CDN é o acrônimo para “Content Distribution Network“, “Content Delivery Network” ou “Rede de Distribuição de Conteúdo”. O principal objetivo é reduzir o tempo de resposta para o usuário final. Isto é feito direcionando o acesso para servidores localizados geograficamente mais próximos ao local do usuário.

Veja aqui como funciona a GoCache CDN.

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Novo Ponto de Presença (PoP) em Fortaleza

Novo Ponto de Presença em Fortaleza

PoP em Fortaleza

 

Fortal agora faz parte da rede GoCache CDN!

 

Anunciamos oficialmente a ativação do nosso mais novo Ponto de Presença em Fortaleza.

clientes GoCache com visitantes na região Nordeste passarão a ter mais um Ponto de Presença (além do PoP Salvador) melhorando a latência na região. E graça à tecnologia AnyCast toda a rede de clientes GoCache se beneficia de mais um ponto para redundância, mitigação de ataques DDoS e troca de tráfego.

 

E pode ficar de olho pois vem mais PoP por aí, em breve na Região Sul!

 

Equipe GoCache

Novo Ponto de Presença (PoP) no Rio de Janeiro

Novo Ponto de Presença no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro

 

A Cidade Maravilhosa agora faz parte da rede GoCache CDN!

 

É um grande prazer anunciar a ativação do nosso mais novo Ponto de Presença no Rio de Janeiro.

Clientes GoCache com visitantes nesta região passam a ter o benefício da latência ainda mais baixa e toda a rede de clientes se beneficia de mais um ponto para redundância, segurança e troca de tráfego.

 

E pode ficar de olho pois vem mais PoP por aí, em breve ativaremos Porto Alegre e Fortaleza!

 

Equipe GoCache

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Case Promobit – economizando custos na AWS com a GoCache CDN

Este post é muito especial, pois foi escrito espontâneamente pelo Leandro Menezes dos Anjos, CIO da Promobit.

Aprecie sem moderação!

 

Redução de custos com AWS e CDN

 

Neste artigo, eu gostaria de compartilhar meu feedback de como a GoCache ajudou o Promobit a trafegar com 8x mais requisições por segundo na BlackFriday sem aumentar nossos custos e, o mais importante, com alta performance.

 

Ocupo a posição de CIO no Promobit, sendo o responsável pela infraestrutura da Startup, ou seja, minha responsabilidade vai desde a segurança, estabilidade e escalabilidade até os cuidados com os custos de servidor que nossa plataforma possa gerar.

 

Somos hoje a maior comunidade de compartilhamento de ofertas do Brasil. Desde 2014 estamos desenvolvendo uma plataforma colaborativa capaz de reunir as melhores promoções do e-commerce, sem esquecer da segurança e da qualidade do conteúdo.

A situação

Com o alto crescimento da nossa plataforma, precisamos mudar nossa infraestrutura e, como qualquer empresa, ainda mais sendo uma startup, o custo é uma questão muito importante. Optamos por escolher a AWS (Amazon Web Services) como solução para nossos servidores, pela facilidade de implementação e pelo aparente preço justo pelo serviço.

 

Não se engane: a AWS possui um leque de soluções sem igual, que facilita e muito a vida do seu SysAdmin e muitas vezes até dispensa tal cargo em sua empresa, quando bem praticada a cultura de DevOps. Mas toda facilidade tem seu preço. No caso da AWS, você paga pelo uso.

O problema

Parece justo não é mesmo? O problema acontece quando você precisa escalar. Quando você deixa 1 servidor web virar 8 para aguentar um pico de acessos no BlackFriday e seu trafego de dados passa de 1 terabyte para 3 ou 4 terabytes mensais.

 

Apenas nesses dois fatores o custo se elevaria significativamente, não concorda?

 

Vamos ao mundo real.

 

Em um acesso na timeline do Promobit, temos aproximadamente 30 requisições apenas de produtos listados e fotos de usuários, fora o HTML, Javascript e CSS que são utilizados para renderizar a página.

 

Vamos pensar que essas imagens possuam uma média de 190 bytes (peguei uma como base), 190 x 30 requisições = 5,7KB. Parece pouco, mas vamos pensar que esse trafego é apenas um acesso e um único usuário.

Em um pico de BlackFriday, em que tivemos cerca de 50 mil usuários simultâneos entre Web e Mobile, você chega a 1.500.000 requisições e 285 megabytes, isso com apenas um acesso de cada usuário.

 

Estamos falando apenas de imagens, que são arquivos estáticos e que eu poderia cachear em algum lugar por não haver nenhum processamento por parte do servidor, é apenas servir a imagem.

A solução

Pensando nisso adotamos a GoCache para servir como nossa CDN, ficando responsável por cachear parte do conteúdo e servir esse mesmo conteúdo a nossos usuários sem precisar encostar em nossos servidores novamente.

 

Agora quando um usuário acessa a Timeline e faz aquelas 30 requisições, elas são cacheadas. Na prática, o que acontece é que das 1.500.000 requisições que eu deveria receber apenas por servir imagens, agora eu recebo apenas 30. As outras 1.499.970 requisições a GoCache responde por mim com o conteúdo correto.

 

Com isso obtivemos a economia de uma máquina, uma vez que eu recebia essas requisições pelo meu EC2 e depois redirecionava o acesso aos arquivos em um S3.

Agora eu preciso de menos maquinas WEB e meu site responde mais rápido, uma vez que ele se preocupa apenas com o conteúdo dinâmico, e eu economizo banda do meu S3, que é um dos fatores de custo da AWS.

 

Falando em números:

consumo promobit

Hoje economizamos em média 95% da nossa banda com a CDN e uma média de 87% das requisições nós não precisamos nos preocupar em processar a resposta.

 

Isso reflete em toda a infraestrutura da aplicação. Não utilizamos esse conceito apenas para arquivos estáticos, mas algumas páginas com conteúdo dinâmico também. Então economizamos com nosso trafego interno entre as máquinas, processamento e memória RAM de servidor de banco de dados, servidor de cache, load.balancer, servidores web etc. Ou seja, tudo que possa envolver uma requisição e que eu possa de alguma forma cachear a resposta HTTP, eu posso deixar nas mãos desse serviço.

O resultado

Essa economia resulta diretamente em nosso financeiro, uma vez que um valor que giraria em torno de $1.800,00 na AWS passa a custar uma média de $700,00.

 

Acertamos em adotar a GoCache como parceira. No dia-a-dia, ela não apenas se paga pela economia que gera, mas também agrega em todo nosso ecossistema, oferecendo uma experiência melhor a nossos usuários e entregando nosso conteúdo de forma mais rápida, além da proximidade com seus clientes, em que fazem um ótimo trabalho de coletar feedbacks e implementar funcionalidades que realmente utilizamos.

10 dicas para melhorar o desempenho do seu site

site fora do ar

Dicas para evitar que o seu site fique fora do ar

 

Introdução

 

Site fora do ar é um dos pesadelos de quem tem um negócio online pois isso pode comprometer diretamente sua empresa, seja ela física ou virtual. Mas infelizmente isso pode acontecer.

 

Conheça 10 motivos que podem deixar o seu site fora do ar e entenda o que você pode fazer para evitar que isso aconteça.

 

1. Domínio

Quando um domínio é registrado pelo usuário a validade é de um ano. Muitas pessoas não entendem isso ao contratar os planos de hospedagem, por exemplo, e acreditam que o domínio é vitalício. Não é.

 

Outra coisa que se confunde é a contratação e renovação de um domínio e de uma hospedagem. São ações totalmente diferentes e necessárias para garantir que o site continue no ar. Pode também acontecer de se contratar uma hospedagem sem domínio, no qual o registro de domínio pode ser feito separadamente.

 

É preciso renovar anualmente o seu domínio. Do contrário, seu site ficará fora do ar pois sem o domínio não é possível ser encontrado na internet e pode fazer com que seu site fique fora do ar.

 

Solução: mantenha a renovação e pagamento do seu domínio em dia. Caso já tenha expirado o prazo, verifique se o seu domínio ainda continua disponível. Geralmente as empresas de hospedagem comunicam sobre domínios a expirar, renovação e prazos antes do seu domínio se tornar público disponível ao novamente.

 

Consulte o status do seu domínio no Who is e no Registro.br, sendo este somente para domínios nacionais.

 

2. Servidor

Pane, mau funcionamento, sobrecarga, problemas de configuração, ataques DDoS ou DDo. Todos esses motivos podem ser causas para que servidores dedicados ou virtuais deixem um ou vários sites fora do ar.

 

Solução: Se você sabe que a causa é o servidor virtual, verifique as configurações e se não há algum código quebrado que esteja causando o dano. Caso não tenha conhecimento técnico para isso, conte com o suporte do seu servidor. Alguns serviços incluem suporte 24/7.

 

Outra solução é verificar os logins de acesso e analisar os dados para ver se existe algum acesso malicioso. A existência disso pode bloquear o acesso para determinadas faixas de IP.

3. Problemas e erros de Programação

No momento da programação de um site, uma única letra fora do lugar pode comprometer todo o funcionamento e deixar o seu site fora do ar.

 

Solução: Para se arriscar a manipular a programação do seu site é esperado que você tenha conhecimento técnico pra isso ou deixe por conta do programador. O que deve ser feito é identificar o erro e consertar a codificação do site conforme a sua linguagem. Além disso, sempre teste as alterações em servidores locais antes de publicar nos servidores de produção.

4. Ataques e invasões de hackers

Mais comuns em sites com informações valiosas, instituições financeiras e banco de dados, ataques e invasões de hackers podem acontecer por pessoas mal intencionadas para tomar posse ou prejudicar marcas e empresas.

 

Ataques DDOs são causados por máquinas fantasmas que forçam o acesso simultâneo sobrecarregando do servidor e podem causar lentidão e até mesmo tirar o site do ar.

 

Solução: Para qualquer site recomendamos o investimento em segurança digital. Desde certificados de segurança, senhas elaboradas e monitoramento de quaisquer alterações no site que não estejam dentro da rotina. Outra dica importante é o uso de um CDN que mantém réplicas de conteúdo na memória (cache) e entrega aos visitantes mesmo com o site fora do ar.

