o conteúdo estático seja baixado do ponto mais próximo do usuário, o que resulta em uma velocidade de carregamento muito maior. Além disso, CDNs otimizam o uso das caches dos navegadores e comprimirem os arquivos de texto e até as imagens.
As CDNs são muito importantes para acelerar o carregamento de páginas Web, por isso seu uso tem crescido tanto no Brasil e no Mundo e, também por isso, é um ponto muito falado neste artigo.

cdn

6. Use HTTPS em vez de HTTP

O HTTPS possui inúmeras vantagens, desde o ranking do Google até um aumento da segurança e da privacidade. Simplificando, o HTTPS garante que o seu site não seja alterado por um terceiro, e torna os dados dos seus visitantes mais seguros. Todas as comunicações também são criptografadas, o que o torna adequado para lojas e lojas online.

Além disso, junto com o HTTPS pode-se utilizar o suporte ao HTTP/2, que é a nova versão desse procolo e proporciona ganhos excelentes na velocidade de carregamento pelo fato de fazer todas requisições em uma única conexão, ao invés das dezenas de conexões feitas pela versão antiga do HTTP.

Normalmente é necessário pagar pelos certificados SSL, que permitem o uso de HTTPS. No entanto, você pode encontrar uma solução de SSL Gratuito neste link.

A palavra final

O SEO é necessário para ajudar o Google a perceber que seu conteúdo é útil e relevante. Se você fizer isso, recompensará seu site ou seu blog com o ranking que merece. No entanto, apenas concentrar seus esforços de SEO em seu conteúdo não é suficiente.
Os truques de SEO apresentados aqui são um herói desconhecido quando se trata de classificação, e é por isso que você deve dedicar algum tempo e esforço para torná-lo tão bom quanto possível.

Em tempo:
• Você está implementando alguma dessas táticas técnicas de SEO hoje?
• Você tem algumas dicas adicionais que você gostaria de compartilhar ou sugerir?
• Você se preocupa em fazer SEO para o seu conteúdo?

Como sempre, gostaríamos de ouvir de você, então deixe seus comentários abaixo.

HTTPS, Google Chrome e o seu site

Bem-vindo a 2017, o ano da Internet mais segura. Você ainda não utiliza SSL para que seu site seja acessado via HTTPS? É muito provável que isto mude neste ano.

HTTPS & SSL

O “https” que é exibido na barra de endereços do navegador demonstra que o site possui um certificado SSL instalado. SSL é a abreviação para Secure Sockets Layer. É um protocolo de comunicação que cria um canal criptografado entre o servidor e o navegador, para garantir o sigilo e a segurança dos dados transmitidos. É comumente utilizado para tornar mais seguros os pagamentos online e a autenticação de dados em áreas com acesso restrito. Os usuários de um website reconhecem a segurança quando visualizam o “cadeado fechado” na barra de endereço do site.

Por que usar SSL se tornou praticamente obrigatório?

Tudo começou em 2014, quando o Google anunciou que o uso de SSL seria considerado um fator importante no posicionamento de um site nas páginas de resultados de buscas (SERPs). Este foi oficialmente o início do movimento por uma internet mais segura.

Em seguida, em Setembro de 2016, o Google fez um novo anúncio, estabelecendo Janeiro de 2017 como o mês em que todo e qualquer formulário que solicite senha, ou cartão de crédito, deve obrigatoriamente utilizar HTTPS, ou será exibido como inseguro no Chrome.

HTTPS not secure

 

Por que isso é importante?

Bem, no Brasil o Chrome é “um pouco” mais utilizado do que os demais navegadores (fonte StatCounter):

chome mkt share BR

 

Ou seja, se você tem um formulário para alguma área logada em seu site e não utiliza HTTPS, 3 de cada 4 visitantes estão recebendo um aviso de “não seguro”.

E o Google irá além, conforme o anúncio de Setembro de 2016 eles pretendem exibir como “inseguro” no Chrome todos os sites que não utilizarem HTTPS em todo o site!

site sem HTTPS

 

Apesar de ainda não haverem divulgado a data para esta última mudança, melhor prevenir do que remediar, certo?

 

Como adquirir um certificado SSL?

 

Existem duas opções, o certificado tradicional e pago, ou o certificado gratuito. O certificado pago pode ser adquirido através de diferentes entidades certificadoras tradicionais. A alternativa mais econômica e simples é  o certificado gratuito da Let’s Encrypt.