5. Problema com a hospedagem de sites

Problemas na infraestrutura da empresa que oferece sua hospedagem de sites podem acontecer e fazer com que o seu site e de outras milhões de pessoas sejam atingidos e até fiquem fora do ar.

 

Solução: Não tem onde recorrer quando o problema é na hospedagem se não a eles mesmo. Por isso tenha certeza de ter contratado a melhor hospedagem de sites.

 

Dependendo do tempo em que o seu site ficou fora do ar e os danos causados, é possível pedir ressarcimento dos prejuízos caso seja previsto em contrato. Recomenda-se também que faça o backup do seu site com frequência e salve em outro local que não seja a hospedagem de sites.

 

6. Incompatibilidade com aplicações e plugins

Instalar novos aplicativos e plugins pode gerar incompatibilidade e “confundir” o servidor sem saber para onde direcionar aquele acesso. Isso pode fazer com que o seu site fique fora do ar. O mesmo pode ocorrer caso instale plugins ou script de procedência duvidosa que podem conter vulnerabilidade no site e abrir caminhos para possíveis invasões.

 

Outra causa seria a incompatibilidade da versão do PHP da hospedagem. Um exemplo disso é se o plugin ou script foi desenvolvido para PHP 5.6 e na hospedagem tiver rodando PHP 7.x o plugin pode apresentar problemas.

 

Solução: Identifique qual aplicativo ou plugin está com problemas e exclua. Mas antes de excluir tenha certeza de que isso não afetará as demais áreas do seu site. É recomendado que conte com uma ajuda profissional para isso.

7. Acesso ao banco de dados

Caso você utilize algum CMS no seu site, como o WordPress, é possível que aconteçam erros ao estabelecer uma conexão. Isso pode acontecer porque o seu banco de dados está corrompido, seus dados de login estão errados ou o servidor que hospeda o seu banco de dados está inativo.

Solução: Verifique o que causa o erro, as configurações de conexão do banco de dados e entre em contato com a sua empresa de hospedagem. Este vídeo ensina passo a passo como solucionar esse erro.

 

8. Site mal optimizado

Um site pesado, que demora para carregar e mal otimizado pode sobrecarregar o servidor de hospedagem e deixar o seu site lento e até mesmo fora do ar.

 

Solução: Use as boas práticas de otimização, sistemas de cache e removas os scripts desnecessários. Utilize ferramentas para medir o desempenho e velocidade do seu site em diferentes dispositivos.

 

Também na sua hospedagem atual verifique se há um sistema de compactação que melhora o desempenho.

 

9. Servidores DNS

DNS vem da sigla Domain Name System e resolve o nome de domínios para um determinado endereço de IP. É o caminho entre um e outro, pois ele traduz o endereço do IP para o nome do domínio e faz a conexão com o site.

Solução: Este site permite saber conferir o status real do DNS e a também a disponibilidade. Alterações e redirecionamento de NS devem ser feitos manualmente quando é feito a troca do servidor de hospedagem.

 

10. Problema do usuário

 

Um dos motivos primários que podem gerar problemas na hora de acessar um site está diretamente ligado a conexão de internet do usuário bem como vírus ou scam na máquina.

 

Solução: Verifique sua conexão com a internet e faça manutenção e atualização da sua máquina com frequência.

 

Como saber se meu site está realmente fora do ar?

Nem sempre o problema está no site ou na tecnologia dele. Para consultar se um site está realmente fora do ar consulte ferramentas como o Fora do Ar e o esta ferramenta que diz se o seu site está fora do ar para todos da rede ou somente para você.

Conclusão

 

Ao lançarmos um site, blog ou loja virtual não esperamos passar por estes problemas mas eles existem e precisamos estar dispostos a resolvê-los.

 

Mantenha a manutenção do seu site em dia e invista na segurança. Muitos desses problemas podem ser evitados com um serviço de hospedagem de site de alta qualidade e com garantia de uptime, que varia de 99,5 a 99,9%.

 

Este artigo foi produzido pela Hostinger, que oferece hospedagem barata com uptime de 99,9%, registro de domínio grátis e certificado SSL para planos anuais.

 

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Firewall Global na GoCache – proteção simples e eficiente para seus sites

Lançamento GoCache – Firewall Global

Novidade saindo do forno da nossa equipe de desenvolvimento! Clientes GoCache com múltiplos domínios em nossa plataforma contam com uma nova funcionalidade, o Firewall Global.

 

Qual é a diferença do Firewall Global?

 

Na GoCache todas as configurações são isoladas por domínio. O Firewall aplica as regras de whitelist/blacklist somente para o domínio onde foram configuradas.

Já o Firewall Global permite que as regras sejam aplicadas para os demais domínios presentes na conta.

Isso é extremamente útil para clientes com múltiplos domínios, como por exemplo é o caso das plataformas de e-commerce e agências digitais.

No dia a dia da operação deste tipo de cliente são comuns as tentativas de ataques. Muitas vezes sem saber qual site era o ofensor, havia a necessidade de criar uma regra de Firewall em cada domínio para mitigar esses acessos maliciosos na GoCache. Agora, com um único clique (ou chamada em nossa API), uma regra pode ser aplicada a todos os domínios de uma só vez.

 

Como funciona o Firewall Global?

 

No menu “Segurança” do seu painel de controle, acesse a aba “Firewall” e crie a regra desejada. Você verá que agora os botões exibidos na conclusão da regra são “Salvar para este domínio”, “Salvar para todos domínios”, além do botão “Cancelar”.

 

firewall global

A opção “Salvar para todos domínios” faz com que a regra seja automaticamente replicada para os demais domínios presentes na conta.

É possível identificar a regra global na lista de regras pois ela é assinalada como aplicável a todos os domínios:

firewall global regras

A regra global é exibida na lista de regras de firewall no mesmo formato para todos os domínios de uma mesma conta, no exemplo deste artigo a regra foi criada para o domínio gocache.com.br, veja o que aparece no painel do domínio gocache.net:

firewall global dominio extra

 

Com a implantação do Firewall Global as configurações de controle acesso ficam ainda mais fáceis e práticas para que administra múltiplos domínios na plataforma GoCache.

 

Safer, Faster, GoCache!

 

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6 Dicas para acelerar o seu site Joomla

6 Dicas para acelerar o seu site Joomla 3.x

 

Site site Joomla está muito lento? Isto não é bom!

Existem dois motivos principais para acelerar um site: 1) trazer maior engajamento do visitante, que vai ficar mais tempo no seu site e 2) Melhorar seu posicionamento nas pesquisas do Google, também conhecido como SEO, ou otimização para mecanismos de busca.

Você se pergunta por que o seu site do Joomla carrega tão devagar, mesmo já tendo atualizado para a versão 3.x, não é?

Bem, vamos ver 6 dicas que você pode usar agora para acelerar seu site Joomla 3.x.

Porque a velocidade do seu site Joomla é importante?

Os visitantes não querem esperar, eles vão deixar o seu site se demorar muito para carregar. Portanto, acelerar o seu site trará como valor agregado um maior envolvimento, retenção e iteração do visitantes.

Além disso, o Google anunciou que a velocidade do site afeta seu ranking de pesquisa, algo que na verdade todo mundo já imaginava: os sites mais rápidos são classificados muito melhor nas buscas, porque eles oferecem aos visitantes uma melhor experiência. E isso é bastante sensato.

Você se perguntou por que o seu site do Joomla está lento e carrega tão devagar, mesmo atualizando pra versão 3.x, não é?

Vamos lá, com essas dicas você vai turbinar seu website:

1. Escolha o um bom servidor de hospedagem:

Seu site provavelmente foi colocado no mesmo servidor que centenas ou milhares de outros sites. Isso pode impactar na velocidade, deixando lento o Joomla quando muitos clientes tentam acessar o servidor ao mesmo tempo.

Portanto, assegure-se de que você escolheu a hospedagem certa em um bom provedor, que pode atender a todos os requisitos de hospedagem do Joomla, ou seja: um número limitado de sites por servidor, suporte de hardware do servidor, suporte ao cache do servidor, suporte de especialistas Joomla… Alguns sites de hospedagem são populares e conhecidos. Os provedores de hospedagem recomendados pelos usuários Joomla são: Bluehost, Inmotion, HostGator, Arvixe…

2. Use uma CDN:

Uma boa CDN é capaz de turbinar seu website Joomla, pois adiciona uma uma série de ferramentas como gerenciamento automático de cache para conteúdo dinâmico e estático, distribuição de conteúdo em diferentes servidores, compressão automática de imagens, etc.

Existem atualmente algumas CDNs bem simples de configurar e umas até mesmo com uma pré-configuração automática para o Joomla. Veja o painel da GoCache, por exemplo, você ativa a aceleração para Joomla com um clique:

cache para joomla

Uma CDN também acelera seu site em diferentes regiões do país e do mundo. Teste seu site nessa ferramenta: www.sitespeed.com.br, por exemplo, e verá como ele se comporta mais lento dependendo da Região.

Se você escolher uma CDN adequada, você garante que os visitantes das regiões mais importantes pra você terão um acesso rápido ao conteúdo. Por exemplo, se seus usuários estão no Nordeste do Brasil ou no Japão, você precisa de uma CDN com presença nesses lugares.

Veja neste link mais detalhes de o que é uma CDN.

 

3. Habilitar a Compressão Gzip

Usando o recurso Compactação Gzip, você pode compactar as páginas do seu site antes de enviá-las para o usuário. Depois disso, eles serão descompactados pelo navegador do usuário. Isso torna tudo mais rápido e ainda economiza banda de seu servidor e de seu usuário.

Por padrão, a Compressão Gzip está desativada no Joomla 3.x. Portanto, você deve habilitá-lo manualmente seguindo estas etapas:

No Menu superior, selecione Site > Configuração global> Servidor, e mude a opção Compressão Gzip para SIM.

gzip no joomla

Lembrando que uma boa CDN também já faz esse processo automaticamente.

4. Habilitar o sistema de cache do Joomla

A maioria dos sites tem conteúdos que não são alterados com freqüência. Portanto, a teoria do cache do Joomla é muito simples: o sistema faz uma cópia da página na primeira vez que ele a carrega. Quando algum usuário visita novamente esta página, a cópia anterior será exibida sem regerar a página e, se for o mesmo usuário, sem recarregar as mesmas imagens e arquivos.

Certifique-se de que você habilitou o sistema de Cache do Joomla. Este é um passo muito simples, mas pode aumentar muito a velocidade de carregamento do seu site. Você pode fazê-lo da seguinte maneira:

Configuração Global> Sistema> Configuração de Cache, e alterne Cache para “ON – Conservative Caching”. Em ‘Cache time’, escolha 30 (minutos) para que um arquivo de cache seja armazenado por 30 minutos antes de ser atualizado.

cache no joomla

Lembrando que CDNs também fazem cache do seu conteúdo, mas nesse caso, o Cache da CDN será um segundo nível, acima do cacho do próprio sistema Joomla.

 

5. Configurações de otimização (Imagens, CSS, Scripts Java …)

Aqui estão as otimizações que precisam ser usadas para acelerar seu site:

  • Imagens: não tente carregar imagens em grande escala, redimensione-as antes de fazer o upload e as comprima em algum site como Smash.it ou TinyPNG.
  • Template: tente usar um modelo/template  mais leve e simples. O simples é sempre o melhor.
  • Reduza o tamanho dos arquivos CSS e Javascript; Use um “minify” para comprimir e junte arquivos CSS e Javascript, para reduzir a quantidade de pedidos HTTP e o tamanho dos arquivos.
  • Limpe Joomla com freqüência e remova tudo o que não precisa: componentes não utilizados, módulos, plugins, consultas “Não encontradas”, etc.

6. Verifique a Velocidade do Site Joomla

Não esqueça o passo final: verifique a velocidade do seu site. Você deve fazê-lo antes e depois de seguir todas essas dicas. E não se surpreenda quando você ver o quão mais rápido seu site vai ficar. Você pode fazer isso usando uma dessas ferramentas: plugin YSlow Chrome, ferramentas Pingdom, Google PageSpeed, SiteSpeed.com.br ​ou GTmetrix …

 

pagespeed joomla

Exemplo de uso do Page Speed do Google

Ok, acho que é suficiente para acelerar o seu site Joomla 3.x. Por favor, compartilhe sua experiência conosco na área de comentários. Você tem algum outro truque para melhorar a velocidade de carregamento do Joomla? Por favor, compartilhe conosco comentando abaixo!

CDN JQuery Gratuita no Brasil

Nova CDN JQuery Gratuita no Brasil

A GoCache tem o prazer de anunciar a mais nova CDN JQuery do Brasil. E melhor, totalmente gratuita!

Com a constante meta de tornar mais rápida a internet no Brasil, a GoCache traz mais uma importante novidade: A primeira CDN JQuery espalhada por todo o território brasileiro.

Isso mesmo, ao contrário de outras CDNs como Google, MaxCDN, CDNJS, CloudFlare, que possuem apenas um ou dois pontos de presença no Brasil, a GoCache conta com diversos servidores espalhados por todo o país.

Com isso, a CDN da GoCache garante que os usuários de seu site sempre terão um servidor JQuery por perto, acelerando muito o carregamento dos arquivos.

CDN

Para você entender melhor, vejamos um exemplo:

  • Um usuário de seu site mora no Nordeste, digamos Fortaleza. Se você utiliza outras CDNs, os arquivos JQuery estarão em servidores no Rio de Janeiro ou São Paulo, então a requisição de seu usuário deverá percorrer milhares de quilômetros, até ir e voltar, de Fortaleza a São Paulo, podendo levar vários segundos (que somados, derrubam o desempenho do seu site).
  • Se você estiver utilizando a CDN Jquery da GoCache, certamente haverá um servidor muito próximo deste mesmo usuário. Desta forma, ao invés de milhares de quilômetros, a requisição deste usuário percorrerá apenas algumas dezenas de quilômetros, obtendo os dados em milésimos de segundos e aumentando muito a performance e velocidade do seu site.
  • O mesmo ganho de desempenho você terá com todos os usuário do seu blog, site ou e-commerce, independente de estarem em Manaus, Porto Alegre, Cuiabá ou qualquer outra cidade do Brasil.

E o melhor de tudo, essa CDN JQuery é Grátis, reafirmando o compromisso da GoCache em deixar a internet brasileira cada dia mais rápida.

Portanto, utilizando a CDN para hospedar seus arquivos JQuery, você aumenta o desempenho do seu site e ainda economiza com banda, ou seja, diminuiu o tráfego de dados em seu servidor web, economizando na sua conta no final do mês.

Por fim, os arquivos JQuery hospedados na CDN utilizam tanto o protocolo HTTP quanto o protocolo HTTPS, permitindo que você aumente o nível de segurança em seu site, utilizando certificados SSL.

Se você já usa outra CDN, veja como é simples mudar para a CDN JQuery da GoCache:

Com apenas algumas pequenas alterações em seus scripts, você pode mudar rapidamente para a CDN Jquery da GoCache, usufruindo da velocidade dos diversos servidores espalhados pelo país.

 

Suponha que você está usando a CDN do Google, você encontrará alguma linha semelhante a esta em seus scripts (colocamos cores para ajudar na explicação):

<script src=’https://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.4.3/jquery.min.js’ type=’text/javascript’/>

Bastará substituir o servidor CDN do Google (que está em azul) pelo da GoCache e colocar a versão, que está em verde, junto com o nome da bliblioteca JQuery que quer usar, desta forma:

<script src=’https://jquery.gocache.net/jquery-1.4.3.min.js’ type=’text/javascript’/>

 

Se você estiver usando os arquivos do próprio site da JQuery (que é provido pela MaxCDN), a alteração é ainda mais simples:

<script src=’https://code.jquery.com/jquery-1.4.3.min.js’ type=’text/javascript’/>

Basta alterar apenas o nome do servidor da CDN, pois o nome da bliblioteca JQuery continua o mesmo:

<script src=’https://jquery.gocache.net/jquery-1.4.3.min.js’ type=’text/javascript’/>

 

Utilizando outras bibliotecas JQuery da CDN GoCache:

Você pode também navegar diretamente pelo repositório com todos os arquivos .CSS e versões das bibliotecas .JS pertencentes ao projeto JQuery, como “color“, “JQuery UI“, etc.

Para visualizar todas as bibliotecas existentes na CDN, basta acessar diretamente o diretório raiz, em https://jquery.gocache.net e você verá algo como abaixo:

bibliotecas jquery

Desta forma, basta você escolher a versão que mais te agrada e usar a hospedagem JQuery da GoCache pra acelerar seu site e economizar tráfego e banda de seu servidor!

 

Qualquer dúvida ou sugestão, não deixe de colocar nos comentários abaixo:

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Como otimizar o desempenho do Magento

Você chegou aqui porque quer saber como otimizar o desempenho do Magento, certo? Algumas pessoas costumam reclamar que a Plataforma Magento é lenta, mas saiba que é possível torná-la um aplicativo de e-commerce muito rápido.

Para isso você pode precisar de alguns recursos adicionais, como CPU e memória. Mas também precisará de tempo e conhecimento.

Para essa última parte – conhecimento – a lista abaixo deve te ajudar bastante.

Ative a Cache do Magento

Este é, naturalmente, o primeiro passo na otimização: habilite todos os caches disponíveis no “Magento Admin Panel”.

Comprimir imagens

Muitas pessoas esquecem que as imagens (PNG, JPG) podem ser compactadas, o que diminui bastante o tráfego entre o navegador e o servidor web. Não apenas as imagens usadas pela “skin” do Magento precisam ser otimizadas, mas também as imagens de catálogo. Várias ferramentas permitem comprimir lotes de imagens, por exemplo, a ferramenta online Smush.It. Um outro site muito bom é o TinyPNG

compactar imagens

Servir conteúdo estático através de uma CDN

O conteúdo estático, como imagens, folhas de estilo CSS ou JavaScript, pode ser servido através de outros servidores mais otimizados para conteúdo estático e espalhados pelo mundo. Por exemplo, uma CDN pode ser usada para que o conteúdo estático seja sempre servido a partir de um local mais próximo do visitante do seu site. Isso é vital para as webshops que atendem clientes em todo o mundo ou em países grandes como o Brasil.

Mas fique atento, pois nem todas CDNs tem multiplos servidores espalhados pelo país. No Brasil, por exemplo, apenas a GoCache e a Akamai possuem multiplos pontos de presença (também conhecidos como PoPs). Já as CDNs como a CloudFlare, CloudFront e Fastly, possuem apenas um ponto, normalmente na cidade de São Paulo ou Rio de Janeiro.

Servir conteúdo dinâmico através de uma CDN

Essa é uma tecnologia muito nova e que trás um gigantesco ganho para e-commerces como Magento, Woocommerce, etc.

Basicamente, a CDN armazena as páginas do seu sistema. As páginas são mais pesadas em termos de processamento, pois consomem CPU e memória toda vez que são requisitadas pelos visitantes.

Ao guardar as páginas em cache, a CDN pode economizar até 90% do processamento de seu servidor.

Para isso, a CDN precisa ser capaz de identificar quais desses dados dinâmicos ela deve ou não requisitar novamente ao seu servidor. Esta é uma tecnologia bastante nova e sofisticada, portanto apenas algumas CDN a possuem, as chamadas “NextGen CDN” ou “CDN de última geração”. Na GoCache essa tecnologia se chama SmartCache e está disponível em todos os planos.

Desativar módulos Magento desnecessários

Ao desativar os módulos Magento que você não precisa, são utilizados menos recursos de seu servidor – simples assim. Os módulos podem ser desativados através da configuração no “Magento Admin Panel”, ou editando arquivos XML no app/etc/ modules. Por exemplo, desative Mage_Log que executa consultas em todas as solicitações, mas não é necessário se você coletar estatísticas do site usando programas externos.

Habilitar catálogos “flats” (ou planos) para webshops pequenos

Para webshops menores, mudar a estrutura EAV complexa para um catálogo plano pode economizar tempo. Esta otimização é um pouco duvidosa e depende de muitos parâmetros, então não tome esse passo de forma leve.