A Let’s Encrypt foi fundada em Abril de 2016, justamente com o objetivo de ajudar a tornar a internet mais segura. Seu certificado gratuito pode ser obtido rapidamente e renovado automaticamente, para utilização em qualquer website. Além disso, o certificado da Let’s Encrypt não necessita de um endereço IP dedicado para sua instalação, neste caso dependendo de ter a extensão SNI habilitada no servidor web em questão.

Ainda existem algumas limitações, comparado a outras certificadores, como a não possibilidade de emissão de certificados Wildcard e nem do tipo EV (Extended Validation SSL), que mostra a barra verde completa no navegador com informações específicas da empresa.
Apesar disso, atende muito bem aos requisitos de segurança para tornar o site mais seguro e ainda impacta positivamente o SEO.
Agora você não tem mais motivos para deixar de usar o HTTPS em seu site, está esperando o quê?

12 bons motivos para você usar uma CDN

12 bons motivos para você usar uma CDN

 

*artigo publicado originalmente no site E-commerce Brasil: link

 

Você já considerou utilizar uma CDN para seu site ou ecommerce?

Tecnologia evoluir rapidamente não é novidade para ninguém, na verdade hoje em dia é o esperado. O problema é que a Tecnologia da Informação está presente em tantas frentes distintas que fica difícil acompanhar. Para um médico ler todas as publicações de um ano precisaria de mais de 400 dias lendo sem parar.

Acredito que na TI estejamos avançando a passos largos na mesma direção. A consequência dessa enxurrada de informação é que, muitas vezes, você acaba ficando para trás por não conhecer algo que evoluiu e se tornou útil, ou até mesmo essencial.

O que levou a este artigo. A maioria dos profissionais web já se deparou com o termo CDN – Content Delivery Network (Rede de Distribuição de Conteúdo) – ou leu a respeito. O conceito é simples, espelha-se o conteúdo do site de seu servidor de origem(onde está hospedado) para servidores distribuídos geograficamente em datacenters estratégicos, para que, ao acessar um site, o usuário final receba os arquivos armazenados no data center mais próximo, reduzindo assim a latência e melhorando a experiência do usuário.

Para ter uma ideia, calcula-se que mais da metade do tráfego mundial passa por CDNs e só a Akamai, a maior delas, trafega 30% de todos os dados do planeta. Todos os grandes sites, como Google, Facebook, Youtube, Amazon, utilizam CDNs. Mas agora esta tecnologia está também acessível a médias e pequenas empresas, através de novas CDNs e novas tecnologias.

 

Sem uma CDN os usuários buscam as páginas diretamente no servidor de origem.

GoCache_CDN

Com o a CDN o conteúdo fica distribuído geograficamente e o usuário acessa o servidor mais próximo

GoCache_CDN

    Inicialmente considerada uma ferramenta importante para sites com conteúdo estático muito pesado, como por exemplo filmes. Hoje em dia este tipo de plataforma oferece muito mais do que apenas a melhora na latência (que não deixou de ser importante).

Neste artigo vamos analisar 12 motivos fundamentados em dados para a utilização de uma CDN e como isso pode ajudar a melhorar a competitividade do seu site.

 

Por que usar um CDN?


Muitas das melhores marcas e sites hoje em dia usam CDNs porque servem a audiências globais e precisam entregar conteúdo de forma rápida e eficiente. De acordo com o site BuiltWith, mais de 51% dos top 10.000 sites do mundo estão usando uma CDN. Se expandirmos a análise para os top 100.000 esta proporção cai significativamente. O motivo para isso é muito simples – as empresas menores ainda não perceberam o quão benéfica uma CDN pode ser.

No Brasil este cenário é ainda pior, pois graças à falta de alternativas competitivas em nosso mercado havia apenas um grande player internacional cobrando muito caro pelo uso de sua CDN. Isto criou a associação do termo “CDN” a algo “caro” e “apenas para as grandes empresas”. Felizmente este cenário mudou e hoje existem alternativas bastante viáveis economicamente, mesmo para as micro e pequenas empresas.

GoCache_CDN

Com dados do mesmo site, quando avaliamos a situação do Brasil, temos a seguinte tabela (Agosto/2016):

GoCache CDN

Comparados à média de mundial, os top 100 mil sites no Brasil estão bem próximos ao resto do mundo, mas os demais estão apenas abaixo da metade da média.

 

A evolução do tamanho médio das páginas web

 

O tamanho médio das página Web vem crescendo rapidamente à medida que a velocidade de conexão à internet melhora. Segundo o httparchive.org, o tamanho médio das página na web em 2010 era de 632 KB,  em 2016 é 2.456 kB. Um crescimento de 389%!

GoCache CDN

GoCache CDN

 

Os componente da página aumentaram em tamanho, em especial as imagens, que cresceram quase 365%, quase 4x. Mesmo com velocidades de conexão maiores, não há como evitar que o tempo de carregamento das páginas aumente consideravelmente.

Além do tamanho maior das páginas, o meio utilizado para acesso também mudou.

 

A revolução mobile

 

Em 2014 o acesso móvel superou o acesso via desktop, e desde então essa diferença só faz crescer.

GoCache CDN

 

Vejamos a seguir, em pesquisa da GWI – Global Web Index – do primeiro semestre de 2016, mais dados relevantes.

A maioria da população brasileira possui um smartphone:

GoCache CDN

O uso do smartphone como meio para acessar a internet só aumenta, o de desktops vem caindo lentamente.

GoCache CDN

 

E a importância atribuída ao smartphone como principal meio de acesso à web já superou a do desktop:

GoCache CDN

A consequência disso é que muitos sites já tem por filosofia o “mobile first”, priorizando o acesso mobile. É lógico deduzir que o progressivo aumento no tamanho médio das páginas torna-se uma grande dor de cabeça, dada a péssima qualidade das conexões de dados móveis no Brasil. É este mais um dos motivos que impulsionam a adoção de uma CDN. Mas conforme o título deste artigo, evidenciaremos outros benefícios que podem não ser tão intuitivos à primeira vista.

1. Melhor desempenho e menor latência

O mais conhecido benefício da utilização de uma CDN. É uma maneira simples e fácil de aumentar a velocidade de carregamento dos websites e reduzir a latência.

 

 ”A utilização de uma CDN nos permite terminar a conexão mais perto do usuário, o que pode reduzir significativamente o custo de handshake TCP e TLS. Para melhores resultados, você deve utilizar uma CDN para servir tanto conteúdo estático quanto dinâmico”

 – Ilya Grigorik, Engenheiro de Desempenho do Google

 

Segundo Andreas Grabner em seu blog about:performance, há um erro muito comum no desenvolvimento web. Os desenvolvedores não utilizam todas as camadas corretas de cacheamento (navegador, CDN, servidor web e servidor de aplicação).

Não confie apenas em argumentos, confira os dados

Vejamos um teste simples com um site em WordPress. Utilizamos o tema “Verbosa” e algumas imagens pesadas, de alta resolução e tamanho superior a 500KB.

O site usado foi o www.gowp.com.br e a ferramenta Web Page Test. Simulamos acessos via Desktop (conexão via Cabo com 5Mbps) e dispositívo Móvel (conexão via 3g com 1,6Mbps). Fizemos 5 testes de acesso com navegador Chrome  e acesso a partir do EC2 da Amazon Brasil.

 

Atenção às colunas “Start Render”, que mostra o tempo para o início da exibição da página e afeta diretamente a percepção de velocidade do usuário final, e o “Load Time”, que é o tempo para a carga completa da página.

      • Velocidade em desktop Sem CDN (link para o teste) – Acesso via Cabo 5Mbps + ChromeGoCache CDN
      • Velocidade em desktop Com CDN (link para o teste) – Acesso via Cabo 5Mbps + ChromeGoCache CDN

Na simulação de acesso via desktop, o ganho no tempo de abertura foi de 30% e o tempo total de carga melhorou 12%.

      • Velocidade em smartphone sem CDN (link para o teste) – Acesso via 3G 1,6Mbps + ChromeGoCache CDN
      • Velocidade em smartphone com CDN (link para o teste) – Acesso via 3G 1,6Mbps + ChromeGoCache CDN

No acesso via dispositivo móvel, o ganho no tempo de abertura foi de 31%. O tempo total de carga melhorou 24%.

Vale ressaltar que não houve otimização das imagens, o que ocasiona os tempos absurdos para carga via 3G. Mesmo neste cenário simplório é possível notar que uma CDN proporciona uma média de abertura da página 30% mais veloz.