Conformidade do W3C

Embora se possa argumentar que isso é menos importante com a chegada do HTML5, ainda é um fato que, se suas páginas da web estiverem cheias de erros feios, o navegador terá dificuldade em interpretá-lo. Se você cumprir a conformidade do W3C, é fato que o mecanismo do navegador terá um trabalho fácil ao analisar seu código HTML.

Comprimir os dados de saída

Ao habilitar a configuração PHP zlib.output_compression, a saída gerada pelo PHP é compactada quando enviada para o navegador. Isso economiza banda de seu servidor.

Se preferir, você pode usar o módulo ap_ mod_deflate, que permite também a compressão de saída em outros formatos, além do PHP (CSS, JavaScript, outros arquivos de texto simples).

Configurar opções de PHP

A maioria das configurações do PHP realmente não influenciam o desempenho do Magento, apenas estabelecem determinados limites. Por exemplo, as configurações como memory_limit e max_execution_time não melhoram o carregamento da página, mas garantem de que certas ações não vão tomar tempo e processamento demasiado ou que não gerarão problemas de uso de memória.

Armazenamento de sessão

Com o Magento, as sessões podem ser armazenadas em arquivos ou no banco de dados (configurando app/etc/local.xml). Qual opção funciona melhor, realmente depende de como o ambiente de hospedagem está configurado. Se os bancos de dados MySQL funcionarem bem, o armazenamento de sessão no banco de dados poderá beneficiar seu site. Mas se o MySQL não está configurado corretamente, a melhor escolha pode ser arquivos.

Use um acelerador PHP

Com o opcode caching, a execução do PHP pode ser acelerada. Existem vários aceleradores PHP que fazem esse trabalho (APC, ZendOptimizer+, eAccelerator, XCache). Tanto o APC quanto o ZendOptimizer+ estão funcionando perfeitamente com o Magento.

Ajuste realpath_cache do PHP

Ao ajustar o realpath_cache_size para, por exemplo, 128K (padrão é 16K) e o realpath_cache_ttl para 86400, você pode conseguir uma boa melhora no desempenho. Certifique-se de não ficar sem memória, porque cada instância (ou child) Apache consumirá o tamanho de cache que foi configurado.

Use Apache mod_expires

Ao dizer ao navegador quais arquivos manter no cache e por quanto tempo, você pode otimizar o cache do navegador. Por exemplo, os arquivos JavaScript tendem a mudar muito menos, em seguida, arquivos CSS (pelo menos após primeiros estágios do site), mas talvez, depois que o site estiver maduro e no ar por alguns meses, você possa aumentar a “data de validade” destes arquivos na cache, melhorando ainda mais o desempenho.

Cuidado com 404 erros

Sempre que um arquivo (como uma folha de estilo ou imagem) não é encontrado, isso gera um erro 404. Como o padrão 404 do Magento é capturado pela aplicação do próprio Magento, isso faz com que o aplicativo reinicie a cada erro 404 encontrado. Verifique o log do Apache para garantir que todos os 404 erros sejam resolvidos.

Desativar o log do Magento

Dentro da configuração do Magento, você pode ativar o log na guia Desenvolvedor. Dependendo dos módulos habilitados, isso pode gerar muitos dados pra serem gravados no sistema de arquivos, diminuindo a velocidade da sua loja virtual. Como os logs só são necessárias para depurar algum erro, no uso diário, é melhor desabilitar os logs completamente.

Otimização de tabela MySQL

Através do phpMyAdmin, você pode executar o comando OPTIMIZE TABLE em tabelas específicas do banco de dados do Magento. Quando uma tabela está desordenada, esse comando pode melhorar consideravelmente o desempenho. Isso funciona não apenas para as complexas tabelas EAV, mas também para tabelas MySQL regulares que são usadas com frequência (por exemplo, core_config_data).

Mesclar CSS e JavaScript

Ao combinar todos os arquivos CSS e JavaScript em um único e grande arquivo, o navegador precisará fazer apenas uma solicitação HTTP para receber todo o conteúdo. Isso aumenta muito a velocidade da transferência dos dados para os usuários.

Para juntar esses dados, o módulo FooMan Speedster pode ser usado. O Magento 1.4 contém uma opção para juntar os CSS, enquanto os arquivos JavaScript já são juntados por padrão.

Além de juntar os arquivos, o crunching também é uma opção oferecida pelo FooMan Speedster: ele remove os espaços em branco da saída, mas quando já estamos utilizando compressão no CSS, essa opção é menos necessária.

Use o módulo compilador do Magento

O módulo compilador do Magento limita o número de diretórios que o PHP tem para pesquisar ao procurar arquivos PHP. Isso diminui o tempo de execução do PHP, o que acelera o Magento como um todo.

Lembre-se de que você precisa ter cuidado ao fazer alterações no seu sistema Magento enquanto o compilador Magento está habilitado. As atualizações só devem ser realizadas quando o compilador estiver (temporariamente) desativado.

Um truque muito elegante que acelera as coisas tremendamente é criar um tmpfs-mount especificamente para a pasta include/src. Observe que este tmpfs-mount precisa ser pelo menos 100Mb – de preferência 200Mb.

Ajustes no servidor MySQL

A configuração padrão do MySQL é muitas vezes suficiente para executar um ambiente de hospedagem geral, mas não é otimizado para o Magento. Ajustar configurações como query_cache_size pode aumentar drasticamente o desempenho, mas também é perigoso porque depende muito de outras variáveis ​​(número de bancos de dados, número de tabelas por banco de dados, número de consultas, picos de uso).

 

Desativar módulos Magento locais

Se o seu site não precisar de módulos Magento locais, você pode optar por ignorar a busca de todos esses módulos. Dentro do arquivo app/etc/local.xml, você encontrará uma tag XML que permite que você faça isso.

Tenha cuidado com o HTTPS

Toda vez que você usa SSL entre o servidor web e o navegador, o processo de criptografia e decodificação é adicionado em ambos os lados. Também há uma pequena carga extra no tráfego gerado.

O site Magento roda um pouco mais rápido se você desativar SSL para todas ou ao menos algumas páginas. No entanto, este ganho é tão pequeno em comparação com os outros nesta página, que deve ser tratado com cautela. A banda que você economizou não será enorme, e atualmente o processo de criptografia/decriptografia ocorre em microssegundos.

No entanto, você irá remover a segurança que o HTTPS traz ao seu site e seus usuários e, com isso, você pode perder os clientes que são mais cautelosos e preocupados com segurança e cyber-ataques.

Magento na nuvem (cloud)

Embora as CDNs possam ser usadas ​​para otimizar a banda para conteúdo estático e, em alguns casos, também o processamento do conteúdo dinâmico, rodar o Magento utilizando “cloud-computing” pode te dar mais escalabilidade em momentos de pico de processamento.

Sistema de arquivos baseado em memória para dados dinâmicos

A quantidade de acessos a disco será muito reduzida ao armazenar dados dinâmicos (diretórios var/cache, var/session) em um sistema de arquivos baseado em memória, como RAMdisk ou tmpfs. Além disso o acesso a estes dados em memória é extremamente mais rápido que em disco.

Desabilitar arquivos .htaccess do Apache

Ao utilizar arquivos .htaccess, você obriga o Apache a inspecionar cada diretório do “path” para ver se este arquivo está presente.

Ao mover essas diretivas de configuração do arquivo .htaccess para o arquivo de configuração do VirtualHost, desligando todos os arquivos htaccess, o tempo de execução do Apache será bem melhor.

Use Nginx ou Litespeed

Enquanto o servidor Apache é muito flexível em suas configurações, existem outros servidores web que são melhor otimizados quanto ao uso da memória. Ao substituir o Apache pelo Nginx ou Litespeed, você poderá acelerar ainda mais os scripts Magento. Ambos os webservers requerem configuração manual para permitir URLs amigáveis para SEO.

Use “lazyload” para imagens

Quando uma página está sendo carregada, um visitante pode perder muito tempo esperando o carregamento das imagens. Dependendo do número e tamanho dessas imagens, isso pode levar tempo considerável.

Em vez de carregar as imagens ao mesmo tempo que a página, você pode utilizar o efeito de LazyLoad JavaScript que garante que apenas as imagens visíveis (dentro da tela do navegador) sejam carregadas, enquanto que as imagens remanescentes são carregadas apenas quando o visitante se desliza para baixo.

Além de acelerar o carregamento da página, ainda irá economizar banda em seu servidor.

Minimizar o log do Apache

Se o log do Apache for minimizado, serão necessárias menos operações de escrita em disco, que são feitas em cada requisição de dados que seu servidor recebe.

É claro que um log mais simples também significa “menos visão” quando algo der errado.

Se precisar dos logs do Apache, uma alternativa é otimizar o sistema de arquivos no qual eles são armazenados. Por padrão, o Apache faz log no sistema de arquivos em “/var” – mas não há necessidade de habilitar coisas como o “journalizing” para esse sistema de arquivos, deixando-o assim mais rápido.

Use com sabedoria o “Full Page Cache”

Existem várias soluções de Cache de Página Completa (FPC) lá fora, sob a forma de extensões (LestiFPC, Enterprise Edition) ou soluções completas (Nginx, Varnish). Em todos os casos, o FPC não deve ter o primeiro foco. Quando a sua loja Magento está lenta, é devido razões específicas, e esses motivos precisam ser investigados.

Quando as páginas do seu e-commerce estão rápidas (graças ao FPC), mas suas páginas dinâmicas ainda estão lentas, perde-se a ideia geral dessas otimização, que é: ter um site rápido para atrair mais clientes, ter um posição melhor no Google, vender mais.

Então, em geral, o FPC deve ser implementado apenas para deixar ainda mais rápido um site que já é rápido, que já está muito bem configurado.

Ajuste apenas o que é necessário

Uma estratégia de ajustes é ajustar tudo ao máximo, literalmente tudo. Isso significa que você está ajustando o máximo desempenho e espremendo cada milissegundo de todos os seus componentes. No entanto, você também precisa do tempo e recursos para isso.

Outra estratégia é ajustar exatamente aqueles pontos que precisam de mais atençao. Isso é mais eficiente, mas exige que você saiba qual ajuste teria o maior impacto.