2. Provedores de hospedagem tradicionais não conseguem acompanhar

A tecnologia atual e tradicional de hospedagem web não é mais capaz de atender as demandas de websites. A CDN passou a desempenhar um papel significativo na superação dos recursos computacionais dos provedores de hospedagem tradicionais, cumprindo mais adequadamente o objetivo de entregar conteúdo rico em multimídia com qualidade alta e de forma confiável a baixo custo.

 

As CDNs agora são responsáveis pela maior parte da carga de uma grande quantidade de websites. Isso tem como consequência a economia de recursos em seu host, tanto computacionais quanto de tráfego.

Nas imagens abaixo vemos o quanto da demanda de recursos uma CDN absorve durante o período de um mês:

  • Tráfego (Banda)

No Brasil, este é um dos itens mais caros da infraestrutura de um website. Também é um dos primeiros gargalos quando ocorre um pico de visitação, já que a maioria dos provedores de hospedagem limita a largura de banda disponível para cada cliente.

No exemplo abaixo, no primeiro gráfico o ponto selecionado é o consumo médio de tráfego durante um dia comum. 347 megabytes do tráfego foram atendidos pela CDN e somente 9 megabytes chegaram ao servidor de origem.  Ou seja, em um dia normal, 97% do tráfego do site é atendido pela CDN.

GoCache CDN

O gráfico a seguir mostra um pico de demanda, com aumento de 124% sobre o volume médio diário. A CDN absorveu um percentual ainda maior deste tráfego, superior a 99%. O servidor de origem recebeu apenas 7 megabytes de tráfego, menos do que a média diária do mês.

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O site no exemplo teve um consumo total, durante o mês de Agosto, de 10 terabytes.

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O gráfico a seguir mostra o resultado, o tráfego no servidor de origem foi de apenas 2% do total.

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No final das contas, apesar do enorme consumo de dados durante o mês, o site em questão não encontrou problemas. Nem teve surpresas desagradáveis com limitações do seu provedor de hospedagem,  ou em sua fatura ao final do mês.

 

  • Page Views

            Esta métrica demonstra quantas páginas são visualizadas, está diretamente relacionada à carga no servidor. É interessante notar que, apesar do pico de tráfego no dia 21, o consumo de páginas permaneceu dentro da média. Neste caso o site publicou uma página bem mais “pesada” que a média. O pico de tráfego ocorreu devido a uma página publicada com o dobro do tamanho médio.

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É interessante notar que apenas 30 mil páginas (11%) foram servidas a partir do servidor de origem. Esta proporção pode mudar drasticamente dependendo das configurações de tempo de cache que um site utiliza. 89% das PageViews foram atendidas pela CDN no dia de pico.

No mês de Agosto o site transferiu quase 8 milhões de páginas:

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87,5% das páginas foram servidas diretamente da CDN durante o mês, sem necessidade de uso dos servidores de origem.

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Foram 6.776.596 páginas que a infraestrutura de origem deixou de servir. Fica fácil deduzir que as economias em recursos de CPU, memória e banco de dados são bastante expressivas.

 

  • Requisições (Requests)

Eis aqui o principal responsável pela carga na sua infraestrutura. Uma única página pode conter centenas de requisições. Imagens, banners, conexão ao banco, formulário, cada item da página equivale a uma requisição que consome recursos computacionais. Por este motivo uma página pouco visitada pode ficar “pesada” e demorar um tempo considerável para carregar.

No nosso exemplo, vemos que o pico de requisições coincide com o segundo dia do pico de transferência de dados. Aqui, novamente, chama a atenção a quantidade de requisições que a CDN absorve. De mais de 8 milhões de requisições atendidas, menos de 4% foi repassado à infra de origem. A infraestrutura do site foi capaz de atender tranquilamente o pico na demanda por recursos computacionais e a experiência do usuário não sofreu impacto algum.

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O volume de requisições no mês de Agosto para o site foi de quase 158 milhões.

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Apenas 6,2% destas requisições demandou recursos do servidor de origem. Foram 148 milhões de requisições atendidas pela CDN.

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Isto se traduz em uma enorme economia de infraestrutura. Para sites que utilizam infraestrutura em nuvem, onde é possível escalar ou reduzir a quantidade de recursos contratados, a economia é imediata, pois a adequação no dimensionamento pode ser feita em poucas horas. Para sites que utilizam infraestrutura física, a consolidação pode levar um pouco mais de tempo, mas isso não deixa de tornar a economia atraente.