A grande questão de quais ajustes devem ser feitos primeiro não pode ser respondida sem uma análise personalizada. Normalmente, um especialista em desempenho de Magento precisaria entrar e verificar toda a loja antes que um conselho sólido fosse dado.

Você pode procurar no site Magento Performance Insights algumas dicas de por onde começar suas otimizações.

 

 

Este artigo foi traduzido de https://www.yireo.com/tutorials/magento/magento-performance/1056-magento-spo

Ranking do Google: 200 fatores de classificação – A lista completa

200 Fatores de classificação do Google: a lista completa

Você provavelmente já sabe que o Google usa cerca de 200 fatores de classificação em seu algoritmo… Mas o que diabos são eles?

Bem, hoje você entenderá porque juntamos uma lista completa. Alguns estão comprovados, outros são controversos e alguns são especulações de SEO nerd. Mas eles estão todos aqui!

Fatores do Domínio

1. Idade do domínio: neste vídeo , Matt Cutts afirma que:

“A diferença entre um domínio com seis meses de idade versus um ano de idade realmente não é tão grande”.

Em outras palavras, eles usam a idade do domínio… mas não é muito importante.

2. A Keyword (ou palavra-chave) aparece no nome do domínio de nível superior: isto não não dá mais o impulso que costumava dar antigamente, mas ter sua palavra-chave no domínio ainda atua como um sinal de relevância.

3. Palavra-chave como primeira palavra no nome do domínio: um domínio que começa com sua palavra-chave tem vantagem sobre os sites que não possuem a palavra-chave em seu nome de domínio ou que a possuem no meio ou no final de seu domínio.

4. Tempo de registro de domínio: uma patente do Google afirma:

“Os domínios valiosos (legítimos) são frequentemente registrados para vários anos no futuro, enquanto os domínios ruins (ilegítimos) raramente são usados ??por mais de um ano. Portanto, a data em que um domínio expira no futuro pode ser usada como um fator na previsão da qualiade de um domínio”.

5. Palavra-chave no nome do subdomínio: Segundo a Moz em 2011, concordou-se que uma palavra-chave que aparece no subdomínio pode aumentar o posicionamento nos rankings.

6. Histórico de domínio: um site com propriedade volátil (via whois), ou seja, que sempre está mudando de dono, pode indicar para Google “redefinir” o histórico do site, descartando links antigos que apontavam para o domínio.

7. Domínio de correspondência exata: Domínios que são exatamente iguais à sua palavra-chave ainda podem dar uma vantagem… se for um site de qualidade. Mas se for um site de baixa qualidade ele não ganhará muitas posições com isso:

ranking do google

 

8. Informação pública versus confidencial: a informação de Who-Is confidencial pode ser um mal sinal. Matt Cutts afirmou isso na Pubcon 2006:

“… Quando eu chequei os whois de alguns domínios, todos eles tinham ‘um serviço de proteção de privacidade’. Isso é bastante incomum… Ativar a proteção de privacidade de um domínio não é automaticamente ruim, mas uma vez que você coloca vários desses fatores todos juntos, você estará lidando com um tipo de webmaster muito diferente do sujeito que só tem único site assim “.

9. Proprietário de outros sites penalizados: Se o Google identificar uma pessoa em particular como spammer, faz sentido que examinem com cautela outros sites de propriedade dessa pessoa.

10. Extensão TLD de um determinado país: ter um domínio de nível superior de código de um país (.br, .pt, .ar) ajuda a classificação do site para esse país em particular … mas limita a capacidade do site de se classificar globalmente.

Fatores do nível da página

11. Keyword no título da página: O título é o segundo conteúdo mais importante de uma página da web (além do conteúdo da página) e, portanto, dá um forte sinal de SEO na página.

12. Título da página começando com a Keyword: de acordo com os dados do Moz, as páginas onde o título começa com uma palavra-chave tendem a ser melhores do que as páginas onde a palavra-chave está no final do título.

13. Keyword na Tag de Descrição: Este é outro sinal de relevância. Não é especialmente importante agora, mas ainda faz a diferença no SEO.

14. A palavra-chave aparece na Tag H1: as tags H1 são um “segundo título” que dá outro importante sinal de relevância para o Google.

15. AKeyword sendo a frase mais utilizada no documento: ter uma palavra-chave que aparece com frequência no conteúdo da página é um dos principais sinais de relevância.

16. Quantidade de conteúdo: o conteúdo da página com mais palavras pode cobrir uma amplitude mais ampla e provavelmente melhor que artigos superficiais e curtos. O SERPIQ descobriu que o comprimento do conteúdo estava correlacionado com a posição SERP:

posicao e numero de palavras

17. Densidade das palavras-chave : embora não seja tão importante quanto antes, a densidade de palavras-chave ainda é algo que o Google usa para determinar o tópico de uma página da Web. Mas exagerar nisso pode penalizar sua página.

18. Palavras de indexação semântica latente em conteúdo(LSI):  Parece complicado, mas LSI são apenas palavras de seu conteúdo que ajudam os mecanismos de busca a entenderem o contexto de outras palavras com mais de um significado. Por exemplo: Apple é empresa de computadores ou a fruta? Isso depender das suas palavras LSI (como frutas, comida, empresa, computadores). A presença/ausência de palavras LSI provavelmente também atua como um sinal de qualidade de conteúdo.

19. Keywords LSI no Título e na Tag de Descrição: Da mesma forma que no conteúdo da página da Web, Keywords LSI em meta-tags da página provavelmente ajudam o Google a discernir entre diferentes significados de uma palavra-chave. Também pode atuar como um sinal de relevância.

20. Velocidade de carregamento da página: tanto o Google quanto o Bing usam a velocidade de carregamento da página como um fator de classificação. Os robôs do mecanismo de pesquisa podem estimar a velocidade do seu site com precisão, com base no código de uma página e no tamanho do arquivo. Utilizar uma CDN para acelerar o carregamento de sua página é sempre uma ótima ideia. O Vídeo abaixo mostra como uma CDN pode ajudar a proteger e acelerar seu site.

21. Conteúdo duplicado: o conteúdo idêntico no mesmo site (mesmo modificado ligeiramente) pode influenciar negativamente a visibilidade do site nos mecanismo de pesquisa.

22. Rel = Canonical: Quando usada corretamente, essa tag pode impedir que Google considere erroneamente o conteúdo de páginas duplicadas.

23. Velocidade de carregamento da página através do Chrome: o Google também pode usar os dados do usuário do Chrome para obter uma melhor estimativa do tempo de carregamento de uma página, pois isso leva em consideração a velocidade do servidor, o uso de CDN e outros sinais de velocidade do site que não estão relacionados diretamente ao HTML.

24. Otimização das imagens: as imagens na página dão sinais de relevância importantes aos mecanismos de busca através do nome do arquivo, texto alternativo, título, descrição e legenda.

25. Atualizações de conteúdo recentes: o Google possui um mecanismo chamado Google Cafeína, ele favorece o conteúdo atualizado recentemente, especialmente para buscas sensíveis ao tempo como notícias ou mesmo blogs. Destacando a importância desse fator, o Google mostra a data da última atualização de uma página para determinadas páginas, veja abaixo:

informacoes recentes

26. Tamanho das Atualizações de Conteúdo : O significado das edições e mudanças também são um fator para analisar se o conteúdo é recente. Adicionar ou remover seções inteiras é uma atualização mais significativa do que mudar a ordem de algumas palavras.

27. Histórico de Atualizações da Página: Com que frequência a página foi atualizada ao longo do tempo? Diariamente, semanalmente a cada 5 anos? A frequência das atualizações da página também desempenha um papel importante na avaliação de conteúdo recente.

28. Localização das palavras-chave: ter uma palavra-chave logo nas primeiras 100 palavras do conteúdo de uma página parece ser um sinal de relevância muito significativo.

29. Palavra-chave em Tags H2, H3: Ter sua palavra-chave em tags H2 ou H3 pode ser outro sinal de relevância.

30. Ordem das Keywords: uma correspondência exata da “frase-chave” será melhor que a mesma “frase-chave” em uma ordem diferente. Por exemplo: considere uma pesquisa para: “plugin WordPress”. Uma página otimizada para a frase “plugin WordPress” será melhor que uma página otimizada para “encontre plugins para seu WordPress”.

31. Qualidade dos links de saída : muitos SEOs acham que links apontando para sites de boa reputação ajudam a dar sinais de confiança ao Google.

32. Tema do Link de saída: de acordo com o Moz, os motores de busca podem usar o conteúdo das páginas que você liga como um sinal de relevância. Por exemplo, se você tem uma página sobre carros que liga a páginas relacionadas a filmes, isso pode dizer ao Google que sua página é sobre o filmes de Carros, e não sobre automóveis.

33. Gramática e Ortografia: A gramática e a ortografia adequadas são um sinal de qualidade, embora a Cutts tenha dado informações desencontradas em 2011 sobre se isso era ou não importante.

34. Conteúdo original: o conteúdo da página é original? Se for copiado de uma outra página indexada, ele não se classificará tão bem como a página original.

35. Conteúdo Suplementar Útil: De acordo com um Documento de Diretrizes do Google, um conteúdo suplementar útil é um indicador da qualidade de uma página (e, portanto, do ranking do Google). Exemplos incluem conversores de moeda, calculadoras de juros de empréstimos e receitas interativas.

36. Número de Links de Saída: Muitos links de saída do tipo dofollow podem  prejudicar os rankings de uma página.

37. Multimídia: imagens, vídeos e outros elementos multimídia podem atuar como um sinal de qualidade de conteúdo.

38. Número de links internos apontando para a página: o número de links internos para uma página indica sua importância em relação a outras páginas no site.

39. Qualidade dos links internos Apontando para a página: os links internos de páginas relevantes no domínio têm um efeito maior do que as páginas com baixa relevância.

40. Links quebrados: ter muitos links quebrados em uma página pode ser um sinal de um site abandonado. O Google Rater Guidelines usa links quebrados como se fosse avaliar a qualidade de uma página inicial.

41. Nível de Leitura: Não há dúvida de que o Google estima o nível de leitura das páginas da web. Na verdade, o Google costumava dar-lhe estatísticas de nível de leitura.