O uso da CDN traz dois benefícios importantes quando olhamos para a questão da hospedagem:

o site fica no ar, já que não extrapola os limites de tráfego e hardware impostos pelo provedor de hospedagem.

a fatura no final do mês sofre uma redução brutal, pois há menos consumo de banda e recursos de hardware.

3. Melhorias de SEO

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Quando se trata de Search Engine Optimization (SEO) a velocidade da página é um fator muito importante no que se refere ao posicionamento da sua página nos resultados da busca orgânica.

A maioria dos mecanismos de busca considera o tempo de carregamento da página em suas fórmulas de posicionamento. O Google adora sites rápidos e anunciou em 2010 que a velocidade dos sites começaria a afetar seus rankings. Quanto mais rápido o seu site, melhor a sua chance de subir nos SERPs (Search Engine Results Page – Página de Resultados de Mecanismos de Busca).

Otimizar sites é extremamente importante. sites mais rápidos significam clientes satisfeitos. PageSpeed torna-se significativo para rankings

– Matt Cutts, Head of Google Webspam

 

4.Preço

 

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Outro equívoco comum é que o uso de CDNs está associado a um preço salgado. De fato com alguns provedores de CDN isso é verdade. Mas existem alternativas nacionais bem acessíveis e competitivas. Somando o aumento de performance, economia com operações e infraestrutura, melhora de SEO e opções de segurança(mais sobre isso abaixo), é definitivamente um investimento que retorna em diversas dimensões.

Um blog com 50.000 visitantes únicos mensais pode ter um custo de R$ 19,00/mês para utilizar uma CDN. Claro que isso pode variar de acordo com o tipo de conteúdo e arquivos exibidos, mas em termos gerais é uma forma bastante econômica para se obter uma melhora expressiva no tempo de abertura do site, que pode melhorar em até 20 vezes. Quanto maior o volume de dados que um site trafega, menor o custo por GB transferido. Os ganhos de escala podem ser bem interessantes.

Comparativamente, os custos de banda internet na CDN são menores do que nos provedores de hospedagem tradicionais. A CDN absorve ao menos 60% da carga do seu servidor de origem. Isso possibilita reduzir o link de dados e a quantidade de servidores contratados com seu provedor de hospedagem. Essas economias, quando somadas, em muitos casos são superiores ao custo do serviço de CDN.

 

5. Robustez

 

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Quem nunca se deparou com uma situação de sobrecarga que levou à queda do site? Além de frustrante, pode resultar em perdas financeiras catastróficas. Adicionar um fornecedor pode parecer má ideia, por tratar-se de mais um possível ponto de falha. Porém, graças à arquitetura típica das CDNs, elas acabam por reforçar a confiabilidade, por dois motivos:

  • As requisições via CDN são sempre encaminhadas para o PoP (Point of Presence – Ponto de Presença) mais próximo. Em caso de queda a requisição é repassado para o próximo PoP. Isso cria redundância, que assegura menor tempo de inatividade e uma experiência final mais agradável para seu usuário.
  • Por absorver a maior parte das requisições, a carga nos servidores de origem(hospedados em datacenter) sofre considerável redução. A CDN libera recursos computacionais para atender melhor a demanda por itens não “cacheáveis”. A infra de origem ganha fôlego.

 

6. Picos de acesso e escalabilidade

GoCache CDN(verde)tráfego de entrada
(azul)tráfego de saída

Quando se trata de web, você nunca sabe quando pode ocorrer um pico de tráfego. Se você apareceu em uma entrevista em algum site conhecido, ou publicou um post que viralizou, ou ainda colocou no ar uma promoção que fez um sucesso muito maior do que o previsto, é muito importante estar preparado para o pior. A maioria dos provedores de hospedagem não suportará um volume muito além do seu tráfego médio e vai desativar o seu site, ou tomar medidas deliberadas que prejudicarão o desempenho do site, para evitar prejudicar os demais clientes.

A CDN ajuda com muita eficiência a evitar esse problema. Como o conteúdo estático do seu site, que muitas vezes é responsável por 80% ou mais do seu tráfego, é armazenado em cache nos servidores de borda, isso gera um enorme alívio em seu servidor de origem e na rede onde ele se encontra. Com a maioria dos recursos sendo entregues através dos servidores de cache e da rede da CDN, seu servidor de origem não precisa lidar com o alto número de requisições, assim como seu provedor de hospedagem não precisa lidar com uma demanda surpresa por altos volumes de tráfego.

Isso torna seu site seja muito mais escalável com o menor esforço possível, evitando quaisquer cenários de indisponibilidade que poderiam custar dinheiro e prejudicar a reputação do seu negócio.

 

7. Custos Operacionais

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Manter um site no ar 24×7 não é tarefa fácil. É necessário monitorar o acesso(rede) e o uso de recursos de infra (CPU, memória e uso de disco), performance do banco de dados e tempo de resposta das páginas. Quando ocorre um problema com alguma destas variáveis, seja por motivos que podem estar totalmente fora do controle da sua equipe, como por exemplo problemas de rota, ou por motivos corriqueiros, como a publicação da versão incorreta de uma página que sobrecarrega o banco de dados, as consequências para a equipe de operações são catastróficas. Alarmes e telefonemas urgentes nos horários mais inapropriados e noites em claro são a norma.

 

Clientes insatisfeitos reclamando para seus respectivos executivos de conta e sobrecarregando o suporte com chamados, telefonemas e tickets de helpdesk, tudo ao mesmo tempo, também são comuns. Além do custo financeiro existe também o custo de reputação da sua marca, que perde um pouco a cada incidente e sofre com reclamações em mídias sociais.

 

Com os benefícios que a CDN traz na economia de recursos de infra e percepção de desempenho, este tipo de situação torna-se muito mais raro. Mesmo um simples problema de rota, que poderia resultar em reclamações de lentidão, passa despercebido, já que os servidores da CDN estão espalhados em diversas redes e locais diferentes distribuindo o conteúdo do seu site normalmente.

 

A consequência é que sua equipe operacional passa a ter menos trabalho, com menos frequência, e a qualidade de vida dos seus administradores de sistemas, analistas de suporte, executivos de contas, e principalmente dos seus clientes, melhora exponencialmente.

 

8. Defesa contra DDoS

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A CDN pode fornecer segurança adicional. Como todo o tráfego do website passa pela rede da CDN, é nos servidores de borda da CDN que serão mitigados ataques DDoS, enquanto seu site e seus usuários sequer notarão que houve um ataque.

 

9. SSL, TLS e HTTP/2

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  • TLS

 

Outras características avançada de segurança que as CDNs oferecem é o uso de SSL, TLS e HTTP/2.

O TLS (Transport Layer Security) é um protocolo criptográfico com o objetivo de oferecer segurança para a comunicação entre serviços como email (SMTP), navegação por páginas (HTTP) e outros tipos de transferência de dados na Internet.

As diferenças entre o SSL e o TLS são muito pequenas e técnicas. O TLS tem a capacidade de trabalhar em portas diferentes e utiliza algoritmos de criptografia como o keyed-Hashing for Message Authentication Code (HMAC) enquanto o SSL utiliza somente o Message Authentication Code (MAC).

 

  • HTTP/2

 

O HTTP/2 tem uma série de vantagens sobre o HTTP/1.1. Usa multiplexação (abre uma única conexão para baixar múltiplos arquivos), nele as requisições e respostas são paralelas e assíncronas: seu navegador pede vários arquivos ao mesmo tempo e recebe-os assim que eles estiverem prontos, na mesma conexão. Isso assegura desempenho muito superior ao do HTTP/1.1.

Também utiliza o que se chama de “server push”, que trata de forma diferenciada as chamadas a elementos externos, como arquivos CSS e JavaScript. No HTTP/1.1, seu navegador precisa primeiro solicitar a página, ler o código-fonte em HTML, entender que há chamadas para elementos externos e somente então solicitar esses elementos. No HTTP/2, o servidor poderá mandar esses elementos antes do seu navegador solicitar. Quando o navegador precisa desses arquivos para renderizar a página, eles já estarão no computador.

E, finalmente, a última diferença está nos cabeçalhos, que o HTTP/2 comprime em um formato chamado HPACK. Quando o navegador solicita um arquivo é necessário baixar o cabeçalho desse arquivo, que pode conter o tamanho do arquivo, as informações do servidor e um cookie. Geralmente, um cabeçalho não passa de 1 KB, mas isso não escala muito bem. Com a compressão no cabeçalho, o uso de dados será menor e as páginas serão renderizadas mais rápido.

 

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  • SSL

 

Normalmente as CDNs possuem ao menos duas opções de SSL – compartilhado gratuito ou privado e pago. Com SSL você assegura a criptografia entre seus usuários e a CDN na opção compartilhada, ou de fim-a-fim entre o usuário, a CDN e o seu servidor de origem no modelo privado. A opção compartilhada pode ser muito interessante para sites de menor porte, já que economiza tanto o custo do certificado em si quanto o trabalho e custos adicionais para adquirir e instalar um certificado próprio.