Mas o que eles fazem com essa informação está em debate. Alguns dizem que um nível de leitura básico irá ajudá-lo a classificar melhor, porque atrairá as massas. Mas outros associam um nível básico de leitura com conteúdos de baixa qualidade.

42. Links de afiliados: os links de afiliados provavelmente não prejudicarão seus rankings. Mas se você tiver muitos, o algoritmo do Google pode prestar mais atenção a outros sinais de qualidade para garantir que você não seja um “site apenas de afiliados”.

43. Erros HTML / validação W3C: muitos erros HTML ou codificação desleixada podem ser um sinal de um site de má qualidade. Embora polêmicos, muitos em SEO acham que a validação do WC3 é um sinal de qualidade, mas fraca.

44. Autoridade de Domínio do Host da Página: uma página semelhante em um domínio relevante será melhor rankeada do que uma página em um domínio com menos autoridade.

45. PageRank da página: não está perfeitamente correlacionado. Mas, em geral, as páginas com PageRank maior tendem a classificar melhor do que as baixas páginas com PageRank menor.

46. Comprimento da URL: URLs excessivamente longas podem prejudicar a visibilidade da pesquisa.

47. Caminho da URL : uma página com URL mais próxima da página inicial pode ganhar um leve impulso na relevância dentro do site.

48. Editores Humanos: Embora nunca tenha sido confirmado, o Google apresentou uma patente para um sistema que permite que editores humanos influenciem os SERPs.

49. Categoria da Página: A categoria na qual a página aparece é um sinal de relevância. Uma página que faz parte de uma categoria relacionada deverá ser mais relevante que uma página em outra categoria, sem nenhuma relação.

50. Tags do WordPress: as tags são um sinal de relevância específico do WordPress. Segundo Yoast.com :

“A única maneira de melhorar o seu SEO é relacionando um conteúdo com outro, através de links, e mais especificamente um grupo de postagens entre si”

51. Palavra-chave na URL : Obviamente é um outro sinal importante de relevância.

52. Palavras da URL: as categorias ou palavra na URL são lidas pelo Google e podem fornecer um sinal temático sobre o que é uma página. Por exemplo: http://exemplo.com/roupas-acessorios/infantis/camisetas/

53. Referências e Fontes: Citar referências e fontes, como os trabalhos de pesquisa, podem ser um sinal de qualidade. As Diretrizes de Qualidade do Google afirmam que os revisores devem se manter atentos às fontes ao olhar para determinadas páginas: “Este é um tópico em que a experiência e / ou as fontes com autoridade são importantes…”.  No entanto, o Google negou que eles usem links externos como um sinal de classificação.

54. Itens e listas numeradas: o uso de itens e de listas numeradas ajuda a dividir seu conteúdo para os leitores, tornando-o mais fácil de usar. Google provavelmente concorda e pode preferir conteúdos deste tipo, com marcadores e números.

55. Prioridade da página no Sitemap: a prioridade que uma página é fornecida através do arquivo sitemap.xml pode influenciar o ranking.

56. Muito links de saída: As Diretrizes de Qualidade do Google afirmam:

“Algumas páginas têm muitos links, obscurecendo a página e distraindo do conteúdo principal”

57. Quantidade de outras palavras-chave com boa classificação: Se a página rankear para várias outras palavras-chave, isso pode dar ao Google um sinal interno de qualidade.

58. Idade da Página: Embora o Google prefira conteúdo novo, uma página mais antiga que atualiza regularmente pode superar uma página mais recente.

59. Layout amigável para usuários: citando o Documento de diretrizes de qualidade do Google novamente:

“O layout de páginas de melhor qualidade torna o conteúdo principal facilmente acessível”

60. Domínios estacionados (Parked Domains): uma atualização do Google em dezembro de 2011 diminuiu a visibilidade da busca de domínios estacionados sobre outros domínios.

61. Conteúdo Útil:  o Google pode distinguir entre “conteúdo de qualidade” e “conteúdo útil”.

 

Fatores em nível do site

62. O conteúdo fornece valores e insights únicos: o Google afirmou que eles estão à procura de sites que não trazem nada de novo ou útil, especialmente sites estritamente de afiliados.

63. Página de Contato: O documento de qualidade do Google acima mencionado afirma que eles preferem sites com uma “quantidade adequada de informações de contato”. Bônus adicional se as informações de contato correspondem às suas informações.

64. Confiança no Domínio / TrustRank: A confiança do site – medida por quantos links seu site recebe de outros sites confiáveis ??- é um fator de classificação extremamente importante. Você pode procurar mais sobre o TrustRank no Google.

65. Arquitetura do site: uma arquitetura de site bem feita ajuda o Google a organizar tematicamente seu conteúdo.

66. Atualizações do site: com que frequência um site é atualizado – e especialmente quando o novo conteúdo é adicionado ao site – é um fator de conteúdo recente no site.

67. Número de páginas: o número de páginas que um site possui é um sinal de autoridade, apesar de fraco. Mas, no mínimo, um site grande com muitas páginas, ajuda a se diferenciar de sites irrelevantes.

68. Presença do Sitemap: um sitemap ajuda os mecanismos de busca a indexarem suas páginas de forma mais fácil e detalhada, melhorando a visibilidade.

69. Site Uptime : Muitos períodos de inatividade, decorrentes da manutenção do site ou problemas do servidor, podem prejudicar sua classificação no Google (e podem até resultar em desindexação se não forem corrigidos). Um site robusto é muito importante neste caso e, portanto, mais um ponto para a utilização de CDNs.

70. Localização do servidor : a localização do servidor pode influenciar como o seu site se classifica em diferentes regiões geográficas. É especialmente importante para pesquisas geo-específicas. Por exemplo, possuir servidores no Brasil (ou CDN no Brasil) deverá ter dar vantagem sobre competidores com servidores fora do país.

71. Certificado SSL : o Google confirmou que eles indexam os certificados SSL e que eles usam o HTTPS como sinal de classificação.

72. Termos de Serviço e Páginas de Privacidade : estas duas páginas ajudam a dizer ao Google que um site é um membro confiável da internet.

73. Informação Meta duplicada no site: meta tags duplicadas em diferentes páginas do seu site podem reduzir a visibilidade das suas páginas.

74. Breadcrumb ou Navegação Estrutual: Este é um estilo de arquitetura de site fácil de usar e que ajuda os usuários (e os mecanismos de pesquisa) a saberem onde estão em um site. Veja o exemplo:

Você está aqui: Hotéis => Hotéis no Brasil => Hotéis no Ceará => Hotéis em Fortaleza

Tanto o SearchEngineJournal.com como a Ethical SEO Consulting afirmam que esta configuração pode ser um fator de classificação.

75. Otimizado para celular:  É provável que os sites responsivos tenham uma vantagem nas buscas de um dispositivo móvel. Na verdade, o Google agora adiciona a tags “amigável para dispositivos móveis” para sites que se exibem bem em dispositivos móveis. O Google também começou a penalizar o sites na busca por celular que não são amigáveis para dispositivos móveis.

76. YouTube: não há dúvida de que os vídeos do YouTube recebem tratamento preferencial nos SERPs. Na verdade, o Search Engine Land descobriu que o tráfego do YouTube.com aumentou significativamente após o Google Panda .

Segredos de SEO avançados

77. Usabilidade do site: um site que é difícil de usar ou de navegar pode prejudicar o ranking, reduzindo o tempo no site, as páginas visualizadas e aumentando a taxa de rejeição. Este pode ser um fator algorítmico obtido a partir de quantidades maciças de dados do usuário.

78. Uso do Google Analytics e das Ferramentas do Google para webmasters: alguns pensam que ter esses dois programas instalados em seu site pode melhorar a indexação da sua página. Eles também podem influenciar diretamente no ranking, dando ao Google mais dados para trabalhar (ou seja, uma taxa de rejeição mais precisa, se você ou não recebe tráfego de referência de seus backlinks, etc.).

79. Comentários dos usuários / reputação do site: os sites de avaliação como o Yelp e o RipOffReport.com provavelmente desempenham um papel importante no algoritmo. O Google ainda publicou um esboço sincero de sua abordagem às críticas dos usuários depois que um site de óculos foi flagrado usando os clientes para obter backlinks.

 

Fatores de Backlink

80. Links de Domínios Antigos: Backlinks de domínios antigos podem ser mais poderosos do que novos domínios.

81. Número de Link de Domínios diferentes: O número de domínios de referência é um dos fatores de classificação mais importantes no algoritmo do Google. Quanto mais domínios diferentes apontam para seu site, melhor sua posição nas buscas:

82. Número de Links de IPs de Classe C: Os links de IPs classe-c sugerem uma maior amplitude de sites que se vinculam a você.

83. Número de Páginas com Links: O número total de páginas com links – mesmo se algumas estão no mesmo domínio – é um fator de classificação.

84. Alt Tag (para links de imagem) : Alt text é o texto âncora utilizado para imagens, portanto muito importante.

85. Links de domínios .edu ou .gov : Matt Cutts afirmou que o TLD (ou extensão do domínio) não contribui para a importância de um site. No entanto, isso não impede os SEOs de pensarem que existe uma atenção especial no algoritmo para os TLDs como .gov e .edu.

86. Autoridade de Linking Page: A autoridade (PageRank) da página de referência é um fator de classificação extremamente importante.

87. Autoridade do domínio de backlink: a autoridade do domínio de referência pode desempenhar um papel na importância de um link (ou seja, um link de página PR2 de um site com uma página inicial PR3 pode valer menos do que um link de página PR2 de um site PR8).

88. Links de concorrentes: os links de outras páginas que classificam na mesma SERP (Search Engine Results Page) podem ser mais valiosos para o índice de uma página.

89. Ações da página em Redes Sociais: a quantidade de compartilhamento de uma página em redes sociais pode influenciar o valor do link.

90. Links de Bad Neighborhoods: links de “vinhanças ruins”, ou sites penalizados, podem prejudicar o seu site .

91. Posts de convidados: Embora a postagem de convidados possa fazer parte de uma campanha de SEO, os links provenientes de postagens de visitantes – especialmente em uma área de biografia do autor – podem não ser tão valiosos como um link contextual na mesma página.