Além do benefício direto que o SSL proporciona, assegurando a privacidade dos dados em trânsito, também existem outros dois benefícios importantes que devem ser destacados.

Primeiro, o Google anunciou que o uso de SSL é um dos fatores considerados para o rankeamento de um site, ou seja, o fato de utilizar SSL ajuda no SEO.

E recentemente o Google foi além e anunciou que, a partir de Janeiro de 2017, todos os sites que não utilizam SSL serão exibidos com um alerta de segurança no navegador Google Chrome.

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Como se vê no gráfico da w3counter, quase 60% da internet utiliza o Chrome. Quem não tiver o site preparado com SSL no início de 2017 está prestes a ser classificado como “inseguro” para 2 de cada 3 visitantes.

 

10. Integrações simplificadas

 

Na grande maioria dos casos a CDN pode ser configurada para qualquer website em poucos minutos. Além disso, existem inúmeras possibilidades de integração com aplicativos populares, como o WordPress, Drupal, Joomla e Magento por exemplo.

GoCache CDN

 

No caso do WordPress, diversas CDNs possuem plugins para facilitar a utilização da CDN com o website e automatizar a renovação do cache quando houver uma atualização.

GoCache CDN

Além disso, muitas CDNs disponibilizam APIs públicas que permitem integrar aplicações proprietárias de forma simples e eficiente.

 

11. Melhor taxa de conversão (CRO) e Otimização de Desempenho Web (WPO)

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Não é novidade, aumentar a velocidade do site resulta em aumento de conversões. Maior velocidade implica em melhor experiência do usuário. De acordo com o site LoadStorm, 46% dos usuários não retorna a um site lento, sendo que 74% dos usuários abandonam um site depois de esperar 5 segundos pela sua abertura em um dispositivo móvel.

O Mobify também fez um estudo de caso recente sobre o efeito da velocidade em websites via acesso móvel. Os resultados foram os seguintes:

  • Para cada 100ms de redução na velocidade de carga da página inicial a base de clientes da Mobify viu um crescimento de 1,11% na conversão baseada em sessão. Isso resultou em um aumento da receita média anual de US $ 376.789 (somatória do resultado da base de clientes).
  • Para cada 100ms de redução de tempo de carga na página de checkout, os clientes da Mobify notaram um aumento de 1,55% na no tempo de duração da sessão. Isso resultou em um aumento da receita média anual de US $ 526.147(somatória do resultado da base de clientes).
  • O aumento de um page view por usuário resultou em um aumento de 5,17% na taxa de conversão por usuário. Para cada página adicional vista por um usuário a Mobify viu aumentar a receita anual do seu cliente médio em US $ 398.484(somatória do resultado da base de clientes).

 

Apesar de não sermos tão sensíveis assim à performance no Brasil, graças à baixa qualidade das nossas conexões, isso não reduz a importância de otimizar cada parte site, da página inicial seguindo todo o caminho do usuário até o checkout. A utilização de uma CDN pode garantir que seus ativos são entregues rapidamente ao longo de todo o funil de vendas, minimizando abandonos durante o processo.

 

12. Redução de TCO (Total Cost of Ownership – Custo Total de Propriedade)

GoCache CDN

 

Conforme explicado acima, na vasta maioria dos casos a CDN absorverá volumes superiores a 80% do tráfego do site. Isso, por sua vez, reduzirá consideravelmente a carga/custos no seu servidor de origem.

 

No Brasil os custos de banda internet estão entre os mais caros de toda a infraestrutura web. Esta economia por si só já representa um enorme benefício. Somando-se a isso o fato de que a maior parte das requisições ficará no cache (cache hits), resultando em menos carga na CPU e memória dos servidores de origem, temos então uma economia completa na infraestrutura. Não é incomum que esta economia chegue a níveis superiores a 60% dos custos totais de infraestrutura (hardware e tráfego do website), mesmo quando se adiciona o valor pago à CDN ao total.

 

Fatorando também os custos operacionais, que consideram operação e manutenção dos servidores, suporte técnico aos usuários do site, suporte comercial aos clientes e os danos à reputação da marca, fica fácil entender como o uso de uma CDN traz um pacote completo de benefícios.

 

Resumo

 

Então, por que usar uma CDN? Agora você sabe todos os benefícios que a utilização deste tipo de ferramenta traz. Além da melhoria drástica no desempenho, você também verá vantagens em SEO, melhores taxas de conversão, mais segurança, disponibilidade, menos custos com operação e suporte e uma melhor experiência de uso para seus visitantes, especialmente os que estão em locais geograficamente mais distantes do local onde seu servidor de origem está hospedado.  Muitas CDNs oferecem a oportunidade de testar (trial) antes de contratar o serviço, o que você está esperando?

 

5 plugins para deixar seu WordPress amigável em dispositivos móveis – GoCache CDN

WordPress e Responsividade

Você já visualizou uma página na internet aparentemente “desconfigurada” a partir de um tablet ou smartphone? Infelizmente isso ainda ocorre muito. Além de dificultar a navegação, reduz a audiência e piora sua taxa de rejeição e SEO.

Quem gosta de ficar ampliando itens para poder enxergá-los melhor? Isso acontece na maioria dos casos porque os websites ainda não possuírem “design responsivo”, ou “responsividade”.  O design responsivo torna um website capaz de adaptar a visualização para qualquer tipo de dispositivo e tamanho de tela. Se você tem um website ou loja em WordPress, neste post vamos dar algumas dicas para evitar que este tipo de problema ocorra.

Desenvolver um website responsivo é de extrema importância para manter a competitividade no mercado atual. Afinal, somente no Brasil, cerca de 43 milhões de pessoas acessam a Internet a partir de celulares, segundo apurou o DataFolha. E desde 2014 o IBGE constatou que o acesso via dispositivo móvel (tablet/celular) ultrapassou o acesso via desktops/notebooks:

uso de internet por dispositivo

 

Dessa forma, é necessário agradar aos consumidores fazendo páginas que se apresentam apropriadamente. Endereços amigáveis também costumam apresentar melhores ranqueamentos no Google e, portanto, são mais facilmente encontrados.

Nesse contexto, separamos cinco exemplos de plugins que deixarão seu site WordPress preparado para acesso a partir de qualquer dispositivo.

5 Plugins para tornar seu WordPress mais responsivo

  1.     WPTAP: Este aplicativo desenvolve “mobile themes”, além de disponibilizar ferramentas capazes de converter a versão desktop em móvel, sem perda de conteúdo. Apresenta recursos variados e é fácil de configurar.
  2.     Responsive: Trata-se de um template para WordPress, desenvolvido especificamente para automatizar a adaptação das páginas para a visualização mobile. Nesse caso não é criada uma nova versão da página, como no WPTAP.
  3.     WPTouch Pro 3: Este plugin permite a escolha de variados temas para diferentes dispositivos. Isso permite que seu website tenha uma “cara” para quem visualizá-lo a partir de um smartphone e outra para aqueles acessarem em um tablet, por exemplo.
  4.     Duda Mobile Website Builder: A ferramenta mantém as principais características da versão do website no desktop e as transfere para as versões mobile. Dessa forma os principais elementos de identidade visual da página são mantidos. Questões relacionadas à otimização de conteúdo da página (SEO, Search Engine Optimization) não exigem manejo de código e são facilmente configuradas.
  5.     MobilePress: A geração de uma versão amigável em dispositivos móveis é feita automaticamente. Apesar de não permitir muita customização nas páginas, o aplicativo oferece configurações interessantes.

De qualquer forma, o pensamento que deve predominar durante o planejamento do desenvolvimento de um website responsivo é: o que é primordial e deve ser mantido na versão mobile? Para responder a essa pergunta, se possível faça testes de usabilidade com seus usuários, ou então acesse o seu website com o olhar de uma “primeira visita”.

Não esqueça, portanto, de disponibilizar as informações fundamentais do produto e da marca e, principalmente, meios para contato. Também é importante lembrar-se de adaptar as imagens, para que carreguem rapidamente.

Investir em versões amigáveis para mobile é apostar no aprimoramento da experiência do usuário e, consequentemente, em um aumento nas taxas de conversão.

Você sabia que o uso de uma CDN pode melhorar em ao menos 30% o tempo de carga do seu WordPress?

Dê uma olhada neste post e confira – https://www.gocache.com.br/wordpress/como-otimizar-wordpress-woocommerce/

E não esqueça que a GoCache CDN é a melhor CDN para WordPress no Brasil.

  • Saiba mais sobre todos os benefícios de usar uma CDN neste post
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