92. Links para Domínio que a Página está hospedada: Os links para a página inicial vindos de uma página interna, podem ter especial importância na avaliação do peso de um site e, portanto, de um link.

93. Nofollow Links: Um dos tópicos mais controversos em SEO. A palavra oficial do Google sobre o assunto é:

“Em geral, não os seguimos”.

O que sugere que eles seguem… pelo menos em certos casos. Ter uma certa porcentagem de links de nofollow também pode indicar um perfil de link natural versus não natural.

94. Diversidade de tipos de link: ter uma porcentagem excepcionalmente grande de seus links provenientes de uma única fonte (ou seja, perfis de fórum, comentários de blog) pode ser um sinal de webspam. Por outro lado, links de diversas fontes são um sinal de um perfil de link natural.

95. “Links patrocinados” ou outras palavras ao redor do link: palavras como “patrocinadores”, “parceiros de links” e “links patrocinados” podem diminuir o valor de um link.

96. Links contextuais: os links incorporados dentro do conteúdo de uma página, no meio do texto, são considerados mais poderosos do que links em uma página vazia ou encontrados em outros lugares na página.

97. Excessivo redirecionamento de páginas: Links provenientes de redirecionamentos 301 diluem alguns (ou mesmo todos) PageRanks.

98. Texto Âncora de Backlinks : conforme observado nesta descrição do algoritmo original do Google:

“As âncoras geralmente fornecem descrições mais precisas das páginas da web do que as próprias páginas”.

Obviamente, o texto âncora é hoje menos importante do que antes (e provavelmente um sinal de webspam). Mas ainda dá um forte sinal de relevância aos mecanismos de busca.

99. Texto de âncora de links internos: o texto de âncora de links internos é outro sinal de relevância, embora provavelmente tenha sido pesado de maneira diferente do texto de âncora do backlink, eles apontam as páginas mais importantes de um domínio, assim como o assunto destas páginas.

100. Título do link: o título do link (o texto que aparece quando você passa o mouse sobre um link) também é usado como um sinal de relevância, apesar de fraca.

101. País TLD do domínio de referência: Obter links de extensões de domínio de nível superior específico do país (.pt, .es, .co.uk) pode ajudá-lo a classificar melhor nesse país.

102. Localização do link no conteúdo: os links no início de uma página tem mais de peso do que os links colocados no final do conteúdo.

103. Localização do link na página: onde um link aparece em uma página é importante. Geralmente, os links incorporados no conteúdo de uma página são mais poderosos do que links no rodapé ou na área da barra lateral.

104. Relevância de Domínio: Um link de um site da mesma área é significativamente mais poderoso do que um link de um site completamente diferente. É por isso que qualquer estratégia de SEO eficaz hoje se concentra na obtenção de links relevantes no mesmo nicho/área.

105. Relevância da página: afirma-se que o link de uma página que está intimamente ligado ao conteúdo da página é mais poderoso do que um link de uma página não relacionada.

106. Texto em próximo ao link: o Google descobre se um link para o seu site é uma recomendação ou uma revisão negativa. Links com sentimentos positivos em torno deles provavelmente carregam mais peso.

107. Palavra-chave no título: o Google dá um valor extra aos links que vem de páginas que contêm a sua palavra-chave no título (“Especialistas ligados a especialistas”).

108. Velocidade de Links Positiva: Velocidade de Links é a quantidade de links que um site ganha num período de tempo, por exemplo: 100 links por mês. Um site com velocidade de links positiva geralmente recebe um aumento no ranking.

109. Velocidade de Links Negativo: Similar ao item anterior, essa é a velocidade que um site perde links. Isso pode reduzir significativamente os rankings, pois é um sinal de popularidade decrescente.

110. Links das Páginas do “Hub”: Aaron Wall afirma que obter links de páginas que são consideradas as melhores em um determinado assunto (ou hubs) recebem tratamento especial.

111. Link dos sites com Autoridade: Um link de um site considerado um “site de autoridade” provavelmente passa mais “juice” do que um link de um site pequeno.

112. Links da Wikipedia: Embora os links não sejam seguidos (noFollow), muitos pensam que obter um link da Wikipedia dá um pouco mais de confiança e autoridade aos olhos dos mecanismos de busca.

113. Co-ocorrências: as palavras que tendem a aparecer em torno de seus backlinks também ajudam a dizer ao Google o conteúdo de sua página.

114. Backlink Age: De acordo com uma patente do Google, os links mais antigos possuem mais poder de classificação que backlinks recentes.

115. Links de sites reais versus Splogs (ou blogs de spam): devido à proliferação de redes de blogs, o Google provavelmente dão mais peso aos links provenientes de “sites reais” do que de blogs falsos (splogs). Eles provavelmente usam marca e sinais de interação do usuário para distinguir entre os dois.

116. Perfil Natural de Links: Um site com um perfil de links “natural” vai se classificar muito bem.

117. Links recíprocos: a página de Esquemas de links do Google diz que a “Trocas excessivas de links” é um esquema de links a ser evitado.

118. Links de conteúdo gerados pelo usuário: o Google é capaz de identificar links gerados por usuários e links gerados pelo proprietário real do site. Por exemplo, eles sabem que um link do blog oficial do WordPress.com em en.blog.wordpress.com é muito diferente do link de besttoasterreviews.wordpress.com.

119. Links a partir de 301: Links de redirecionamentos 301 podem perder um pouco de “suco” em comparação com um link direto. No entanto, Matt Cutts diz que um 301 é semelhante a um link direto.

120. Microformatos Schema.org : as páginas que suportam microformatos podem classificar-se acima das páginas sem ela. Isso pode ser um impulso direto ou o fato de que as páginas com microformatagem tenham uma taxa de cliques mais alta:

uso de schema

121. DMOZ: muitos acreditam que o Google oferece aos sites listados na DMOZ um pouco mais de confiança.

122. TrustRank do backlink: A confiabilidade do site que link a você determina o quanto “TrustRank” é passado para você.

123. Número de Links de Saída na Página: PageRank é finito. Um link em uma página com centenas de outros links passa menos PageRank do que uma página com apenas alguns links de saída.

124. Links de perfiis de fórum: devido à quantidade de spam, o Google pode desvalorizar significativamente os links dos perfis do fórum.

125. Contagem de palavras da página do backlink: um link de um post com 1000 palavras é mais valioso do que um link dentro de um post de 25 palavras.

126. Qualidade do Conteúdo da Página do backlink: links de páginas com conteúdo mal escrito não passam tanto valor como links de conteúdo bem escrito e aprimorado por multimídia.

127. Quantidade Links de um site: Matt Cutts confirmou que os vários links de um site são “compactados” para contar como um único link ou pouco mais que isso.

 

Interação do usuário

128. Taxa de cliques orgânicos para umakeyword: as páginas que recebem mais cliques podem também receber um impulso extra para essa palavra-chave em particular.

129. Taxa de cliques orgânicos para todas as keyword : A taxa de cliques orgânicos de uma página (ou site), para todas as palavras-chave somadas, é classificada como um sinal importante de interação dos usuários.

130. Taxa de rejeição: Nem todos em SEO concordam com a taxa de rejeição, mas pode ser uma maneira de o Google usar seus usuários como testadores de qualidade (as páginas onde as pessoas rapidamente saem provavelmente não são muito boas).

131. Tráfego direto: está confirmado que o Google usa dados do Google Chrome para determinar se as pessoas visitam ou não um site (e com que frequência). Sites com muito tráfego direto são provavelmente melhores que os sites que recebem muito pouco tráfego direto.

132. Tráfego repetido: eles também podem analisar se os usuários retornam a uma página ou site após a primeira visita. Sites com visitantes repetidos podem receber um aumento no ranking do Google.

133. Sitesbloqueados: o Google interrompeu esse recurso no Chrome. No entanto, a Panda usou esse recurso como um sinal de qualidade.

134. Chrome Bookmarks: Sabemos que o Google coleta dados de uso do navegador Chrome . As páginas que são marcadas como favoritas no Chrome podem ter um impulso.

135. Dados da barra de ferramentas do Google: Danny Goodwin do Search Engine Watch informa que o Google usa dados da barra de ferramentas como um sinal de classificação. No entanto, além da velocidade de carregamento da página e dos malwares, não se sabe qual o tipo de dados que eles coletam na barra de ferramentas.

136. Número de comentários: Páginas com muitos comentários podem ser um sinal de interação de qualidade do usuário.

137. Tempo de Permanência: Google presta muita atenção ao “tempo de permanência”: quanto tempo as pessoas gastam na sua página quando são provenientes de uma pesquisa do Google. Isso também é chamado de “cliques longos versus cliques curtos”. Se as pessoas passam muito tempo no seu site, isso pode ser usado como um sinal de qualidade.

 

Regras de Algoritmos Especiais

138. As buscas merecem Páginas Recentes: o Google dá às páginas mais novas, maior prioridade, dependendo do tipo de busca.

139. A consulta merece diversidade: o Google pode adicionar diversidade a um Resultado de Busca para palavras-chave ambíguas, como “Ted”, “WWF” ou “ruby”.

140. Histórico de Navegação do Usuário : Sites que você visita com freqüência enquanto estiver conectado ao Google, obtêm uma pontuação melhor em suas pesquisas.

141. Histórico de pesquisa do usuário: seu histórico de buscas influencia os resultados de buscas posteriores . Por exemplo, se você pesquisar “revisões”, então procurar por “carros”, o Google provavelmente dará alguns pontos a mais para lugares onde você pode “revisar seu carro”.

142. Orientação geográfica: o Google dá preferência a sites com um IP de servidor local – ou CDN local – e extensão de nome de domínio específico do país (ex: .br).

143. Pesquisa segura: os resultados da pesquisa com palavras ou conteúdo adulto não aparecerão para pessoas com Pesquisa segura ativada.

144. Círculos do Google+: o Google mostra resultados melhores para autores e sites que você adicionou aos Círculos do Google Plus

145. Reclamações da Direitos Autorais: páginas do Google perdem posições no rank quando recebem reclamações de violação de direitos autorais.

146. Diversidade de domínios: a chamada “Atualização Bigfoot ” supostamente adicionou mais domínios a cada página de resultados das buscas.

147. Pesquisas transacionais: Google às vezes exibe resultados diferentes para palavras-chave relacionadas a compras, como pesquisas de vôo.

148. Pesquisas locais: o Google geralmente coloca os resultados locais do Google+ acima dos SERP orgânicos “normais”.

149. Google News Box: certas palavras-chave desencadeiam uma caixa com resultados do Google News

150. Grande preferência de marca: após a atualização da Vince, o Google começou a dar grandes impulsos a certas buscas de cauda curta (ou short tail keywords).

151. Resultados de Compras: Google às vezes exibe os resultados do Google Shopping em SERPs orgânicos:

152. Resultados da imagem: o Google controla nossas listas orgânicas de resultados de imagens para usar em buscas na Pesquisa de imagens do Google.

153. Resultados do ovo de páscoa: o Google tem uma dúzia de resultados de ovos de páscoa (ou Easter Eggs). Por exemplo, quando você procura “Atari Breakout” na busca de imagens do Google, os resultados da pesquisa se transformam em um jogo.

154. Resultados concentrados para marcas: as palavras-chave principais de um domínio ou de uma marca podem trazem vários resultados de mesmo site, concentrados em uma única busca .

Sinais Sociais

155. Número de Tweets: Como links, os tweets de uma página podem influenciar sua classificação no Google.

156. Relevância da Contas de Usuários do Twitter : é provável que os Tweets provenientes de usuários antigos, os perfis importantes do Twitter com uma tonelada de seguidores (como Justin Bieber) tenham mais efeito do que os tweets de novas contas de baixa influência.

157. Número de Likes do Facebook : Embora o Google não possa ver a maioria das contas do Facebook, é provável que considerem o número likes que uma página recebe como sinal de classificação, apesar de fraca.

158. Compartilhamentos no Facebook: os compartilhamentos do Facebook – por serem mais parecidos com um backlink – podem ter uma influência maior que os likes.

159. Relevância das Contas de Usuário do Facebook: Como com o Twitter, as ações do Facebook e os likes provenientes das páginas populares do Facebook podem passar mais peso.

160. Pinterest Pins: Pinterest é uma conta de mídia social extremamente popular e com muitos dados públicos. Provavelmente o Google considera Pinterest Pins um sinal social.

161. Votos em sites de compartilhamento social: é possível que o Google use compartilhamentos em sites como Reddit, Stumbleupon e Digg como outro tipo de sinal social.

162. Número de Google + 1: Embora Matt Cutts tenha dito que o Google+ não tem “efeito direto” nos rankings, é difícil acreditar que eles ignorariam sua própria rede social.

163. Relevâncias das Contas de Usuário do Google+: Igualmente ao Facebook e Twiter, faz sentido que “likes” vindos de contas mais importantes do Google+ tenham maior peso.

164. Autoria conhecida : em fevereiro de 2013, o CEO do Google, Eric Schmidt, afirmou:

“Dentro dos resultados de pesquisa, as informações vinculadas aos perfis on-line verificados serão classificadas acima do conteúdo sem essa verificação, o que resultará na maioria dos usuários clicando naturalmente nos resultados superiores (verificados)”.

Embora o programa de autoria do Google+ tenha sido encerrado , é provável que o Google use alguma forma de autoria para determinar os produtores de conteúdo influentes on-line (e dar-lhes um aumento nos rankings).

165. Relevância do sinal social: o Google provavelmente usa informações de relevância da conta que compartilha o conteúdo e o texto em torno do link.

166. Sinais sociais do nível do site: os sinais sociais em todo o site podem aumentar a autoridade geral de um site, o que aumentará a visibilidade da pesquisa para todas as suas páginas.

 

Sinais de Marcas

167. Texto de âncora com Nome da Marca: O texto de âncora com marca é um sinal de marca simples, mas forte.

168. Pesquisas sobre a Marca: é simples: as pessoas procuram marcas. Se as pessoas pesquisarem o nome de seu site no Google, o Google provavelmente leva isso em consideração ao determinar uma marca.

169. Site tem página do Facebook e likes: as marcas tendem a ter páginas do Facebook com muitos likes.

170. Site tem perfil do Twitter com seguidores: os perfis do Twitter com muitos seguidores sinalizam uma marca popular.

171. Página Oficial no Linkedin: A maioria das empresas reais tem páginas da empresa no Linkedin.

172. Empregados listados no Linkedin:Rand Fishkin acha que ter perfis do Linkedin que dizem que eles trabalham para sua empresa é um sinal de marca.

173. Legitimidade das contas de mídia social: uma conta de mídia social com 10 mil seguidores e 2 posts provavelmente é interpretada muito diferente de outra conta forte com 10.000 seguidores com muita interação.

174. Menções de marca nos sites de notícias : as marcas realmente grandes são mencionadas nos sites do Google News o tempo todo. Na verdade, algumas marcas ainda têm seu próprio feed do Google Notícias na primeira página:

175. Co-citações : as marcas são mencionadas sem reberem links. O Google provavelmente analisa as menções de marca sem links como um sinal.

176. Número de Assinantes RSS: Considerando que o Google possui o popular serviço RSS Feedburner , faz sentido que eles analisem os dados do RSS como um sinal de popularidade / marca.

177. Localização: as empresas reais possuem escritórios. É possível que o Google analise dados de localização para determinar se um site é ou não de uma grande marca.

178. O site paga impostos: o Moz informa que o Google pode considerar se um site está ou não associado a algum negócio que paga impostos.

 

Fatores de WebSpam no site

179. Panda Penalty : Sites com conteúdo de baixa qualidade (particularmente fazendas de conteúdo) são menos visíveis na busca depois de serem atingidos por uma penalidade do Panda .

180. Links para vizinhanças ruins: ligar para “vizinhos ruins” pode prejudicar sua visibilidade de pesquisa.

181. Redirecionamentos: redirecionamentos furtivos é um grande problema. Se for apanhado, pode não apenas penalizado, mas de-indexado do Google.

182. Popups ou Propagandas Incômodas: O Documento oficial de diretrizes do Google Rater diz que popups e anúncios incômodos são um sinal de um site de baixa qualidade.

183. Excesso de otimização do site: inclui fatores como uso excessivo de palavras-chave, preenchimento de etiquetas de cabeçalho, etc.

184. Excesso de otimização de páginas: muitas pessoas relatam que – ao contrário do Panda – Penguin segmenta a página individualmente (e, mesmo assim, apenas para certas palavras-chave).

185. Anúncios acima da “dobra” : o “Algoritmo de layout da página ” penaliza os sites com muitos anúncios (e não muito conteúdo) acima da dobra, ou seja, na área da página que aparece sem ter que rolar a tela.

186. Esconder links de afiliados:  tentar esconder links de afiliados (especialmente com cloaking) pode trazer uma penalidade.

187. Sites afiliados: não é segredo que o Google não é o maior fã de afiliados. E muitas pessoas acreditam que os sites que fazem dinheiro com links afiliados são submetidos a exigências extras.

188. Conteúdo gerado automaticamente: o Google não é um grande fã de conteúdo gerado automaticamente. Se eles suspeitarem que o seu site está gerando conteúdo por computador, isso pode resultar em uma penalidade ou desindexamento.

189. Excesso de otimização de PageRank: exagerar na otimização para pagerank – utilizando muitos “noFollow” em links de saída ou na maioria dos links internos – pode ser um sinal de tentativa de manipular o sistema.

190. Endereço IP marcado como Spam: se o endereço IP do seu servidor for sinalizado por spam, isso pode prejudicar todos os sites desse servidor .

191. Meta Tag Spamming: o preenchimento de palavras-chave também pode acontecer nas meta tags. Se o Google achar que está adicionando palavras-chave às suas meta tags para manipular o algoritmo, eles podem penalizar seu site.

 

Fatores da Webspam fora da página

192. Fluxo não natural de links : um fluxo repentino (e não natural) de links é um sinal seguro de falsos links.

193. Penguin Penalty: Sites que foram atingidos pelo Google Penguin são significativamente menos visíveis na busca.

194. Perfil de links com alto percentual de links de baixa qualidade: muitos links de fontes comumente usadas por SEOs de “black hat” (como comentários de blog e perfis de fórum) podem ser um sinal de manipulação do sistema.

195. Relevância do Domínio com Backlink: A famosa análise da MicroSiteMasters.com descobriu que os sites com uma quantidade excepcionalmente alta de links de sites não relacionados eram mais suscetíveis à penalidades do Penguin.

196. Alerta de Links não naturais: o Google enviou milhares de alertas no Google Webmaster Tools. Isso geralmente precede uma queda de classificação, embora não seja sempre.

197. Links de IPs da mesma classe C : Obter uma quantidade não natural de links de sites em um mesmo servidor pode ser um sinal de criação de um rede de links.

198. Texto de Âncora Tóxicos: usar texto âncora “venenoso” ou “Tóxico” (especialmente palavras-chave do tipo “ganhe dinheiro”), apontado para o seu site, pode ser um sinal de spam ou um site pirateado. De qualquer forma, pode prejudicar o ranking do seu site.

199. Penalidade manual: O Google pode também enviar penalidades “manuais”, descobertas de formas diferentes que as normalmente feitas por seus algoritmos.

200. Vender links: vender links pode afetar definitivamente o seu PageRank e pode prejudicar a visibilidade da sua pesquisa.

201. Google Sandbox: Novos sites que recebem um fluxo repentino de links às vezes são colocados no Google Sandbox, que temporariamente limita a visibilidade da pesquisa.

202. Google Dance: O Google Dance pode temporariamente agitar os rankings. De acordo com uma patente do Google , isso pode ser uma maneira para eles determinarem se um site está ou não tentando manipular o algoritmo.

203. Ferramenta de disavow: o uso da ferramenta de disavow (desativação) pode remover uma penalidade manual ou algorítmica para sites que foram vítimas de SEO negativo.

204. Pedido de reconsideração: um pedido de reconsideração bem-sucedido pode remover uma penalidade.

205. Esquemas temporários de links: o Google (aparentemente) penalizou pessoas que criam e removem rapidamente links com spam. Também é conhecido como um esquema de link temporário.

 

Ufa!  Essa lista é grande mesmo, hein? Esperamos que tenham gostado! 😉